Nisto vou novamente ao quarto…Roubo os lençóis da cama do Moura…Levo-os para a pocilga e faço uma caminha para os porquinhos…Pego no pijama do Moura e visto-o ao pinto da costa.
Meu, mas tu não passas de um monte de trampa. Foste capaz de matar o pobre do porco indefeso. Que raio de homem és tu? Que vira a sua frustração para os animais?
Eu estou aqui para vencer, até ao fim. Sou bem sucedido na vida. Tu não passas de um reles artista que ainda nem há muito tempo era visto no Parque Eduardo VII a entrar em carros de altas patentes do governo…do Sexo Masculino…