Também tenho pensado nisto e é a minha grande preocupação. Não me assusta porque os dados ainda não foram todos para cima da mesa, mas preocupa-me.
Parece-me que para o Sporting aproveitar ao máximo este fundo a pessoa que o deve gerir (o tal especialista de que o Braz da Silva fala) deve ser também o Director Desportivo, porque tem de ser alguém que, em conjunto com o treinador (que identifica as necessidades) e o Director de Prospecção (que procura alternativas), prepara os tais dossiers para o núcleo decisor (depois de o treinador aprovar as alternativas, espero eu) escolher quem pretende.
Não faria sentido nenhum o fundo contratar um jogador para uma posição de que o treinador não necessite pois este depois não o põe a jogar e o fundo fica a arder! Penso/espero que esta candidatura tenha esta situação salvaguardada.
Ou seja, tem de haver uma total colaboração entre a estrutura que dirige o futebol e a estrutura que dirige o fundo senão esta ferramenta perde-se totalmente.
Vamos aguardar por 2ª feira por novidades…
Deixem só fazer um ultimo comentário, porque me esqueci de sublinhar uma contradição grande em que Braz tem caído.Primeiro diz que, se em Portugal houver sócios para investir, deixa de fazer sentido falar em dinheiro do estrangeiro, mas logo a seguir, a menos que não sejam palavras dele, afirma que já tem todos os subscritores para o Fundo.
Em que ficamos?!
Aqui não há contradição: o que ele diz é que vai abrir o fundo a sócios sportinguistas que queiram investir, mas se não o subscreverem ele tem quem subscreva (tal como os bancos fizeram com a quase totalidade que o Sporting pôs à venda no mês passado, e das quais o BCP e o BES tinham obrigação de ficar com tudo se as pessoas não subscrevessem, o que aconteceu na realidade).