Conflito israelo-palestiniano

Quando a Russia invadiu a Georgia , onde andava o pessoal que agora se escandaliza com isto parece que os georgianos tambem não são pessoas como os palestinianos , é isto que eu não compreendo nalguma esquerda , faz diferença consoante o povo que está a ser vitima.

Contra a Russia não houve uma manifestação sequer , contra o Irão que perseguia o seu próprio povo depois das eleições , prendendo , torturando , violando e matando muitos , só praticamente os iranianos em Portugal se manifestaram.

Quaze que aposto que desta vez vão haver manifestações.

Quanto a este comportamento israelita , completamente inaceitável , aliás vários comportamentos inaceitáveis que nunca ninguem teve a lata de cometer.

Abordar e atacar barcos de ONGs em águas internacionais e matar os seus ocupantes , é um acto de pirataria e selvajaria e o barco onde foram cometidas as execuções , tinha o pavilhão turco bem visivel.

Seria perfeitamente justificavel e aceitavel que a Turquia resolvesse retaliar , já que foram cidadãos seus que foram mortos , por exemplo fazer o que os norte-coreanos fizeram aos sul-coreanos que afundaram uma corveta deles.

Isto é mais é um acto desesperado de um país cada vez mais desesperado , e de facto é quaze um suicídio alienar o unico aliado na zona , a Turquia , ainda para mais , segundo alguns como o autor deste livro que estou a ler :

Que a Turquia vai ser uma das potências da Eurasia em meados deste século e que vai revivar a sua influência no antigo imperio otomano e eu concordo com isso.

Israel cada vez parece mais e tem um comportamento de “rogue state” , com estes comportamentos , próprios de quem está desesperado , é a própria existência do estado de Israel que está em causa a prazo , faz lembrar o estado cristão que houve na Terra Santa no tempo das cruzadas , que com o tempo acabou por desaparecer.

Eu também não compreendo que pacto a esquerda tem com os palestinianos. Não se importam que estes matem dezenas de israelitas, mas quando são mortos palestinianos já são “massacres” e sabe-se lá mais o quê. Tal como aí em cima referiram ninguém se importou com o georgianos nem quem no Irão era/é contra o regime. E porquê? Simples, porque para a esquerda (e vocês de que esquerda eu estou a falar) tudo o que seja anti-EUA são gajos porreiros, nunca vi ninguém do BE ou da CDU vir criticar o massacre de inocentes na Venezuela que levou a golpes de estado e queda do poder. Porquê? Porque Chavez fala mal dos yankees. E a esquerda alguma vez iria falar mal dos queridos amigos russos? Nunca. Afinal ainda nos vendem que a União Soviética era um sistema igualitário e onde o socialismo funcionou na perfeição. Mas pronto, morreram palestinianos…

Outra questão curiosa é que quando são mortos iraquianos ou afegãos há logo escândalos por todos os lados…quando morrem soldados americanos é “bem feito, porque se foram meter no país dos outros e é uma guerra perdida”. Não são vidas na mesma que se perdem?

Estes israelitas… Não que sejam todos iguais. Mas duvido que haja povo mais perseguido que este… Por algum motivo é!

Já os egípcios não gostavam deles…

Não foram palestinianos que morreram, foram na sua maioria cidadãos turcos…

Engraçado… da mesma forma que ainda não te vi lamentar da morte de inocentes (não eram palestinianos) que transportavam ajuda humanitária! Mas pronto, como o ataque partiu dos coitaditos dos israelitas…

E quanto ao facto de puxares obsessivamente os partidos que referiste, no comments!

E porque é que nunca se fez um comboio humanitário semelhante para levar ajuda para Cuba?

E já agora, alguém se lembra de há uma porrada de anos quando Timor ainda estava ocupada pelos indonésios, ter sido organizada uma acção parecida, onde saiu daqui de Portugal um barco com destino a Timor, mas que foi barrado pela marinha indonésia antes de lá chegar?

Pois, não fomos atacados mas a verdade é que respondemos às ordens da marinha indonésia e voltámos para trás. E mesmo partindo o outro lado do globo a viagem foi programada para chegar lá de dia, e não durante a noite.

Eu condeno as acções violentas, mas aquele comboio humanitário tinha água no bico.

Será que encontraram alguma coisa estranha nos restantes navios?
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/01/mundo,i=195500/ISRAEL+IMPEDIRA+APROXIMACAO+DE+QUALQUER+BARCO+COM+AJUDA+HUMANITARIA+DE+GAZA.shtml

Mas não foram avisados pelo governo israelita que as águas estavam embargadas e que qualquer navio que ousasse entrar nelas seria atacado? Estavam à espera de quê?

Se calhar pensaram que ia ser mais uma quarentena à moda de JFK, que se forçassem conseguiam passar. Israel avisou e cumpriu com a promessa.

Quem anda à chuva molha-se.
Quem te avisa teu amigo é.

A ONG, que não passam de fachadas para o apoio terrorista e afins, quiseram testar a resolução israelita, esquecendo-se que Israel não brinca às guerras e que tudo fará para proteger o seu território, um enclave no mundo muçulmano.

Mas qual terroristas, até um Prémio Nobel da Paz ia num dos barcos.

Há é muito boa gente que se deixa levar pela propaganda que passa na TV.

Comentário: [b]Bibi e Barak fabricam um desastre internacional[/b] 01.06.2010 - 08:50 Por Jorge Almeida Fernandes

Israel teve outrora o prestígio da competência do exército e das agências de informação. Nos últimos anos, sucedem-se os fiascos, o que muitos israelitas vivem como uma “ameaça existencial”. Mas, mais do que militar, o problema é exclusivamente político.

Olhe-se a operação de ontem de madrugada. A flotilha “Palestina Livre” tinha como objectivo público levar ajuda a Gaza. Foi organizada na Turquia por uma associação próxima do Hamas, a IHH, e era uma iniciativa armadilhada. No “plano A”, que teve o beneplácito turco, devia chamar a atenção para os palestinianos de Gaza, uma questão em que Israel já está dramaticamente isolado. No “plano B”, o sonhado pelo Hamas, levaria os israelitas a atacar uma expedição humanitária. E eles assim fizeram, em águas internacionais. O Hamas ganha em toda a linha.

Bradley Burston, analista do diário “Ha"aretz”, escrevia ontem na edição on-line: “Segunda guerra de Gaza: Israel perdeu-a no mar. (…) O cerco [de Gaza] tornou-se no Vietname de Israel.”

Avi Trengo, analista do “Yedioth Ahronoth”, pediu a demissão de Barak: “Israel precisa de um ministro da Defesa que saiba quando deve usar a força e quando a não deve usar.” Na véspera, apelara a que ele pusesse termo à ficção do cerco, que deixasse a flotilha ir para onde quisesse, mas não caísse “na armadilha”. A ordem de abordar a flotilha “sem violência” cria uma “percepção de fraqueza” dos soldados israelitas, que depois se transforma em brutalidade. “A prazo, é a receita para um desastre regional.”

Não se trata só da “guerra das imagens” que Israel insiste em menosprezar, por mais que judeus da Diáspora o avisem. “Pode ser mais perigoso que um fiasco militar”, disse ontem em Jerusalém o francês Bernard-Henry Levy à ministra Limor Livnat. O que está em causa não é Gaza, é subir mais um patamar na deslegitimação de Israel.

O bloqueio de Gaza fracassou. Nem impede a entrada de armamento, nem enfraquece o Hamas. Depende sobretudo de o Egipto fechar a sua fronteira. O Cairo terá agora mais dificuldade em o fazer.

Ontem era manifesta a descoordenação do Governo, com Bibi Netanyahu nos EUA, forçado a cancelar o encontro com Obama, com Barak a justificar o injustificável e Benjamin Ben Eliezer (no Qatar) a reconhecer uma perda de controlo das tropas e a temer a deterioração das relações com a Turquia.

No plano diplomático, sucedem-se os desaires. Os EUA não puderam evitar que na declaração da Conferência do Tratado de Não Proliferação o nome de Israel fosse referido, ao contrário do do Irão. Um mês antes, Bibi cometeu outra proeza. Convidado por Obama a participar na Cimeira de Washington sobre segurança nuclear, que visava isolar o Irão, recusou o convite para não ser confrontado com a sua política de colonização.

A razão deste masoquismo diplomático vai muito para lá de Bibi: se, como dizem os americanos, “toda a política é local”, é preciso manter fora dela os interesses estratégicos. Israel inverteu o princípio: os pequenos compromissos das coligações domésticas sobrepõem-se a todos os outros interesses.

O incidente de ontem tem uma dimensão perigosa. No domingo, o colunista Nahum Barnea, no “Yedioth”, avisou o Governo sobre a flotilha. Era elevadíssimo o risco de choque com a Turquia: “Não são relações públicas, é um problema estratégico.”

As relações entre os dois países estão tensas depois da viagem de Erdogan e Lula a Teerão. Mas a decisão de Barak e Bibi pode ter enterrado a longa “relação especial” de Israel com a Turquia, país que desempenha um papel cada vez mais influente na região e lhe servia de contraponto aos árabes.

Ancara foi conivente no envio da flotilha, calculando que os efeitos não seriam dramáticos. Convinha-lhe forçar a mão a Israel em Gaza. Erdogan subestimou os riscos da operação. Resta-lhe agora a escalada retórica, com o risco de perder o controlo sobre a sua própria “rua”, o que lhe retira liberdade e é perigoso.

Há uma vítima colateral: Obama. Não só recebe mais uma crise nos braços como vê ameaçado o plano de redução de tropas no Iraque, onde precisa que a influência turca preencha o vazio deixado pelos EUA.

Todos perderam, só o Hamas ganhou a aposta.

http://www.publico.pt/Mundo/comentario-bibi-e-barak-fabricam-um-desastre-internacional_1439983

Entrada de ajuda humanitária e de feridos [b]Mubarak ordena a abertura do terminal de Rafah com Gaza[/b] 01.06.2010 - 12:23

O Presidente egípcio ordenou a abertura do terminal de Rafah com a faixa de Gaza, o único ponto de passagem para o território palestiniano não controlado por Israel.

Rafah é a passagem entre Gaza e o Egipto (Reuters)

Hosni Mubarak “deu instruções para abrir o terminal de Rafah e permitir a entrada de ajuda humanitária e médica necessária para a Faixa de Gaza e acolher os casos humanitários, os feridos e os doentes que devem passar pelo Egipto”, cita a agência Mena.

A decisão deverá começar a ser aplicada a partir desta tarde, mas não foi indicado até quando será válida. Habitualmente, as aberturas deste ponto de passagem estão limitadas a alguns dias por mês: o Egipto, que controla o seu lado, costuma mantê-lo encerrado, “tornando-se assim um parceiro do cerco israelita” e do bloqueio económico imposto por Israel a Gaza, escreve a organização israelita B’Tselem no seu site.

A decisão surge na sequência da operação mortífera das forças israelitas em águas internacionais ao largo de Gaza contra uma frota de activistas que pretendiam levar 10 mil toneladas de ajuda até à Faixa.

http://www.publico.pt/Mundo/mubarak-ordena-a-abertura-do-terminal-de-rafah-com-gaza_1440023

Pronto, já podem descarregar no Egipto e transportarem a mercadoria a pé até à Faixa de Gaza.

[b]Vídeo no YouTube mostra alegado "linchamento de soldados israelitas bem orquestrado"[/b] Fonte: YouTube Um vídeo publicado esta tarde no YouTube mostra a entrada de soldados israelitas a bordo da embarcação "Flotilha da Liberdade". Segundo o responsável pela publicação do vídeo, as imagens mostram "um linchamento bem orquestrado" por pessoas que seguiam a bordo. Também hoje, a Defesa israelita divulgou um vídeo com imagens semelhantes, captadas por via aérea.

[youtube=425,350]http://www.youtube.com/watch?v=6B8_2DBuQRg&feature=player_embedded[/youtube]

http://videos.publico.pt/Default.aspx?Id=0da3121d-b4e0-4cb2-adb4-058062d38148

Não percebo qual é o choque. A única coisa que me choca é a falta de cuidado dos israelitas que possivelmente poderiam tê-lo feito de outra forma que situações destas não dão boa imagem do país.

Israel tinha avisado que não permitiria qualquer barco não autorizado a passar, abordaram os navios, segundo a versão israelita os militares foram agredidos (facto que é visível num vídeo, não sei é se antes ou depois de alguém ter morrido mas dá-me a entender que antes) e abateram umas quantas pessoas.

São os custos de uma provocação, de uma invasão de águas israelitas e o exercito de Israel não tem fama de facilitar.

A mim parece-me também que existem países por trás que facilitaram esta acção humanitária/provocação, a diferença é que o governo israelita responde pelas acções do seu exército e ninguém responderá do outro lado. Eu prefiro ficar com a interpretação oficial de um Estado soberano que se viu numa situação complicada e que se vê julgado e condenado por uma situação que não se sabe, ao certo, como aconteceu.

Mais conclusões ficarão para os inquéritos.

EDIT: Já agora não tenho a certeza se as águas eram internacionais ou israelitas, assumo que não fossem internacionais pelo tipo de actuação.

EDIT2: Eram segundo noticiaram águas internacionais e portanto o caso muda de figura. Não haverá razão para a actuação israelita segundo me parece, a não ser que tenham sido atacados antes imagino eu.

Concordo que Israel tenha decidido cumprir a decisão que tomou, só não sei se os métodos terão sido os melhores… à luz dos videos que apareceram já fico com mais dúvidas. ^-^

Agora que ninguém pense que os israelitas são uns desgraçados a viverem rodeados de bombistas suicidas porque isso não é verdade, muito do que se passa hoje em dia naquela zona (e porque não no Mundo, em parte) é da responsabilidade dos israelitas.

Desde que foi criado o estado de Israel que eles estão em guerra. E se os israelitas não são uns desgraçadinhos os palestinianos e outros árabes à volta muito menos.

O Plano de Partição da Palestina - ou, mais exatamente, daquilo que restava da Palestina, pois uma parte já havia sido separada para constituir a Transjordânia, em 1922 - foi aprovado em 29 de Novembro de 1947 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da sua Resolução 181.
Na sessão, presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, 56 dos 57 países membros se encontravam representados: 33 deles votaram favor, 13 votaram contra e 10 se abstiveram. Apenas a Tailândia esteve ausente. Os países da Liga Árabe (Egito, Síria, Líbano e Jordânia) se manifestam abertamente contrários à proposta e não reconhecem o novo Estado de Israel.
Em meio ao conflito já instaurado, é declarada a Independência do Estado de Israel. Os Estados árabes reagem imediatamente e seus exércitos entram na Palestina. Começava a primeira guerra árabe-israelense.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Plano_da_ONU_para_a_parti%C3%A7%C3%A3o_da_Palestina_de_1947

Em 1922, a Liga das Nações concedeu ao Reino Unido um mandato na Palestina em condições semelhantes à Declaração Balfour.[59] A população da área neste momento era predominantemente muçulmana, enquanto na maior área urbana da região, Jerusalém, era maioritariamente judaica.[60] A terceira (1919-1923) e a quarta Aliyah (1924-1929) trouxeram 100 000 judeus para a Palestina.[48] A partir de 1921 os britânicos sujeitaram a imigração judaica a quotas e a maioria do território designado para o estado judaico foi alocado à Transjordânia.[61] A ascensão do nazismo na década de 1930 levou à quinta Aliyah, com um fluxo de 250 mil judeus. Este fluxo provocou a Revolta árabe de 1936-1939, e levou os britânicos a conter a imigração através do Livro Branco de 1939. Com países de todo o mundo recebendo refugiados judeus fugidos do Holocausto, um movimento clandestino conhecido como Aliyah Bet foi organizado para transportar judeus para a Palestina.[48] Pelo final da Segunda Guerra Mundial, os judeus representavam 33% da população da Palestina, quando eram 11% em 1922
Em 14 de maio de 1948, um dia antes do fim do Mandato Britânico, a Agência Judaica proclamou a independência, nomeando o país de Israel. No dia seguinte, cinco países da Liga Árabe, Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque, apoiados pela Arábia Saudita e pelo Iêmen, invadiram[69] o território do antigo Mandato Britânico da Palestina, iniciando a Guerra árabe-israelense de 1948.[70] Marrocos, Sudão, Iêmen e Arábia Saudita também enviaram tropas para ajudar os invasores.
Os territórios anexados da Jordânia tornaram-se conhecidos como Cisjordânia e Jerusalém Oriental, o Egito assumiu o controle da Faixa de Gaza. Israel foi admitido como membro das Nações Unidas em 11 de maio de 1949.[71] Durante o conflito 711 000 árabes, de acordo com estimativas das Nações Unidas, ou cerca de 80% da população árabe anterior, fugiram do país.[72] O destino dos refugiados palestinos de hoje é um grande ponto de discórdia no conflito israelo-palestino.
Em 1956, Israel criou uma aliança secreta com o Reino Unido e a França destinada a recapturar o canal do Suez, que os egípcios tinham nacionalizado (ver Guerra do Suez). Apesar da captura da Península do Sinai, Israel foi forçado a recuar devido à pressão dos Estados Unidos e da União Soviética, em troca de garantias de direitos marítimos de Israel no Mar Vermelho e no Canal.
Em 1967, o Egito, a Síria e a Jordânia mandaram suas tropas até as fronteiras israelenses, expulsando as forças de paz da ONU e bloqueando o acesso de Israel ao Mar Vermelho. Israel viu essas ações como um casus belli para um conflito, iniciando a Guerra dos Seis Dias. Israel conseguiu uma vitória decisiva nesta guerra e capturou os territórios árabes da Cisjordânia, Faixa de Gaza, Península do Sinai e as Colinas de Golã.
No final da década de 1960 e início da década de 1970, grupos palestinos[90][91] lançaram uma onda de ataques contra alvos israelenses ao redor do mundo,[92] incluindo um massacre de atletas israelitas nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, em Munique na Alemanha. Israel reagiu com a Operação Cólera de Deus, no decurso da qual os responsáveis pelo massacre de Munique foram encontrados e executados.[93] Em 6 de outubro de 1973, no Yom Kippur, dia mais santo do calendário judaico, os exércitos do Egito e da Síria lançaram um ataque surpresa contra Israel. A guerra terminou em 26 de outubro com o êxito israelense, que conseguiu repelir as forças egípcias e sírias, porém sofrendo grandes perdas.
Mais tarde, no mesmo ano, o então Presidente Egípcio Anwar El Sadat fez uma visita a Israel e falou perante o Knesset, esta foi a primeira vez que um chefe de Estado árabe reconheceu o Estado de Israel.
Em 1982, Israel interveio na Guerra Civil Libanesa, destruindo as bases da Organização de Libertação da Palestina, que, em resposta, lançou ataques e mísseis ao norte de Israel. Esse movimento se desenvolveu para a Guerra do Líbano de 1982.[100] Israel retirou a maior parte se suas tropas do Líbano, em 1986, mas manteve uma "zona de segurança" até 2000.
A Primeira Intifada, um levante palestino contra Israel, eclodiu em 1987,[101] com ondas de violência nos territórios ocupados. Ao longo dos seis anos seguintes, mais de mil pessoas foram mortas, muitas das quais por atos internos de violência dos palestinos.[102] Durante a Guerra do Golfo em 1991, a OLP e os palestinos apoiaram os ataques de mísseis lançados contra Israel pelo líder iraquiano Saddam Hussein, na tentativa de provocar a entrada de Israel para a guerra.
Em 26 de outubro de 1994 foi assinado o Tratado de paz Israel-Jordânia, sendo a Jordânia o segundo país árabe que normalizou suas relações com Israel.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Israel

Apenas citei algumas partes que achei interessantes, mas aconselho a visita à Wikipedia e a leitura de outros artigos disponíveis na internet.

E com uma historia como esta, não consigo condenar os israelitas. :hand:

Armas por favor, vai pesquisar como surgiu efectivamente o estado de Israel!

Mas alguém acha isso? A opinião geral é que os israelitas ocuparam a terra dos coitadinhos dos palestinianos que fazem o que podem para manter a sua terra. Ah e já agora que os judeus são porcos, pouco fiáveis e burlões.

http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&source=hp&q=como+surgiu+efectivamente+o+estado+de+Israel&btnG=Pesquisa+do+Google&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=

A história de Israel inicia-se com sua proclamación da independência em 1948. Esta meta histórica conseguiu-se após mais de sessenta anos de esforços políticos e diplomatas por parte do movimento sionista para estabelecer uma nação soberana na que consideravam que era sua pátria, a antiga Terra de Israel, também conhecida como Palestiniana desde os tempos romanos.
[url]http://pt.wikilingue.com/es/Hist%C3%B3ria_do_Estado_de_Israel[/url]
Em 1946 comecaram a despejar-se judeus vindos da Alemanha e a conceder-lhe terras que lhes pertenciam antes, há 2000 mil anos. O que se passa é que o Rei David unificou uma série povos ao redor da Judeia. Os palestinianos sempre existiram lá também. O que aconteceu foi que com o passar da história esse tal aumento da Judeia passou ela mesma “à história”. Esta terra foi e é históricamente tanto dos judeus, de cristãos e de muçulmanos.
[url]http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/03/16/o-porque-da-confusao-entre-palestina-e-israel-mapa-da-palestina-e-israel/[/url]
O Hezbollah é uma organização islâmica extremista libanesa e um partido político, que conta com um braço civil e um braço armado independente. Essa solução foi elaborada em 1982 e tem como alvo atender vários objetivos libaneses entre eles o principal é combater a ocupação israelense no sul do Líbano que após a retirada das tropas israelenses da região que só fez deixando minada uma larga faixa ao sul do Líbano, atualmente com a retirada da Síria, a milícia ampliou suas reivindicações sobre os direitos do Líbano.
[url]http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060808144938AA29MA8[/url]

Talvez o segundo link te interesse mais. Ainda não tive disponibilidade para o ler e ver os vídeos, mas assim que puder faço-o e depois acrescento mais algum comentário.

Não costumo concordar contigo mas aqui acho que tens toda a razão.

O Estado de Israel é uma imposição aos Palestinianos (e indirectamente aos estados árabes) que por não serem potencia de relevância nada (ou pouco) puderam fazer.

A criação parte da vontade dos Americanos e foram sempre eles que mantiveram aquele estado artificial. Pode-se perguntar porque não pegaram num Estado e o deram aos judeus… claro que é mais fácil dar a terra de outros principalmente quando são fraquinhos e temos uma desculpa histórica para suportar a escolha. E sim é desculpa porque não vejo ninguém a apoiar criar um estado para os índios americanos ou que a Califórnia devia ser devolvida aos Mexicanos…

ainda não tinha visto este vídeo… mas a violência com que foram recebidos no barco indicia que a resposta não poderia ter sido meiga. :inde: