Andebol - Época 2019/2020

Plenamente de acordo contigo! E o Belenenses será campeão nacional antes dos rabolhos, em andebol, é claro.

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Eu neste momento sou sincero.
Não consigo fazer reais diagnósticos. Já tive alguma proximidade com a secção, tive até a honra (para mim foi uma honra ajudar o meu clube) de ajudar a contratar um jogador, numa reunião tida no Porto com o Prof. Tomaz e o Hugo Canela, que ajudou na conquista de um título de juniores no ano seguinte, mas neste momento, não tenho propriamente conhecimentos.
A secção mudou praticamente toda a sua estrutura no ano passado, creio que ninguém sabe muito bem como é que a época foi planeada (porque houve parte de Galambas, a quem eu não reconhecia qualidade e parte do novo staff).
É conhecido que um lateral direito com qualidade (embora não de topo) estava 99,99% garantido e, à última, chumba nos testes médicos e acaba, curiosamente, a jogar a época noutro clube, embora pense que não fez uma quantidade significativa de jogos.
Vujin…eh pá…tinha convites de clubes da Bundesliga…quem não o contrataria?
Acho que era daquelas oportunidades/flops que qualquer clube aproveitaria…
Calhou-nos infelizmente a nós.
Mas isto tudo para dizer que, sendo honesto, não faço ideia de qual é o plano que está a ser traçado para a modalidade.
Como se vê aqui no Norte, não é preciso pagar balúrdios para se construir uma equipa de todo…basta saber contratar a tempo e horas!
O Porto fez e está a fazer um trabalho brilhante e poucas são as promessas nacionais e que são e serão o futuro do andebol português (com baixo custo) que não estão agarrados aos gajos.
Quando a era André Gomes, Rui Silva e MBengué desaparecer…aparece a era Martim Costa, André Sousa e Diogo Silva… apontem estes nomes.
Quando desaparecer Branquinho…vão ter o Diogo Ferreira (está no Gaia, é um ponta com um potencial fabuloso e não conheço que exista ligação ao Porto, como é sabido de outros atletas, mas não me espantaria).
Quando sair o Quintana, vai entrar o Diogo Rema (outro miúdo do Gaia…este é mesmo do Gaia e devia ser JÁ contratado pelo Sporting, nem que fosse para o deixar no Gaia durante 5 anos). É juvenil…mede 1,90 com 16 anos e teve uma taxa de quase 40% contra os tripeiros quando entrou. Vai ser o dono da baliza da selecção em breve.
Falta-lhes substitutos à altura do Areia porque o Tito é jeitoso mas é como o Leonel…são porreiros e falta-lhes um pivot.
Defensivamente, e como já aqui disse, eu colocaria a equipa do porto no TOP3 mundial neste momento. São intratáveis…e curiosamente, já não têm aquela agressividade que roçava a violência, porque provavelmente conseguiram juntar vários bons defensores que permitiram colmatar o que faltava e criar uma muralha quase instransponível.
Mas basta de falar dos outros.

Espero é que sirva de exemplo para se colocar em marcha um plano que pare o que parece inevitável…que é uma nova hegemonia do Porto no andebol.

PS: se alguém quiser contratar o Diogo Rema e seja da secção…estou cá para ajudar novamente. Como treinador no Gaia…e sendo o vice-presidente para o andebol o pai do miúdo…não é difícil promover contactos.

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Não são raras as vezes que o Fórum fica em êxtase com um reforço e depois não corre lá muito bem. Isso de ir para o rival e começar a aparecer malta em desespero é comum, normalmente esse jogador depois nem dá em nada.

Não quer isto dizer que está tudo bem por cá, mas é preciso mais ponderação.

Ao ritmo que esta secção está a seguir desde que saiu o BdC, em pouco tempo voltaremos a ser terceiros a nível nacional. E desta vez não será com o Abc pelo meio.

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Como é que explicas que a nossa hegemonia tenha sido tão breve?
Bicampeões nacionais, no ano passado ganhámos de forma relativamente confortável no dragão na 1ª volta…
Se calhar o FCP é que subiu muito. Ou se calhar já estava à espreita, adormecido.
E Alcochete e a destituição, acabaram por causar um impacto que é subestimado nas modalidades em geral, em várias dimensões.

Já sei quem é o miúdo, destacaram-no numa transmissão do Porto Canal e nunca mais me esqueci, pela precocidade e estampa física e por ser filho de 1 dirigente.
Este ano, também fixei uma exibição de um GR do Setúbal que engatou contra o FCP mas depois não vi mais nenhum jogo dele.

A nossa curta hegemonia deveu-se a dois factores:

  • remodelação do plantel/projecto dos fruteiros
  • plantel leonino baseado em jogadores de créditos firmados mas em fase final de carreira e propensos a lesões.
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Excelente prospecção que tens para o mercado nacional… Burro será o Sporting se não te aproveitar :wink:

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Só Portugal e Espanha ainda não têm campeões no andebol

EHF espera resolver as competições europeias desta época só em dezembro, mas as federações vão fechando os grandes campeonatos.

Tal como todas as restantes modalidades - e muitos setores da sociedade - a covid-19 parou o andebol na Europa, mas há decisões a necessitarem de ser tomadas.

Há federações com mais pressa, ou mais certezas, do que outras. Para já, Portugal e Espanha, mesmo trabalhando no sentido de darem solução aos campeonatos, continuam sem tomar decisões.

No tocante a seleções, a paragem obrigou a adiar os encontros de apuramento para os Jogos Olímpicos, que Portugal deveria ter jogado entre 17 e 19 deste mês, em Paris, com França, Croácia e Tunísia. O próprio adiamento dos Jogos por um ano também retirou o caráter de urgência a essas partidas.

Entre clubes, a Liga dos Campeões e a Taça EHF, onde estão, respetivamente, FC Porto (oitavos de final) e Benfica (quatro vitórias em quatro jornadas da fase de grupos), também pararam e a EHF (Federação Europeia de Andebol) pretende que as finais a quatro se disputem… em dezembro.

Alemanha: campeão por média de pontos

A nível interno, cada país tem tomado as suas decisões, tendo sido ontem a vez da Bundesliga anunciar o fim da prova, a seis jornadas do fim, e declarar campeão o Kiel, que se encontrava empatado em pontos com o Flensburgo (bicampeão). A decisão acabou por não ser tão complicada quanto parecia, porque nem todos os clubes tinham o mesmo número de jogo: uns 26, outros 27. Assim, foi achada a média de pontos por jogo e o Kiel ficou à frente. “A nós também nos custa tomar esta decisão. Desportivamente seria mais justo prosseguir a época até ao fim, mas já não havia condições tanto de saúde pública, como organizacionais e económicas para prosseguir”, disse, Frank Bohmann, diretor desportivo da Liga Alemã de Andebol.

Reunidas as 36 equipas, das duas principais divisões, na Alemanha decidiram também que, a nove rondas do fim, o Coburg é campeão da Bundesliga II e, juntamente com o Tussen Essen, segundo classificado, sobem ao escalão principal. Também ficou alinhavado que não haverá descidas e a Bundesliga em 2020/21 será jogada por 20 formações.

Suécia é especial

Antes da Alemanha, já a França havia feito o mesmo, com o PSG a receber o título - Hugo Lima, no Cesson, foi campeão da II divisão gaulesa - ; a Polónia também, sendo o troféu entregue ao Kielce; na Dinamarca, o Aalborg fez a festa por ter ganho a fase regular, porque o o play-off foi anulado; a Eslovénia seguiu o mesmo caminho, entregando as faixas ao Celje Pivovarna Lasko, do lateral-direito Diogo Silva, atleta emprestado pelo FC Porto. “Não era assim que esperava ser campeão pela primeira vez, mas também fomos a equipa mais regular e este título é justo”, disse, na altura, o meia-distância a O JOGO.

Na BENE-League, prova que junta as equipas da Bélgica e da Holanda, a fase final foi anulada e o título entregue ao vencedor da fase regular, o Bocholt.

Também no Luxemburgo, onde joga Hugo Figueira, o EB Esch, do guarda-redes português, foi declarado campeão por ter ganho a fase regular, anulando-se a fase seguinte.

Na Suécia é que houve uma decisão muito particular: as provas terminaram, não foi declarado qualquer campeão, mas o Alingsas, por ter sido primeiro na fase regular, vai receber medalhas de… vencedor.

FC Porto à espera e não haverá descidas

Em Portugal a Federação deverá anunciar em breve a decisão, sendo a atribuição do título ao FC Porto uma possibilidade, visto ter sido o vencedor da fase regular, sem que a fase final se tivesse iniciado. De resto, não deverão registar-se descidas e deverão subir os dois primeiros da II Divisão, passando o Campeonato Placard a ser jogado por 16 emblemas em 2020/21, época em que descerão quatro e subirão dois, para se promover o regresso ao modelo “normal” de 14 equipas.

Em Espanha ainda se pensa ser possível jogar, mas há uma larga maioria a defender o fim da competição e da entrega do título, uma vez mais, ao Barcelona, que na paragem tinha cinco pontos de avanço sobre o segundo (Ademar Leon) e oito sobre o terceiro (Logronho).

O Jogo

Quero ver já para o próximo ano.

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Obrigado, mas são palavras excessivas.
Conheço relativamente bem o mercado da zona Norte (excluindo Braga que costuma ser um viveiro de jogadores interessantes…embora já o tenha sido mais).
Há muito mais onde procurar e explorar, como a zona de Aveiro, Leiria e, evidentemente, Lisboa.

Sobre a Ruesga não foi só um forista a questionar sobre a relação custo/benefício, eu fui um deles mas existiram mais, tal como em relação ao Tiago Rocha e eu até questiono sobre o Frankis e sobre os pontas (como já tinha mencionado em posts anteriores), estes 5 jogadores muito provavelmente “comem” qualquer coisa como 40% do orçamento e são estes contratos que nos estão a impedir de tornar a equipa mais competitiva e mais uniforme.

Sobre alguns jogadores eu já tinha mencionado dois que volto a referir:

  • Eivind Tangen (LD)

  • Alexander ERMAKOV (PV)
    Não são estrelas mas são relativamente novos e penso que ainda serão acessiveis, mesmo o Tangen que joga no Skjern parece-me viável

  • mesmo este senhor Magnus Gullerud (PV) joga numa equipa que luta para não descer de divisão na bundesliga, poder jogar nas competições europeias é um cartão que já temos e pode ser interessante para alguns jogadores deste tipo de clubes. Se será suficiente? Não sei, mas prefiro esta politica do que ir buscar uma mão cheia de jogadores em fim de carreira que acabam por ter custos altissimos e não permitem desenvolver uma politica de futuro

O mercado Norueguês (este em particular tem muito jogador de qualidade que ainda joga no país ou que joga em equipas fracas da bundesliga), Dinamarquês, Islandês e Sueco parecem-me ser muito interessantes

Agora sobre a passagem do campeonato para 16 equipas. Não existem palavras para tamanha imbecilidade, como o campeonato já é super competitivo faz sentido colocar mais 2 equipas na 1ª divisão. Isto só prejudica a qualidade do andebol, que já de si é péssima, mas é a gestão que temos neste país

Eu tenho muito medo do futuro. E não é pelas contratações dos rivais, que não assustam ninguém se continuarmos a investir.
Infelizmente o caminho será o inverso, e agora até têm a desculpa do virus, que aposto o que vocês quiserem que vai durar até ao momento que forem corridos.

É triste, porque está na cara o que vai acontecer nos próximos anos às modalidades do Sporting.

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Já assinou pelo Magdeburg

Eu pessoalmente gostava de ir buscar os irmãos Márquez a Espanha, o central é fantástico e o lateral-direito também é bom jogador (inclusive era a uns anos uma das maiores esperanças do Barça)

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conseguiram a desculpa que queriam para baixar os orçamentos, no que depender de mim vou rejeitar o orçamento.

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O central não vai continuar no ADC Guadalajara, mas fala-se que em princípio vai continuar em Espanha de forma a acabar o curso. Se viesse para nós era uma excelente contratação, mesmo ainda estando a recuperar de lesão.
Em relação ao lateral desconheço a sua valia, considera-lo superior ao Imanol Garciandia?

Contratações sonantes é para esquecer. A pandemia vai ser a desculpa perfeita para se continuar a desinvestir.

Tal como noutros países a classificação final devia ser aquela da altura da interrupção.

Não, o Garciandia é outro nível :wink:

Lovro Jotic no Benfica possivelmente.

Sporting impugnará um final de campeonato antecipado

Leões consideram que uma decisão na próxima semana será prematura, por poderem existir condições para jogar em segurança.

Embora uma reunião entre os clubes do Campeonato Placard Andebol 1, há algumas semanas, tenha recomendado o término imediato da competição, ficando a decisão final a cargo da Federação de Andebol de Portugal (FAP), o Sporting não o irá aceitar se isso for decretado já na próxima semana e muito menos com atribuição do título ao FC Porto. O JOGO apurou que, nesse caso, os leões irão impugnar o desfecho.

A evolução da pandemia no nosso país, que tem levado a maioria das modalidades a equacionar o regresso dos campeonato seniores - os das camadas jovens terminaram -, leva o Sporting a acreditar ser possível jogar em condições que garantam a saúde pública, mas sobretudo a ter a certeza de ser prematuro tomar uma decisão drástica. Os leões consideram ainda que o título só deverá ser atribuído em campo.

Sendo esperada uma decisão da FAP a abrir a próxima semana, será de prever que siga o exemplo da maioria dos campeonatos europeus, que terminaram e deram como campeão o clube que liderava. Em Portugal, o FC Porto ganhou a primeira fase e faltavam jogar as 10 jornadas da fase final.

O Jogo

No futsal ficámos calados…