Investidores entram com 90 milhões de euros por 49% da SAD do Sporting

Concordo. Esperemos, de facto, pelos detalhes.

A única coisa que estranho afinal de contas é a negação da parceria com os russos na altura, para agora estar ao fim e ao cabo a seguir o mesmo caminho. E, mais curioso ainda, é ver que agora, quem ataca as soluções de investimento da actual direcção se serve do mesmo argumento de bicho-papão (ai que vamos perder o controlo!) que serviu, nas eleições, o lado contrário para atacar a ideia do fundo.

Mas pronto, para mim o que interessa não é isso, mas sim que o Sporting fique a ganhar. Pelo menos estas soluções que têm sido faladas nos jornais, mesmo desconhecendo todos os pormenores, são ar mais fresco e respirável em relação ao rumo que tinha vindo a ser seguido, de estar a fazer project finances e outros contratos com bancos que, ao invés de constituírem projectos desportivos de rentabilização do Sporting, contribuíram apenas para “financiar” em troca de juros e hipotecas e prolongar o estado de coma.

Bom, ao menos que o Dr. Bruno Carvalho tenha contribuído para que se mude o paradigma e para que o mundo sportinguista estivesse atento a novas oportunidades de negócio. Mais do mesmo é que não.