Um velho mafioso está no leito da morte e chama o seu neto, para lhe dizer as últimas palavras.
O neto é trazido à sua presença e o velhote diz-lhe, com voz rouca:
Bambino… Quero que fiques com a minha pistola, para sempre te recordares de mim…
Não, avô… Eu não gosto de armas… Dá-me antes o teu relógio suíço…
O avô diz-lhe, em voz rouca típica do padrinho de um filme sobre a Máfia italiana:
Ouve, rapaz… Um dia… Ainda vais ser alguém importante… Vais ter a própria família, da qual serás tu o padrinho… Terás uma bela mulher, dois ou três filhos amorosos e uma amante fogosa… Toda a gente te respeitará e te procurará para que os ajudes… Mas um dia… Um dia vais chegar a casa mais cedo e vais encontrar a tua mulher na cama com outro… E nessa altura… Vais fazer o quê? Vais apontar para o relógio e dizer “Olha, o tempo acabou”?
Um sujeito começa a notar que um dos seus testículos está a ficar roxo.
Acaba por ir ao médico que lhe diz que o mesmo terá que ser amputado.
Depois da amputação e da recuperação, umas semanas depois, o homem começa a notar que o outro testículo também está a ficar roxo.
Novamente, o médico diz-lhe que terá que ser amputado.
O homem fica triste, pois não mais poderá ter filhos, mas compreende e aceita.
Depois da recuperação da nova operação, umas semanas depois, o homem começa a notar que o pénis também está a ficar roxo.
Vai novamente ao médico, que lhe diz que terá que amputar o instrumento.
Mas, doutor… Amputar o pénis? Mas isso é terrível! Os testículos ainda vá que não vá, mas o pénis?
Pois, tem que ser. Não há outra solução. Mas não se preocupe que lhe colocamos um tubinho, e depois você passa a urinar pelo tubo.
O homem lá se resigna e avança com a operação.
Umas semanas depois de ter o tubo, o homem começa a notar que o tubo também está a ficar roxo.
Vai novamente ao médico e este, depois de o examinar, diz-lhe:
Sabe… Eu começo a desconfiar que as suas calças de ganga desbotam…
Os insectos marcam um jogo de futebol: insectos com asas contra insectos sem asas.
O jogo começa!
Passado pouco tempo o escaravelho marca um golo.
Dali a pouco a aranha faz algumas fintas e aproxima-se da baliza da equipa com asas, mas a mosca rouba-lhe a bola e passa à libélula, que marca rapidamente um golo.
Mais um pouco e até a joaninha marca um golo.
Faz-se o intervalo e a formiga diz aos companheiros:
Assim não pode ser! Já sofremos três golos! Temos que nos empenhar! Vá, espírito de equipa!
O jogo recomeça!
A abelha passa à borboleta, que finta a minhoca, e de repente a centopeia rouba-lhe a bola!
A centopeia corre para a baliza adversária e marca rapidamente um golo.
Bola ao centro, a vespa começa a andar com a bola, vem novamente a centopeia e marca outro golo.
O jogo continua e a centopeia continua a marcar golos atrás de golos.
O partida termina com os insectos sem asas a vencer por 9-3.
A equipa reúne-se e todos dão os parabéns à centopeia.
Diz-lhe a formiga:
Mas tu és fantástica! Onde é que estavas na primeira parte?
Três irmãos pouco inteligentes recebem a nota do primeiro teste do período.
Um tirou satisfaz, outro tirou satisfaz pouco e o outro tirou não satisfaz.
Diz o que tirou satisfaz:
Aquela professora ainda vai pagar por isto…
Diz o que tirou satisfaz pouco:
Nós devíamos era fazer-lhe uma espera e agarrá-la quando ela fosse a sair da escola…
E diz o que tirou não satisfaz:
Contam, que certa vez ao chegar a casa, o Dr. Francisco Louçã ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, gritou-lhe assim:
Oh, bucéfalo anácroto! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência do que o vulgo denomina por nada.
Um Português abre uma filial de sua loja de pregos em Roma.
Como a propaganda é a alma do negócio, fez um outdoor com a figura de Cristo pregado à cruz e em baixo estava escrito:
'Pregos Garcia 2000 anos de Garantia'.
Foi aquele rebuliço..
O Bispo de Roma foi pessoalmente conversar com o português e explicar que não podia fazer aquilo, que era pecado mortal...
Então o luso resolveu fazer um novo outdoor.
Colocou Cristo com uma das mãos pregadas na cruz e a outra solta, dizendo adeus.
Por baixo estava escrito:
'Adivinhe em que mão foi usado o Prego Garcia??? '
Meu Deus do Céu !!!
Até o Santo Papa saiu do Vaticano e foi conversar com o português:
"Que heresia meu filho!
Não se pode usar Jesus Cristo como propaganda...
Invente outra coisa e retire isto já !!!"
Então vou fazer um novo outdoor, sem o Cristo ! pensou o português.
Colocou a foto da cruz vazia e por baixo escreveu:
'Se o Prego fosse Garcia, o tipo não fugia...'