O Quenda não é ala. É extremo. E é a extremo/atacante que terá de ser aposta.
Colocarem-no na ala será um ultraje.
PS- Não estou a dizer que em certos momentos em que o ala é um extremo e o contexto seja propício não o possa fazer.
O Quenda não é ala. É extremo. E é a extremo/atacante que terá de ser aposta.
Colocarem-no na ala será um ultraje.
PS- Não estou a dizer que em certos momentos em que o ala é um extremo e o contexto seja propício não o possa fazer.
e da maneira que depois é despachado por não entender o seu treinador estruturado. com sorte, antes disso ainda entra a titular num jogo contra o porto. ![]()
E com grande risco de nâo correr bem que o rapaz, que eu saiba, nâo tem qualquer experiência nessa posiçâo.
A cassete é sempre a mesma.
Os jogadores ou dão resposta ou não dão. Vocês preocupam-se mais com os jogadores do que com a equipa ou com o clube.
Se um Quenda ou outro tiver de jogar a ala em prol da equipa e se for aí que é útil e pode ajudar a equipa só tem de ser aí que vai jogar.
De resto, esta coisa de colocar extremos com preocupações defensivas só neste fórum é que acham aberrante. No futebol moderno e atual os extremos têm de saber defender e têm de ter capacidade física e mental para isso. Se não querem aprender a defender e só querem a bola para andar lá em cima ao pé da área a fazer truques de circo então estão desfasados do que hoje se pede a um jogador moderno.
Quando o Amorim mete o Geny, o Fatawu ou o eventualmente o Quenda a ala provavelmente é precisamente para lhes dar bases de processo defensivo e perceber se pode contar com eles para a ideia de jogo que pretende. O Sporting não joga com extremos abertos, joga com avançados móveis que apoiam um ponta de lança e a profundidade nas alas é dada pelos alas que funcionam em processo ofensivo como verdadeiros extremos e que em processo defensivo devem funcionar como laterais. É importante que quer em ataque ou defesa continua ou em transições os jogadores dominem todos estes momentos do jogo e as suas várias exigências. Não há espaço no futebol moderno, pelo menos na Europa atualmemte, para jogadores unidimensionais… e se se verifica que na formação desses jogadores isso não lhes foi ensinado tem de se ensinar. Se calhar há um desfasamento entre o que se ensina na formação e o que se pretende na equipa A, ou então não, não sabemos.
Já os exemplos do Plata e do Fatawu são claros como água: dois miúdos sem base formativas nenhumas, completamente em bruto, principalmente o africano, que caem aqui de para-quedas e têm de aprender algumas coisas. Depois querem aprender ou não. E em função disso o treinador toma as suas decisões em prol da equipa.
Concordo até certo ponto mas gestor que perceba da poda não pôe pessoas a fazer coisas para o qual nâo estâo talhadas ou têm experiência de fazer.
Não em cenários reais e sem treino/formação a sério até se ter a certeza que a pessoa está em estado de executar as tarefas minimamente bem.
No futebol não é diferente.
E no caso do Amorim/Sporting: ele só parece ter essa tendência/exigência com jogadores jovens e não parece ter paciência se os jogadores não correspondem como ele quer.
Mesmo em termos de activo financeiro, é completamente diferente termos um extremo criativo a dar cartas do que um lateral/ala. O mercado olha para um extremo que parta tudo de maneira diferente.
O Quenda é o maior fenómeno da nossa academia e tem tudo para ser um craque à escala mundial. Há que ter cabecinha na maneira como o vão gerir e não fazer disparates.
Outra coisa que me chamou a atenção alem da força e da tecnica é a capacidade de passe do rapaz um mimo na idade dele.
Que nâo se torne num novo Fatawu é o que se pede
mais um belo jogo contra o benfica( dele e do jose silva, que locomotiva pela direita)
tem todas as condições para cumprir minutos na equipa principal ainda esta época.
Não estão preocupados com os jogadores. Minimamente, mesmo.
Estão preocupados com que a realidade se adapte às suas respetivas narrativas à força, quando deveria ser ao contrário.
Quando não se tem humildade suficiente para se admitir que se está errado, fazem estas figuras de alucinado.
Eu já só me consigo rir, muito honestamente.
Ontem, o treinador ‘inventou de ■■■■■■■’, com os laterais. Um assistiu o outro no primeiro golo.
Depois, o treinador insiste sempre no ‘afilhado Esgaio’, e o ‘Pote anda a jogar bué da mal’, mas um assistiu o outro.
E assim se fez uma boa vitória, e uma liderança tranquila do campeonato. Com um treinador que é um infiltrado rabolho, e um plantel que é tudo o que é mau! Quando tivermos um treinador de topo, e um plantel de categoria, como em 2016/17, ou 2017/18, nem a Champions vai ser desafio para nós…
Ala confirmado ![]()
A discussão parte toda de premissas erradas. No caso do Geny, por exemplo, ele joga sempre como extremo. A participação defensiva dele é os mínimos olímpicos que se exige a um extremo.
Esta história do 343 está mais cristalizada nas mentes dos adeptos do que na do treinador.
Exatamente.
O Geny, e ontem é um ótimo exemplo, foi essencialmente um extremo com alguma liberdade no ultimo terço. Ainda por cima é um gajo que gosta qb de movimentos interiores fruto de jogar com o pé trocado. Só discordo que defensivamente cumpre os mínimos olímpicos. Ontem pode ter acontecido isso mais por circunstâncias do jogo, mas o Geny começa claramente a interiorizar o seu papel no momento defensivo e tem evoluído também nesse aspeto.
Por outro lado é também como dizes… o Sporting não joga apenas em 343… ontem por exemplo acabou a jogar sobretudo em momento ofensivo em 4-2-3-1em que Diomande fechava o lado direito da defesa e Geny juntava-se a Pote e Edwards no ataque em apoio a Gyo.
As tais variações táticas que contrariam a ideia de rigidez tática de que Amorim é acusado.
É engraçado esta coisa dos especialistas na posição que dizem que tem de jogar a extremo e não a ala.
Só não nos dizem de que tipo de extremo estão a falar.
É extremo de jogar dentro? Ou extremo de receber na linha tipo Martinelli?
É cómico ver como muita malta acha que um desenho tático é uma série de posições imóveis escritas num papel.
O que é ser “ala”? É o que o Matheus Reis foi ontem ou o que o Geny foi ontem? Tinham posicionamentos parecidos?
O que é ser “extremo”? É o que o Edwards foi ontem ou o que o Pote foi ontem? Tinham posicionamentos parecidos?
Em processo ofensivo, o Pote foi quase tão médio-centro quanto segundo-avançado. E foi mais qualquer uma das posições do que foi extremo. Já o Geny, com e sem bola, foi muito mais médio-ala de corredor do que lateral-ala. Mas a malta como meteu na cabeça que o Sporting joga com 3 centrais, 2 laterais-alas, 2 médios e 3 avançados acha que é tudo igual, simétrico e mais ou menos parado no relvado ![]()
E se alguém não se apercebeu disso, o Freitas Lobo fez questão de o dizer umas 50x ![]()
O Quenda tem características efetivamente parecidas com o Geny: ataca melhor do que defende e sai valorizado se receber a bola junto à linha, no corredor direito, porque pelo drible, velocidade e agilidade tanto pode ganhar a frente ao defesa pela linha como vir para dentro. É imprevisível.
Naturalmente não é um lateral e, tal como o Geny, se jogar na direita com um Edwards (um dentro, outro fora) o central direito vai ter de fechar a linha, ajudar a formar defesa a 4 e o lateral-ala do outro lado tem de ser mais lateral do que ala (mais Matheus Reis do que Nuno Santos).
Tanto o Geny como o Quenda podem fazer a posição de ala e avançado interior. Isto porque tanto desequilibram por fora como conseguem jogar nos 3 da frente e receber a bola de costas para a baliza e virarem-se sem problema em espaços mais curtos.
Isso não acontece com extremos como o Afonso, Fatawu, Plata e Joelson por exemplo, que apenas foram testados na ala. Isto porque não têm tanta facilidade em espaços curtos a jogar de costas para a baliza. E isso é imperativo nos nossos alas anteriores.
Ao contrário de muitos outros não tenho qualquer problema em ver o Fatawu e Afonso a jogar sempre na ala, porque muitas vezes não precisam de se juntar à linha de 5 e conseguem desequilibrar na mesma. E também porque acredito que iriam ter bastantes dificuldades a jogar entre linhas se jogassem na posição do Pote e Edwards.
Sim, tira se alguma capacidade de finalização a esses jogadores. Mas mesmo assim, vejam o que o Geny fez ontem. E nao só no jogo de ontem. Várias vezes tem aparecido perto da área para finalizar. E falta-nos um jogador deste tipo do lado contrário, para sermos mais imprevisíveis
Um bom extremo faz as duas coisas e mais… Agora não queiram fazer transparecer aqui que ser extremo ou ala é a mesma coisa, O Edwards não é o mesmo que o Nuno Santos ou Matheus, como o Esgaio que é um lateral não é nenhum ala. Claro que em momentos do jogo vão ocupar espaços diferentes, mas nunca será o papel principal deles.
Sobre o Genny, Um ala tem de compensar muito mais defensivamente e definitivamente não é o papel do Genny, por muito que consiga defender contra algumas equipas, nunca foi o seu papel e vai ter sempre muitas dificuldades contra bons jogadores, que nem precisam de ser nenhuns craques… Ele sempre teve dificuldades nesse aspecto… Por isso por mais que o elogiem neste momento, não se esqueçam de lhe dar folga quando virem que ele não chega para aquela posição.
O Quenda não é um Geny nem um Fatawu, é um Edwards. Não é um jogador para ficar preso à linha, isso é amarrá-lo e perder muito do que tem de bom.
O Quenda tem uma qualidade para jogar entre linhas, uma qualidade de passe e uma inteligência de jogo a jogar no último terço que é uma coisa doida.
Para a ala direita temos valores como o Barroso e o José Silva, já nem vou ao Travassos que parece estar mais destinado ao lado esquerdo. Talento não nos falta.
Não percebo é porquê que de repente se traz para esta conversa o Amorim, como se por uma pessoa achar que um jogador deve ou não jogar a ala, fosse por si uma critica ao Amorim. Ou como se pelo facto de ser muito bom (para mim é o melhor treinador que vi no Sporting) o faça inimputável de tudo.
Não é, como não é a mesma coisa ser extremo interior ou exterior, ou ser ala-lateral (Matheus Reis) ou ala-médio-ala (Geny).
O Geny quando joga ali muitas vezes defende como medio-ala direito, numa linha intermediária de 4 que está à frente de outra linha de 4. Coisa que está perfeitamente habilitado para fazer.
PS - O Martinelli a receber a bola constantemente em zonas interiores não teria nem 30% do rendimento que tem recebendo na linha. E se não é um bom extremo vou ali e já venho.