No campeonato brasileiro n é como o tugao em q em 2 temporadas seguidas Porto e Sporting juntos perdem 5 jogos, no Brasil um clube para ser campeão dificilmente perde menos do q 5 jogos numa temporada.
Aqui em Portugal seria uma tragédia para Palmeiras e Flamengo estarem a 6 e 7 pontos, no Brasil isso n é nada.
O mais preocupante no caso do Abel é q em jogos em q é preciso jogar em ataque organizado invariavelmente as exibições são pobres, pouco criativas e previsíveis, além de faltar um goleador para desbloquear jogos, duvido q façam um bom campeonato sem um goleador.
Vitor Pereira com um excelente inicio de temporada.
O Abel a ser Abel, muito bom nas provas curtas e fraquito nas provas de regularidade.
O Paulo Sousa continua a cair. Teve um inicio de carreira promissor e na Fiorentina (1ª Época) deu mesmo a sensação que podia ter uma carreira de sucesso mas daí para cá foi sempre a cair a pique.
Eles vivem na lua em relação a tudo. E então no que toca a depreciar tudo o que seja tuga são uns mestres. Já saímos de lá há centenas de anos, somos um pais ínfimo comparado com eles, bem que podiam esquecer-nos, mas não é o que acontece. Qualquer noticia sobre Portugal que saia em qualquer rede social tem logo enxames de brazukas a denegrir e a pedir o ouro de volta, já é cultural.
Os minimamente racionais não dizem que é o melhor, mas o mais díficil, por causa do calendário surreal, viagens, etc. Têm perfeita noção que a LC e a PL/La Liga em especial são outro patamar. O nível de Liga 3 de várias equipas dos outros países da Comenbol também não ajuda a reduzir a bazófia.
Curiosamente, essa merda aumentou exponencialmente a partir do momento em que o futebol português se enche de brasileiros.
Há outra coisa, que gera sempre confusão entre apoiante e críticos do brasileirão, que é a velocidade/intensidade. Não se percebe porquê, até porque os atletas sempre disseram que sim, que cá é muito mais puxado. Mas já foi comprovado que assim é. O Brasileirão é um campeonato pouco intenso. Sim, o clima não ajuda, mas ao menos poderiam ter um calendário que o ajudasse. E depois há outras variantes, até culturais, que ajudam a isso (basta reparar que há zonas onde isso é mais natural que outras).
Pelo contrário, se acho campeonato intenso esse é o Brasileiro, intenção e competitivo, basta olhar para a tabela classificativa e ver que por um exemplo um 15 lugar Flamengo, está a 6 pontos do Corinthians, outro situação em que eles estão muito bem é a nível de espectadores. Claro tem muito por onde melhorar, jogar de 4 em 4 dias n está com nada, quando a seleção joga os campeonatos não param, a mudança de treinador e pressão sobre os dirigentes é de loucos.
Ainda ontem vi os 3 jogos a saber Flamengo vs Botafogo, Palmeiras vs Fluminense e Bargantino vs Corinthians, foram jogos bem disputados, o relvado do bargantino é que estava uma cagada.
PS acho que a partir desta época só podem mudar de treinador uma vez.
Depende do tipo de intensidade. Se a intensidade é uma equipa que está a ganhar perder tempo por tudo e por nada, cada vez que há um corte, uma bola dividida, uma defesa do guarda redes, é necessário assistência médica, então sim, o campeonato brasileiro é mais intenso.
Sim, fez 91 por causa da pandemia. Esta época no máximo faz 81, o que mesmo assim é um absurdo. O jogador mais utilizado, por causa da junção de competições de épocas diferentes, fez 67 jogos. Mais um absurdo. E se queremos ver equipas espremidas ao tutano, temos o Atlético Mineiro. Vejam os números. Veremos se o preço não é pago nesta época.
Mas voltemos ao palmeiras. Jogadores mais utilizados do Palmeiras por época (não por ano e exclui GR): em número de jogos 58 e em minutos 4172. Jogadores mais utilizados do Man City (época passada, exclui GR), em número de jogos 53 e em minutos 4333. Isto são dados um bocado às 3 pancadas, podem bem estar incorretos.
O Arão, do Flamengo, fez 55 jogos, com um total de 4746 minutos (não foi o que fez mais jogos na equipa, mas esse entrou foi 32 vezes suplente utilizado e tem menos de metade dos minutos). Brutal, não é? O Mason Mount fez 54 com 4241, mas nas competições inglesas e CL, muito mais intensas, também brutal. O Salah 51(4177m) e o Robertson 50 (4320m). O Barcelona teve 3 jogadores com mais de 4200 minutos (um deles quase 4500), o Real Madrid não, mas nesta época voltou a ter pesos na equipa (Atlético e Bayern nas últimas épocas têm gerido de forma diferente).
É tudo brutal. Mas há que não esquecer que durante 4 meses as equipas no Brasil andam a estagiar. Sim, porque mesmo compreendendo e valorizando a importância cultural e a paixão envolvida num estadual, a maioria desses jogos não têm a mesma carga que um Brasileirão. Muito menos que uma PL, uma Bundesliga, uma La Liga, etc. Já equipas inglesas, alemãs, espanholas ou até italianas é uma época inteira sempre a elevada intensidade, seja física, seja psicológica.
Há também a questão dos treinos, que por cá, dizem, são mais puxados.
Honestamente, acho que a coisa não é bem como dizem.
Não sou eu que o digo, são os estudos e os especialistas. Os próprios jogadores. Aliás, tirando os dirigentes e os treinadores, poucos mais afirmam o contrário.
Até quando a discussão é sobre “o que é a intensidade, pois pode-se correr muito, mas sem objetivo ou bola”, o Brasileirão não é bandeira disso. Eles bem tentam puxar isso e o quanto jogadores correm com bola, mas a verdade é que uma equipa europeia mexe-se muito mais em conjunto que lá. Aqui um jogador do lado oposto à bola mexe-se com a equipa. Lá fica parado, durante segundos “desliga” mentalmente.
Em cima já deixei alguns dados. Eles (especialistas, comentadores e jogadores brasileiros) deixam mais. Os relvados são uma merda, a relva é sempre demasiado alta (o brasileirão é o 26º campeonato mais lento dos que foram mundialmente medidos - dados de 2021), as equipas passam demasiado tempo em viagem, os jogadores treinam essencialmente técnica, os níveis táticos são anedóticos (e é verdade, os treinadores são pouco inovadores e trabalham apenas para o dia seguinte - a pressão pelo despedimento é muito grande). Tudo isso e mais o calor (e por vezes a humidade ou as variações térmicas).
Mas eles não querem mudar. Eles querem continuar com os estaduais e com o brasileirão. “Ah, o país é grande, maior que a Europa do futebol toda junta, viagens grandes, cansados… mas temos de ter estaduais e uma competição nacional”. Então porque não se inspiram num modelo tipo NBA, com zonas que qualificam para um torneio final, esse já com metade das equipas e até mais jogos “grandes,”, com mais receita? Mantém a cena do futebol sem viagens longas para o público (embora eu ainda tenha de ver quantas pessoas de equipas de 3ª divisão viajam para ver jogos, mesmo que mais perto de casa), em vez dos 14, 15 ou 16 jogos dos estaduais, mais 38 jogos do Brasileirão, baixam o total.
Não vás por aí. Se pesquisares verás que em média e até 2018, a liga brasileira parava mais e tinha menos tempo útil de jogo que a portuguesa, embora a portuguesa tivesse e tenha puco tempo útil de jogo e abaixo do mínimo recomendado pela FIFA. E se calhar a presença de jogadores brasileiros em Portugal contribui para isso. Portugal tem de longe a liga europeia com mais jogadores brasileiros. Tem mais que a soma das 4 ligas a seguir.
Não é apontar o dedo, é uma questão cultural. É a cena da falta, do teatro parta sacar a falta, a cena do drible em vez do passe, porque o público valoriza mais isso.
O ex-árbitro e comentarista Arnaldo Cézar Coelho também elencou fatores decisivos: a temperatura elevada, a falta de qualidade dos gramados e um “vício” do jogador no país procurar faltas, esfriando, consequentemente, a intensidade das partidas. […] A terceira é um vício do futebol brasil, que ao invés do jogador receber a falta, ele procura a falta, ele prefere receber a falta do que fazer uma jogada de risco. Outras vezes, os árbitros não estão…
Em todos os casos acima, as reclamações dos torcedores são quase sempre as mesmas: contra times menores o futebol apresentado é pobre.
Quando me refiro ao nível ruim do futebol brasileiro, faço referência principalmente aos grandes times. É muito mais simples jogar com ligação direta, chutão o tempo todo e 500 cruzamentos por jogo do que armar uma equipe para atuar com velocidade, muitos passes e qualidade. Intensidade. E isso não se conquista da noite para o dia. […]
Portanto, siga criticando seu time. Exija um futebol melhor, mas entenda que a realidade brasileira é dura. E não é com os velhos métodos de 50 contratações por temporada e troca de treinador a cada três meses que vamos melhorar a situação.