A História

E a engenharia do imperio romano?
A forma como isolavam a agua para construir os pilares das pontes que ainda hoje sao utilizadas.
Assim como os arcos dessas mesmas pontes e os aquedutos tambem

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Esta história de que, se o D.Afonso não tivesse morrido, a Península seria toda nossa, nunca me pareceu muito bem contada… Afinal de contas a D. Isabel, viúva do herdeiro, casou com quem veio a ser rei, D. Manuel. Já o era quando casaram, aliás… E a sucessora de Fernando II foi também uma mulher, D. Joana, 10 anos depois do casamento de D. Manuel com D. Isabel. Logo, ou há alguma coisa mal contada, ou a Península não seria toda Portuguesa, mesmo com Afonso vivo.

Ou estou a dizer algum disparate?

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Óbvio… Alguém considera que a Grã-Bretanha e Irlanda se tornaram escocesas lá porque Jaime VI (Stuart) rei da Escócia foi coroado Jaime I da Inglaterra (1603) após a morte da última Tudor, Isabel I a rainha virgem?.. Um rei português de qualquer união ibérica apenas seria a certeza de que Portugal acabaria dominado por Castela a prazo…

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Uniões Pessoais de dois reinos (tal como o casamento de Fernando de Aragão e Isabel de Castela) beneficiam sempre o reino maior e mais poderoso, se bem que Aragão naquela altura era depois do Império Otomano a maior potência marítima do Mediterrâneo, detinha a Sardenha, o Sul de Itália (aquilo que se viria a tornar o Reino das Duas Sicílias) e creio que até um pouco da Grécia (Atenas) e sul de França (Provence). Da Coroa de Aragão pouco ou nada sobrou, apesar da nomenclatura o reino/coroa era maioritariamente Catalão (que incluía originalmente desde a província Francesa do Roussilhão até ao norte da moderna provincia espanhola de Murcia), a provincia de Aragão hoje em dia é mais um tentáculo Castelhano que o Estado Espanhol forçou a desistir da sua cultura.

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Para além de que, pela mesma lógica, Manuel I também se tornaria Rei de Castela porque também se casou com a suposta herdeira. Ora Manuel foi rei de Portugal, apenas. E, para se casar com Isabel, teve de expulsar ou converter os judeus à força, para além de outras concessões que nos saíram caras. Se calhar, se casasse com uma rameira plebeia, teria saído mais barato…

Ironicamente, é um neto de Manuel I que vem a ser rei dos dois reinos. E teve o discernimento de perceber que misturar reinos por herança não dá lá grande resultado…

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O Filipe I foi um “bom” rei comparado com os outros dois otários que lhe sucederam, tendo sabido domar as pretensões independentistas Portuguesas ao dar soberania ao Reino de Portugal e às suas colónias, tendo-se mantido a moeda, as regalias da Nobreza (daí a maioria ter sido ferverosamente apoiante do lado Filipino contra o Prior do Crato), o uso da Língua e até pensou em mudar a capital para Lisboa. Fazendo uma analogia arriscada o reino Português sob Filipe I de Portugal, II de Espanha era quase como o moderno Canadá ou Austrália sob jugo da Rainha Isabel do Reino Unido, exceto talvez na política externa cujo as pretensões “Portuguesas” se alinharam com as Espanholas. Exemplo máximo disso foi a participação Portuguesa na Armada Invencível.

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Ate’ na primeira guerra mundial, que nao esta’ assim tao longe, os lideres dos varios imperios eram todos primos…

Rei George V e o primo Czar Nicolau II, se me perguntassem e diria que eram gemeos…


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A propósito de conflitos ibéricos e de disputas dinásticas, há um episódio que muita gente desconhece…

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Ontem foi aniversário da Tomada da Bastilha…

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Há dois anos passei esse dia em Paris. É mesmo ‘big deal’ para eles.

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EDIÇÃO ESPECIAL “Mistérios da História”
Está nas bancas uma nova Edição Especial de Cultura dedicada aos mistérios persistentes da história e à persistência do mito em todas as civilizações.
Olhamos para lugares lendários como as ilhas míticas, só existentes na imaginação dos cartógrafos, as civilizações perdidas (reais ou imaginadas), os túmulos, templos e outros monumentos encantados.
Olhamos igualmente para heróis e vilões da história – líderes lendários, heróis populares, mulheres guerreiras (reais ou ficcionadas, como a padeira de Aljubarrota) e vilões e foragidos. Não poderia faltar na recolha Diogo Alves, o assassino do Aqueduto das Águas Livres.
Terminamos, por fim, com as armas e maldições – armas lendárias, artefactos encantados e outros objectos de poder.

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Não sou grande fã de salganhadas de temas que nada têm em comum…, prefiro o desenvolvimento e aprofundamento de um tema único, e as edições especiais História da National Geographic são bem boas nisso…

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Historia alternativa

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Visitei Auschwitz recentemente, aconselho a todos! Principalmente para interessados nos temas da segunda guerra mundial como eu. Marcante, sem dúvida. A maldade da raça humana não têm limites…



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Tambem não percebo o fascínio por um gajo louco que se achava um messias ao sair alucinado da ópera de Wagner.

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Terá a ver com o paradoxal mas persistente fascínio do mal?

Só pode ser , basta olhar para as notícias e ver-se isso diariamente.

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O que não é surpreendente, apesar de já terem passado quase 80 anos desde o desaparecimento físico de um fantasma que teima em assombrar a nossa memória coletiva…

Para além do rasto de incomensurável destruição que deixou, teve o “condão” de suscitar em torno do seu percurso de vida - tanto na face pública (origens familiares e morte) como na privada (sexualidade) - um conjunto de mistérios e mitologias persistentes e de perguntas sem respostas consensuais e definitivas.

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https://www.noticiasmagazine.pt/2021/livro-alugado-na-biblioteca-de-uma-catedral-britanica-foi-devolvido-300-anos-depois/historias/264863/

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