Foi um risco assumido, correu mal.
Não há muito mais a discutir aqui.
Foi um risco assumido, correu mal.
Não há muito mais a discutir aqui.

Thierry Anti, treinador de andebol do Sporting, teceu esta terça-feira elogios à forma como os portugueses estão a encarar a pandemia do novo coronavírus, por oposição aos relatos que lhe chegam do país-natal, França.
“Aqui não há quarentena obrigatória, mas as pessoas são muito disciplinadas, muito mais do que em França. As lojas, os bares e restaurantes permanecem abertos, mas os portugueses respeitam as indicações, as distâncias de segurança… Não há aglomerados, as pessoas não se aproximam de ti. É como se tivessem previsto esta situação”, elogiou o técnico francês, de 61 anos, que pretende viajar até Nantes, a sua terra-natal.
“Espero poder regressar a França mas se o conseguir, não tenho a certeza de que possa voltar a Portugal depois disso”, vincou ao portal ‘francetvinfo’, o treinador que já acertou contrato com o Aix-en-Provence, a partir de junho de 2021.
Contudo, há uma situação em Portugal que deixa Anti relutante. “Aqui quando estás doente não vais diretamente ao consultório médico, não há consultas, és obrigado a ir diretamente ao hospital. E quando lá estás tens horas de espera”, vincou o treinador que chegou ao Sporting no início de 2019/20.
Em Portugal, há 448 pessoas infetados e apenas uma morte registada. Em França, são já 7,730 o número de casos positivos de coronavírus e 175 mortes a lamentar.
Record
ANDEBOL 10:30
Por
Célia Lourenço
Luís Magalhães, treinador do basquetebol, lançava a bola ao cesto antes do treino, quando Thierry Anti, cá do alto das bancadas do Pavilhão João Rocha, incitava o homólogo a marcar três pontos, enquanto se encaminhava para o local da entrevista concedida a A BOLA, assume-se, ainda a pandemia do Covid-19 era notícia só em terras do sol nascente.
Com um currículo notável em França, de onde só saiu para Portugal, o comandante do andebol do Sporting, de 61 anos, não esconde a irreverência no banco nos jogos, nem nas palavras que lhe saem sem filtro.
O «baile ainda vai a meio» no Sporting, metaforiza o francês sobre a equipa que terminou a fase regular do campeonato na 2.ª posição e na qual quer deixar marca, quando rumar ao Pays d’Aix Université em 2021.
«Aos 60 anos, não sei o que mais quero fazer como treinador. Quando era novo queria ter a certeza de ser o melhor e, quando a equipa em que estava ganhava, pensava ser melhor do que os outros. Agora não, estou na modalidade para dar prazer aos jogadores, em primeiro lugar, porque é importante ganharmos, mas juntos. Não preciso de mostrar o que posso fazer. Tento fazer sempre bem o meu trabalho, para deixar a equipa, os fãs e o clube satisfeitos, mas sei que não sou o melhor do mundo. Quero ter resultados, claro, mas quero deixar à equipa um bom andebol, um bom espírito de união. Quero que cada um dos jogadores encontre a sua forma de ter prazer a jogar. Gostava que se lembrassem de mim como um treinador com paixão, que não era igual aos outros.»
Uma serenidade que nem sempre fez parte da personalidade do parisiense. Mas um grave acidente de viação sofrido em 2001 foi a maior lição de vida que alguma vez teve. «Um dia, depois de um treino, vinha de moto quando um carro passou o sinal vermelho e chocou comigo. Foi um acidente muito grande, estive em risco de vida. Tive de reaprender a pôr o corpo a trabalhar, a mente. Isto aconteceu em junho e eu queria estar no primeiro jogo do Creteil em setembro. Deixei a cadeira de rodas para estar no banco, nesse dia do jogo. Agora sei que foi uma decisão estúpida, porque voltei a trabalhar cedo demais e sofro as consequências disso, com muitas dores, porque não fiz uma boa reabilitação. Até dezembro, estive no banco com muletas em todos os jogos», recordou. «Nunca mais se vê a vida da mesma maneira depois de um acidente destes», frisou Anti.
De nadador a andebolista
Estudioso do andebol, com títulos no campeonato francês, Taças de França, Taça da Liga e finais da Taça EHF e Liga dos Campeões, Thierry Anti começou, no entanto, dentro de água. «O meu primeiro desporto foi a natação. Era bom nos livres, aliás só era mau no estilo costas, não tinha boa coordenação para aquilo. Na escola, comecei a jogar andebol aos 11 e, aos 15, deixei a natação. Estava num dos melhores clubes de França, a dois ou três quilómetros da minha casa, mas depois o andebol chegou ao clube e tentámos ajudá-lo a crescer», relatou o treinador gaulês, que começou no Stella Sports St-Maur, quando a equipa debandava para o US Creteil.
«O Jean-Claude Tapie, irmão do Bernard Tapie [polémico empresário e político que presidiu ao Marselha], era o presidente do Creteil. Era uma família que conhecia muito bem, porque fui o primeiro treinador do filho deles. Aliás, já treinava miúdos enquanto terminava os estudos de Educação Física. Em janeiro de 1988, tinha eu 29 anos e era jogador do Creteil, quando fui chamado pelo presidente que me pediu para treinar também. Disse que tinha 30 minutos para pensar. Eu, que não estava feliz a treinar também a equipa B, aceitei. Foi uma boa decisão. Não foi fácil assumir o comando da equipa a meio da temporada e treinar jogadores de quem era colega», recordou.
Leia o resto da entrevista ao treinador na edição impressa de A BOLA deste domingo.
A Bola
O Toledano é LD, não LE
E isso das idades não me parece estar correcto, o que encontrei foi que o Adonys Abreu tem 26 anos e o Toledano 25
Acerca do Odanis Espinosa não encontrei nada
Isso é uma noticia de há 2/3 anos ainda do tempo de BdC. Voltou a sair nos jornais?
Lembro de os pesquisar nessa altura…
Sim, saiu hoje no OJogo
A outra notícia dos 3 cubanos foi o ano passado, mss estes são outros
O Adonys e o Toledano repetem-se
A outra notícia falava num Osdany Perez que era pivot, esta fala num Osdany Espinosa que é ponta, não sei se é o mesmo jogador se não, mas provavelmente é
Há muita falta de informação
PS: desculpem o erro, são mesmo jogadores diferentes, este é Odanis e não Osdany
Para mim é a mesma noticia reciclada por alguém, Para encher chouriços
Tem lá dentro a noticia original
42 min ·
Erick e Deo num directo que tu não podes perder ![]()
Quem vai assistir às 19h06, ao vivo no nosso Instagram?
A notícia é verdadeira, virão os 3 para o Sporting
O Toledano é LD (também joga a PD), o Adonys PD e o Odanis LE
SE o dizes, não sou eu que vou-te desmentir… Eu como não conheço ninguém limito-me a ver, ler e ouvir, e uma noticia igual a essa existiu o ano passado.
2 anps de atraso tal como a visao do padrinho engodinho lopes assim sim vatangas
Foi o próprio Toledano que me confirmou
Já agora, deixo aqui uma informação sobre eles correcta e mais completa
Omar Toledano, LD, 25 anos (já feitos)
Adonys García, PD, 26 anos (a fazer 27)
Odanis Pérez, LE, 27 anos (a fazer 28)
Não sei alturas e pesos
O Toledano aparece aqui, é o camisola 3
Porém difícil de ver algo, nível baixo com 0 de rigor tático

ANDEBOL 10:57
Por
Redação
A Federação de Andebol de Portugal irá manter, por tempo indeterminado, a suspensão de todas as competições nacionais, assim como das seleções nacionais masculinas e femininas.
Em comunicado ontem divulgado no site federativo, e no âmbito do Plano de Contingência do Covid-19, a direção da FAP justifica a decisão com a «necessidade de salvaguarda da saúde pública e segurança dos agentes desportivos intervenientes nas competições e seleções», nomeadamente jogadores, treinadores e dirigentes, assegurando «acompanhar diariamente a evolução da situação» e os impactos da mesma nas competições desportivas nacionais e internacionais da modalidade.
Adianta ainda ter já reunido com representantes das divisões máximas do andebol nacional (Andebol 1 e I divisão feminina) e associações regionais, para avaliar eventuais soluções, admitindo, caso se justifique, «modificar, a qualquer momento, as medidas agora adotadas».
A Bola
Medo…muito medo…
Zero intensidade em campo. A única coisa que faz é quando a bola lhe chega…joga sozinho e mostra bom braço.
Marca também os livres de 7 metros com alguma qualidade, embora os redes não sejam os europeus.
E se já tem 25 anos…não tou a ver onde é que se conseguirá a desejada evolução.
O que também acho, gosto da exploração neste mercado, mas acho que vêm já com uma idade um pouco avançada
Para manter a esperança, o Frankis também chegou com 24… Mas reduzir os ânimos, o Hechavarria também ![]()
Concordo em absoluto com a exploração deste mercado, embora o protocolo que existia entre federações e que tornava os cubanos como não estrangeiros, creio que já não existe, logo têm de ser contratações acertadas.
Os do Porto já têm, a sua maioria, cidadadia portuguesa (até jogam pela seleção como todos sabemos), por isso têm lá tantos.
Segundo “ojogo” de ontem Frade vai embora já e Barça paga …