Hóquei em Patins Masculino - Época 2026/2027

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O Diogo Rafael era falado para Barcelos, mas já não vai.

Parece que o Edu Castrou barrou o Font.

Estão a tentar o Honório que está em Itália

E bem na ótica deles, o primeiro clube grande a dar-lhe oportunidade fica com jogador para presente e futuro

Erro não agarrar o Lucas Honório agora (como devíamos ter agarrado o Carlitos).

É outro que vamos estar a bater a cláusula daqui a 1 ano.

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Também acho. Grande época em Itália (*) e com ele e Bessa no plantel fecharíamos a posição tão bem como o fizemos com os GR. Sendo o 6o. português um miúdo (eu preferiria o outro Honório para ocupar esse lugar mas diz-se que será emprestado, ficar-nos ia a faltar o 5o. - qu, num mundo ideal seria o Carlos Ramos do OCB.

  • A propósito de portugueses em Itália, eu continuo a achar que Alvarinho Morais nos daria muito jeito mas também gostaria de sacar Tiago Sanches aos Desdentados…

“Foi um orgulho imenso e um sonho de menino tornado realidade”

Por Sporting CP
30 Jun, 2026

Hóquei em Patins

Zé Diogo disse adeus a uma casa que foi sua por mais de duas décadas

Entrou com dez anos e um sonho, sai aos 32 com uma história singular feita em 424 jogos, número que mais ninguém atingiu. Neste século, o trajecto e o palmarés de Zé Diogo confundem-se com os do próprio hóquei em patins do Sporting CP: ao longo de 22 anos, juntos foram crescendo de ‘casa às costas’ e de patamar em patamar – desde a III Divisão - até (re)lançar a equipa para os grandes feitos nos palcos nacionais, europeus e mundiais.

Na primeira parte (de duas) da sua entrevista de despedida, feita no balneário do Pavilhão João Rocha, o guarda-redes falou sobre a chegada ao fim desta história conjunta, o sucesso alcançado nesta sua última época e as bases lançadas para o futuro. “É difícil, fui acarinhado aqui durante muitos anos”, disse no momento da despedida. É o adeus de um filho da casa, após toda uma vida de Leão ao peito.

Diz adeus a muito mais do que uma carreira de verde e branco, foi uma vida aqui passada. 22 anos em que acompanhou e viveu como ninguém o ressurgimento do hóquei do Sporting CP e fez parte de todas as conquistas conseguidas até aos dias de hoje. Como é que se diz adeus à sua casa?
Não é fácil. Cheguei aqui como um menino, com dez anos, quando comecei pela Casa do Gaiato, quando a modalidade ainda nem era oficial [no Sporting CP]. As condições eram poucas, sonhava um dia jogar nos seniores, mas naquela altura só queria brincar. Depois, quando se começou a montar uma estrutura grande aqui, consegui ganhar os meus títulos.

Qual foi o momento em que realmente sentiu que estava a fazer algumas coisas aqui pela última vez?
Caiu-me a ‘ficha’ quando começaram os play-offs. Sabia que a qualquer momento podia estar a fazer o meu último treino ou o meu último jogo. Estava mais sensível, nessa altura. Quando perdemos o segundo jogo [da final] aqui, em casa, pensei: vou aproveitar esta semana de treinos. Podia ser a última e a verdade é que me lembro perfeitamente de todo o treino que fizemos antes do jogo. Acabou por ser a despedida para mim. É difícil, fui acarinhado aqui durante muitos anos. Foi meia vida.

“Sabia que a qualquer momento podia estar a fazer o meu último treino ou o meu último jogo”

E já sabe do que vai sentir mais falta daqui para a frente?
Do balneário, as amizades, estas condições, tudo. Os bons momentos, claro, as vitórias e os títulos. Vou sentir falta, mas já mudei o ‘chip’. Agora vou voltar à minha terra, um aninho, para a despedida. Vou desfrutar um bocadinho, na II Divisão.

Sabe-se que nunca há histórias perfeitas, mas agora que fecha o seu ciclo aqui são muitas as razões para sorrir e recordar que leva consigo?
Sim, sem dúvida. Os maus momentos passam rápido, três dias depois eu esqueço-os. Os bons momentos é que ficam registados na História.

Mudava alguma coisa nesta sua longa história no Clube ou sai plenamente satisfeito com o que fez aqui?
Há sempre coisas que poderíamos mudar, mas nada é perfeito. Acho que não mudava nada, ainda assim. Comecei na III Divisão, treinei no Livramento e agora acabei com estas condições. A cada ano tudo foi melhorando, por isso não mudava nada.

“Os bons momentos é que ficam registados na História”

Numa palavra, como descreveria estes 22 anos de Leão ao peito?
Orgulho. Sei que foi um orgulho imenso e um sonho de menino tornado realidade.

E ao longo do tempo o que representou este espaço, o balneário, para si?
Este espaço, para mim, é o melhor de todos. É o espaço dos jogadores, das brincadeiras, onde estamos todos os dias. É o nosso espaço, o nosso quarto na nossa casa. É tudo. É aqui que nasce e acaba tudo.

2025/2026 acabou de forma histórica, com três títulos vencidos, entre eles um inédito Mundial de Clubes. Foi uma excelente época de despedida?
Sem dúvida. Foi a época em que ganhei mais títulos! E ganhei o título máximo, o Mundial de Clubes. Foi a melhor época [para acabar].

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Considera que a conquista do Mundial de Clubes foi o grande momento desta temporada?
Aquele pavilhão [Aldo Cantoni] cheio na final foi uma coisa que nunca tinha vivido. Tem capacidade para cerca de dez mil pessoas e nós estamos habituados a três mil, no máximo. Foi inédito.

Para lá do êxito alcançado, a nível pessoal, esta época sentiu um peso adicional por ser uma das vozes da experiência num plantel com várias caras novas?
Para mim, o início da época foi difícil, porque saíram colegas com quem estive muitos anos. Sou íntimo do Girão, por exemplo, abrimos juntos uma empresa, por isso foi difícil. Mas os miúdos que chegaram são espectaculares e com o passar do tempo saio daqui com mais amizades. Sempre me dei bem com todos.

“Aquele pavilhão [Aldo Cantoni] cheio na final foi uma coisa que nunca tinha vivido”

Junto a figuras como ‘Nolito’, Henrique Magalhães ou Alessandro Verona, que mensagem tentaram passar aos jogadores recém-chegados?
Tentámos passar-lhes aquilo que é o Sporting CP: um clube ganhador, onde se trabalha todos os dias para títulos. Esse é o objectivo do Clube. Se fizermos uma época sem ganhar somos apenas mais uns.

E acredita que conseguiram preservar o espírito de equipa que tem caracterizado o hóquei do Sporting CP ao longo dos anos?
Sim, sim, e a prova disso é que ganhámos três troféus. Foi o ano em que se reestruturou mais a equipa e também aquele em que se ganhou mais.

“Se fizermos uma época sem ganhar somos apenas mais uns”

E, em particular, a baliza fica bem entregue a Xano Edo?
Está muito bem entregue por mais dez anos. É um miúdo espectacular, com uma qualidade incrível e que tem apenas 24 anos. Este foi o seu primeiro ano de Sporting CP e ganhou três títulos, acho que isso diz muito.

O Zé Diogo fez parte de vários plantéis diferentes. Se tivesse de fazer um ‘cinco ideal’ de colegas de equipa, quem escolheria?
Isso é difícil… Acho que na baliza punha o Girão, embora goste muito do Xano, mas ainda é um miúdo e chegou este ano. Depois, metia o Romero, o Matías Platero dos primeiros anos, o Ferran Font e o Danilo Rampulla, mas é sempre injusto, ficam muitos de fora.

Na segunda parte da entrevista, disponível aqui, o experiente guardião revisita os seus primeiros passos de Leão ao peito e a vida de ‘casa às costas’ do hóquei verde e branco até à criação do Pavilhão João Rocha, bem como os títulos mais marcantes e explica a forma como entendeu o seu papel enquanto segunda opção na baliza. Zé Diogo deixa, ainda, a mensagem final de despedida aos Sportinguistas.

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Zé Diogo: “Acho que deixo uma marca”

Por Sporting CP
30 Jun, 2026

Hóquei em Patins

Dos primeiros passos aos títulos mais especiais e o seu particular papel na equipa

Em 14 épocas ao mais alto nível, Zé Diogo viveu por dentro todas as transformações do hóquei verde e branco até ao seu regresso em pleno e culminou essa caminhada com 13 troféus de primeira linha.

Depois de na primeira parte da entrevista ter falado sobre a sua derradeira temporada de Leão ao peito, na segunda o guarda-redes de 32 anos faz o balanço final do seu trajecto no Clube: da chegada ao Sporting CP seguida dos passos ascendentes na formação, passando pelas conquistas que não vai esquecer - com a Taça CERS e a primeira Liga dos Campeões à cabeça – até à forma como entendeu a sua função até ao último dia como guarda-redes suplente, ora de Ângelo Girão, ora de Xano Edo.

Zé Diogo foi verde e branco do início ao fim, e vai mais além. “Agora, vou ser um desses adeptos, podem contar com isso. Venho aos jogos todos”, prometeu, piscando o olho ao futuro que se abre à sua frente.

Vamos, então, ao princípio de tudo, em 2004, quando era tudo muito diferente da actualidade. Como recorda a sua chegada ao Sporting CP?
Era um miúdo, convidaram-me e eu disse logo “quero”. Tinha de vir para Lisboa [desde Alenquer], fazer essas viagens e, por isso, agradeço muito aos meus pais, que me fizeram a vontade.

Quando acreditou que efectivamente poderia ser aposta do Clube e tornar-se profissional de hóquei?
Ano após ano, começou a ficar mais sério, em sub-20 fui à selecção nacional e fomos Campeões da Europa [2012]. Acho que esse foi ‘o’ momento. Pouco depois, a modalidade tornou-se oficial [no Clube], fiz parte da equipa e aí começou tudo. Foi quando percebi que as coisas me podiam correr bem daí para a frente.

Sobe em definitivo à equipa principal em 2012/2013 e, por isso, fez parte de todas as conquistas. Já consegue ter uma noção clara do lugar que tem na História do Clube na modalidade ou é algo que se ganha com a distância dos anos?
Acho que não tenho. Vai-se percebendo com o tempo. Eu sou alguém muito tranquilo, não penso muito nisso.

A verdade é que venceu um pouco de tudo, mas suponho que poucas sensações se equiparam às do primeiro troféu. Falamos, neste caso, daquela Taça CERS em Igualada.
Lembro-me de tudo! Foi um feito histórico. Depois, a chegada ao aeroporto foi uma coisa incrível, parecia que éramos jogadores de futebol! Não tenho palavras.

Logo a abrir a época seguinte, vencem a Supertaça ao SL Benfica. Esses títulos foram passos decisivos para acreditar – para dentro e para fora – que o hóquei do Sporting CP estava realmente pronto para voltar em grande?
Acho que foram os troféus que relançaram mesmo o hóquei. Foi o momento em que começaram a acreditar em nós.

“[Taça CERS e Supertaça] Foram os troféus que relançaram mesmo o hóquei”

E como recorda esses anos sempre de ‘casa às costas’, antes de haver Pavilhão João Rocha?
Era muito difícil… Foi no Livramento, noutros jogos íamos para Alverca, ainda chegamos a ir ao [pavilhão] do SC Torres. Para a malta que chegou agora isto é um ‘mar de rosas’, mas passámos por muito. Por tudo isso, valorizo muito o Pavilhão João Rocha. Ver o pavilhão a crescer foi espectacular.

Foi uma boa casa durante quase uma década?
É uma casa espectacular, o melhor pavilhão que existe em Portugal, e um dos melhores do mundo.

“Ver o pavilhão a crescer foi espectacular”

E não é uma coincidência que com o Pavilhão João Rocha tenham chegado os títulos de forma mais consistente, e os primeiros foram conquistados e festejados aqui, casos do Campeonato Nacional 2017/2018 e da Liga dos Campeões 2018/2019 - e muitos outros se seguiram. Quais foram, para si, as conquistas mais memoráveis das 14 que celebrou?
A mais marcante de todas é a primeira Liga dos Campeões. Foi aqui, com pavilhão cheio, não cabia nem uma formiga. Ganhar perante os nossos adeptos foi espectacular. Não há palavras para o descrever. Acho que foi o título que eu vivi mais.

Já sobre o seu papel como guarda-redes, mas sobretudo como colega de equipa, sempre foi reconhecido como um exemplo de compromisso. Teve de partilhar a baliza com Girão por uma década e, mais recentemente com Xano Edo e mesmo não sendo o titular habitual manteve-se como um pilar da equipa. Como entendeu o seu papel ao longo dos anos?
É fácil. Olho para o lado e tenho o Ângelo Girão ou o Xano, que são guarda-redes dos melhores do mundo, por isso, tens de assumir que és o segundo guarda-redes e criar uma boa relação com eles. Trabalho igualmente nos treinos para obrigá-los, também, a trabalhar. É pelo bem da equipa, acima de tudo, e eu assumi sempre isso. Assim, é tudo muito mais fácil. Se formos uma família, vamos ter os resultados.

“Ganhar [a Liga dos Campeões] perante os nossos adeptos foi espectacular”

Além disso, soube ser importante sempre que foi chamado à acção. Também se sentiu sempre útil e um elemento em que todos confiavam quando tinha de assumir a baliza?
Sempre me considerei útil, se não o fosse não aceitava renovar tantas vezes. Sempre senti que as pessoas acreditavam em mim. Treinava todos os dias para esses momentos em que tinha de entrar e acho que me foi correndo bem. Quando entras vais focado para fazer o teu trabalho. Não pensas se estás nervoso, se estás frio… Entras com o objectivo de defender.

“Sempre senti que as pessoas acreditavam em mim”

Agora, está prestes a sair do Sporting CP como o hoquista com mais jogos pelo Clube (424). O que diria que leva e, por outro lado, o que acha que deixa aqui?
Não sei, acho que deixo uma marca. Os outros, talvez, podem ver em mim um exemplo, pela pessoa que fui, sem arranjar problemas. Eu levo muitas amizades, sobretudo, de jogadores, adeptos, directores, staff… É o mais importante.

Como gostaria de ser recordado pelos Sportinguistas?

Como o Zé Diogo que sempre deu tudo para defender o Clube.

“Acho que deixo uma marca”

E a eles, aos adeptos, que última mensagem gostaria de deixar nesta sua despedida?
Quero agradecer a todos, muitos estiveram cá em todos os jogos, sem falhar. E gostava, também, de pedir para que acompanhem mais o hóquei. Esta é uma equipa espectacular, tem dado títulos ao Sporting CP e merece ter os pavilhões cheios. Eu vou-me embora, mas peço aos adeptos que o façam. Eu, agora, vou ser um desses adeptos, podem contar com isso. Venho aos jogos todos.

OS NÚMEROS DE ZÉ DIOGO NO SPORTING CP:

22 anos no Clube
14 temporadas na equipa principal (2012/2013-2025/2026)
424 jogos
1 Mundial de Clubes (2025/2026)
3 WSE Champions League (2018/2019, 2020/2021 e 2023/2024)
1 Taça CERS (2014/2015)
2 Taças Continentais (2019/2020 e 2021/2022)
2 Campeonatos Nacionais (2017/2018 e 2020/2021)
2 Taças de Portugal (2024/2025 e 2025/2026)
2 Supertaças (2015 e 2025)
1 Campeonato da III Divisão (2010/2011)

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Em Espanha agora avançam que o Xavi Barroso pode ser o próximo a ser dispensado do Barça.

Por acaso, acompanhei com alguma atenção a série Trissino vs Valdagno nos playoffs deste ano (e restabeleceu me alguma ou muita da fé q tinha perdido no campeonato italiano, pelo hóquei jogado sobretudo e pela mobilização do público).

O Sanches esteve bem, muito explosivo. Mas é uma máquina de levar cartões azuis. Não tenho muita simpatia por ele.

O Lucas Honório fez uma grande época em Itália e é um jogador do qual ando a falar desde q os lampiões o dispensaram para o Tomar. Pode ser uma boa opção desde q tenhamos um projeto para ele. Não me parece q tenha sido o caso com o Roc Pujadas, p. ex.

Em relação ao Alvarinho fez uma época espetacular mas (e dando a minha opinião) não é um jogador q encaixe bem no nosso estilo de jogo.

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E partiu a mão nos play-off’s. Deve ficar um bom tempo de fora.

Font oficial no Voltrega.

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A cabeça dele claramente não está ao nível do talento

Não vou por aí, não estou por dentro dos contornos da sua passagem pelo Barça.

Acho q tb há mta má lingua dos nossos rivais em relaçao a ela, ainda não “perdoaram” as maldades q ele lhes fez.

Não é um jogador fácil mas tb não é o q se diz por aí.

Gavioli oficial no Barça.

Também não se portava muito bem fora da pista. Os clubes não estão para aturar certos comportamentos.

Já tem mais que idade para ter juizo, já não tem a desculpa que o caio era má influencia.

Gavioli no Barça.