e burro, até o scouting do Clube de Albergaria faz corar de vergonha o clube dele. Mas pronto, continua mal habituado desde a época 2023/24 e da final da supertaça desse ano, percebo a reacção.
Será por isto que este incompetente vai fzr parte das listas do Orelhas?
Se cumprirem os critérios de formadas localmente, até poderão ser todas as convocadas.
Podes ver no ponto 2, independentemente da sua nacionalidade.
Há aí 3 Brasileiras e 1 Venezuelana que penso que poderão estar a contar como sendo FL.
A Gr Janny Belém, 21a que chegou ao Torreeense para jogar ainda nas Sub-19.
A Daniuska Rodríguez, a Janaina Weimer e a Paloma Lemos que são todas de 1999 tal como é a Fátima Dutra que era FL, e que chegaram cá apenas 1 época depois dela (2019/2020), e 1 época antes dela para a Daniuska, e depreendo que poderão também ser FL, pela regra que havia nessa altura para se ser FL, que seria o de se terem que inscrever cá até aos 21a.
Mas pelo menos 2 delas, a Janny Belém e a Daniuska Rodríguez, serão com toda a certeza consideradas FL.
Ok.
Mas então gostava que me explicassem em que medida isso defende a jogadora e as seleções portuguesas.
O conceito de jogador formado localmente, foi introduzido pela UEFA, há 20 anos e é o seguinte.
Cada clube, na sua lista A, de 25 jogadores, tem que ter um mínimo de 8 formados localmente sendo que o mínimo de 4, tem que ter formação no clube.
A UEFA, deu liberdade às federações locais para adaptarem a regra a nível doméstico, cumprindo aqueles mínimos.
A FPF, resolveu ser mais papista que o papa e em vez de plantel, adaptou às fichas de jogo, isto para as competições amadoras (a Liga Feminina, equipara-se ao CP masculino) . A Liga Masculina, segue a UEFA.
No entanto, não protege nada o(a) jogador(a) portugues(a). Tome-se o exemplo da Liga BPI. 20 convocadas. 12 NFL, podem ser 11 NFL titulares e podem estar FL, estrangeiras que adquiriram o estatuto no banco. Pode acabar uma equipa por não apresentar uma portuguesa.
O Sport Clube União Torreense informa que, devido ao facto do relvado do Estádio Manuel Marques não se encontrar em condições para receber um elevado número de jogos profissionais na presente época, a equipa Sénior de Futebol Feminino irá realizar os seus encontros no Estádio Nacional, em Oeiras.
O Clube agradece a compreensão e o apoio de todos os sócios, adeptos e simpatizantes, reforçando o convite para continuarem a acompanhar e a apoiar as nossas Imparáveis em cada jogo.
De uma forma geral, reiteramos o compromisso do SCU Torreense em criar as melhores condições para os nossos atletas, acreditando que, independentemente do local, a força do nosso Clube e o talento da nossa equipa continuarão a brilhar em campo.
Estamos certos de que este desafio apenas reforçará a união e a determinação de todos os que vestem de azul-grená. O caminho faz-se em conjunto e unidos continuaremos a escrever a história do SCU Torreense.
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Mas se vão fazer alguma coisa, convém serem rápidos, que os campeonatos, começam daqui a 2 dias.
aquela inglesa, a ria bose , ja se estreou por nós? tenho ideia de que ja estando desde a epoca passada que nunca a vi jogar loool
“NaNoruega, com as bancadas cheias no Brann Stadion - recorde de assistência num jogo de futebol feminino norueguês, com 16019 espetadores -, recebia-se o Manchester United, habitual candidato aos títulos na Barclays Women´s Super League - principal escalão do futebol feminino inglês.”
Texto retirado do zerozero.pt
Manchester United surpreendido na Noruega na caminhada para a Champions feminina
24/25 Chelsea 60 MU 44 - Terceiro lugar
23/24 Chelsea 55 MU 35 - Quinto lugar
22/23 Chelsea 58 MU 56 - Segundo lugar
21/22 Chelsea 56 MU 42 - Quarto lugar
20/21 Chelsea 57 MU 47 - Quarto lugar
19/20 Chelsea 39 MU 23 - Quarto lugar
18/19 MU segunda divisão.
LOL. Para estes senhores, Torreense, Valadares, Racing Power, Algarvense, Famalicão, também são habituais candidatos ao título, também ficam em quarto lugar a mais de 10 pontos do primeiro.
o nosso ex treinador/Scout rumou aos EUA e é o novo Head of Scouting nas San Diego Waves! ![]()
Já pode escrever no seu CV, o ter “descoberto” a Olivia Smith, o que já é uma excelente referência para o seu trabalho nessa área do Scouting, se bem que devemos estar igualmente satisfeitos pelos que ficaram por cá, porque até ao momento parece que também fizeram aqui um bom trabalho neste mercado, inclusive na formação.
Sim, não deixa de ser verdade a Olívia foi um achado na altura, mas se ele está onde está agora foi porque esteve integrado numa equipa/staff profissionais num clube que lhe proporcionou as condições para apresentar bons resultados a este nível.
Acredito que insucesso do futebol feminino no Sporting nos últimos anos (ausência de titulos) não tem sido por falta de boas equipas/staffs etc que têm trabalhado no clube mas antes à limitação na ambição dos dirigentes do clube e à visão um pouco conservadora perante o fenómeno FF.
“Impor cotas”, desculpa ?!? ![]()
E a meritocracia fica onde ? no caixote do lixo ?!? ![]()
Face aos resultados dela, como é que consegue tanta imprensa?
E neste caso, como é que ninguém diz nada, nomeadamente a ANTF?
Consegue imprensa, porque é jornalista de profissão e conhece-os a todos.





