Foi isso mesmo!
Estava a escrever aqui os nomes que via no jornal e troquei-lhe o apelido ![]()
Foi isso mesmo!
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Caros leitores da Tasca, procuro com este artigo debater algumas ideias que me têm surgido nestes anos em que tenho vindo a acompanhar a formação do Sporting. Afinal, como é que os jovens leoninos se devem apresentam dentro das quatro linhas? Pretendo analisar esta questão de diferentes ângulos.
Na época que agora se encerra (20/21), as três equipas do Sporting que jogaram nos patamares de competição mais elevado, jogaram todas de maneira diferente. Começando pela equipa de Filipe Pedro, esta foi crescendo na base do 4x3x3, com dois laterais muito ofensivos (Hevertton Santos, Nazinho ou Gonçalo Costa) procurando esticar o jogo nas alas, um trinco que, na transição defensiva, descia para o meio dos centrais (na posição de líbero) e, na construção do jogo ofensivo, criava uma linha de três. Um número oito com alguma passada para ligar o jogo (Duarte Carvalho, João Daniel Santos), dois extremos que procuravam a linha para cruzar (Joelson Fernandes, Matheus Fernandes ou Bruno Tavares) ou fazer o overlap com os laterais e um avançado possante (Paulo agostinho, Youssef Chermitti) que ganhasse as bolas lançadas pelo guarda-redes, causando algum desgaste aos centrais.
Já a equipa de Celikkaya aproxima-se mais a um 4x2x3x1, com dois médios de cobertura e de construção (Rodrigo Fernandes/Edu Pinheiro e Bruno Paz) e um número dez que se aproximava mais ao ponta de lança (Tiago Ferreira, Nuno Moreira ou Tomás Silva), para jogar entre linhas. A equipa também jogava com dois laterais assimétricos, onde do lado direito se alargava a passada e se procurava a profundidade ou a linha para cruzar (Loide Augusto e João Oliveira), ao invés do lado esquerdo, onde Mees De Wit procurava jogar mais por dentro, deixando o corredor para Elves Baldé ou Nuno Moreira.
No início da temporada, jogámos com um avançado que procurava muito o jogo vertical (Pedro Marques), porém no final da temporada com a integração de Luiz Phellyppe, ficámos com um avançado mais de área, um “target-man”. Com a lesão deste último jogador, o treinador uma vez mais foi obrigado a mudar de tática, passando a jogar num 4x4x2 mais fluído, com quatro jogadores muito ofensivos que procuravam variar as posições de forma a dificultar as marcações dos jogadores adversários.
Entrámos no último jogo com o Oriental Dragon com um quarteto atacante formado por Elves Baldé, Joelson, Tiago Ferreira e Nuno Moreira, secundados por dois médios de contenção, Rodrigo Fernandes e Edu Pinheiro. Esta mudança tática tornou a equipa mais ofensiva, mas também mais descompensada defensivamente. No jogo em questão, foi percetível as excelentes combinações entre os quatro da frente, com Nuno Moreira a fazer o papel de falso “9”, no entanto no momento de transição defensiva havia um claro 3×2 no miolo, existindo sempre um homem disponível para levar a bola perto da área leonina, criando desequilíbrios numa equipa que tem como ponto forte a consistência defensiva.
Olhando para as três equipas do SCP, todas são distintas e têm diferentes ideias. A partir deste pressuposto, surgem inúmeras dúvidas:
Será que, num contexto formativo, isso é positivo?
Os métodos e paradigmas da equipa B, não se deveriam aproximar mais às ideias de jogo da equipa principal?
A equipa Sub-23 deverá jogar num esquema tático padronizado (4x3x3), ou incorporar algumas ideias do 3x4x3?
Para cada posição no terreno (centrais, laterais, médios, extremos, falsos alas, avançados e ponta-de-lança), há algum jogador “tipo” que devemos procurar desde os escalões mais jovens?
Qual a influência do treinador da equipa principal no departamento de formação leonino?
É preciso repensar e discutir estes aspetos, pois a expetativa é a de que as equipas se tornem mais competitivas do que no ano transato. Todos os adeptos que acompanham a formação leonina querem que a equipa B volte à liga 2, tal como os sub-23 voltem a ter o sucesso da equipa de 2019/2020.
*quando o deixam entrar na Academia, o JFCC coloca na ementa um prato com dedicatória para os #FormaçãoLover
Por Sporting CP
07 Jun, 2021
Clubes vão trabalhar em conjunto
O Sporting Clube de Portugal e o FC Barreirense, emblema do Barreiro, município do distrito de Setúbal, assinaram um protocolo de cooperação.
O protocolo entre os dois clubes tem como objectivo a partilha de conhecimento, a criação de dinâmicas para a angariação de novos talentos no futebol, a troca de experiências em várias áreas de conhecimento, a realização de actividades conjuntas, como jogos de treino, e ainda eventos como palestras ou seminários.
Presentes na assinatura do protocolo de cooperação, na Academia Sporting, estiveram Paulo Gomes, director da Academia, Maria João Figueiredo, presidente do FC Barreirense, e Hugo Máximo, vice-presidente do FC Barreirense para o futebol.

Vi agora a convocatória sub 15. Para quem acompanha… so la metemos um jogador enquanto o Benfica meteu uns 6 e o Porto 4. Estamos assim tão mal ?
Vão haver 2 estágio de observação sub-15, um a 10 e 11 de junho e outro a 12 e 13. No de 10 e 11 vão 4 atletas nossos (Rayhan, Diogo Pereira, Rafael Mota e Rodrigo Viola), 5 do Benfica e 5 do Porto. No de 12 e 13 ainda não encontrei informações.
Eu acho que na formação se deveria dar mais importância à velocidade.
Ser rápido leva anos a ser preparado.
Alguém que é lento aos 18-20 anos nunca será rápido aos 25.
Preocupa-me formar jogadores com muita técnica mas que não é bem acompanhado com a vertente física.
Eu acho que os miúdos têm má preparação física mais ao nivel muscular, no choque, do que propriamente velocidade ou agilidade. São muitas vezes lentos a pensar e a executar. Mas não me parece que o sejam ao nível da movimentação.
E não é preciso ir mais longe. Final do Euro Sub-21. Os nossos são mais rápidos a correr e mais ágeis de movimentos. Mas, muitas vezes, quando os miúdos decidiam, já os alemães tinham tudo controlado… E claro, pareciam 11 bezerros desmamados contra 11 touros bravos.
Por Sporting CP
10 Jun, 2021
Leões com vitória na Taça AFL sub-21
A equipa A da formação de futebol do Sporting Clube de Portugal venceu, esta quinta-feira, em casa do GS Loures por 0-4 na segunda jornada da fase de apuramento do campeão da Taça AFL sub-21.
Com Raimundo Duarte, Tiago Santos, Diogo Ramos, João Muniz, Adriano Almeida, Eduardo Barbosa, Rodrigo Marquês, Gonçalo Batalha, Danilo Luís, Rafael Besugo e Isnaba Mané no onze inicial, a formação orientada por Pedro Coelho já vencia por uns claros 0-3 ao intervalo.
Danilo Luís, com dois golos nos minutos iniciais, e Isnaba Mané, que facturou aos 41 e 54 minutos, foram os autores dos tentos Leoninos.
RECORDE A DEZENA DE JOGADORES ‘MADE IN SPORTING’ QUE CONQUISTARAM A EUROPA
Em 2016, Portugal contou com ajuda preciosa da academia leonina
Duarte Pereira da Silva
Texto
15 de Junho 2021, 14:57

William Carvalho, João Mário, Ricardo Quaresma, Cristiano Ronaldo, Rui Patrício, José Fonte, João Moutinho, Adrien Silva, Cédric Soares e Nani. Foram estes os dez jogadores ‘Made In Sporting’ que, em 2016, conquistaram o Campeonato da Europa pela Seleção portuguesa.
No europeu realizado em França, o conjunto de Fernando Santos começou por empatar os três jogos da fase de grupos – Islândia (1-1), Áustria (0-0) e Hungria (3-3) – qualificando-se em terceiro lugar do grupo F.
Recorde o percurso de Portugal até ao triunfo no Campeonato da Europa de 2016:
Destaque para Cristiano Ronaldo e Nani, ambos com três golos, e Ricardo Quaresma (1). Nota ainda para Rui Patrício, que, na final, frente aos franceses, fez uma enorme exibição, ajudando a Seleção portuguesa a vencer, pela primeira vez, um Campeonato da Europa.
Portugal inicia, esta terça-feira, pelas 17h00, frente à Hungria, a caminhada em novo europeu (e até conta com a ajuda de três leões).
Fotografia de Sporting
Caros leitores da tasca, no passado sábado às 16h os nossos sub-19 receberam e venceram a equipa de sub-19 dos Leixões por 3 – 0, em jogo da segunda jornada da segunda fase do Torneio Nacional da categoria, prova da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) que decorre sem classificações e visa dar minutos de competição à formação após 14 meses de paragem. Esta prova reúne as oito melhores equipas nacionais e é uma forma de compensar o ano e meio que foi perdido nos escalões de formação.
A equipa apresentou-se num bom plano e já se vê algum dedo do treinador Pedro Coelho. Apresentámo-nos num 4x3x3 clássico, com as posições do meio-campo bem definidas (Renato Veiga a 6, Miguel Menino a 8 e Mateus Fernandes na posição 10), com os extremos Isanba Mané e Diogo Cabral a servirem o ponta de lança Youssef Chermitti. Este tem estado em destaque, com oito golos marcados em 5 jogos. O esquema tático beneficia as qualidades do jovem avançado leonino, que soube jogar de costas e fazer combinações com os elementos do meio-campo. O primeiro golo é exemplo disso, pois resulta de uma boa jogada coletiva, onde Youssef veio mais atrás combinar com Mateus Fernandes e obrigou a defesa a ficar desequilibrada, algo que foi bem aproveitado através de uma boa combinação entre David Monteiro e Miguel Menino, resultando num remate cruzado deste último.
As rotinas do meio-campo estão já bem entranhadas, com todos os jogadores a saberem bem os terrenos que pisam. Miguel Menino é um todo terreno que faz uma boa ligação entre todos os setores, transporta bem a bola e quebrando assim a pressão a meio-campo. Mateus Fernandes esteve também particularmente bem, pois além de possuir uma boa visão de jogo e um belo passe longo a 30 metros, também é um jogador que deambula muitas vezes para a faixa, nunca se dando à marcação, criando assim desequilíbrios e boas combinações com os extremos.
Na defesa quero também destacar Augusto Frobenius. Um jogador que, mesmo jogando num sintético um pouco maltratado, trata bem a bola e é o primeiro a tratar da construção ofensiva da equipa. Um jogador que tem 1,95m de altura, tem uma boa visão de jogo e ficou-me na retina um passe de trivela a isolar Diogo Cabral. Se conseguir controlar melhor a profundidade, pois é um pouco lento e duro de rins, poderá ser uma aposta séria para as equipas do escalão superiores (sub-23 e equipa B) num futuro próximo.
A primeira parte foi jogada a um ritmo alto, onde havia uma pressão forte no portador da bola e um ataque forte nas conquistas de segundas bolas e divididas, o que fez com que estivéssemos grande parte da primeira parte a jogar em ataque continuado. Gostei da dinâmica ofensiva da equipa, onde Renato Veiga transportava a bola, deixando-a jogável para o acelerador Miguel Menino. Esta forma de jogar também facilita se tivermos laterais rápidos e agressivos, o que é foi notório com Martim Marques, que se fartou de fazer piscinas na lateral esquerda, combinando bem com Isnaba Mané e Mateus Fernandes. Há medida que o tempo foi passando, percebeu-se que a equipa ficou mais desgastada, a partir do minuto 65, deixando de fazer uma pressão tão elevada e passando mais a gerir o esforço.
É necessário notar também que a equipa era uma mistura de juvenis do segundo ano com juniores de primeiro ano, fazendo notar que esta equipa tem tudo para fazer um campeonato de juniores bastante competitivo e com uma grande margem de evolução. O que me faz questionar também é como vai ser a composição da equipa de Sub-23 para o ano. Se grande parte da equipa vai subir para os “B”, e muitos dos jogadores que jogaram no sábado também faziam já parte da equipa de sub-23 na época passada, vai ser interessante perceber o que se vai fazer em relação a ela. Por um lado, grande parte dos juniores deverá fazer os dois escalões, para aumentar a competitividade e jogarem mais. Porém, acho que poderá ser curto e, algumas contratações estilo Matheus Nunes fariam todo o sentido para potenciarmos esta nova geração de 2004-2006.
*quando o deixam entrar na Academia, o JFCC coloca na ementa um prato com dedicatória para os #FormaçãoLover
Caros leitores da tasca, se na semana passada falei-vos do campeonato nacional de sub-19, competição que tem como objetivo dar minutos de jogo a jovens que estiveram parados quase 14 meses, por culpa da pandemia, hoje falo-vos de outro torneio, o da associação de futebol de Lisboa, com o mesmo objetivo. Este é uma prova que reúne 6 equipas sub-21 da área metropolitana de Lisboa (Sporting, Alverca, Belenenses, Loures, Oeiras e Casa Pia) e é mais uma oportunidade de vermos a equipa de sub-19/ sub-23 em ação.
Do jogo com o Leixões mudaram-se 5 peças. Saíram Vasco Gaspar, Miguel Menino, Gilberto Batista, Diogo Cabral, Youssef Chermitti e para os seus lugares entraram Diogo Pinto, Gonçalo Batalha, Diogo Ramos, Rodrigo Marquês e Nelson Pereira (filho do antigo guarda-redes do Sporting com o mesmo nome).
A primeira parte foi disputada a um bom ritmo, com as duas equipas a equilibrarem a contenda. Na equipa leonina, a troca de Miguel Menino por Gonçalo Batalha tornou a equipa mais cerebral e menos intensa na procura da baliza adversária. São dois jogadores totalmente diferentes que mudaram a forma de jogar da formação leonina, mesmo que nestes dois jogos se tenham apresentado no mesmo sistema tático. Este jogo pediu uma maior intervenção de Renato Veiga, pois sem um médio “box-to-box” era necessário que saísse das primeiras linhas de pressão, transportando a bola para terrenos mais adiantados. Fez talvez, o melhor jogo que o já vi fazer. Descomplexado, concentrado e sem passes disparatados, levou a bola muitas vezes perto da área contrária, marcando o golo na melhor jogada coletiva do jogo. Gonçalo Batalha procurava esticar o jogo, ou a profundidade do avançado Nelson Pereira ou o passe longo para variar o flanco de jogo. Também dar destaque a Matheus Fernandes, jogador que neste jogo foi “obrigado” a procurar o centro do tereno, dada as movimentações do avançado leonino. Procurou fazer as suas combinações na ala, procurando o “overlap” com o extremo/lateral, mas como Nelson Pereira também procurava esses terrenos, foi necessário que Matheus Fernandes subisse mais no terreno, “transformando-se” num segundo avançado. Esta não é a posição natural deste jogador, mas fê-la de uma forma competente.
Comparando com o jogo passado, e dado que Gonçalo Batalha não é tão incisivo na pressão, a equipa de Oeiras teve mais liberdade, e desmontou com alguma facilidade o esquema defensivo leonino. Os dois extremos foram uma constante dor de cabeça aos defesas leoninos, e quero destacar negativamente o central norueguês Frobenius. Se na passada semana o elogiei e destaquei as qualidades de construção e de posse de bola, neste jogo vieram ao nu algumas fragilidades que deverá corrigir. Como é um central alto e muito pesado, tem dificuldade a controlar a profundidade e a velocidade dos extremos das equipas contrárias. É necessário que ele possa ver uns vídeos do nosso Coates para perceber o que deve e não deve fazer em campo, para se tornar uma solução a curto prazo na equipa B. Os laterais continuaram a combinar bem com os extremos e a serem muito ofensivos, mas neste jogo depararam-se com dois extremos leoninos muito individualistas, Isnaba Mané e Rodrigo Marquês. Estes queriam partir muitas vezes para o desequilíbrio 1×1 e para a jogada individual, perdendo muitas vezes momentos em que podiam ter assistido o colega. Esta indefinição é natural na idade e é importante que continuem a errar, até começarem a compreender melhor os momentos do jogo.
Ao longo destas duas competições, é possível já perceber um 11 possível para atacar o campeonato nacional de Sub-23. Vasco Gaspar ou Diego Callai na baliza (se entretanto não subir para a equipa B), Tiago Santos na lateral direita, Rodrigo Rêgo e Frobenius no centro do eixo defensivo e Martim Marques na ala esquerda. Um meio campo com Renato Veiga, Miguel Menino e Matheus Fernandes e na frente de ataque, Diogo Cabral/Rafael Moreira, Isnaba Mané e Youssef Chermitti. Resta ao treinador Filipe Pedro conseguir potenciar da melhor forma este conjunto de jogadores muito novos, mas muito interessantes. Prevejo que com esta equipa e com a estabilidade necessária, possamos fazer um campeonato de sub-23 bastante melhor que o do ano passado.
*quando o deixam entrar na Academia, o JFCC coloca na ementa um prato com dedicatória para os #FormaçãoLover

SPORTING 24-06-2021 22:18
A Academia do Sporting, em Alcochete, foi palco, na manhã desta quinta-feira, do Dia do Treinador, encontro que reúne vários elementos das equipas técnicas do clube. Objetivo: fazer um balanço da época finda ao nível da formação e lançar as bases para a temporada que se avizinha.
«É um momento importante para estarmos juntos e debater numa comunhão de treinadores onde se discute o comportamento, os valores e a atitude, dentro daquilo que acreditamos que é o Sporting» começou por salientar Tomaz Morais, diretor desportivo do futebol de formação, aos meios de comunicação do Sporting, sublinhando que «os treinadores são a alma daquilo que é a formação no clube e são eles quem mais inspira e transforma os jogadores.»
O balanço da época 2020/2021, coroada com a conquista do título de campeão nacional, com forte aposta na `prata da casa´, não podia ser mais positivo.
«Foi uma época extraordinária a todos os níveis. No futebol de formação trabalhamos para que a equipa A seja bem servida com jogadores altamente formados. Sinto as pessoas mais envolvidas no propósito e no projeto do Sporting e, acima de tudo, muito felizes e conscientes da sua responsabilidade na formação», enfatizou Tomaz Morais, projetando um Sporting «mais desafiante, ainda mais competitivo e a acreditar naquilo que é a sua essência: um clube diferenciado, formador e com valores.»

Leão na Youth League
A temporada que se avizinha contará com a participação do Sporting na Youth League.
«Temos um projeto que vai reunir treinadores dos vários escalões e jogadores de diferentes equipas do Sporting. No fundo, é um modelo de transição com jogadores em quem acreditamos e a Youth League será claramente um teste a esse modelo», explicou Tomaz Morais.
E ficou a garantia: «Queremos ser competitivos, é uma competição internacional muito forte, mas queremos sê-lo dentro dos nossos valores: dando oportunidade de jogo para que o jogador possa crescer e potenciá-lo nessa competição.»
Frederico Varandas, presidente do Sporting, discursou na abertura do Dia do Treinador. Carlos Fernandes, treinador-adjunto na equipa principal dos leões, também deu o seu contributo, através de videochamada, elogiando o trabalho desenvolvido na Academia.
Fotos Isabel Silva / Sporting CP
torneio sub-17
Save the date! Puskás - Suzuki Cup! #PSK2021 Sporting CP
CR Flamengo
Bayern München
Panathinaikosz
FK Csíkszereda
KAC Genk
Budapest Honvéd
Puskás Akadémia
@LeãoBB sobre aquilo q mencionei. Desculpa tantos links, mas pelo q percebo isso é escrito por alguém q até parece ser do sexo feminino e q sabe de algumas coisas q se vão passando na Formação, e as bicadas ao Tomás Morais de vez em quando são subtis.
Espero q n ande ali gente a querer mexer em demasiadas coisas a quererem armar-se em entendidos muito modernos e q ainda vão piorar as coisas em vez de melhorar. E atenção q a maioria do pessoal nesse Blog até era anti Bruno de Carvalho, por isso n se pode acusar de ser propaganda contra o Varandas.
Já tinha lido alguns desses textos por acaso, e se forem verdade é algo preocupante. Os resultados deste ano, e mais preocupante que isso, a evolução de alguns jogadores e de algumas gerações da academia nos últimos anos é preocupante.
Pois, mas um gajo menciona essa preocupação por aqui e ainda começam a insinuar q se está a espalhar boatos. Espero bem q se esta tendência se confirmar se comece a fazer barulho em relação ao q se está a passar. N reconheço nenhum tipo de competência ao Tomás Morais para ter tanto poder nesta área. E é bom q se diga q estes jogadores q têm aparecido recentemente na principal ainda são fruto do q se fazia antes.
Repito, o pessoal tem de andar atento ao q se passa porque começam a ser visíveis alguns sinais preocupantes. Diria exatamente o mesmo se fosse o BDC o Presidente, parece q andam por ali alguns supostos entendidos e modernaços q andam a estragar um trabalho de anos, n aparenta nenhuma evolução. Altura de começar a falar destas coisas por aqui, na Imprensa ninguém vai dizer nada.
Boas, tomei algum do meu tempo para fazer esta “investigação” que pode interessar a quem segue mais de perto a formação no futebol. Assim, organizei os jogadores pelas respetivas equipas da época 20/21 (Equipa B, Sub-23 ou Juniores) e tentei encontrar informações acerca dos seus contratos. À frente de cada jogador podem encontrar a respetiva idade, duração do contrato (se pública), ano de assinatura do último contrato, caso não tenha encontrado a duração do mesmo e observações relativas à época 21/22. Estejam à vontade para corrigir quaisquer informações erradas ou em falta. SL
https://docs.google.com/spreadsheets/d/19YkgP8I6D0eXb4x47WMu3X8UfkAC7pzA18OfCfZ6uuE/edit?usp=sharing
Por Sporting CP
01 Jul, 2021
Sete técnicos assinaram novos vínculos
Os treinadores de guarda-redes do futebol de formação do Sporting Clube de Portugal Dário Ezequiel (sub-23), Rodolfo Vieira (sub-19), Luís Caetano (sub-17), Carlos Daniel (sub-16), João Santos (sub-15), Stefan Olímpio (sub-14 B) e João Spínola (coordenador de guarda-redes de iniciação e sub-14 A) renovaram os contratos que os ligam ao emblema de Alvalade.
Com a presença de Tomaz Morais (director do futebol de formação), Jorge Vital (director do departamento de guarda-redes e treinador de guarda-redes da equipa principal) e Tiago Ferreira (treinador de guarda-redes da equipa principal) no momento da assinatura dos vínculos, todos os visados demonstraram grande felicidade e orgulho por continuarem de Leão ao peito.
“Já vou para a sétima época. Iniciei como estagiário na Cidade Universitária e todos os anos tenho renovado. Renovar é um voto de confiança da estrutura. Tenho subido de escalão, que também é um objectivo nosso. É um orgulho poder estar nesta casa, ainda para mais sendo Sportinguista de coração”, disse Dário Ezequiel, dos sub-23, à Sporting TV .

Rodolfo Vieira, dos sub-19, destacou o “sentimento de satisfação”: “Tenho de agradecer a confiança por parte de toda a estrutura e valorizar o trabalho da equipa que temos vindo a fazer. Temos de olhar para o trajecto da formação como um trabalho muito importante, o que faz com que a exigência seja maior da nossa parte”, referiu.

Membro da equipa técnica dos sub-17, Luís Caetano concorda: “Sentimento de grande felicidade e de grande orgulho por esta renovação. Como os jogadores, também temos a ambição de crescer e de evoluir aqui dentro. Olhando para o meu percurso nesta casa, é o que tem vindo a acontecer desde os tempos de estagiário até hoje. O sentimento de Sportinguista está presente e é sempre bom evoluir numa casa especial que dá o devido valor aos seus profissionais”.

Carlos Daniel, da formação sub-16, voltou ao Sporting CP em 2020/2021 e renovou agora o vínculo. “Regressei a uma casa que bem conheço passado uma época num momento em que o Sporting CP está a apostar forte na formação. Vim para ajudar e para dar continuidade a esse trabalho com a máxima exigência e com o máximo rigor, como é hábito no Sporting CP. É um privilégio imenso poder continuar nesta casa e dar continuidade ao trabalho que tem vindo a ser por mim e pelos meus colegas neste novo ciclo do Sporting CP”, contou.

João Santos, técnico de guarda-redes dos sub-15, garantiu ser “um grande orgulho poder fazer parte” do Sporting CP e “contnuar a trabalhar” com a sua equipa. “Ao mesmo tempo, é uma grande responsabilidade por continuar a fazer parte do processo formativo destes jovens atletas com o objectivo de colocar o máximo de atletas na equipa principal. Visto que o Clube está a apostar em nós e na formação, temos de trabalhar no máximo e transmitir isso para os atletas: uma cultura de exigência e ambição. O Clube, mais do que nunca, está a apostar e faz parte de nós transmitir isso aos jovens”, adicionou.

Dos sub-14 B, Stefan Olímpio destacou a forma como o Sporting CP valoriza os seus treinadores: “É um grande orgulho continuar nesta casa e é sempre importante a estrutura confiar no nosso trabalho. Agora, é continuar nos sub-14. É o primeiro ano dos miúdos na Academia e é um ano de transição que é muito importante. É continuar o nosso trabalho com a confiança de toda a gente. Somos sempre bem tratados neste grande Clube”.

Por fim, João Spínola, dos sub-14 A e coordenador dos guarda-redes de iniciação, não escondeu o orgulho de ver a experiência premiada: “São muitos anos de casa que me dão experiência. Essa experiência é reconhecida pelo Clube, o que nos deixa satisfeito. É um orgulho ter colegas que foram meus guarda-redes e que agora são nossos treinadores. Prova que não só formamos jogadores, como também homens e treinadores. É com muito orgulho que vemos que esta porta está aberta. Sentimos que as coisas estão a mudar e a evoluir, há cada vez mais hipóteses e oportunidades”.

SETE RENOVAÇÕES NA EQUIPA TÉCNICA
Sporting prolongou vínculo com treinadores de guarda-redes
Duarte Pereira da Silva
Texto
2 de Julho 2021, 14:57

O Sporting renovou, na passada quinta-feira, 1 de junho, contrato com sete treinadores de guarda-redes. Dário Ezequiel (sub-23), Rodolfo Vieira (sub-19), Luís Caetano (sub-17), Carlos Daniel (sub-16), João Santos (sub-15), Stefan Olímpio (sub-14 B) e João Spínola (coordenador de guarda-redes de iniciação e sub-14 A) prolongaram a sua ligação ao Clube de Alvalade.
Tomaz Morais (diretor do futebol de formação), Jorge Vital (diretor do departamento de guarda-redes e treinador de guarda-redes da equipa principal) e Tiago Ferreira (treinador de guarda-redes da equipa principal) marcaram presença na oficialização dos novos vínculos.
Dário Ezequiel (sub-23): “É um orgulho pode estar nesta casa, ainda para mais sendo Sportinguista de coração”
Rodolfo Vieira (sub-19): “Tenho de agradecer a confiança”
Luís Caetano (sub-17): “Sentimento de grande felicidade”
Carlos Daniel (sub-16): “Regressei a uma casa que bem conheço”
João Santos (sub-15): “Grande responsabilidade por continuar a fazer parte do processo formativo destes jovens atletas”
Stefan Olímpio (sub-14): “Somos sempre bem tratados neste grande Clube”
João Spínola (sub-14): “Há cada vez mais hipóteses e oportunidades”
Fotografia de Sporting