na troca que farias da saída do Facundo Navarro para a entrada do Bruno Saavedra no plantel,
não concordo com ela
concordo que o Bruno Saavedra tem de ser nosso no futuro, é um jovem hoquista de um tipo que faz falta à nossa equipa,
mas nunca poderá ser para entrar no plantel para sair o Facundo Navarro ( talvez para a vaga do Verona, mas não para breve, talvez só para daqui a duas ou três épocas, até porque o Verona tem tido bom rendimento e ainda só tem 30 anos, ainda nos poderá dar mais algumas épocas do seu hóquei em patins )
no meu modo de ver, o Facundo Navarro está a ser um bocado prejudicado na nossa equipa por não termos um avançado de área “puro” e como ele é um avançado “híbrido” : tanto pode jogar mais fora como também pode jogar mais dentro, perante o que ( não ) temos, é o avançado com características mais próximas do que se pretende para poder jogar mais adiantado,
no entanto, tenho para mim que o rendimento dele é melhor quando joga mais de fora para dentro, ele não é propriamente um goleador ( teve aquela época muito boa na Oliveirense em que marcou um número extraordinário de golos, mas foi um bocado a exceção, não tem conseguido aquele registo muito bom na maioria das épocas ),
vejo-o mais como um avançado criativo, com algum golo, jogando mais fora até é melhor para ele conseguir colocar em prática uma das suas melhores “armas” > a ‘stickada’ violentíssima de média distância
ainda para mais agora com a saída do Roc Pujadas,
para mim, no futuro, a tendência deveria ser ficar com o Rampulla e o Navarro como avançados mais criativos, a jogarem mais a partir de trás para a frente ( o Navarro é forte fisicamente, quando ganha velocidade ou quando embala é difícil de parar pelos adversários ), mais de fora para dentro
e tentar trazer um avançado mais de área estrangeiro, um grande finalizador, um goleador ( visto que o Miguel Rocha dificilmente virá para cá e a idade está a avançar ) que poderia ser o Bruno Saavedra
mas isso, a acontecer, não será para já, será mais para daqui a duas ou três épocas
é melhor centrarmo-nos no mais próximo


