[Discussão] Antiguidade de sócio e número de votos

Bom dia. Crio este tópico para tentar fomentar a discussão relativamente a um tema que deveria ser discutido tendo em conta os resultados das eleições. Como todos sabem, o atual sistema de sócios distingue por antiguidade e categoria o número de votos. Pelos estatutos:

[ul][li][b]Categoria A:[/b] 2 votos a partir do momento em completem doze meses ininterruptos como sócios do Clube, mais um voto por cada cinco de inscrição ininterrupta no escalão A;[/li] [li][b]Categoria B:[/b] 1 voto a partir do momento em completem doze meses ininterruptos como sócios do Clube, mais 1 voto por cada dez anos de inscrição ininterrupta neste escalão;[/li] [li][b]Categoria C:[/b] 1 voto a partir do momento em completem quarenta e oito meses ininterruptos como sócios do Clube, mais 1 voto por cada quinze anos de inscrição ininterrupta neste escalão;[/li] [li][b]Categoria D:[/b] 1 voto a partir do momento em completem noventa e seis meses ininterruptos como sócios do Clube, mais 1 voto por cada vinte anos de inscrição ininterrupta neste escalão;[/li][/ul]

Este é um modelo que, pelas conversas que tenho tido, gera alguma diferença de opiniões. Tendo isto, coloco a pergunta ao fórum: concordam com este modelo? Caso contrário, que tipo de alterações acham que deveriam ser feitas?

Peço desculpa se não é o sítio certo para o fazer.

Esta discussão já foi tentada “n” vezes anteriormente, mas mais um tópico também não faz mal.

A minha opinião é, e sempre foi:

1 Sócio = 1 Voto (em toda e qualquer circunstância, mantendo-se a premissa de só se poder votar com 1 ano completo e ininterrupto de quotas pagas)

Se existir necessidade de premiar a antiguidade, que percebo, então que arranjem outro sistema de benefícios que não o dos votos.

Não querendo puxar exemplos de rivais (tripeiros), mas tendo que… devíamos passar de vez para o sistema mais justo possível:
1 sócio = 1 voto.
Eu percebo o porquê de “premiar” a antiguidade, mas 15 ou 20 votos é gozar o pagode.
Devia-se propor isto em AG e reduzir a coisa para, no máximo, alguém poder ter 6-8… no máximo.

Mudava-se para algo como uma pessoa fazia-se sócio, e um ano depois tinha 1 voto, e a cada 10 anos aumentava-se 1 voto. Sócios com 60 anos terem 6 votos, já seria algo que aceitaria bem.
Como está, para mim, é vergonhoso.

Se quiserem recolher assinaturas para levar isto a AG, contem comigo.

Tenho visto o tema espalhado em vários tópicos, daí a ideia de tentar centralizar a discussão aqui. Já agora, a minha opinião em relação ao tema é idêntica à tua.

Somos muitos a querer isso, mas provavelmente teremos de recolher as ditas e levar isto de vez para a frente.

A ideia que lancei, para mim seria um misto que provavelmente seria aceite.

1 ano de sócio = 1 voto.
Incremento de 1 voto a cada 10 anos.

E ser A ou B era indiferente, já existem vantagens nessa diferença.

Como está não é apenas vergonhoso, é anti-democrático.

Ridículo que um velhadas qualquer com 70 anos, que não tem nem de perto nem de longe a informação que eu tenho sobre a vida diária do clube, tenha 20 votos oh c****** e eu só tenha 3 ou 4.

É um sócio, um voto. Ou quanto muito reduzir monstruosamente a disparidade. Como disseram aí para cima já aceitava bem, 1 voto ao fim de 12 meses e mais 1 voto por cada 10 anos de associação.

Para mim seria 1 sócio com direito a 1 voto, todos os sócios devem ser tratados de igual modo, tendo os mesmos direitos. Os sócios devem poder decidir o futuro do Clube exatamente com as mesmas “armas”, não devia haver sócios de 1º (mais antigos ou que paguem mais) ou de 2º. Se assim fosse a situação atual era logo eliminada, a mim não me cabe na cabeça que o candidato com mais votantes não tenha sido o mais votado, existe um maior número de associados que votaram em Benedito em vez de Varandas. Não concordo!

1 voto por cada década de sócio para escalão A.
1 voto por cada duas décadas de sócio para escalão B.

Escalão A, como actualmente, começaria logo com 2 votos e aos 90 anos de sócio ficaria com 10 votos.
Escalão B, como actualmente, começaria com 1 voto e aos 90 anos de sócio chegaria ao limite com 5 votos.

Penso que assim já conferiria alguma justiça, embora o ideal mesmo seria um sócio, um voto.

1 socio 1 voto.

Querem beneficiar a antiguidade que o façam como outras coisas.

Quem defende algo diferente disto não está a pensar no Sporting, está simplesmente a ser egoísta.

Este sistema previlegia o Status Quo, as famílias endinheiradas, o elitismo, apenas e só.

Não reconheço mais capacidade de decisão a nenhum sócio mais do que a que eu tenho, tenha ele os anos de associado que tiver.

1 sócio 1 voto. E não digo isto com base no resultado destas eleições que para mim foi completamente indiferente.

Ou metem 1 sócio 1 voto ou diminuem drasticamente as progressões de voto, no máximo até 10. Isto como está não é nada, temos um sistema totalmente viciado.

A situação atual não faz sentido, não é justo uma discrepância tão grande entre os sócios mais novos e mais velhos.

Ainda assim também não me parece que um voto para cada sócio seja a melhor opção, embora seja preferível em relação ao sistema atual.

Acho que o ideal seria uma solução intermédia, que reduzisse drasticamente a diferença de número de votos, mas que continuasse a premiar os sócios com mais anos.

1 sócio = 1 voto, com direito a voto precisa ter 5 anos interruptos de associado com quotas pagas.

Mas o pessoal só se lembra disto quando acontecem as eleições de 2011 e agora estas, o que significa que desde 2011 não houve interesse nenhum em mudar-se isto.

Quantas propostas apareceram para se realmente mudar isto?

É ridículo um candidato ganhar no voto popular com mais 1000 votantes e perder no n.º de votos por mais de 6%.

Um sócio, um voto.

A antiguidade é somente a antiguidade, mais anos de sócios, mais anos de Sporting e de prazer em acompanhar o clube.

O modelo actual é ridículo, antidemocrático e carente de defesa quando apresentado o principal chavão em sua defesa: evitar uma “tomada de assalto ao clube” (lol, a ironia).

Senão vejamos a logística da coisa:

Há uns tempos tinha ouvido uns paineleiros da TV dizer que “ah e tal percebo o celeuma mas assim evita-se que se arregimentem uns milhares de gajos, fazemos deles sócios e depois entramos em cena na vida do clube com uma força capaz de influenciar decisivamente o processo de tomada de decisão”. Esta linha de argumento é apresentada sobretudo num cenário de adeptos de clubes rivais serem essa entidade a tentar entrar na vida do clube.

Ora, pergunto eu, será assim tão fácil e haveria tanto adepto rival disposto a pagar um ano inteiro de quotas para poder participar num acto eleitoral nosso? Pior, se quisessem de facto exercer a influência conquistada, teriam de se deslocar a actos eleitorais, assembleias e outros fóruns nossos. Vocês imaginam-se a pagar um ano de quotas no carnide e a irem a uma assembleia geral ou a uma eleição daqueles índios? E aos milhares?

Parece-me um medo infundado e cheira-me mais a um “acenar com o bicho papão” para defender um modelo que privilegia os interesses instalados no clube à custa do fácil poder de influência junto de uma franja de sócios que combina um cocktail explosivo e muito apetecível: desinformados, influenciáveis e poder eleitoral inflacionado.

Defendo o sistema 1 sócio, 1 voto. Premiava a antiguidade de outras formas onde não se desvirtuariam princípios democráticos, como por exemplo escalões de descontos progressivos nas gamebox, acesso a eventos e experiências exclusivos (e.g. 1 dia de convívio com o plantel), etc.

A luta por esta causa é das poucas coisas que me faria suspender a decisão de não pagar quotas após o impedimento de Bruno de Carvalho e Carlos Vieira se candidatarem às eleições.

Para mim também era 1 sócio = 1 voto. Acho justo que se arranjasse outra forma de premiar a antiguidade, mas nunca no poder de decisão.

Assim tivemos o 2º classificado das eleições a tomar posse. Menos 1000 votantes que o primeiro, mas com uma diferença de votos absurda. Óbvio que isto será sempre uma fonte de discórdia e de divisionismo dentro do Clube.

Mas não acredito que uma proposta destas, ou mesmo para diminuir significativamente a diferença, passe em AG. Não estou a ver os sócios mais velhos a irem lá votar favoravelmente a perda de poder.

E depois admiram-se que não haja paz.

Também sou da opinião que deve ser mudado. Ou alterar os escalões e baixar a diferença ou 1 sócio=1voto. E premiar a antiguidade no preço das quotas ou assim…

Por exemplo, acabar com escalões A e B e juntar num só. E fazer escalonamento de preços. 12€/ mês nos primeiros anos e depois baixando para os 10€ ao fim de X anos, etc… Quem tivesse mais de 65 anos pagaria 5€/ mes. E os sócios com dificuldades 3€/ mês…
Acabar com a 13º mes que é aberração poderá também ser opção por exemplo. E os votos ser 1 sócio=1 voto.

Mas antes teria de se ver os impactos nas contas do clube…

O problema do 1 sócio, 1 voto, é fazer depois a distinção entre os escalões de voto.

Sou contra o 1 sócio = 1 voto e contra mim falo porque só tenho 1 voto. Acho que é justo premiar a antiguidade mas acho este sistema exagerado.

Há coisas positivas e negativas nos dois modelos.
Concordo com o 1 voto extra por década.

:arrow:

É isto. Subscrevia esta ideia na hora, embora as trocas de A para B, poderia gerar mais confusão nos cálculos de quantos anos esteve e onde. Imagina alguém que muda a categoria de forma quase aleatória, durante 30 ou mais anos.
Nos votos retirava a diferença A/B. Estas diferenças já existem para comprarmos boxes etc.
Tentaria promover melhorias nos descontos para os A, ou algo similar, para compensar um pouco mais a diferença.

O ideal de 1 voto por sócio, é dar um salto enorme e teria demasiados anti-corpos, até porque isto a ser votado, os mesmos que têm muitos não iriam querer, e como faríamos numa AG quando esses mesmos votos não iriam votar contra eles próprios.
Teríamos de ter muita gente com muito votos a querer igualdade.
Eu estou disposto a reduzir os meus votos para metade na boa, para nos aproximarmos de uma democracia.
Duvido que algumas múmias queiram isso. É o único poder que têm no clube.