Interessante! Codigo de conduta pra dirigentes do Sporting

Do CM

Sporting - documento cala órgãos sociais Código polémico

Qualquer informação emanada do Grupo Sporting terá de ser validada por Filipe Soares Franco
Um documento interno denominado ‘Código de Conduta’, destinado a estabelecer regras de actuação e de ética para dirigentes e funcionários, está a gerar controvérsia dentro do Grupo Sporting.

Feito por indicação do Conselho Directivo, o texto – com várias gralhas e erros ortográficos, como “escrupolosamente” (em vez de ‘escrupulosamente’) – que enche dez folhas em formato A4 enuncia procedimentos e comportamentos a adoptar por “todos os colaboradores do Grupo Sporting, independentemente do seu vínculo contratual, bem como da posição hierárquica que ocupem”. Bem presente, ao longo de todo o documento, está o facto de toda a qualquer informação a prestar por dirigentes ou funcionários só poder ser veiculada após validação do presidente do Conselho Directivo (Filipe Soares Franco) e conhecimento do director de Comunicação recentemente empossado, Miguel Salema Garção.

São muitos os pontos aflorados. Desde o relacionamento com a Comunicação Social às relações institucionais com outras entidades, da responsabilidade profissional ao dever de sigilo; da segurança e bem-estar no trabalho à aceitação de presentes, ofertas e convites, um enorme rol de regras ficam definidas. Neste último item, por exemplo, define-se que os “colaboradores do Grupo Sporting”, seja qual for o cargo que ocupem, apenas podem aceitar ofertas de terceiros, nomeadamente presentes de cortesia, se o respectivo valor não for superior a 150 euros.

Agostinho Abade, presidente do Conselho Fiscal, disse desconhecer o documento, adiantando: “Que eu saiba ainda não está nada feito. Penso que primeiro terá de ser discutido no Conselho Directivo”.

JANTAR GERA CONFLITO

Filipe Soares Franco juntou segunda-feira, no Hotel Albatroz, vários elementos do ‘staff’ que o acompanhou no acto eleitoral, mas o que deveria ser um jantar de reaproximação acabou em polémica. Rui Oliveira e Costa não escondeu o seu desagrado, disparando: “Só lá permaneci por uma questão de boa educação”.

Fica tb o link…

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=202730&idselect=12&idCanal=12&p=200

O pior é saber quem valida “escropolosamente” as comunicações do próprio Jameson 8) , esse sim, o mais necessitado de “common sense” e contenção verbal!!

NOTA
Gente com muito nível educacional estes “escropolosos”… :cry:

Se é o FSF que, em última instância, validará toda e qualquer declaração a emanar do SCP então preparemo-nos para assistir a verdadeiros episódios da 5ª Dimensão. :roll:

E la vamos nos continuando…
la vamos nos cantando e rindo…
siga a bamba…que a festa continua

Na era da sociedade mediática, toma-se a decisão de que qualquer comunicação emanada de um grupo composto por um clube (com mais de 20 modalidades) e meia dúzia de empresas carece de validação por parte de uma única pessoa, por sinal uma das menos “válidas” no que à comunicação diz respeito (e ainda por cima com um horário de “validação” limitado ao período da manhã, porque depois de almoço a “validade” torna-se ainda mais escassa)… Provavelmente as notícias do dia começarão a ser comentadas pelos dirigentes do Sporting uma semana depois, e com o cunho de brilhantismo que só Pipinho pode dar (“o ouro é verde”, “o beifica é o maior”, “o Baía devia ir à selecção”, “o Papa está a morrer”, “não tenho amor por tudo o que é Sporting”, “sou contra a existência de sócios”, entre outras pérolas da sua autoria).

Será que devemos esta brilhante ideia aos “escrópolos” do novo director de comunicação? E será que o responsável pela campanha de Pipinho concorda, e, em caso negativo, terá sido por isso que só a boa educação o impediu de abandonar a mesa do jantar?

Uma delícia este episódio das desavenças à mesa. Eleitos há menos de um mês e já andam nisto. Com tanta vaidadezinha ali junta, e tanta fome de protagonismo (é ver os nomes dos comensais), imagino o ninho de víboras que ali se instalou…

Soares Franco, o Censor.

Definitivamente, o apelido Franco deve ter origens em Espanha. :-k

Cheira-me a que o Tomás Morais vai ter muito que fazer neste clube… :lol:

Do CM
Neste último item, por exemplo, define-se que os “colaboradores do Grupo Sporting”, seja qual for o cargo que ocupem, apenas podem aceitar ofertas de terceiros, nomeadamente presentes de cortesia, se o respectivo valor não for superior a 150 euros.

Fica tb o link…

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=202730&idselect=12&idCanal=12&p=200

Que chatice, o Pipinho já não vai puder receber garrafas de vinho de valor superior a 150€… shame on you.

Então um jogador para dar uma conferêmcia de imprensa tem de la estar o FSF para validar aquilo que diz :smiley:

Acho uma excelente iniciativa.
O Cáca por exemplo vê as suas comissões reduzidas a 150 € :stuck_out_tongue:
E com estas regras não teria havido “Caso Sá Pinto” :?

Isto não se aplica às comissões do Cácá, porque elas não são “oferecidas por terceiros”, if you get my point… :evil: :wink:

Quanto ao caso Sá Pinto, está bem visto. Provavelmente vamos ter os jogadores no flash interview de mão dada com o Pipinho, e este a segredar-lhes o que devem dizer… :roll:

Não acho mal em empresas ou grupos empresariais serem definidas regras de comunicação com o exterior. Só que para poderem ser cumpridas elas têm de ser sintéticas e realistas. Agora esse esquema de FSF ter de validar tudo, não lembra ao Diabo, por idiota e impraticável. Mas lembrou ao nosso Conselho Directivo. Para além disso, faz lembrar na essência a política de comunicação do camionista e do Bimbo, vulgo “lei da rolha” sempre que interessa. Uma tristeza.

Pois eu acho que a ideia, se for levada à prática de forma correcta, é muito boa.

Não sei se é o FSF a pessoa ideal para definir o que se diz e quando se diz, mas é uma medida muito razoavel e que se vê na maior parte das grandes organizações que têm a comunicação como um aspecto crucial do seu dia a dia.

A.A.

PS - O último exemplo foi o do Paulo Abreu…
PS2 - O Rogério Brito também meteu o pé na água mais do que uma vez mal assumiu funções…

Falando a serio eu penso que a ideia é valida.
Um Clube como o Sporting constantemente descriminado pela comunicação social precisa de ter uma politica de comunicação bem definida e objectiva.

Mais complicado vai ser encontrar as pessoas para porem isso em prática uma vez que o próprio Presidente é a desgraça que se sabe, mas parece-me importante haver duas vertentes nessa politica, uma para os sócios e adeptos que terá de partir da regeneração do Jornal e utilização dos novos meios de forma a permitir uma real aproximação do Clube aos sportinguistas, o que aliás foi referido por FSF na “Conversa Afiada”, e outra para fora, que deve ser filtrada e muitas vezes dura.

Essa coisa de cada um dizer o que lhe apetece à saída do treino ou de passar para os pasquins tudo o que se passa lá dentro têm de acabar por muito que custe a quem está habituado a viver com e desses expedientes

Para mim também é claramente necessária uma política de comunicação que obedeça a determinados critérios. O que acho completamente impraticável é que o tal critério lhe seja conferido através da centralização e validação por uma única pessoa.

As exigências mediáticas de um fenómeno como o futebol não se compadecem com um procedimento deste tipo, sendo que poderão suceder muitos casos em que se imporia uma resposta pronta e esta ficará silenciada, justamente por impossibilidade de obter a “validação” em tempo útil. E sobre a competência do “validador” para estas matérias, é melhor nem falar…

Penso que a única forma razoável de implementar uma política deste tipo seria, por um lado, limitar o número de pessoas que podem falar (por exemplo, só podem falar o presidente da SAD, um administrador e o treinador; jogadores só nas flash interviews e entrevistas a 48 horas do jogo; todas as outras intervenções carecem de autorização prévia) e, por outro, estabelecer directrizes de ordem geral que regulem o discurso (por exemplo, é proibido falar de aquisições antes da conferência de imprensa em que se apresente um reforço, os jogadores não podem falar sobre arbitragens, à excepção do capitão, etc.).

PS- Será que os recados que o Cácá manda publicar nas colunas dos pasquins também vão passar pelo crivo do Pipinho? :twisted:

Penso, aliás, que ninguém está contra a idéia que se torna necessário estabelecer regras de comunicação bem definidas e “escropolosas” dentro de uma organização desportiva como o Sporting.
O que está em equação é a impraticabilidade da medida pelo seu desmesurado centralismo e, por acréscimo, com a mediana inteligência e pouco senso do ridículo que a figurinha censória tem demonstrado. Tremo de medo quando me ponho a imaginar a propensão que este anti-Midas da comunicação tem em transformar situações inócuas num chorrilho de m**** só por lhes haver tocado.

Claro que apenas quem quer - normalmente idenficados pelas vezes que vão escrever “escropoloso” - percebe esta medida como algo que pode ser cumprido.

Nem faria sentido ser o FSF a validar e a dar conhecimento ao novo Director de Comunicação.

Mas fica feita a regra, e quem não a cumprir não pode dizer que “não sabia”.

A.A.

isto pode ser uma boa medida embora pense que a mesma so serà posta em pràtica quando alguém puser o pé na poça e sofrer as consequencias fruto desta lei!
Mas até ver para mim o principal alvo deveria ser mesmo o presidente que afinal de contas o unico isento a esta lei!
mas o que é certo,por vezes assuntos internos que fazem capa nos pasquins quando isso noutros clubes nao acontece!

Eu so quero ver o Sporting Campeao Europeu e com dobradinha durante 50 anos consecutivos!!

O Triunfo dos Porcos…

Votaram nele, mamam com ele…

O documento não é mais do que uma mensagem em código… o Código de Pipinchi!

vejam:
“esCrOPOlosamente”

:lol: :lol: :lol: