Pelo que fui lendo, o grande problema do Varandas é o “timing” do anúncio.
Quanto a mim, “mau timing” é criticar no facebook jogadores logo após um jogo; é dar uma entrevista a criticar jogadores e treinador na véspera de jogos importantes.
Referindo-me apenas à vertente estratégica, se o Varandas quer vir a ser uma dia presidente do Sporting, deu um valente tiro no pé.
Acho que deveria ter aguardado por uma definição- decisão da situação por parte dos sócios. Poderia perfeitamente continuar em funções até essa definição e apenas mostrar-se como candidato após o ato eleitoral estar agendando.
Agindo como agiu perdeu logo muitos apoios. A oposição tem que começar a ser mais inteligente na forma como faz as coisas.
De qualquer das formas não o afasto logo à partida, depende das pessoas e do projeto. Mas que não gostei da forma como agiu não gostei. E isso é logo um ponto negativo.
Pobre Varandas, no dia em que anuncia uma candidatura a umas eleições que não se sabe se vão existir, perde também o seu grande trunfo, a treta de que é o único capaz de impedir as rescisões.
A boa relação que tem com os jogadores… olha a grande m*rda, o treinador também é sempre o ■■■■■■ e depois há sempre um adjunto que é o maior amigo dos treinadores…
Um clube tem sempre a cenoura e o chicote. Se BdC nunca percebeu isso, ao Varandas calhou-lhe o papel mais fácil.
Estava para nascer o primeiro médico que criasse mau ambiente no balneário… se não encaixa, no ano seguinte está noutro lado. Médicos e massagistas é aos pontapés, olha lá a grande merda ele ser amigo dos jogadores.
Há bocado quando vi a entrevista que deu à TVI 24 em que ele disse “fui atleta do Sporting desde os 3 anos (não me lembro bem da idade) na modalidade de ginástica” soltei uma gargalhada :lol:
BRUNO ATIRA-SE A FREDERICO VARANDAS: «NUNCA SE ABANDONA UM COMPANHEIRO EM CENÁRIO DE GUERRA!»
SPORTING 23:21
Por
Redação
O presidente do Sporting aproveitou a conferência de Imprensa desta noite para lançar ataque a Frederico Varandas, que se demitiu esta quinta-feira de diretor clínico do Sporting e logo se mostrou disponível para apresentar uma candidatura à liderança do clube.
«Nasci em 1972 e fui posto na reserva territorial, mas tenho mais honra militar do que alguém que apareceu hoje a dizer que é militar. Nunca se abandona um militar, nunca se abandona um companheiro em cenário de guerra. Muito menos se passa para o lado do inimigo», atirou Bruno de Carvalho, numa clara referência a Frederico Varandas.
«Se há pessoas que têm soluções, primeiro colocam-nas ao serviço do clube e só depois dão azo às suas ambições», concluiu.