Verdade.
:arrow:
Quando penso que jogadores como o Polga e o anãozeco envergaram a braçadeira de Capitão enquanto tínhamos um jogador como o Tonel no plantel >:(… por aí se vê a mentalidade e os valores defendidos pelas pessoas que estão no nosso clube.
[b]Meia equipa do Sporting em grande na Liga Europa[/b]Com a excepção do Sporting Clube de Portugal, o que é uma tristeza para os sportinguistas que amam o seu clube, as equipas portuguesas estão a realizar uma carreira brilhante na Liga Europa 2010-2011. De tal modo que, pela primeira vez na história, teremos uma meia-final entre duas equipas lusitanas (Sporting de Braga e Benfica), sendo igualmente possível uma final portuguesa, que também seria inédita. Excelente para o futebol português, mais a mais em ano de humilhação internacional, motivada pela entrada do FMI na gestão do País.
Mas, no que ao Sporting ainda diz respeito, o que interessa sublinhar é que uma das equipas, o Sporting de Braga, conta nas suas fileiras com três ex-jogadores leoninos que estiveram na brilhante caminhada europeia de 2005, que terminou na final de Alvalade, perdida para o CSKA de Moscovo. São eles Miguel Garcia (o herói de Alkmaar), Custódio e Hugo Viana. Mas há mais: nessa grande equipa leonina orientada por José Peseiro, começava a despontar João Moutinho, que no último defeso foi “dado” ao FC Porto. E ainda havia Carlos Martins, agora titular no Benfica. Isto para não falar em Silvestre Varela, então no quadro do Sporting.
Portanto, seis anos depois, do Sporting de 2004-2005, que foi à final da Liga Europa e discutiu o título até à penúltima jornada com o Benfica, mais de meia equipa está agora na alta roda do futebol europeu. Estamos a falar de seis jogadores portugueses, todos eles formados no Sporting Clube de Portugal. O que prova a grave crise de identidade do futebol leonino e o desastre que tem sido a sua gestão. Carlos Freitas, mais dado a comprar fora, sabe muito bem como é que cinco desses jogadores saíram de Alvalade, pois sairam no seu tempo…
Quem não se lembra deste menino… :mrgreen:
[youtube=425,350]http://www.youtube.com/watch?v=OzuVIn2PTEE[/youtube]
Tonel não é um craque mas é concerteza um LEÃO! é um guerreiro! Um líder! é um exemplo ! Faz muita falta ! ![]()
E NA DEFESA NÃO PASSA NADA!
RESOLVE TUDO À CABEÇADA!
É O TONEL!
É O TONEL!
É O TONEL!
É O TONEL!
É O TONEL!
É O TONEL!
SL
Duílio, um amigo que tive o prazer de conhecer há já muitos anos, em “o jogo” de hoje:
“Quem veste a camisola do leão fica marcado para a vida! Fui campeão no Fluminense, passei anos maravilhosos no Estrela da Amadora [ganhou a Taça de Portugal em 1989/90], mas o Sporting é o Sporting”
![]()
Sad but true!
Que Tonel se sagre Campeão Croata, pois merece esse título!
Força rapaz! :great:
Alguém viu a entrevista do Futre ontem ao maisfutebol? :mrgreen:
Quem não viu, pode ver aqui: http://www.forumscp.com/index.php?topic=31069.msg1334774#new
Mais uma vez, futre não respeita o Sporting, e promove-se a custa do clube:
http://aeiou.expresso.pt/futre-o-candidato-licor-beirao-fotogaleria-e-video=f643988
O Licor Beirão aproveitou, e bem a onda, mas futre deveria ter mais respeito pelo Sporting.
Que nojo de homem. E a pensar que 16% dos sócios queriam isto à frente do clube.
E ainda leio quem o defenda… o tipo se não tivesse o passado que tem como jogador de futebol era internado num hospício. É um lunático.
DUÍLIO
“Torcida do Sporting é de outro mundo!”
As memórias mais vivas que o sempre afável ex-central tem presentes já não têm morada. Duílio ainda hoje vibra ao recordar o topo sul do antigo Estádio José Alvalade e não tem dúvidas ao afirmar peremptoriamente: “Para mim, nenhuma multidão de nenhuma torcida, mesmo aqui no Brasil, é como a do Sporting. Nunca vi nada assim. Ainda hoje me arrepio só de lembrar. É numerosa, fiel, não se rende! As torcidas do Porto e Benfica são ‘legais’, mas a do Sporting de outro mundo. Guardo bem guardadinho aqui em casa o meu cachecol e um pullover da Juve Leo. Foi muita vibração junta!”
https://www.wikisporting.com/index.php?title=http://www.ojogo.pt/27-106/artigo922641.asp
“Vamos acabar com o Porto invicto”
Como se diz no Brasil natal do senhor que aqui falará, preste atenção, prezado leitor. Duílio é muito mais do que um jogador que passou pelo Sporting. Aos mais desatentos, O JOGO tira já a dúvida: o central parceiro de um tal de Ricardo Gomes no Fluminense campeão brasileiro de 1984 que veio para Portugal pela mão do antigo presidente João Rocha, é um feroz leão. Do outro lado do Atlântico, o homem que ajudou a impedir os portistas de se sagrarem campeões nacionais invictos em 1987/88, continua surpreendentemente atento à realidade verde e branca e não perde um pingo de fé na causa. O agora treinador acredita que a história se vai repetir.
Falando com conhecimento de causa, o ex-atleta dos leões dispara de longe. “O meu querido Sporting precisa readquirir a sua mística, de acreditar em si mesmo para vencer o FC Porto. Até aqui no Rio dá para ver os sportinguistas cabisbaixos. Não fico indiferente, pois sei muito bem o que se passa. Quem veste a camisola do leão fica marcado para a vida! Fui campeão no Fluminense, passei anos maravilhosos no Estrela da Amadora [ganhou a Taça de Portugal em 1989/90], mas o Sporting é o Sporting”, sentencia. Quanto ao clássico em si, a aposta é clara: “O FC Porto está muito forte, mas a nossa equipa vai ao estádio deles ganhar e acabar com essa história de ficar invicto.”
Recordando esses clássicos escaldantes, Duílio não só continua a remexer no baú de memórias, como, de passagem, deixa umas recomendações aos comandados de José Couceiro. “Pode ser que o FC Porto acuse algum desgaste e, quem sabe, algum abaixamento fruto do título já conquistado. Pode pensar noutras situações. Claro que eles não vão facilitar, mas acredito no nosso sucesso. Em 1988, ganhámos 2-1 em casa já na segunda volta durante um campeonato longuíssimo [38 jornadas], mas lembro-me melhor quando fomos às Antas na época anterior eliminar o FC Porto da Taça. O ambiente creio que continua intenso no Dragão como era ali. Era uma loucura, mas o treinador Keith Burkinshaw montou um esquema firme, mantivemos a calma, manietámos o adversário em toda uma partida que podíamos ter definido nos 90’, mas vencemos no prolongamento com aquele ‘chuto’ maravilhoso do Mário. Para sair por cima ali, é preciso jogar certinho, claro, mas com muita frieza e concentração.”
Num último toque, o brasileiro arrisca o resultado, mas nunca os marcadores. Esses fazem parte de uma saudade que arranca risos a Duílio. “O Sporting vai ganhar 2-1! Quem faz os golos? Não arrisco, mas se o Manuel Fernandes e o Jordão lá continuassem, essa pergunta nem era feita.”
https://www.wikisporting.com/index.php?title=http://www.ojogo.pt/27-106/artigo922639.asp
Uma pedra para recordar as Antas
O ambiente pesado que se vive em quase todos os estádios portugueses começou por se intensificar nos anos 80, com as cenas de violência a ganharem maior e mais perigosa dimensão. Após o remate fatal de Mário naquela meia-final de Taça em 1987, o autocarro leonino foi alvo de adeptos portistas em fúria. Duílio aproveitou para levar uma recordação. “Fomos apedrejados à saída das Antas. Aí, uma pedra partiu o vidro e caiu no lugar vago mesmo ao meu lado. Guardei-a durante dois anos e, junto das outras que me iam acertando e que eu também guardei, dava para construir um castelo.”
“Lamento a má gestão”
Sempre de olho nas notícias verdes e brancas a circular na internet, Duílio mostrou-se muito bem informado. O brasileiro não fala por falar nem diz porque ouviu dizer, pedindo calma aos adeptos. “Lamento a má gestão que o clube tem sofrido. Agora houve esse período de eleições, foi conturbado, mas todos têm de ter fé. O Sporting é e será sempre grande. Acreditem no futuro.”
“Quero voltar a Portugal”
Com vasta experiência como treinador não só no Brasil como no exterior, o antigo defesa dos leões gostaria de retornar ao nosso País, onde já comandou os madeirenses do Machico. Duílio não perde a esperança. “Para voltar ao futebol português estou sempre preparado. Estava aqui no Serrano até há uma semana, a equipa estava bem mas decidiram mudar. Coisas do futebol…”
https://www.wikisporting.com/index.php?title=http://www.ojogo.pt/27-106/artigo922640.asp
No tempo dele acredito que sim. Lembro-me que o que me firmou como Sportinguista foi ver a forma como o estádio estava quase sempre cheio, a forma alegrem bonita, civilizada e ainda assim fanática, como apoiavam o Sporting. Lembranças que tenho de miúdo enquanto crescia e que se apagaram, quase que posso dizer, com o surgimento deste novo estádio. Sei que o culpado não é o estádio, mas a partir deste, foi quando me apercebi que o apoio não era o mesmo.
Na semana passada dei por mim a pensar: raio de ideia tacanha, de gente com visão curta e miudinha de colocar um estádio com cadeiras coloridas porque dá um ar de estar sempre cheio, mesmo com poucas pessoas. Não se deveria estar mais preocupado em que o estádio voltasse a ter as tardes e noites de glória do velhinho Alvalade?
Dos últimos grandes momentos que me lembro, foram quando fomos campeões com Inácio, ver 70.000 pessoas num estádio onde cabiam 50.000 a gritarem “Viva o Sporting” ao som do Hino de Maria Valério, em plenos pulmões. Ver pela televisão, arrepiou-me de uma forma brutal. Imagino estar dentro do estádio. Um dos meus colegas da secundária, sem eu lhe referir nada, portista ferranho, disse-me: pah, fiquei todo arrepiado a ouvir tanta gente a gritar “viva o Sporting” ao mesmo tempo.
Outro grande momento que me lembro, por ainda estar em casa dos meus pais em VHS uma cassete que eu gravei desse jogo, o primeiro jogo da temporada em que fomos campeões com Boloni, ainda o Jardel não tinha chegado, ganhámos esse primeiro jogo com um golo (o primeiro e excelente golo de cabeça) de Niculae. se alguém conseguisse um vídeo com alguns momentos desse jogo… arrepio-me sempre que o vejo, ligo o som Surround bem alto e sinto-me no estádio com as claques a gritarem, todos os adeptos a puxarem pelo clube, a suspirarem com a ânsia de um lance quase conseguido e a explosão de alegria no golo.
No fim de tudo, pergunto: onde andas Sporting? Onde anda a tua mística? E depois, o que se passou com os adeptos? Será tudo problema do actual cenário? Mas não fomos nós sempre fiéis mesmo nos 18 anos de seca? Tivemos planteis ainda piores do que o actual e ainda assim não deixamos de apoiar. Só espero que tudo isto volte, ainda que saiba que não será rápido, espero mesmo, com muita vontade, poder ter orgulho na massa adepta que circunda o nosso grande clube.
Filipe, tenho mais 22 anos de idade do que tu mas sinto precisamente a mesma coisa. Por momento, senti a mística no dia da apresentação de Van Basten, senti que o Sportinguismo ainda vive. Está é muito adormecido… infelizmente.
Disseram-me que o Veloso não continuará no Genova para o ano. Espero que Freitas&Duque estejam atentos, não quero ter surpresas desagradáveis.
Filipe,
Querias imagens desse jogo
[youtube=425,350]http://www.youtube.com/watch?v=WKgFsDa0_Zg&feature=player_embedded#at=26[/youtube]
cortesia Portal Sporting Memoria
http://www.sporting.footballhome.net/index.php
Eu estava lá nesse jogo com os corruptos.
Subscrevo por inteiro o que o Filipe Barros escreveu. E acrescento que muita da mística que envolvia o Sporting foi abaixo com o “verdadeiro” Estádio José Alvalade.
Nani no onze do ano em Inglaterra: