Ainda a esse propósito, seria interessante se alguém deixasse aqui os valores que o Sporting gastou nessa época.
È que, tanto quanto me recordo, houve aqui dois aspectos de discussão:
Um apontava no sentido de que o Sporting não deveria estoirar o que dispunha, ou a maior parte do que dispunha para investir, apenas no Quaresma. Friso o apenas.
Outro de que se tratava de um “produto” vendido e que não fazia sentido comprá-lo de volta, ou seja, aqui não se aceita devoluções.
Hoje vê-se…
De facto, 6 milhões de euros foi o valor atribuído ao Quaresma, pois se tivesse sido atribuído um valor superior, o Sporting ainda teria direito a receber mais algum. Tudo foi delineado e executado para que isso não acontecesse. Restou portanto ao Sporting receber a percentagem de formação do jogador.
Hoje, com lamento meu, verifico que tinha razão quando defendi na altura que o Sporting, com mais ou menos sacrifício, deveria investir os 6 milhões no Quaresma, e ainda ficariamos a ganhar, pois manteriamos o Roca.
A tacanhisse, a calimerisse e a falta de visão dos nossos dirigentes … o que se poderia esperar?
