Académico de Viseu desiste da II B

Concordo contigo A. A.

Há já muito tempo que só deveriam haver no máximo 12 clubes por divisão nacional. Isso aumentava o número de espectadores por jogo. É certo que seriam menos jogos, mas isso resolvia-se com 2 fases no campeonato (parecido com o Andebol). Ou então numa hipótese mais radical, ter-se menos equipas mas com uma liga a 4 voltas, a semelhança do que se passa na Escócia.
Fala-se sempre da desertificação dos nossos estádios, onde alguns (feitos para o euro) têm capacidade para 30.000 pessoas e não se vêem mais de 3.000, mas não se pensa que os nuestros hermanos que têm quase o triplo da nossa população têm o mesmo número de clubes na Primera Liga. Ou são eles que estão mal e deveriam ter 60 clubes na Primera Liga ou somos nós que deveríamos ter 10 clubes na I Liga.
Dá-me ideia que a 2ª hipótese é mais correcta.

A culpa destas situações é dos dirigentes que durante anos andaram acima das suas possibilidades. E em todos os clubes, não só no Clube Académico de Futebol.

A segunda parte da culpa é dos adeptos, numa terra de lampiolhos apoiarem mais os orcs que o clube da terra.

Acho bem que os clubes morram se não puderem assumir as suas responsabilidades. Porque a alternativa, sabem qual é? É serem subsidiados por todos nós, via Estado ou Camaras Municipais; ou então não pagarem aos seus fornecedores ou empregados, criando problemas de tesouraria aos primeiros ou piores aos segundos, e contribuindo para um dos maiores cancros das empresas nacionais que é o atraso dos pagamentos.

Tenho muita pena, é um clube com que simpatizava, mas até à vista.

EU concordo com esta questão, realemnte tb concordo com 12 clubes ou mesmo 10 por divisao. Seriam feitas quatro voltas o que tornaria o campeonato muito mais competitivo. Essas questoes dos dinheiros sao muito pertinentes, pois nas pequenas localidades as coisas nao correm bem com as receitas. Quanto a isso dos clubes pequenos nao quererem mudar as coisas, se é mesmo assim, entao concordo que se responsabilizem pelas atitudes tomadas, mas tb acredito que estas posiçoes sejam tomadas em funçoes de promessas feitas por “instancias superiores” .
De qq modo fico desolado com o meu academico.

Também estou de acordo, mas acho que as consequências negativas apontadas, atingem também os clubes grandes e médios.

A pouca competividade, a baixa qualidade da maioria dos jogos são reflexos de tudo o que se tem feito contra o futebol cá em Portugal. Por outro lado, a redução de clubes, a longo prazo, iria permitir uma identificação cada vez maior dos adeptos com os clubes da terra, gerando assim um sentimento de pertença a cada um destes clubes, que com tempo se sobreporia aos clubes grandes.

Isto faz-me lembrar num dos últimos jogos do Barcelona or R.Madrid, já não me lembro, que o comentarista, este sim, um ‘iluminado’, sai-se com a seguinte pérola: Em Espanha os grandes clubes como o R.Madrid e o Barça não têm a capacidade de levar pessoas a outros estádios como têm os orcs em Portugal. O que este gajo não percebe, é que em Espanha, as pessoas gostam é do clube da terra deles.

O que este gajo não percebe, é que em Espanha, as pessoas gostam é do clube da terra deles.

precisamente, nao poderia estar mais de acordo.,

O que este gajo não percebe, é que em Espanha, as pessoas gostam é do clube da terra deles.

precisamente, nao poderia estar mais de acordo.,

Infelizmente para Portugal… :oops:

É realmente uma pena. :cry: A região interior do país vai tendo cada vez menos representatividade a nível desportivo e futebolístico. No fundo é um reflexo do que se passa no país a nível geral, uma vez que o fosso litoral/interior vai-se acentuando a vários níveis.