IRS 2017

Tópico para tirar duvidas sobre o assunto.

[i]Como Doar 0,5% do IRS?

Pode ser solidário e doar anualmente 0,5% do seu IRS. Sem custos. Saiba como.

Doação de IRS a Instituições

É possível doar 0,5% do IRS anual a instituições particulares de solidariedade social, religiosas ou de utilidade pública. Esta doação não tem custos para o contribuinte mas sim para o Estado, já que os 0,5% da doação incidem na parte do imposto que já foi liquidada pelo Estado.
Este gesto tem o nome de “consignação” e pode ser feito no quadro 11 da folha rosto do Modelo 3. Tem de inserir simplesmente o número de identificação fiscal (NIF) da entidade a quem quer fazer o donativo e marcar o espaço “IRS” com um “X”.
Confira a lista das entidades que podem beneficiar de consignação no artigo do Economias: “Saiba quem pode ajudar ao preencher o quadro 11 do modelo 3 do IRS”.
Os 0,5% são retirados automaticamente do imposto total que o Estado recebe, não precisando o contribuinte de fazer mais nada para ajudar o próximo. Se o contribuinte tem 3.000 euros de imposto liquidado ao Estado, ele vai acabar por doar 15 euros (3000 x 0,5 = 15) desse montante. [/i]

Já agora uns Nif’s para o efeito:

Leões de Portugal: 503 930 644

Fundação Aragão Pinto: 510 049 079

Gostei bastante da opção de IRS automática :clap:

:arrow:
Idém

Uma duvida para começar:

  • Pais que não sejam casados, vivam separados e o filho está com a mãe.

-O Pai apesar de não pagar pensão de alimentos suporta TODAS as despesas do filho.

-A mãe na Seg.Social está, e bem, como mãe solteira.

Pergunta: O pai pode meter o filho como dependente na declaração de IRS? :think: :think:

Se os Pais são solteiros ou separados, devem entender-se e decidir entre si quem vai incluir o dependente. Não podem ambos incluir o dependente ao contrário dos casados ou unidos de facto. Se os solteiros (os unidos de facto, quando se separam, voltam a ser solteiros ou divorciados ou viúvos consoante o estado civil que tinham antes da União de Facto), não se entenderem porque ambos querem declarar o dependente, terão que recorrer a um Tribunal e preencher a declaração de rendimentos em função do acordo judicial homologado pelo tribunal ou pela Conservatória do Registo Civil.

No caso de um divórcio em que existam filhos, tem de haver sempre uma decisão
judicial sobre a regulação do poder paternal. No caso dos solteiros, esta
decisão judicial não existe a não ser que eles a procurem recorrendo a um
tribunal. Se, por exemplo, dois pais solteiros tiverem dois filhos poderão
entender-se e, cada um, declara um filho; não podem ambos os Pais declarar
ambos os filhos no Q6B do Modelo 3. A declaração originaria erro central e não
evoluiria até que um deles corrigisse a respectiva declaração.

Tenho que lhe recordar que a tutela e a guarda conjunta resultam de uma decisão
judicial e não de um acordo particular entre os Pais mesmo que seja escrito e
homologado por um advogado.
Espero que a informação seja útil

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Em situação de divórcio, tinha a percepção que ambos os pais poderiam incluir o dependente na declaração e que o valor seria divido entre ambos.

No caso de pais separados de facto, sim, confirmo que convém existir um acordo para ver quem inclui o menor na declaração de IRS. Se em termos de deduções à coleta não há prejuízo para nenhum, no valor estimado para o quoficiente familiar, a coisa muda de figura, e um deles, sai efetivamente, “de mãos a abanar”.

Já não existe coeficiente familiar (ano passado sim) por descendentes . Valor fixo 600,00 a dividir por ambos em caso de guarda partilhado (acordo judicial)

Divórcio Tb implica acordo judicial.

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@Obrigado pela infromação [member=23713]Tarântula :great:

De nada

Já agora para quem é separado de facto ou solteiro convém planear antecipadamente (antes de 31/12)

A Morada Fiscal do progenitor que declarar o dependente e do filho convém ser a mesma.

SL

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[member=23713]Tarântula antes de mais muito obrigado pela ajuda. :great:

Neste caso os pais nunca foram casados e nunca houve qualquer acordo judicial porque não foi necessario…e a mãe como nem paga nem recebe IRS (ordenado mínimo) não se importa que o pai coloque o filho como dependente visto que o mesmo paga praticamente todas as despesas, apesar de não viverem na mesma habitação.
A duvida dela (e dele) é se a Seg.Social ou as finanças não implicam por ela estar num de regime de mae solteira (recebeu um abono pre-natal como tal) na Seg.Social e o pai agora colocar no IRS o filho como dependente…

O que achas deste caso? O pai pode avançar sem problemas?

:arrow:


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Pois… percebo a questão .

Será que compensa ?
Só fazendo as várias contas.
Existe Abono ? Pelo vistos será o caso …Este estará dependente não da Mae (quem solicita) ser solteira mas tb dos rendimentos da mãe. Quanto tempo irá durar ? É o que fará a diferenca .
Se já não existe , não haverá Stress a esse nível . O que conta será o dia 31/12 mas cuidado com a morada fiscal (deverá ser a mesma Pai e Filho)

O “ganho” do projenitor que coloca o dependente será 600,00 por dependente ano (atenção que este valor depende de ter efectuado descontos, pq quem não paga nem recebe não usufrui tb da dedução) em sede IRS e % de % de algumas despesas (Saúde, educação …) se existirem.

O Abono terá sido pedido pela mãe . Certo?
Hoje em dia os dados são partilhados e sim perderá o direito ao mesmo se ainda se mantiver uma vez que o dependente fará parte de outro sujeito passivo (Pai)
Poderá pelos rendimentos do pai novamente vir a requerer Abono (mas complicado…)

A mãe ex: neste caso não tendo nenhum rendimento, por exemplo, como família monoparental recebe Máximo 196 ? (Salvo erro) x12 .
Ou 127 com rendimento 3 escalão <8.800 ano , Como vê depende de quanto recebe mas recebendo será a meu ver (sem todos os dados) superior ao “abate” em sede IRS para o pai.

O ano passado pais/mães divorciados que não tinham a morada fiscal igual aos filhos tb foram penalizados , e 0s projenitores que tinham a morada igual aos filhos usufruiram em dobro pelo coeficiente .

Este ano para quem tem acordo de Guarda fica repartido de forma igual independente de quem suporta despesas. (As despesas serão , em sede de IRS, sempre dos 2 pais, independente de quem as liquida)

Para o ano está “previsto” “planeado” maior justiça/equidade para pais solteiros e separados de facto.

Existe uma página


Onde pode obter mais respostas e esclarecer dúvidas.

Não se guie só pela minha informação .

Grato pelo esclarecimento. :beer:

A mãe da criança recebia o ordenado mínimo o ano passado até ficar desempregada (teve direito a fundo de desemprego), e morava com a mãe e irmã, a seg.social contabilizou os rendimentos de todas para lhe atribuir o abono pré natal, abono esse que terminou quando a criança fez 1ano de idade em Março deste ano. Senão estou em erro rondava os 100 e poucos euros mensais. (126€?)

Ela este ano iria pedir novamente um abono, mas já seria o abono “normal”, não sei o valor mas seria certamente abaixo do pre-Natal…

O pai fez uma chamada para a linha da autoridade tributária e ao telefone disseram lhe que ele podia colocar o filho como dependente desde que a morada fiscal fosse a mesma… e por acaso até é…
Mas como uma chamada telefónica não tem validade nenhuma, continua(m) em dúvida…

Salvo erro não se pode acumular Subsidio Desemprego com Abono terá sido interrompido por isso?

http://www.seg-social.pt/documents/10152/14407031/4001_abono_familia_criancas_jovens/087fccd2-0d74-4144-9838-c30149ec871d

Julgo que terá tudo aqui , prazos, valores e até como alterar o agregado da criança.

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Bom dia.

Não foi o caso, o abono pre-natal só é dado até aos 12 meses de idade, assim que a criança fez 1 ano de idade em Março de 2017 esse abono (pre-natal) acabou.
A partir do ano de idade tem de requer o abono normal, se bem que este dito abono normal sofreu uma alteração de valores no inicio deste ano…daí ela não saber ao certo (devem ter de lhe fazer as contas novamente) quanto irá ficar a receber. (Calculo que ela esteja no 2º escalão)

A pergunta que se segue é: Se o marido colocar o filho como dependente na declação de IRS ela fica impedida de requer este abono? :think:

http://www.cgtp.pt/sitio-dos-direitos/destaques/10271-actualizacao-de-abonos-e-subsidio-de-funeral?highlight=WyJhYm9ub3MiXQ==


Não tive oportunidade de ler o que te enviei

A prova escolar é anual
O cálculo do escalão é anual e automático por cruzamento dados com administração fiscal. (Morada fiscal , total sujeitos passivos na morada , total rendimentos , total dependentes na morada … )

Mas se colocas filho no teu agregado, quem passa a ter direito a receber/requerer Abono é o Pai. (Morada Tb será dif da mãe … ?)

É Tb questão de ver em que escalão ficará o pai.

Em sede IRS 600,00/ano filho dedução à colecta de forma directa mais as despesas .

A mãe qd forem fazer / ver o cálculo em função dos rendimentos e totalidade do agregado não terá um filho no seu agregado familiar e como tal não haverá lugar ao abono.

Racional
Escalão mãe (valor abono) vs

O do pai (valor abono) mais Dedução por filho IRS (simular…)

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Sim a morada do pai é diferente da da mãe.

Esta “conversa” começou porque o pai simulou o IRS e sem o filho receberia 100€, com o filho receberia 940€…ainda é uma diferença jeitosa.

Está mal a mãe não poder requer o abono por causa disso… :mrgreen: :mrgreen:

Sendo dependente ou não, creio que apresentando no e-factura em devida altura, o pai pode colocar despesas escolares, de saúde, alojamento e restauração com o filho desde que o NIF esteja em seu nome e guarde as respectivas facturas.

Em nome do pai ou do filho?

O que foi dito (acho) é que … neste caso filho só tem 1 ano …

Ex pode no futuro comprar benuron (farmácia) com nif do pai ou livros escolares com nif do pai
Mas outras despesas é difícil como infantários médicos em que vêm com nif do filho.

Já agora não sei se ainda contam mas as fraldas desde que com factura individual podiam ser colocadas

O problema aqui é (no caso dos casais divorciados com guarda partilhada já foi corrigido para este ano) pais separados de facto ou solteiros só um dos pais pode colocar filho como dependente (conta a morada fiscal a 31/12 ano anterior) com tudo o que implica para o outro pai que impacta Tb a SS (abono é pelo filho) uma vez que o dependente (pela Morada Fiscal) só faz parte de um agregado familiar. (O pré-natal é pela gravidez da mãe).

Por isso na minha opinião deve colocar no seu IRS este ano. Mas valide tudo e faça as contas.

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