Mas reparei (e estranhei) que essa Sofia Silva (“a melhor da sua geração” como foi aqui no fórum anunciada) parece estar apta desde meados de Dezembro, mas, excetuando o jogo com o colosso Amora, só serviu para 5’ ou 8’ contra os Marítimos e Ourienses da vida, andando agora pela equipa B.
Vinda com a chancela da Raquel Sampaio (sempre ela, a omnipresente!), custa-me a compreender.
Aqui, e como existe o RP, os nossos objetivos são exatamente os mesmos que as delas. Nenhuns. No entanto, e se a equipa técnica quisesse, a nossa equipa é superior à delas. Bastava jogarem as jogadoras que deveriam estar aqui no lugar de irem para a equipa A jogar 10 minutos.
A Joana Dantas? A Vera Cid? A Inês Gonçalves? A Carolina Jóia? Todas com “um grande futuro atrás delas”?
Mas é para isso que serve a equipa B? Para dar guarida aos “monos” da A?
Que tal antes passar uma guia de transporte e mandar para o Sintrense ou para o Alverca?
(Mas em definitivo, não é como as Mariana Rosa ou Kika Silva, que daqui a meses estão cá novamente a fazer companhia a essas.)
Ah, espera… A Dantas, a Cid, a Rosa, são agenciadas pela (omnipresente, sempre!!!) Raquel Sampaio? Craques! Já cá não está quem falou.
Para a próxima época, a grande dúvida será a continuidade de Claudia Neto, Chandra e Brenda (fundamentais).
Seabert, Ana Borges, Maiara e Scarpelli estão garantidas.
Diana Silva e Ana Capeta, vamos ver.
Garantindo estas todas, só sobram 2 vagas no 11 (e não estou sequer a entrar com titularissimas esta época, como a Bruna e a Dutra), pelo que se aquelas estiverem todas garantidas, de certeza que o “ADN da formação” não vai dar espaço a que se contrate mais ninguém.
(acho que nem sequer vai ser aproveitada a vaga da saída da Melissa).
Devíamos tentar segurar Andréia Bravo, Catarina Potra, Maísa Correia, Rita Almeida e a Maria Ferreira por vários anos.
A Diana Silva e a Maria Ferreira renovaram até 2025, a Chandra e a Ana Capeta acredito que renovarão ou se calhar até já renovaram, faltando apenas fazerem a apresentação com os vídeos e as fotos da praxe em tempo oportuno segundo as mentes brilhantes que gerem o departamento do futebol feminino do Sporting.
As dúvidas serão mesmo a Cláudia Neto, a Brenda Pérez, a Bruna Lourenço, a Ana Teles e a Alícia Correia. Destas 5 jogadoras, a Bruna Lourenço deveria ser uma renovação prioritária.
Mas lá está, a continuidade ou não da Mariana Cabral poderá ter também alguma importância e influência nas renovações ou saídas das jogadoras em fim de contrato.
A continuidade de Mariana Cabral ainda é uma maior incógnita. Não se sabe se o Sporting e ela própria querem. Opções existem, mas quando o cunho é a formação…
Quanto à Bruna, como não tem o mercado de outras, penso que depende apenas da vontade do clube.
A Alicia e a Teles podem sair (o Racing Power fica à porta de casa, tem dinheiro e anda com vontade de se afirmar rapidamente na 1.ª liga)
Já não me lembrava que a Diana e a Maria Ferreira tinham renovado.
Quanto às outras, se calhar vamos ter apresentações semanais pre-gravadas até agosto (já era bom)
Há uma base que com alguns reforços podem tornar esta equipa mais competitiva, precisa é haver vontade e de não ver o futebol feminino como uma secção sem importância para o clube.
Agora se deixamos sair as melhores e ficamos parados sem nos reforçarmos a sério vamos continuar a marcar passo e a olhar para o vizinho do lado a dominar o futebol feminino.
Tudo depende se a Mariana continua. Se continuar, o nosso maior problema é o meio campo. Continuando, a Mariana não deve mudar o sistema e como disse o mirko, algures acima, na nossa liga, em 75/80% dos jogos, basta uma central de raiz. Nós temos 4, 5 com a Mairos que sobe a sénior. Se a Bruna não renovasse, (o que é improvável, pois não tem o mercado que outras têm, a não ser que queira ir para fora lutar para não descer), aí sim, seria obrigatório ir ao mercado e contratar uma titular indiscutível (por exemplo, a Diana Gomes). De resto, mantendo-se a Bruna, não creio que vão haver alterações na defesa. Para o ano, deve ser a afirmação da Maisa e do outro lado, temos a Dutra. Com a Ana Borges, deveríamos ir buscar uma LE alternativa tipo a Madalena Marau. Meio campo, é onde o benfica leva vantagem. O nosso meio campo é artístico e logo, mais macio. Precisamos de mais duas Maiaras. A Brenda, deve ficar, a Cláudia também, mas precisamos de alternativas combativas (veria com bons olhos, e se calhar ela também, o regresso da Fátima) Ataque. Não jogamos com referência. Mais uma ou duas atacantes móveis. A Malu Schmidt do Lank, ou a Karol Mineira do Gil, seriam boas opções. E há que ter em conta uma coisa. Em Espanha, jogadoras como a Brenda, ou a Pauleta, estão num nível baixo e em Portugal são jogadoras diferenciadas. Devíamos procurar esse mercado. Metade inferior da Liga F e divisões secundárias. Poderia ser uma boa aposta. Em princípio na próxima época (não sei, o estatuto da Dutra, temos duas vagas de NFL. Têm que ser preenchidas com critério e sem falhas.
O futebol feminino tem as suas particularidades devido à diferença entre as equipas. De facto em metade dos jogos o Sporting quase só ataca. É insípido ter duas centrais e duas laterais de raiz a jogar esse tipo de jogos. Temos que ter duas laterais para jogar sempre no meio campo contrário e uma central que saia muito bem com a bola. Borges, Dutra e Scarpelli (percebeu-se porque foi contratada) fazem bem esse trabalho.
A manterem-se as jogadoras que referi não acredito que contratem mais alguém, porque ainda têm as miúdas todas para encaixar.