Estamos bem, estamos em crescendo. Mérito de Paulo Faria sobretudo, acredito que tenha trazido uma maior atitude competitiva à equipa, aquela que parecia ser a maior pecha.
Esperemos que se continuem a somar bons resultados.
Que saudades de uma equipa forte e competitiva do andebol do sporting.
Acho que ainda somos a equipa com mais titulos, mesmo tendo tido uns ultimos anos desastrosos. Não acompanho muito a prestação da equipa, mas tendo em conta o sofrível nivel do andebol portugues acho quie, no meio da mediocridade, há condições de conseguirmos algum destaque. Existisse ao menos um pavilhão para os jogadores treinarem…
Tu não acompanhas a prestação da equipas, mas também acho que não acompanhas o clube…
É que pavilhão para treinar, há! E para treinar tem excelentes condições. O que não há é pavilhão próprio para se jogar, isso é que falta…
Tanta ânsia de dizer mal às vezes dá nisto… Tens visto os jogadores a treinar nos passeios e nas estradas, é? Algum dia visitaste o complexo desportivo do qual o nosso estádio faz parte?
Mas isso é num piso (acho eu) desse pavilhão. E as bancadas? Não é a mesma coisa. Não tenho bem a certeza mas esse piso é quase o mesmo que treinar num ginásio.
Para treinar, o que interessam as bancadas? Quem quiser assistir, tem a varanda para ver, mas como nunca vai ninguém ver os treinos, não é preciso bancada. Esse piso tipo ‘‘ginásio’’ para treinar tem o essencial, campo de andebol/futsal com piso do melhor, grande, e tem balneários excelentes. O que é que é preciso mais para treinar?
O que falta mesmo é o pavilhão com bancadas para receber jogos oficiais,alias em várias entrevistas vários jogadores nossos referem as excelentes condições de treino.
Por falar neste tema nao sei se vou dizer alguma barbaridade se for esse o caso,é mesmo pq gostava de ver um solução rápida para esta situação:
Nao será possivel a partir deste pavilhao de treinos, arrancar para uma solução que contemple as bancadas?Isto é acrescentar bancadas a este pavilhão?
Acho que não, não estou a ver espaço à volta do Multidesportivo para o transformar em pavilhão para jogos… Para não falar que isso iria mexer e prejudicar as restantes modalidades que lá se praticam. Essa solução não me parece viável.
Não dá para meter bancadas, de maneira nenhuma! Simplesmente não tem espaço… Tem o campo e depois tem de lado os balneários e, entrando por outro caminho, é que se vai ter à varanda lá em cima. E por trás de uma baliza tem os gabinetes construídos numa espécie de contraplacado. Resumindo, não há mesmo espaço para bancadas, nem amovíveis. ???
Esta minha pergunta tb teve a ver como o facto de nunca ter visitado o espaço,enfim menos uma hipotese para o tao desejado pavilhao…tive eu a pensar nisto a noite toda :whistle:
Hipótese para o pavilhão: aparecer alguém que honre a história centenária e a matriz eclética deste grande clube e renegoceie os terrenos junto ao estádio, salvaguardando uma área para a construção de um pavilhão condigno com a grandeza do Clube (lotação mínima de 5.000 lugares), eventualmente adaptável a eventos culturais ou sociais (concertos, congressos, exposições…).
A CML, entidade que lesou o Sporting em milhões de euros pelo atraso na aprovação de projectos, teria aqui uma boa oportunidade de se redimir cedendo terrenos para uma eventual permuta.
Mas era preciso, repito, que houvesse um Sportinguista disposto a honrar a nossa história e palmarés.
Como já defendi e referi anteriormente, tenho fé que no Congresso se levantem vozes a apoiar o projecto para o pavilhão. Infelizmente, vejo com muita dificuldade o negociamento dos terrenos adjacentes ao estádio para esse efeito até porque desde o início deste projecto (Alvalade XXI) que se fala daqueles terrenos para espaços verdes. Era bom, claro, mas duvido que aconteca. Tanto edíficio à volta do estádio e nenhum é um pavilhão, isto sim, entristece-me!
Mas digo-vos o seguinte: se no Congresso não houverem vozes de desacordo profundo acerca do futuro das modalidades e de um pavilhão, estas, simplesmente, foram-se… para sempre!
Podem vir as vozes todas no Congresso a apoiar o projecto para o pavilhão que não é por isso que ele irá aparecer. O Congresso, tal como está concebido, é uma manobra pré-eleitoral para dar ‘tempo de antena’ à candidatura do poder vigente para que ganhe assim uns valentes pontos de avanco sobre uma outra qualquer que queira ombrear com ela. No fundo, um procedimento publicitário para perpetuar o poder, nada mais.
A Assembleia Geral continua a ser o orgão soberano do Clube. O Congresso deveria ser um evento para se escutar as várias sensibilidades dentro do Clube, para se saber o que os Sportinguistas pensam do presente e do futuro do Clube. Não decide a extinção de nada.
O problema é que eu acho que vai ser apenas uma manobra propagandística destes senhores tendo em vista as eleições, em que muito provavelmente só passarão as “moções” deles, já que o Congresso estará minado por uma miríade de delegados por inerência, já com a lição bem estudada.
Mesmo que, por mera hipótese, seja aprovada uma moção a favor do ecletismo e da construção de um pavilhão, isso em nada obriga o CD a seguir essa orientação, pois só as deliberações da AG têm poder vinculativo.
A propósito das modalidades, “tropecei” sem querer neste post, onde se fala de andebol e do ecletismo em geral. Subscrevo na íntegra!
Concordo inteiramente com o Celsus,mas tb penso o seguinte:
Temos de mostrar no Congresso que futuro queremos para o clube,duvido que se a onde a favor das modalidades e do pavilhao for muito grande,que estes artistas tenham a coragem de fazer algo contra. Bem sei a hitória das inerencias etc,mas mesmo assim tenho a sensação que muitos inerentes sao a favor do ecletismo.
Enfim no Congresso é fundamental vincar uma atitude ,claramente pró modalidades e pavilhão.
Aplaudo a tua intencão, mas estou convencido que a ‘onda’, a existir, vai ter um adversário de peso ainda maior do outro lado: a ‘inércia’. A inércia é o maior inimigo do Sporting e, no entanto, o clube respira e transpira inércia por todo o lado.
Por outras palavras, basta aos dirigentes nada fazerem e deixarem andar (um bocado como até aqui), por muito avassaladora que seja a onda. Os pavilhões fazem-se com actos, não com palavras (essas leva-as o vento).