Kaique Pereira

Acredito que agora o Rui Silva vá subir o nível e dar ao chinelo. Já não vai dar para ser titular por decreto

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Este gajo cheira a flop por todos os lados mas espero estar enganado.

Também espero

Que venha com confiança e vontade.

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Como já disse noutro lado, não tenho má impressão dele.

Neste momento tem que trabalhar muito para corresponder quando tiver uma oportunidade. Daí a sentar o Rui Silva vai uma distância… A não ser que a forma deste teime em não melhorar.

Bem vindo!

Bem vindo e que tragas a qualidade (AKA tranquilidade) que necessitamos na baliza.

Permite-me uma achega. Portugal não tem escola. O Brasil tem e tem bibliografia sobre treino de GR desde a década de 70!!! Por cá, só o Mestre Cândido de Oliveira havia abordado o assunto, mas de modo superficial e insuficiente. Contudo, há em Portugal treinadores de GR fantásticos. Falta-nos a base, um plano estrutural, e por isso o GR português é tão heterogéneo. Conseguimos ver um padrão nos alemães, espanhóis, franceses, italianos, mas não nos portugueses.

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Não sabemos se não vai ter o mesmo tratamento do Virgínia que não contou praticamente durante 2 anos.
O ideal teria sido o Hornichek que dava garantias e seria aposta segura durante várias épocas, não fossem os 30 milhões. Mesmo assim teria arriscado, com contrapartidas de jogadores ou percentagem do passe…
Assim é jogar à roleta com 4 ou 5 milhões de cada vez. Ver se alguma vez acertam!

Apelido:

**

Azarias

**

:grimacing:

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Qual foi o grande guarda redes portugues que tivemos depois do Baia? Os melhorzinhs ainda foram o Rato e o Diogo Costa. Mas o rato foi bom a nivel interno e na seleçao e o Diogo ainda tem de provar fora de Portugal. No Brasil no mesmo espaço de tempo, ultimos 20 anos, tiveram Taffarel, Julio Cesar, Ederson, Alisson…temoa problemas gritantes na formacao de GK assim como de PL.

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E mesmo o Baía, se fores a Barcelona perguntar o que acham dele, sais de lá a achar que estiveste a falar sobre o Carlos Bossio.

O Diogo Costa até me parece ter condições para ser o melhor de sempre. Mas, lá está, isso só poderá ser comprovado a jogar num colosso de um grande campeonato.

O baía teve a carreira que teve graças a ter uma defesa à sua frente que podia dar pau e distribuir fruta à discrição. Quando o meteram noutra equipa foi o descalabro do manitas de trapo. Entretanto, dizia-se ter um par deles à maneira e agora está enterrado em dívidas e deve milhões a meio mundo.

“Por más giros y vueltas que dé la vida, Dios no duerme” - Luis Javier

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continuam a brincar aos guarda-redes… depois querem ganhar campeonatos

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Ser um upgrade ao Virgínia não é propriamente difícil, mas também não resolve o nosso problema.

Era essencial que se conseguisse impor e conquistar o lugar ao Rui Silva.

Bem-vindo!

Difícil ser pior que o Rui Silva, que seja titular rapidamente.

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Acho que ser um especialista em penalties já é uma característica muito importante.

Na minha opinião, um dos 3 GR’s do plantel tem que ter essas características.

Em provas a eliminar, quando o jogo vai para prolongamento é atribuída uma sexta substituição. Essa alteração, há excepção de haver uma lesão ou claro sub-rendimento de alguém, deve ser gasta para alterar o GR se estiver no banco esse especialista.

Isso pode ser a diferença de passar eliminatórias e ganhar troféus que não sejam o campeonato.

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Percebo. Rui Patrício esteve a um nível muito bom, durante vários ano e os desempenhos na Seleção ajudaram a cimentar o estatuto. Contudo, serve foi “curto” para almejar uma equipa de topo mundial.

Até foste generoso com a questão do Brasil, porque na verdade é incomparável e produziu ainda mais GR com bastante qualidade ou mesmo melhor que os nossos. Não nos podemos comparar com o Brasil, mas isso não é desculpa. Faça-se uma comparação com a Bélgica que será semelhante em termos de população.

Svilar;Lammens; Selz; Casteels; Penders; Vandevoordt; Brughmans; Courtois…

Diogo Costa; R. Velho; R. Silva; José Sá; Samuel Soares; L. Maximiano; André Gomes

O problema é de fundo, é estrutural. Cada um toca o que sabe, rouba e aprende o máximo que consegue e até há excelentes trabalhos feitos em Portugal. O problema vem da base. Portugal lançou o Projeto 1 há mais de vinte anos e que se resumia a uns powerpoints cheios de banalidades. O Projeto foi reciclado, mas não se vê qualquer avanço. Acho que existiram dois cursos piloto em uma ou outra Associação Distrital, mas se queres fazer um curso acreditado pela Federação só podes fazer o UEFA B e o A, que andam acima dos 2000,00€ e as vagas são limitadas. Isto tem obrigado a maioria dos treinadores a ir à Escócia e a outros países obter o diploma. Há já algumas Federações a fornecer cursos básicos de GR para se implementar nas Associações Distritais e nós continuamos a ver navios.

Pelo que consta, o protótipo pretendido pela Federação é um GR como o Diogo Costa e como o Romário do SC Braga. Gostava eu de saber o que está a ser feito para chegar a esse tipo de GR.

Nós temos uma dificuldade brutal em vender os nossos GR. Não me fodam, pois toda a gente dizia que o Diogo Costa (que é sem dúvida do melhor que se fez nos últimos 30 ou 40 anos em Portugal) não saía porque todas as balizas estavam tapadas de bons GR:

Chelsea - Quebra de confiança no Sanchez (mesmo com o Penders à espreita) e vão buscar o E. Martinez; Como já deu 80M por um GR talvez não queiram arriscar tanto novamente.

M. United - Mantém a confiança no Lammens, mesmo com alguns erros e reforça-se com experiência;

A. Villa - Vai buscar o Suzuki por 30M;

Newcastle - Gasta mais de 50M em dois GR;

Inter - Aposta na segunda opção que tem e contrata alternativa no mercado interno;

Juventus - Apanha o Vicario por uma pechincha e ainda o Grabara.

Bayern - Prepara a sucessão do Neuer com um GR do mesmo estilo e que se destacou na II Liga alemã.

Não havia espaço para Diogo Costa? Ou então foi o presidente do FCP que esticou demasiado a corda…

O nosso Sporting por sua vez continua com a política do “Pinheiro” do Paulo Sérgio. Ninguém me contou, vi e ouvi o que os treinadores de determinada escola disseram ser a política do clube: Preferencialmente altura prevista (através de testes) acima do 1,90m e se não o conseguirmos evoluir vai embora e vem outro da mesma estatura. Ou seja, a peneira só aceita postes e depois sabe-se lá o que se perde pelo caminho…

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Importante let.

Num perfil que o scout identifica como «reativo» e que se traduz em grande «eficiência dentro da baliza», nas saídas o guarda-redes rege-se pela simplicidade.

«Nas saídas de cruzamento também acaba por ser eficiente, não complicando o simples. Sempre que há muita densidade dentro da área, acaba por despachar a bola de uma forma prática e simples», explicou.

«Com os pés, não tem o perfil de um guarda-redes construtor. Possui um pontapé longo muito forte e abrangente, enquanto no jogo curto simplifica, evitando riscos desnecessários», acrescentou.