Futebol Feminino - Época 2022/2023

Mas há muito tempo que é óbvio que esta direcção gosta pouco de desportos femininos. Com excepção do atletismo onde o seu enquadramento é historicamente diferente de outras destas modalidades (e se não apostassem ai era modalidade em que viam bola), basta olhar para outras secções como hóquei, vólei ou futsal onde os esforços despendidos e o investimento nas mesmas é o mínimo dos mínimos.

Sendo o futebol feminino uma modalidade que inclusive está inserida na SAD do clube, esperava-se e exigia-se outro nível de atenção e investimento.

E infelizmente não é isso que se vê, o que se vê é uma secção que de época para para época cada vez mais está sendo delapidada dos seus talentos.

Basta olhar para as convocatórias da selecção nacional e ver o número de atletas selecionáveis que tivemos no passado e agora temos.

Como alguém já alertou e bem aqui, a forma como está sendo gerida esta secção está a criar um problema a nível de jogadoras formadas localmente que mais dia menos dia a sua resolução será complicadíssima.

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Mesmo no atletismo feminino o investimento tem sido pouco. Grande maioria das atletas mais importantes já lá estavam.

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Pelo que me disseram e o @Danix é capaz de saber algo mais. Uma das titulares que saiu, foi
um recurso porque a jogadora inicialmente prevista para a posição não estava disponível no início da época

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Não entendi o que quiseste dizer

Se tinhas alguma info de uma jogadora ter vindo como situação de recurso porque a que estava prevista era outra que chegou mais tarde.

A época passada?

O que me chegou, é que a Doris foi um recurso de última hora e que a GR pretendida foi sempre a Hannah

Sobre isso a única coisa que sei é que quem contratou as GR, foi o treinador de GR

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(‘in’ wiki sporting)
Na época de 2016/17 a FPF decidiu apostar num salto qualitativo do Futebol Feminino, convidando os clubes da Liga Portuguesa de Futebol Profissional a aderirem no sentido de valorizarem o projeto. O Sporting Clube de Portugal foi um dos quatro clubes a responder afirmativamente à chamada, juntamente com o Sp. Braga, o Belenenses e o Estoril.

Ao aceitar este desafio, a Direção liderada por Bruno de Carvalho apostou numa equipa para ganhar, contratando várias jogadoras internacionais e um treinador experiente e integrando o sector feminino na secção de Futebol, com todas as condições de trabalho proporcionadas pela Academia Sporting, sendo este pelouro atribuído ao Diretor Virgílio Lopes.

A época arrancou no dia 25 de Julho de 2016 com 21 jogadoras maravilhadas com as condições de trabalho da Academia Sporting.

30JUN2016/Lusa e outros
Nuno Cristóvão vai treinar a equipa de futebol feminino do Sporting, anunciaram hoje os ‘leões’

“Quando o Sporting decidiu iniciar a preparação para o regresso da modalidade (21 anos depois) fez as coisas com cabeça, tronco e membros. Além das 18 atletas que já tinham compromissos assumidos com o clube no dia em que me vinculei, ao nível das condições de trabalho, as jogadoras irão ter condições que nunca na vida alguém teve em Portugal. Nem eu, quando fui selecionador nacional entre 2000 e 2004, tive os privilégios que terei no Sporting. Acredito que tudo isto, a médio prazo, faça a diferença. Logo no primeiro dia percebi o compromisso sério do Sporting em desenvolver uma estrutura que se quer ganhadora" explicou o técnico, citado pelo clube.

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A diferença para uma direção que faz as coisas com cabeça, membros e pernas (varandetes)

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Confirmo também.

Ele alias era (ou ainda é) o responsável pela conta twitter a “ultima barreira” (que era precisamente focada em guarda redes).

Entretanto o Benfica confirmou a Rute Costa.

Rute Costa, Andreia Norton e Daniela Silva. Temos de admitir que daquele lado trabalha-se bem o futebol feminino.

A Melisa assinou por 2 anos
É no que dá darem estes contratos a quem não sabem se vai mesmo render cá…

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É que além da qualidade da atleta ser muito discutível, a própria jogadora não possui o perfil adequado para o tipo de jogo que a treinadora gosta.

Sou critico da direcção na forma como pouco ou nada aposta nesta secção, mas também é justo dizer que algumas escolhas da equipa técnica (e as jogadoras foram escolhidas por eles) são difíceis de compreender ( a questão da baliza é outra).

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Btw, gostava de ver cá a Francisca Cardoso
É uma jogadora de área muito forte a vir do banco
Sempre achei que nos faltou uma jogadora assim, desde o início do projeto

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A Daniela e a Rute no benfica incomoda-me zero. O que me incomoda é não termos capacidade de ir buscar ninguém acima da média, nem portuguesas nem estrangeiras.

Se nós tivéssemos 7 NFL fortes conseguíamos lutar na boa por títulos, se não tivéssemos deixado sair algumas das melhores FL nos últimos tempos idem. Mas nem uma coisa nem outra.

Não só a maioria das estrangeiras que vêm são sofríveis tipo Larroquetes, Melisas, Vanegass, Wilkinsons, Menglus, uma sueca que já nem me lembro do nome, ou uma alemã que teve para aí dois anos na enfermaria, ou uma mexicana que veio de férias, como somos incapazes de ir buscar portuguesas de jeito. E aqui falo daquelas directamente para o onze, é que o benfica e o Braga até para o banco vão buscar.

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Na questão da baliza e a ser verdade que a prioridade quando a Patrícia e a Inês saíram foi a Hannah, compreende-se que a Doris tenha assinado por apenas um ano e sem WCL, tenham optado por ficar apenas com a jogadora que inicialmente pretendiam, pois não se justifica duas GR estrangeiras só para consumo interno. Em relação à Melissa, um clube com aspirações não pode ter uma atitude de “comprar melões” ou seja depois de aberto se vê. O benfica como dizes, trabalha bem o Futebol Feminino com uma aposta no imediato, enquanto nós trabalhamos a um longo prazo, esperando com a prata da casa que tem uma qualidade acima da média (Tínhamos cinco jogadoras da formação, a jogar regularmente, e eles tinham duas.
inclusive a Joana Martins, chegou à seleção nacional a jogar na equipa B ou ainda nas Sub19 ) supra as necessidades nomeadamente no caso das NFL. No entanto como somos o Sporting, existe uma exigência de resultados no imediato e muitas dessas jogadoras têm que aguardar e por vezes acabam por querer sair para jogar mais e como tal não se mantém por cá. Se todas se mantivessem, entre três a cinco anos teríamos a melhor base de NFL.

Como eu disse em resposta ao comentário do Alexandre, vão buscar porque não as têm. Nós temos e elas acabam por querer sair porque jogam pouco. Dessas todas NFL que referiste. À exceção da Wilkinson tínhamos jogadoras portuguesas melhores.

Ribatejano, tínhamos portuguesas melhores porque elas eram sofríveis. O objectivo de ir buscar estrangeiras deveria de ser melhorar a equipa e não gastar salários em banalidades que nem para suplentes servem.

Se a Hanna era para ser a titular a verdade é que a Dóris nos momentos decisivos em que cá estavam ambas jogou sempre. Ou seja tenha sido a primeira escolha ou não, na opinião da treinadora ela era a melhor. Se a Hanna vai corresponder ou não, veremos, mas não deixa de ser a suplente da época passada.

O Sporting, se quiser ter ambição e se quiser ganhar, tem de ir ao estrangeiro contratar jogadoras que façam a diferença na nossa liga.

Não há outra opção, não depois das melhores portuguesas terem saído ou estarem no braga e benfica. Restam a Ana Borges, a Cláudia Neto e a Diana. Depois temos outras como a Alícia, a Bruna etc que são do nível semelhante a outras tugas dos rivais que tanto podem ser titulares como suplentes.

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Tínhamos melhor na equipa B, aí se vê a pouca qualidade. Em 5 anos, acertaste em 4 ou 5 se contares a regularidade da Carly sem deslumbrar (com a Hannah não deu para formar opinião, apenas que cumpriu) Nevena, Sharon, Wilkinson (que continua a marcar golos por onde passa) e Doris. Ou seja, é preciso alterar o scooting internacional.

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E a Raquel Fernandes que esqueceste.

E as novas: Brenda e a Chandra.