Gonçalo Inácio

Mau jogo dos centrais, o Gonçalo também cometeu muitos erros.

Para mim foi o menos mau dos centrais, acredito que se o Nuno Mendes não fosse disputar o lance no golo do Famalicão tinha conseguido tirar a bola… mas não está isento de culpas na péssima exibição da defesa.

Dispensado da seleção devido a uma lesão.

Desde que não seja grave e recupere rápido é uma excelente notícia.

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Eish sério? Coitado do chavalo.
Espero é que seja tanga para ficar a afinar com a equipa

“Lesão”.

A verdade é que o Inácio e o Coates não iam jogar nesta paragem de selecções. O Inácio talvez ainda tivesse uns minutos contra o Qatar visto ser um amigável.

Não sei como é que essa questão da comunicação entre departamentos médicos funciona mas se esta situação for apenas para os jogadores ficarem e treinar então é bem visto pelo Sporting, o Amorim sempre deixou claro que perder os jogadores neste período não o preocupava desde que eles jogassem. Se estiverem mesmo lesionados então que recuperem rápido, é um sector onde não temos muita qualidade e vêm ai jogos muito exigentes para a nossa defesa particularmente com o Ajax. Os titulares têm de estar a 100% física e psicologicamente

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ATLETA LEONINO DISPENSADO DA SELEÇÃO NACIONAL

Lesão deixa jovem jogador de fora das contas de Fernando Santos

Tiago Jesus

Texto

30 de Agosto 2021, 17:54

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Gonçalo Inácio, defesa central da turma de Alvalade, foi dispensado dos trabalhos da Seleção Nacional devido a lesão. Em comunicado, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), informou que o jovem de 20 anos, em estreia nos convocados de Fernando Santos, foi dado como indisponível pelo departamento médico da FPF.

“Gonçalo Inácio foi dispensado dos trabalhos da Seleção Nacional depois de se apresentar na Cidade do Futebol para o início do estágio para o triplo confronto frente a República da Irlanda, Catar e Azerbaijão. Após observação e realização de exames, foi dado como indisponível pela Unidade de Saúde e Performance da FPF”.

Desta forma o defesa formado em Alcochete vê a sua estreia na turma lusa adiada, regressando a Alvalade para tratar do seu problema físico.

Quem escreveu este texto era zuca de certeza, muitos amigos do Brasil é que dizem turma em vez de equipa.

Epah, dado como “inapto” pelo departamento médico da FPF… Não se estavam a olhar ao espelho? :crazy_face:

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Sentimento agridoce. Feliz pelo clube, triste pelo atleta.

Que esteja a 100% daqui a duas semanas.

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Ainda bem. Não vem de la contaminado ou com bicho

Triste por ele, feliz por nós.

Gonçalo Inácio dispensado da Seleção

Defesa do Sporting “foi dado como indisponível pela Unidade de Saúde e Performance da FPF”

Gonçalo Inácio foi esta segunda-feira dispensado dos trabalho da Seleção Nacional devido a problemas físicos. Record sabe que se trata de uma sobrecarga muscular na coxa esquerda.

“Gonçalo Inácio foi dispensado dos trabalhos da Seleção Nacional depois de se apresentar na Cidade do Futebol para o início do estágio para o triplo confronto frente a República da Irlanda, Catar e Azerbaijão. Após observação e realização de exames, foi dado como indisponível pela Unidade de Saúde e Performance da FPF”, informou a Federação Portuguesa de Futebol.

Terá outras oportunidades, certamente. Preocupa-me mais que não seja uma lesão grave e que possa regressar aos treinos rapidamente.

Continuará a ser titular, em condições normais, e com espaço para ser chamado à Selecção.

Gonçalo Inácio: «Rúben Amorim diz as coisas na cara»

Eis a primeira grande entrevista de um menino que já é um senhor central

RECORD - Acredito que, aos 20 anos, prefira viver apenas o momento e não pense muito no que vem aí ou no que ficou para trás. Ainda assim, muito mudou desde 2018, dos juniores do Sporting à Seleção Nacional, passando pelo título de campeão. Como é que tem lidado com tantas mudanças em tão pouco tempo?

GONÇALO INÁCIO – No início foi mais complicado, quando estava a tentar habituar-me ao espaço da equipa A. É um espaço diferente dos juniores ou dos sub-23. É tudo mais rigoroso e mais exigente. Com o tempo, fui sendo capaz de perceber isso. E tudo o que tem acontecido e o que mudou desde há dois anos é resultado do trabalho. O meu foco é esse e vai continuar a ser. Tenho de trabalhar todos os dias para dar o meu melhor.

R - A realidade dos juniores, mesmo ao nível da exigência dos treinos, é certamente diferente. Sentiu muito essa diferença, em termos de treino?

GI – Sim, sem dúvida. Senti essa diferença em muitos aspetos, a começar pela intensidade. Foi quando comecei a perceber essas diferenças que aprendi a melhorar o meu jogo.

R - É na intensidade que sente que melhorou mais o seu jogo, desde que começou a trabalhar com a equipa principal, em abril/maio de 2020?

GI – Como disse, sinto que melhorei em muitos aspetos e há sempre espaço para evoluir. Acho que estou cada vez melhor jogador, tanto taticamente como em termos técnicos. Todas as pessoas aqui na Academia e na equipa técnica ajudaram-me muito e por isso é que consegui melhorar. Ainda sou muito novo e tenho muito a aprender. Olho todos os dias para os meus colegas de posição, o Seba, o Feddal, o Neto… Aprendo muito com eles. Também me dão muitos conselhos, porque são todos jogadores experientes, e estou muito agradecido por isso.

R - Coates é central e capitão de equipa. Tem sido um jogador importante para o seu crescimento nestes últimos meses?

GI – Claro. O Coates é uma figura muito importante no nosso plantel. É o capitão, e isso já diz quase tudo. É um jogador que me tem ajudado muito desde o início, tal como o Neto e o Feddal.

R - Imagina-se, um dia, a usar a braçadeira de capitão do Sporting?

GI – A braçadeira não podia estar mais bem entregue. O Seba é uma inspiração para mim. Está há muitos anos no clube e jogar ao lado dele é um enorme orgulho. Se um dia for capitão, gostava de seguir o exemplo dele.

R - Voltando um pouco atrás, nos primeiros meses no plantel não se chegou a estrear, ao contrário, por exemplo, do Eduardo Quaresma. Foram meses difíceis, por treinar e nunca jogar?

GI – Difíceis? Claro que não…. Estava na equipa principal do Sporting, onde sempre ambicionei estar. A integração foi muito boa e só me preocupava em estar preparado quando o treinador me chamasse. Somos um grupo muito unido. Os que não jogam dão todo o apoio aos que estão dentro de campo, e era isso que eu fazia.

R - Porque é que demorou mais tempo a ser chamado a jogar? Não estava preparado? Opção do treinador?

GI – Tinha acabado de ser chamado ao plantel principal, tinha cumprido o meu sonho e só queria melhorar a cada dia para ser melhor jogador. Concentrei-me apenas nisso.

R - Rúben Amorim explicou-lhe o porquê de não o ter lançado mais cedo?

GI – O treinador e a equipa técnica sempre me deram todo o apoio. Graças a eles e aos meus colegas de equipa consegui estar cada vez mais preparado para jogar a este nível.

R - Amorim tem sido considerado muito importante no seu crescimento. Por aquilo que se vê, não é um treinador que fale muito individualmente com os jogadores. No seu caso, ele quis dar-lhe conselhos, procurou conversar consigo, ajudá-lo?

GI – Sim, ele ajuda muito os jogadores. Explica-nos onde temos de melhorar. Ele na maior parte das vezes fala em grupo. Não tem medo de dizer as coisas na cara. É assim que nós evoluímos e isso, a mim, ajudou-me. Tenho de agradecer ao clube e ao treinador pela aposta que fizeram em mim. Quando me disseram que ia começar a treinar na equipa principal, o ano passado, foi uma alegria muito grande. O Sporting fez uma aposta muito forte na formação, que está a dar resultados muito positivos. O treinador trata todos da mesma maneira, exige o mesmo a todos, e cresci muito nestes últimos meses.

R - Quando é que sentiu que deu aquele clique que precisava e conquistou o lugar no onze?

GI – É difícil responder… Sempre me senti muito bem na equipa. Fui bem recebido por todos e fui ganhando mais confiança à medida que os treinos iam passando. Senti que fui melhorando a cada dia. A estreia em Portimão foi um momento importante, mas o clique fui sentindo nos treinos.

R - Inicialmente era opção para central à esquerda, depois passou a aparecer na direita e entretanto foi trabalhado para jogar ao meio. Tem preferência?

GI – Jogo onde o treinador sentir que sou mais útil. Sinto-me confortável em qualquer posição a central, seja mais à direita ou mais à esquerda.

R - O que é que para si um central tem de ter para vingar no futebol atual?

GI – Antigamente, se calhar, olhávamos para os centrais como sendo altos, fortes… Hoje começamos a ver centrais mais evoluídos tecnicamente, que saem a jogar, com boa qualidade de passe, rápidos… A relação com a bola é cada vez mais importante.

R - Já se percebeu que gosta de sair a jogar com a bola no pé, mas também sabe usar o passe longo e até já fez assistências importantes. Tem liberdade do treinador para decidir?

GI – Depende da estratégia para o jogo e do adversário. Há momentos em que saímos a jogar e outros em que descobrimos um colega de equipa a fazer uma desmarcação e arriscamos o passe longo. É verdade que já fiz algumas assistências e espero fazer mais.

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R - Voltando um pouco atrás, nos primeiros meses no plantel não se chegou a estrear, ao contrário, por exemplo, do Eduardo Quaresma. Foram meses difíceis, por treinar e nunca jogar?

R - Porque é que demorou mais tempo a ser chamado a jogar? Não estava preparado? Opção do treinador?

R - Rúben Amorim explicou-lhe o porquê de não o ter lançado mais cedo?

Estas deram para rir… :face_with_raised_eyebrow:

Não dava para insistir mais um pouco?

“Meu sonho é representar o meu clube”

Mas pretende ir para outras ligas?

“Já estou numa grande liga…”

Porra, boas respostas, só espero que não seja só para inglês ver.

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Que merdas de perguntas, o Inacio respondia bem e o palhaço só a insistir à espera de respostas polémicas.

Que mediocridade de jornalismo.

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