Lá está. Marcação à zona.
Do outro lado está uma equipa que nos estuda.
Bateu o canto para a zona vulnerável e meteu lá um gajo forte no jogo aéreo.
Lá está. Marcação à zona.
Do outro lado está uma equipa que nos estuda.
Bateu o canto para a zona vulnerável e meteu lá um gajo forte no jogo aéreo.
Simples. A inclusão de um jogador com conta peso e medida tinha sido feita, num jogo como o do Rio Ave, por exemplo, em que a vencer por 3-0 e com a equipa titular em campo, deixa-se um miúdo jogar 10/15 minutos.
O que se escolhe fazer? Colocar em campo com uma equipa animicamente destruída, um treinador a navegar ao sabor do “mandem-me embora”, jogadores vindos de lesão ou completamente rebentados, lança-se em campo, juntamente com um Esgaio, o Nazinho, o Essugo, junta-se o Rochinha, sem PL, num pantanal contra equipa fechada e de bloco baixo.
Deixem-se de romantismos. Isto não é lançar miúdos. Isto é ter uma “desculpa” para o problema que é mais que óbvio que vai acontecer (derrota, descida na tabela, distanciamento para os rivais). O costume. O próprio Sporting a cavar o fosso.
Se alguém voltar com a ideia de fechar o fosso no estádio, lembre-se disto. Deve ser dos exemplos que melhor demonstra a analogia que se pode fazer entre o que é o Sporting e o que o Sporting nasceu para ser.
Tirando a bola parada do golo deles (não se está a treinar o suficiente isto com os miúdos?), fez um belo jogo. Quase disfarçou o facto de jogarmos com 2 médios em que um (Pote) pouco corre, porque preencheu muito bem os espaços, travou bem as transições adversárias e avançou bem com a bola.
Fica a clara sensação que dá mais estabilidade e capacidade defensiva que o Sotiris jogando como primeiro médio. Pena não ter jogado contra o Varzim, por exemplo…
Falhou na bola parada. De resto, se tiver direito a 2 ou 3 jogos seguidos vai mostrar que é opção. Acho que jogou bem e joga como um trinco puro. Gostei. Ainda para mais jogou sozinho no meio campo, o pote andou perdido o jogo todo.
Do que vi até agora dos nossos médios, tanto morita como ugarte e mesmo sotiris, todos parecem ter mais propensão ofensiva.
A época está toda fxxxda, gostava de ver essugo+morita ou essugo + ugarte.
Errado. A época está toda fxxxda, quem a fudeu que dê a cara.
Os miúdos devem jogar quando a equipa está em alta, a vencer, com uma boa base por trás.
Os melhores jogadores que lançamos nos últimos anos, épocas de Hugo Viana, Quaresma, Ronaldo e outras desse tempo, foram enquadrados em equipa com Paulo Bento, Rui Bento, Sá Pinto, Pedro Barbosa, João Pinto, Rui Jorge e outros. Experiência, tarimba, qualidade.
Aí, colocam-se os miúdos. Passo a passo.
Agora? Agora tenho pena de ver os miúdos a sofrer no meio desta desgraça.
O problema é que parece que toda a gente nos estuda. Nós não estudamos ninguém. Marcação à zona sempre no meio. O lado oposto dos livres e cantos sempre em inferioridade numérica. Até o varzim percebeu isso. Depois, e já o ano passado frisei isso, qual a vantagem de trocar sempre os laterais nos cantos e livres?
Não consigo perceber. Não há vantagens nisso. Ficam sempre com o pior pé para aliviar ou sair a jogar. O ano passado com o porro a cometer penalties do lado ESQUERDO da defesa e não aprenderam.
O Amorim ainda não percebeu que não tem os jogadores do city que podem jogar sempre da mesma forma e em 90% dos jogos ganham. Esses não precisam de estudar os adversários. Nós sim!
Essa do falhou na bola parada … Eu percebo mas desde o 1º ano do Amorim que a defender bolas paradas é deixar os mais pequenos ao segundo poste.
Curiosamente e óbvio que somos estudados, todas as equipas metem os mais altos ao 2º.
Não foi de ontem nem apenas desta época. O Essugo até é alto e até salta minimamente bem mas apanhar um DC com mais 10 centrimetros que ele e a vir de trás, não tem hipótese.
Mas como o treinador diz que bolas paradas é para os adjuntos, estamos bem.
Só vejo uma explicação para isso: presunção e falta de humildade
É como digo, dos conhecimentos que tenho, se há espaço onde a marcação zona costuma ser mais fraca é no 2°poste
Normalmente as equipas costumam pôr os seus homens mais fortes do 1°p até ao meio da área
E lá está, pelo tipo de marcação que é, em que jogadores se dispõem normalmente em L, há naturalmente espaço para os atacantes entrarem e disputarem a bola
Eu pessoalmente não gosto deste tipo de marcação, pk baseia-se única e exclusivamente na vantagem numérica gerada entre defesa e ataque
Se eu fosse treinador do Sporting defenderia com 6 à zona + 3-4 jogadores em marcação individual aos melhores cabeceadores
Temos sofrido muitos golos de bola parada
Isso e em transição, ou seja, em fases de jogo em que a desorganização mais se paga caro
Ora. Aí está. Marcação mista. Zona e individual aos 2 ou 3 jogadores mais perigosos de cada equipa. Para mim também é a melhor opção.
Este já sofremos quantos golos de bola parada?
Não sei, mas seguramente bastantes
Normalmente representam 25% dos golos, se no Sporting estiver acima temos a resposta para a nossa baixa eficácia
Nos tempos do Peseiro, o Sporting metia os jogadores mais fortes ao 1º e ao 2º poste. No meio ficavam os mais fracos no jogo aéreo. Funcionava bem…
O Sporting em 2 jogos sofre 2 golos na zona onde estão os centrais. Bastava saltarem e aliviavam a bola. Nenhuma equipa no mundo, com marcação HH, mista ou zonal consegue fazer o que seja se ninguém salta e tenta cabecear. Olha, ao menos saiam dali e o GR sempre se pode adiantar à linha e sair sem medo.
O facto de se escolher ir em zona já diz muito do que o treinador pensa dessa dimensão defensiva da equipa
Eu não acho que defender em zona seja necessariamente mau. A marcação mista também tem falhas, se mal feita. Como venho dizendo, o pior de tudo é ninguém se fazer á bola, está tudo pregado ao chão. Não há nada que funcione assim.
Outra coisa que não percebo é a cena fixa, posicionamentos cerrados, não há alternativa. Nunca se reajustam.
Vai haver sempre espaço, seja qual for o tipo de marcação.
Resta saber qual aquele que poderia ser melhor para os nossos jogadores
No meu ver seria q marcação mista
E defender com todos
Eu defenderia com todos
Há claramente mais a perder do que a ganhar com uma hipotética transição
Tem que ser titular.
Ele mais atrás com o Ugarte á frente.
Eu já pensei assim, o problema é que faltam jogador capazes de marcar eficazmente mais que uma referência adversária. Ou seja, continuarão sem tratar da sua zona e haverá sempre alguém a correr atrás de alguém que ataca melhor do que ele defende.
Pior ainda, não há esperança. Enquanto é o Coates, Matheus Reis ou o Inácio de pés no chão, como de outras vezes, há esperança. Assim não há.
E lá está, temos um único gajo para bolas altas e vai-se a ver está sempre a ver o filme. Em Londres apanhado a olhar para trás, aqui igual. Não era melhor trocá-lo de zona e meter o tipo de frente, em vez das bolas a cair nas costas?
Epa, a expressão do Coates é espetacular.
Grande capitão.
Sempre a querer ver os miúdos de perto
Acaba por ser natural. Se vires o lance corrido, o Essugo salta na vertical, enquanto o central do Arouca vem a ganhar balanço quase desda marca de penalty. Se as referências deles estão fora da zona, então a zona vai estar sempre em desvantagem porque não tem balanço na impulsão.