Também em Turim os juventinos são maioria. De facto, estaremos a falar do clube com o maior suporte de Itália (em todos os sentidos…), mesmo no Sul, onde seria impensável, ou na Sardenha. É realmente impressionante, embora não se reflicta em boas assistências ou num grande ambiente dentro do Delle Alpi, que só enche verdadeiramente em jogos grandes, sobretudo contra o Inter.
O Toro, que se encontra arredado de grandes conquistas desde os anos 70 (embora tenho feito boas campanhas no início dos 90), mantém uma bela base de apoio, quer na área metroplitana de Turim, quer em todo o Piemonte, sendo ainda bastante popular em várias regiões do norte de Itália e também na Argentina, onde possui um gemellaggio muito forte e muito antigo com o River Plate. Ser Torinista é pura Fidelidade cega, que faz como que o Comunale registe sempre casas muito interessantes, mesmo estando o Clube na Série B.
…
A propósito, 1ª Jornada da Serie B: Ascoli 1 - TORO 2. Mamai fascistas de trampa!!!
O Luis Enrique que muitos quiseram fazer uma espécie de “Guardiola II” devido ao trajecto semelhante na formação do Barça está a ter dificuldades em Roma. A equipa joga pouco, eliminado precocemente das competições europeias, agora bateu de frente com o Totti.
Vamos ver se ainda vai a tempo de dar a volta por cima.
Por outro lado, a moda das greves de jogadores parece que pegou. A semana passada foi em Espanha, esta semana em Itália.
Direitos de Pelé adquiridos pelo AC Milan
Médio internacional sub-20 português
Vários sites italianos avançam, esta quarta-feira, que o AC Milan adquiriu uma percentagem do passe do jovem português médio Pelé, que recentemente brilhou ao serviço da selecção portuguesa no Mundial Sub-20 da Colômbia.
O passe do ex-jogador do Belenenses vai ser dividido em co-propriedade entre AC Milan e Génova, sendo Pelé emprestado ao Gubbio da Serie B, clube onde também atua o lateral português Mário Rui.
O sistema de co-propriedade é uma forma de negócio muito utilizada em Itália, principalmente nos que diz respeito a jovens promessas. Um dos clubes paga um montante ao clube de origem (neste caso o Génova), para adquirir metade do passe de um determinado jogador.
A co-propriedade pode ter a duração de uma ou duas temporadas e no final desse período ambos os clubes apresentam propostas - espécie de leilão -para ficar em definitivo com o jogador, caso estejam interessados. Trata-se de uma forma de negócio idêntica ao empréstimo com opção de compra, mas mais sofisticada.
Vi no Record que o GR é o Emiliano Viviano, que é bom GR, mas pelo que sei lesionou-se com gravidade há pouco tempo, e supostamente vai falhar a época…
Para além disso já lá têm o Frey, não faz grande sentido.