Tanto o kaua como o Ryan são duas nulidades. Jogadores banais, abaixo dos mínimos para o Sporting.
Não vamos lá com zucas deste calibre! Temos de apostar em miúdos de outras latitudes.
Fdx ![]()
Ainda aqui dizem que o Gião era uma grande aposta para equipa A !
Ainda dizem que tu és adepto do Sporting. São piores que os lampiões e tripeiros
Parece-me que o Gião quando se lhe apresentam problemas em manter o mesmo 11, não se aguenta à bomboca… e, como todos sabemos, na equipa A, esse tipo de problemas é o pão nosso de cada dia…
para os alucinados que andavam no topico do RB a dizer que com as baixcas todas que temos que temos de ir aos B e jogar de igual para igual, espero que tenham visto esta miseria de jogo dos B, basta sair ali 1,2 jogadores que passam a uma equipa banal
ainda para mais nesta fase da epoca, ja se “ultrapassou” a meta para se manter na segunda liga deixou de haver nucleo, é tudo a jogar para si mesmo
o paulo cardoso bem que podia ir para o atletismo e levar uma bola so para ele, os kauas da vida andarem a tirar oportunidades a jogadoresda nossa formaçao… pqp , é que nem postura de atleta tem, ir buscar um meco destes á serie c do brasil, nossa senhora, uma senhora cunha para algum familiar dele que trabalhe ou tenha ligação com o nosso clube, nao é possivel outra coisa
Incompreensível perder este jogo depois de uma primeira parte em que podíamos ter ido para o intervalo a vencer 0-2 ou 0-3.
Eu não percebo, o Rio Ave consegue um André Luiz, o Gil Vicente consegue um Pablo, o Alverca consegue um Amorim.
Como é que estes estes clubes conseguem estes jogadores que apesar de não serem “world-class” já conseguiram dar cartas no Tugao e o Sporting não consegue mais que estes “Kauas”?
Isto só falando de jogadores brasileiros.
Bem, parece que voltámos ao nível da época passada.
Exibição miserável.
Zero intensidade ou agressividade nos duelos, perdem quase tudo para os adversários.
Ninguém ganha caralhos quando não conseguem ganhar uma bola dividida.
Somar a isso “marcações com os olhos” e uma falta de critério gritante com bola, o resultado está à vista.
O gião andava tão orgulho de não repetir 11s, desconfio que se ele não estabiliza rapidamente um 11 base, esta queda\quebra, não vai ficar por aqui.
Já agora, relembrar que estes merdas de azul estão em penultimo lugar.
Podem borrar a cara com merda tb…
Dasss… lá vamos ajudar o fcfruta b a sair dos últimos lugares
Muito má 2ª parte
Nao tem nada haver com isso, então o gajo fartou se de trocar o onze por opção, e ganhou, agora está completamente a perdido, ele e a equipa.
A expulsão óbvia e estes 6 minutos de compensação são ridículos, mas há que olhar para o quão fracos somos coletivamente, mais que individualmente, não se faz uma jogada, não se pressiona como equipa, não há duelos ganhos, ponto final.
No final duas derrotas contra os nossos rivais
Típico da segunda liga . Estão na má fase e a estourar fisicamente.
Ainda bem que fizeram muitos pontos no início….
Assim a probabilidade de descerem é menor.
Que estão numa má fase, não há qualquer dúvida.
Agora, estourados fisicamente? Do quê? lol
Esta equipa está mais rodada que qualquer outra na segunda liga.
Eficácia portista trava Leões
Por Sporting CP
11 Jan, 2026
Equipa B perdeu na visita ao FC Porto (2-1)
A equipa B de futebol do Sporting Clube de Portugal perdeu com o FC Porto B por 2-1, em jogo da 16.ª jornada da Liga Portugal 2. Num clássico sempre emotivo, que não se disputava desde 2018, os jovens Leões protagonizaram uma exibição segura durante largos períodos, mas acabaram por não conseguir evitar a reviravolta dos dragões, consumada num forte arranque na segunda parte.
Com a promessa de chuva a abater-se sobre o Estádio Luís Filipe Menezes, o primeiro sinal de algum perigo surgiu à passagem dos seis minutos. Na sequência de um lance de bola parada bem trabalhado pelos pupilos de João Gião, Rodrigo Dias cabeceou, mas ligeiramente por cima da trave portista.
A resposta do FC Porto surgiu aos nove minutos, com João Teixeira a rematar de calcanhar, com elevada nota artística, para Francisco Silva encaixar de forma segura.
Vivo e repartido entre os dois meios-campos, o clássico jogava-se com intensidade e alternância, mas voltou a inclinar-se para o lado verde e branco aos 11 minutos. Numa jogada de insistência, Eduardo Felicíssimo apareceu à boca da baliza para cabecear com selo de golo, valendo o providencial corte de Gabriel Brás em cima da linha, a negar o primeiro tento da tarde.
O Sporting CP cresceu no jogo e, aos 19 minutos, voltou a estar muito perto de inaugurar o marcador. Num lance algo caricato, o guardião Gonçalo Ribeiro não conseguiu segurar um atraso e só por muito pouco a bola não acabou no fundo da sua baliza.
Começava a cheirar a golo e, aos 23 minutos, José Silva teve nos pés mais uma flagrante ocasião. Sozinho, com espaço e já na pequena área, após um bom cruzamento pela esquerda, o camisola 55 precipitou-se e rematou ao lado do alvo, num lance que pedia melhor desfecho.
A insistência acabaria por dar frutos pouco depois, aos 27 minutos, e que frutos. Na ressaca de um pontapé de canto, Samuel Justo encheu o pé e, de primeira e de fora da área, disparou para um verdadeiro golaço. A bola saiu tensa, colocada, e só parou no canto superior direito da baliza de Gonçalo Ribeiro, coroando a estreia a marcar na temporada do médio de 21 anos e confirmando o ascendente Leonino na partida.

O FC Porto reagiu bem à desvantagem e, três minutos depois, já sob um esperado aguaceiro, João Teixeira recebeu no meio e rematou rasteiro, também de fora da área, para uma excelente defesa de Francisco Silva. Com mais posse nesta fase, os dragões continuaram a rondar a baliza verde e branca, tentando responder à eficácia Leonina, mas sem conseguir assustar o guarda-redes português.
Tanto que, até ao intervalo, a melhor ocasião para marcar pertenceu mesmo ao Sporting CP. Já aos 45 minutos, Rafael Nel ficou a centímetros da emenda, após um bom cruzamento vindo da direita, e por muito pouco não aumentou a vantagem.
Assim se fechou uma primeira parte marcada pela maturidade competitiva dos jovens Leões, capazes de transformar domínio em golo - mas a dever à eficácia - e de gerir com critério os momentos seguintes. Num clássico sempre equilibrado, um futebol afirmativo e um instante de inspiração individual fizeram a diferença.
Mas ainda faltavam 45 minutos e o FC Porto entrou novamente mais assertivo no encontro. Aos 48 minutos, André Miranda cruzou com conta, peso e medida desde a direita para a cabeça de Kauê Rodrigues, que desviou directamente para as mãos de Francisco Silva.
Os dragões acabariam por empatar pouco depois. Aos 50 minutos, na sequência de uma bola parada, Dinis Rodrigues bateu um canto tenso na direita e, já na pequena área, João Teixeira saltou mais alto do que a defensiva verde e branca, repondo a igualdade no marcador.
A resposta do banco Leonino foi imediata, com João Gião a não esperar para mexer no jogo. O técnico lançou Kauã Oliveira para dar mais pujança ao meio-campo, mas os dragões consumaram mesmo a reviravolta pouco depois.
Aos 55 minutos, João Teixeira protagonizou uma rápida arrancada pela direita e tocou para Dinis Rodrigues, que cruzou para a entrada da área. Gonçalo Sousa, lançado ao intervalo pelo técnico portista, rematou à meia-volta para o 2-1, sem hipótese de defesa para Francisco Silva.
Os Leões assumiram então a iniciativa, à procura de inverter o rumo dos acontecimentos, e Rodrigo Ribeiro foi ganhando protagonismo na frente, mas sem a contundência habitual. Claramente insatisfeito, João Gião arriscou desde o banco e lançou Mauro Couto e Lucas Anjos aos 67 minutos, promovendo um ajuste táctico.
Três minutos depois, Kauã Oliveira surgiu ao segundo poste para finalizar, após a bola atravessar toda a área, mas a execução do brasileiro não foi a melhor e o golo do empate acabou por escapar.
Aos 76 minutos, o FC Porto, a explorar bem os espaços em transição ofensiva, esteve perto de fazer o 3-1, mas o remate de Trofim Melnichenko passou por cima da trave da baliza de Francisco Silva. Na sequência, João Gião promoveu numa dupla substituição, lançando Gabriel Silva e Rafael Besugo, e, apesar do maior controlo, o Sporting CP continuava sem conseguir criar lances claros de perigo.
Aos 82 minutos, Mauro Couto alvejou a baliza de Gonçalo Ribeiro, mas a bola sofreu um desvio e saiu pela linha de fundo. Na sequência do pontapé de canto, foi o FC Porto quem esteve perto de sentenciar a partida, valendo então Francisco Silva, com uma intervenção pouco ortodoxa, a negar o golo a Trofim Melnichenko.
A jogar mais com o coração do que com a cabeça, os Leões foram tentando ultrapassar a defensiva azul e branca, que por sua vez foi fechando a sete chaves a sua baliza. Já para lá dos 90 minutos, Rafael Besugo ainda cabeceou ao lado, mas voltaram a ser os dragões a estar mais perto de marcar. Para alívio dos verdes e brancos, André Miranda, num mergulho de enorme qualidade técnica, falhou o alvo.
Apesar da resposta imediata do banco e da entrega até ao último apito, o Sporting CP não conseguiu traduzir em golos as ocasiões criadas ao longo do encontro. A cambalhota no marcador acabou por premiar a maior eficácia do FC Porto nos momentos-chave da segunda parte, num clássico intenso e disputado até ao limite, em que os jovens Leões deixaram sinais claros de maturidade competitiva.
Sporting CP: Francisco Silva, Rodrigo Ribeiro (Rafael Besugo, 78’), David Moreira, Rodrigo Dias, José Silva (Mauro Couto, 67’), Eduardo Felicíssimo (Kauã Oliveira, 51’), Paulo Cardoso, Manuel Mendonça [C] (Lucas Anjos, 67’), Rafael Nel, Lucas Taibo e Samuel Justo (Gabriel Silva, 78’). Treinador: João Gião. Disciplina: cartão amarelo para Eduardo Felicíssimo (29’), Samuel Justo (37’), Kauã Oliveira (78’) e Gabriel Silva (85’).
Mal e em terceiro. Ainda bem q o nosso grau de exigência é outro.
