Euro 2024

Mesmo.

Gostaria mesmo de compreender o que vai na cabeça de alguém que odeia tanto um país/povo que lhe dá de comer.

Ainda para mais sendo esse país a Inglaterra que basicamente é quem mais contribui para o nível de vida elevado do mundo ocidental.

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O problema nasceu aí mesmo.

Se visses a comida…

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O que me ri a ver isto hoje.

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Quem odeia ingleses não tem sentido de humor ou não tem alma, que povo genial

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Sei que sou um reles traidorzeco à nação, mas para canções de final de bubadeira…:

Wonderwall > Anel de Rubi

Se calhar é já demasiada exposição à música, mas nunca quis muito saber da música do outro totó que empenhou o anel para levar a tipa ao concerto que ela nem gostava

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Isso é os Ruivos.

E quase todos os ruivos são daquelas ilhas.

mr bean GIF

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:thinking: :thinking:

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Este é por enquanto o melhor topico do forum :sunglasses::sunglasses::sunglasses:

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https://www.cmjornal.pt/mundo/africa/detalhe/jogador-ansu-fati-do-barcelona-oferece-cirurgias-a-vista-a-centenas-de-guineenses?ref=HP_CMaoMinuto

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Oh, gajo sem ética. É só para ganhar visibilidade e seguidores.

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:sweat_smile:

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Isso é verdade, mas aplica-se a qualquer torneio, europeu ou mundial, da história.

O Euro 2024 tem-me feito lembrar muito o Itália 90 - o mundial menos interessante a que assisti. Abordagem conservadora das principais equipas, um grande predomínio das defesas sobre os ataques e apenas uma equipa a destacar-se - a Alemanha em 1990, a Espanha agora.

Esta ideia de que a evolução tática do jogo estava a favorecer as defesas levou a FIFA a promover mudanças nas leis do jogo a partir de 1992 para contrariar a tendência. As mais importantes foram:

  • a proibição dos passes com os pés dos defesas para os guarda-redes
  • critérios mais severos para a atribuição de cartões amarelos e vermelhos aos defesas, com o intuito de proteger os avançados e desencorajar a interrupção de jogadas de golo iminente com recurso à falta.
  • uma interpretação mais generosa da lei do fora-de-jogo, favorecendo o atacante (primeiro considerando-se os jogadores em linha como estando em jogo, depois introduzindo o princípio geral de que, em caso de dúvida, se favorece o atacante).

Estas medidas tiveram bons resultados e as coisas melhoraram bastante em termos de espetáculo na segunda metade da década de 90 e nos anos 2000 (o Euro 2000, por exemplo, foi o mais espetacular que vi).

Ora, pergunto-me até que ponto a introdução do VAR não tem contribuído, na prática, para reverter uma parte destas mudanças. Isto é particularmente visível no caso do fora-de-jogo. O VAR - ou, pelo menos, a forma como tem atuado nesta área - promove uma interpretação extremamente restrita da lei do fora de jogo. Esta interpretação esquece, nmo, o espírito da lei, que é impedir que o avançado tenha uma vantagem desleal sobre o defesa. Ora, quando se assinalam foras-de-jogo- de dois ou três centímetros com base numa parte arbitrária do corpo, é muito difícil de perceber onde é que está essa vantagem.

Mas concorde-se ou não com esse critério, o que ele significou na prática foi que as ideias de “estar em linha” e de benefício ao atacante nas situações-limite desapareceram. Assim, a interpretação agora prevalecente do fora-de-jogo voltou a estar muito próxima (mas com outros meios) à que vigorava pré-1992. Ou seja, voltou a favorecer os defesas.

Outra mudança recente que pode ter algum impacto tem a ver com isto:

E não é só o número de jogos - problema que vai piorar com o novo e abstruso formato da Liga dos Campeões - mas também a duração dos jogos. Hoje é comum os jogos terem 4 ou 5 minutos de descontos - e muitas vezes mais - quando até há pouco tempo isso só acontecia de forma muito esporádica. Não fiz as contas, mas não me espantava que o número de minutos jogados pelas equipas numa época tenha aumentado de forma significativa, mesmo mantendo o mesmo número de jogos.

É certo que o número de substituições também aumentou (e muito) como compensação. Mas estou em crer que os melhores jogadores - que são mais difíceis de substituir - estão a jogar mais minutos do que há 5 ou 10 anos. E isso também pode ter o seu impacto.

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Não há banda que combine tanto com cerveja e futebol como Oasis.

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Se adivinharem que me lembra isto, pago 1 jola :cowboy_hat_face:

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Bom post, com o qual concordo na generalidade.

Apenas vou aqui meter a minha colherada num ponto. Percebo perfeitamente que se queira privilegiar o futebol de ataque e os golos. Mas nunca foi colocado, em parte alguma, essa questão do ‘beneficiar quem ataca, em caso de dúvida’. O que sempre foi dito, e com o máximo de cuidado, foi que, em caso de dúvida, deixa-se jogar. E ‘deixar jogar’, é privilegiar o futebol de ataque. Porque ‘beneficiar’ é outra coisa.

Ora, foi esse ‘outra coisa’ que, à boleia das ‘dúvidas’, gerou algo pior do que o futebol ultra-defensivo. E que foi a corrupção desportiva, e o tráfico de influências. Ou seja, como um árbitro ‘com dúvidas’, supostamente poderia ‘beneficiar quem ataca’, então começaram a aparecer equipas de arbitragem que tinham sempre ‘muitas dúvidas’ para um lado, mas ‘nenhumas dúvidas’ para o outro.

E assim apareceram casos como Calciocaos, Calciopoli, Hoyzer, Apito Dourado, Mala Ciao, etc…

É que eu gosto muito de ver um jogo com muitos golos. Mas irrita-me ver o meu Clube a perder campeonatos porque o árbitro ‘teve dúvidas’ de que o central da outra equipa tocou no guarda-redes da minha equipa na pequena área e, como ele ‘é frangueiro’, decidiu ‘beneficiar a equipa que estava a atacar’. Preferia ter empatado esse jogo 0x0, e ter hipóteses de ganhar o campeonato desse ano em casa, na última jornada contra o Nacional. Curiosamente, outro jogo em que o árbitro ‘teve muitas dúvidas’ em ataques do Nacional e, por acaso, uma terceira equipa foi à Liga dos Campeões buscar bom dinheiro no nosso lugar.

Por isso, sim! Tem de haver VAR, e tem de haver um código de regras que seja preto ou branco, quando o resultado do jogo está em causa! Num determinado jogo, o avançado está um milímetro à frente, anula-se. Se um avançado toca na bola com a mão, anula-se. Ponto. Se há a discussão do que é ou não aceitável deixar jogar para haverem mais golos, voltamos a abrir a possibilidade de haverem árbitros com ‘muitas dúvidas’. E se lhes dermos subjetividade em lances de golo, ainda maior será o lodaçal! Porque depois, tudo é justificável. E tudo será ‘editável’!

Se me disserem que vão adotar a ‘Lei Wenger’ para o fora-de-jogo, ou tirá-lo por completo, ok! Posso concordar mais ou menos (não concordo com nenhuma das ideias). Mas, desde que sejam regras objetivas, e iguais para ambas as equipas, estamos bem com isso. Se vamos meter subjetividade na coisa, já todos sabemos onde vamos parar. Especialmente em Portugal…

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Exacto. Aquilo é de gajo superficial e narcisista. Também há por aí muito senhor da guerra africano que oferece cirurgias… :sunglasses:

Era de homem, oferecer cirurgias de redução de cornadura para alguns jogadores e até adeptos. Parecendo que não, incomoda o desempenho dos “craques”, futuras bolas de Berlim.

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N querendo armar em advogado de defesa para o mau torneio do Bruno Fernandes mas vi uma estatística em q durante a temporada somou mais de 5000 minutos pelo United, fora os minutos q ainda somou pela seleção, n deve ser coincidência q o rendimento dele no Qatar foi bem melhor qdo aquilo foi disputado a meio da temporada.

Não deixem sair o Bryan senão perde a piada…

Odeio que isso aconteça à

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