Hóquei em Patins Masculino - Época 2025/2026 - CAMPEÕES DO MUNDO!

Deve ser o pai… Ele tem andado por espanha por causa de problemas de saúde com o pai.

Exato

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Rapaziada tem que lhes dar a Champions e o Campeonato, depois do titulo supremo: Campeões do Mundo.
Os primeiros Campeões do Mundo.

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ao abdicares do Bridge e ao substituí-lo pelo Bruno Di Benedetto ou pelo Killian Gil,

“o psico-filme dos extra-comunitários” não deixaria de existir, continuaria a existir na mesma

porque dos 4 hoquistas argentinos que temos no plantel,
ao dia de hoje, o único deles que já tem dupla-nacionalidade : argentina e também tem nacionalidade italiana e por isso, o único deles que nos jogos da Liga dos Campeões não conta como hoquista extra-comunitário é precisamente o Bridge,
os outros 3 hoquistas argentinos contam como hoquistas extra-comunitários, daí que nos jogos da Liga dos Campeões há sempre 1 destes 3 que tem de ficar de fora ( por exemplo > no jogo de ontem, ficou de fora o Navarro, mas como o Bridge ainda está a recuperar da lesão grave que teve, levámos para o jogo o Santiago Honório )

para “o psico-filme dos extra-comunitários” deixar de existir tinhas de abdicar do Romero ou do Rampulla ou do Navarro e substituí-lo por um hoquista que não contasse como extra-comunitário nesta competição

O próprio Zé Miranda que tem ar de catraio, ficou mais ‘cavalo’ e tem sido até agora o melhor jogador da Europa, deste ano.

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ainda sobre este tema > de só podermos utilizar nos jogos da Liga dos Campeões 2 hoquistas extra-comunitários, que no nosso caso particular são hoquistas argentinos ( não todos,
o Bridge já não conta como hoquista extra-comunitário,
os únicos que para já ainda contam como hoquistas extra-comunitários são o Romero, o Rampulla e o Navarro )

dizer que :
até o Bridge estar totalmente recuperado e pronto para voltar a jogar,
só vamos poder ir para os jogos da Liga dos Campeões com 4 hoquistas estrangeiros e 6 hoquistas portugueses, é uma grande e ótima oportunidade que se abriu para o Santiago Honório que até lá deve ir para os jogos todos desta competição,
de entre o Romero, o Rampulla e o Navarro vai ter de ficar sempre um de fora, que não irá para o jogo

quando o Bridge estiver totalmente recuperado e já poder jogar,
só a partir daí é que já poderemos passar a levar para os jogos da Liga dos Campeões + 1 hoquista estrangeiro > o Bridge = 5 hoquistas estrangeiros para os jogos desta competição e previsivelmente passará a ser o Santiago Honório a ficar mais vezes de fora

mas até lá, estaremos um bocado limitados

( e isto se entretanto não houver mudanças ou desenvolvimentos na situação do Romero, do Rampulla e do Navarro, no que diz respeito a conseguirem obter alguma dupla-nacionalidade comunitária e a consequentemente algum deles deixar de contar como hoquista extra-comunitário nesta competição,

nem sequer sei se está a ser feita alguma coisa nesse sentido )

Ou, mais prosaicamente, esperar que Navarro e/ou Rampulla obtenham rapidamente duplas nacionalidades europeias (ESP e ITA, respectivamente), o que é bem mais provável do que no caso do Capitao.

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Deve ser por isso e talvez pelo benfiquismo dele e da família…

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pois, também já tinha pensado ou equacionado essa questão

mas relativamente a essa questão > clubismo, sentimento forte por uma equipa rival,
então, o Rampulla se calhar dificilmente alguma vez vinha para cá ( embora sejam situações um bocadinho diferentes > o Miguel é português e o Rampulla não é português, mas devia ter uma grande ligação aos outros : não só pela ligação familiar aos tios, como também por depois mais tarde também ainda ter chegado a jogar ( pouco, mas jogou ) lá, embora deva ter ficado ali com algum sentimento amargo pela forma como não foi aproveitado por eles )

mas sim, no Miguel Rocha, acredito que essa questão possa pesar mais ( não deve ter sido certamente por acaso que ele, ainda muito novo na formação, saiu do Sporting para ir precisamente para lá )

depois de não ter vindo no último defeso de Verão, sim, deverá ser difícil ainda vir para cá no futuro

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Quem, como o Rocha, nos disse que nao, nao deveria voltar a ser equacionado sequer. Por mim, se o regresso do Alvarinho nao for possível, um dentre L. Honório ou H. Santos (da Sanjoanense), jovens e com muitíssimo potencial seriam as minhas escolhas.

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Pelo contrário. O Rampulla nem queria ter ido para os rednecks na fase que foi. Achava que não estava preparado e acabou por ir por pressão dos tios

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o Lucas Honório é um hoquista é um bocado diferente, não é bem um avançado de área,
é um avançado mais criativo, desequilibrador ofensivo, costuma jogar mais a partir de trás para a frente, mais criador, não tanto um finalizador embora também tenha algum golo

sendo assim, possivelmente a melhor opção seria o regresso do Alvarinho

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https://x.com/SCPModalidades/status/1991816779073753413?s=20

https://x.com/SCPModalidades/status/1991859868970696930?s=20

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Foi o pai

Grande jogador, seria de sonho e garantia hegemonia.

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O jogo com a fruta não devia ser adiado?

Que condições tem o treinador e o GR para o jogo?

Condolências aos nossos Edo.

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Temos de ganhar a Champions e o campeonato pelo Rendeiro e o pai do Edo!

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Rafael Bessa: “Entrar com qualidade e intensidade no máximo”

Por Sporting CP
22 Nov, 2025

Hóquei em Patins

Sporting CP recebe FC Porto este domingo, às 19h00, na 7.ª jornada do Campeonato de hóquei em patins

A equipa de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal recebe o FC Porto este domingo, para o Campeonato Nacional, a partir das 19h00, e na antevisão à partida, o jogador Leonino Rafael Bessa deu conta das intenções da formação Sportinguista no clássico, em declarações aos meios de comunicação do Clube.

“É um clássico, resta pouco a falar de jogos frente ao FC Porto. Nos últimos dois anos temos tido muitos jogos contra eles, sempre com um nível de exigência altíssimo, infelizmente nos play-offs as coisas não nos correram bem e agora temos um sentimento de que ficámos a dever alguma coisa aos adeptos, principalmente depois da derrota na época passada. Encaramos este jogo com as expectativas no máximo, sabendo que as dificuldades vão ser enormes, como o FC Porto nos tem colocado nos últimos jogos, mas vamos trabalhar. Trabalhar depois de vitórias é sempre mais fácil e no domingo tentar entrar com intensidade no máximo e qualidade também no máximo”.

O hoquista do Sporting CP destacou a importância da intensidade, mas também do rigor defensivo que o Sporting CP tem procurado apurar na semana e que já deu frutos na WSE Champions League, com o triunfo por 5-0 diante do Hockey Bassano 1954.

“Foi uma semana em que trabalhámos especialmente a defesa, porque sentíamos e o Edo [Bosch] fez questão de frisar isso durante a semana que a defesa nos tinha falhado, embora tivéssemos sofrido poucos golos nos últimos jogos, sentíamos que havia alguma coisa a melhorar e durante esta semana trabalhámos afincadamente sobre o processo defensivo. Acabou por dar resultados na quinta-feira [triunfo frente ao Hockey Bassano 1954, por 5-0). Adianta de pouco se não conseguirmos dar continuidade a este processo defensivo, da mesma forma que o processo ofensivo, mas acho que a chave passa muito por aí”, referindo que a intensidade alta do jogo a meio da semana frente à formação italiana na WSE Champions League é para tentar transportar para o jogo frente ao FC Porto:

“Sabemos que é uma equipa que vai tentar fazer o que fizemos aqui [na quinta-feira], nós vamos ter as nossas armas, eles terão as deles, com certeza, mas esperamos sair vencedores no domingo”.

Rafael Bessa acredita numa equipa do Sporting CP cada vez mais preparada para a elevada exigência dos jogos. “Sim, claramente. Tivemos um início de época um pouco atípico, com muitas competições, muitos jogos decisivos e foi preciso manter sempre as altas rotações. Tivemos alguns deslizes no Campeonato, mas continuamos a encarar todos os jogos com a máxima responsabilidade, ainda para mais depois desses deslizes e esperamos manter a intensidade. Jogamos no Sporting CP, temos de ganhar todos os jogos, temos de ganhar todas as competições e domingo estaremos cá para presentear os adeptos com mais uma vitória e dar tudo pelo símbolo que temos ao peito”.

O avançado da equipa de hóquei em patins do Sporting CP lançou o convite aos Sportinguistas para mais uma grande afluência a fim de apoiarem a equipa Leonina no Pavilhão João Rocha. “Os nossos adeptos são fulcrais na intensidade que nós muitas vezes conseguimos meter em pista, o facto de conseguimos chegar mais longe, correr mais rápido, rematar mais uma bola e faço o convite para domingo aparecerem em massa, esperamos contar com o apoio deles, que nos puxem para lá das nossas forças, que assim estamos muito mais perto de ser felizes”.

Os 100 jogos de Rafael Bessa no Sporting CP

Rafael Bessa abordou ainda os 100 jogos que leva no Sporting CP, marca cumprida na quinta-feira, com o embate diante do Hockey Bassano 1954 e não escondeu o orgulho pelo registo.

“Acima de tudo, sentir que estou a escrever uma história bonita com este símbolo ao peito. É realmente um orgulho. Cheguei aqui com 22 anos, a tentar agarrar um sonho, ainda com muitas dúvidas na cabeça, mas a verdade é que agora olhando para trás e concluindo esta marca dos 100 jogos, tenho a certeza absoluta de que foi a decisão certa. Acabei por perceber isso muito cedo, mas agora marcando os 100 jogos, claramente que olho para trás com muito orgulho e que sigam muitos mais jogos e muitos mais anos a escrever esta história bonita com este símbolo ao peito”.

Rafael Bessa destacou a evolução que tem registado desde que é jogador do Sporting CP e a importância de estar integrado num grupo de jogadores top mundial. “Todas as dúvidas foram um bocado contrariadas pelo sentimento e pela expectativa de treinar com os melhores jogadores do Mundo. Tive a sorte de apanhar uma geração que me ensinou muito, continuo agora a aprender com gente nova, mas com uma qualidade tremenda e a verdade é que tentei fazer o meu caminho e tem corrido bem, sempre com as expectativas em alta, com trabalho diário, com a expectativa de que isto resulte, dê frutos. Tem corrido bem e sinto, claramente, uma evolução desde que aqui cheguei”.

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