no basket portugues o que faz e fará sempre a diferença sao os NFL. pode dar pra ganhar a todas as equipas da liga, mas é curto para Benfica e Porto
A questão é que em Portugal o melhor lote de FL dificilmente ganha ao melhor lote de NFL …
Não quer dizer que num bom dia, não ganhe um jogo isolado… Agora numa eliminatória á melhor de 5 é quase impossível
Também considero isso mas como só podes jogar com 6 NFL a qualquer momento de um jogo os FL têm de ir a jogo… portante a base FL nunca pode swr descuidada.
Nos 2 primeiros titulos do Norberto no benfica, foi no competo geral, o Ivan almeida o melhor jogador ele era FL…
Dá para ganhar sim temos é de ter é treinador para isso.
Guga, Ventura, Amarante, Cruz, Fernandes, Palhares Embaló é um lote superior a Gameiro, Andrade, Silva, Filipe, Francisco e Relvão.
Tens de ler melhor o que escrevi
É claro que o leque de NFL’s é mais decisivo, mas aí a “oferta” é maior. Com alguma visão e investimento, acerta-se.
Já o leque de FL, ou acertas ou eles fogem para os rivais e ficas sem opções. Portanto, a base que é mais difícil trocar está cá - agora é afinar a escolha de estrangeiros.
Mais uma derrota
A única vitória esta época foi contra o Braga no prolongamento
Ter na rotação putos é isto
Não se reforcem não e vão ver a surpresa, principalmente sem o sexto NFL
Não são esses que fazem a diferença
Arranque na Liga com desaire na Luz
Por Sporting CP
03 Out, 2026
Quarto período penalizou Leões (84-71)
Na primeira jornada da Liga, a equipa masculina de basquetebol do Sporting CP perdeu com o SL Benfica por 84-71, este sábado, na Luz.
Foi um dérbi de finas margens constantes, mas acabou por precipitar-se para o lado encarnado na entrada do último período, quando as águias conseguiram o primeiro – e decisivo - distanciamento no marcador.
Ainda sem Gustavo Teixeira e Rui Palhares, mas já com Liam O’Reilly de volta às opções e directamente para o ‘cinco’ inicial, junto a Francisco Amarante, Gabriel Kalscheur, João Fernandes e João Embaló, a equipa verde e branca até entrou mais certeira (2-5 e 4-8). Quando essa eficácia caiu, especialmente desde a linha de três pontos, o SL Benfica aproveitou e distanciou-se pela primeira vez (14-10), uma diferença que também não durou muito, graças a um triplo do capitão Diogo Ventura e lances livres de Javian Davis (14-16).

E foi entre margens mínimas e empates sucessivos que o dérbi se movimentou nos primeiros dez minutos, terminados precisamente com o marcador em 19-19 e tudo ainda muito morno. Já o segundo período arrancou logo com outro ritmo, mas o mesmo equilíbrio sem dominador claro.
Ao acerto de Liam O’Reilly (21-24), autor de um triplo longínquo a abrir e dez pontos em toda a primeira parte, as águias de Ainars Bagatskis reagiram com muita correria, enquanto a maior paciência verde e branca deu frutos quando encontrou Javian Davis por dentro. Pouco depois, nem os afundanços explosivos de Trevor Baskin e Brayden Carter serviram para desequilibrar de vez a partida, porque um triplo de Luke Barrett devolveu a igualdade - a 36 - ao resultado a dois minutos do intervalo.
Até lá, contudo, voltou a impor-se o Sporting CP com um cesto de O’Reilly, na conclusão de mais uma boa jogada colectiva, e dois lances livres convertidos por Carter para fixar a vantagem em 38-41.


E os Leões de Bernardo Pires não perderam esse ímpeto durante o intervalo, reentrando com Gabe Kalscheur a afinar a sua meia-distância e, ainda, uma sequência de posses de bola de qualidade bem concluídas por Baskin e Davis (40-46). Liam O’Reilly, desta vez nas imediações de ambos os cestos, continuou a assumir protagonismo – acabaria com 26 pontos.
Ainda assim, a equipa encarnada voltou a encontrar uma saída e após várias penetrações e lances livres não só chegou ao empate como ainda saltou para a frente do resultado, graças a mais um triplo de Luke Barrett (55-52). Por momentos, o dérbi jogou-se uma velocidade acima, porém alguma precipitação e falta de eficácia de parte a parte mantiveram as contas do jogo apertadas, desta vez com as águias em vantagem (57-54) – marcou Eugene Crandall já em cima da buzina.
Tudo acabou por resolver-se no último quarto e foi aqui, logo no início, que o SL Benfica conseguiu o primeiro ‘esticão’ mais significativo na partida: depois de um triplo de Aaron Broussard, uma ‘achega’ de Daniel Relvão junto ao cesto aumentou a margem para 62-54.

Para os Leões, emergiu novamente O’Reilly - uma constante - com mais um fantástico lançamento de três pontos, mas acabou por não surtir efeito imediato, porque o SL Benfica beneficiou de uma série de lances livres – com faltas técnicas à mistura – e ‘cavou’ rapidamente uma diferença determinante de 12 pontos (69-57), posteriormente aumentada para 76-62.
Mesmo em contra-relógio e com mais dificuldades colectivas para reentrar na partida, o Sporting CP ainda voltou a contar com um abnegado Liam O’Reilly para encurtar a desvantagem (76-68), mas já não daria para mais e o dérbi na Luz - entre picardias crescentes - fugiu de vez, ficando fechado em 84-71.
Na próxima jornada, a primeira no Pavilhão João Rocha, o Sporting CP vai enfrentar o CP Esgueira, mas antes disso entra em cena no grupo C da FIBA Europe Cup. O adversário será o BC Rilski Sportist (Bulgária), num encontro marcado para quarta-feira (19h30), na casa das modalidades Leoninas.
Sporting CP: Liam O’Reilly (26), Javian Davis (11), Francisco Amarante (9), Brayden Carter (3), Diogo Ventura [C] (6), Gabriel Kalscheur (5), André Cruz (2), João Fernandes (4), Jayden Gomes, Trevor Baskin (5), João Conceição, João Embaló
Bernardo Pires: “Jogo estava a ser disputado posse de bola a posse de bola”
Por Sporting CP
03 Out, 2026
Técnico reagiu ao dérbi em conferência de imprensa
No final do dérbi de basquetebol, vencido pelo SL Benfica por 84-71, Bernardo Pires, treinador dos Leões, analisou o jogo em conferência de imprensa.
Impacto penalizador da entrada no último quarto
“Inevitavelmente. Quando a vantagem passa de três ou quatro pontos para dez, num jogo a este nível e que estava a ser disputado posse de bola a posse de bola, criar essa ‘almofada’ no início do último quarto pode fazer a diferença. Hoje fez a diferença para o SL Benfica, mas se nós tivéssemos tido a mesma ‘almofada’ emocional poderia ter gerado o mesmo para a nossa equipa.”
Pormenores decisivos no desfecho
“Há dois pontos a ter em consideração. O primeiro, inevitavelmente, é o distanciamento [conseguido pelo SL Benfica] e a gestão emocional a seguir a esse momento, porque somos pessoas e perante a adversidade e a frustração precisámos de alguns momentos para nos recompor. A seguir, em termos mais tácticos e estratégicos, a questão das faltas e o atingir do bónus rapidamente faz com que a nossa defesa fique mais permeável. Acaba por ser uma dupla-penalização: ficar emocionalmente feridos num jogo que estava a ser disputado posse de bola a posse de bola e, depois, alguma impotência visto que não podíamos subir de forma tão agressiva a defesa.”
Margem de evolução desta equipa muito renovada
“Acredito que sim, porque o grupo é novo e nós [equipa técnica] somos também novos na estrutura. Uma entrada num clube desta dimensão requer muito mais do que treinar a equipa durante a semana e representá-lo ao fim-de-semana. Requer aprendizagem de processos, de estrutura e neste momento toda a secção está em reconstrução, o que vai levar o seu tempo. Foram dois fins-de-semana em que demonstrámos quão preparados estamos, que estamos quase lá e, depois, fruto da fadiga e da gestão das emoções acabámos por prevaricar nos momentos finais. Com o tempo, isso poderá ser diluído e o grupo terá condições para fechar o jogo de forma mais adulta e capaz.”
A transmissão foi tão boa que desisti de ver no 3.º quarto.
Como jogou o Liam OReilly? Não tive oportunidade de ver o jogo
Foi o nosso melhor jogador
71 pontos traduz bem os padeiros que temos a atirar ao cesto.
Muito fraco.
Trabalho e mais trabalho, equipa nova.
Vamos Leões!!!
L SL
Que putos é que estão na rotação?
Conclusão que tiro após este jogo (que não vi…), com o Liam, tal como fiquei a achar logo no dia, a Supertaça era nossa…
Em teoria teriamos marcado mais pontos e como o jogo foi renhido…mas acima de tudo teríamos maior rotação e isso é importante ainda para mais num jogo disputadoaté ao fim.
Posto isto acredito que se o Liam tivesse jogado teríamos vencido a supertaça.
Derrotas normais, atendendo que falta qualidade nos jogadores estrangeiros.
Falta de ambição nesta secção e não venham com limitações orçamentais quando se paga milhares ao Vanalgas e seus muchachos.
Centenas de milhares