Vieira pseudo-ataca no Pros e Contras

alguem viu o ‘show’ do orelhas? :lol: :lol:

telefonou de proposito para la so para ser ownado pelo mafioso do V. Loureiro…
retenho a frase:

“Chega de tricas”, e desligam-lhe o telefone na cara logo de seguida… mas que show

Estas coisas só acontecem quando não estou a ver TV (e eu estava a ver esse programa).

:x

Repete esta noite à 1 da manhã. Vou fazer captura :stuck_out_tongue:

Não vi …
Mas ouvi dizer que cortaram a palavra, porque o galinha-mor não tinha a escolaridade obrigatória :wink:

alguém arranja o excerto do orelhas a ficar pendurado (chamada desligada)?

Repete esta noite à 1 da manhã. Vou fazer captura :P

1:30h RTP N

O som tá um pouco mau mas vou fazer captura.

Ainda está a dar?

Já deu a tal conversa, mas tirando alguma que outra coisa, esperava mais. Dentro de umas horas edito e posto o link para download.

Eu vi. A Fátima Campos Ferreira depois do tempo de antena forçado do LFV calou o Valentim Loureiro :lol:

Cá está. Desculpem a má qualidade do som mas a RTPN no meu PC fica assim (e só durante a noite).

http://www.yousendit.com/transfer.php?action=download&ufid=6C5964DB2D66F87E

Vi o debate ontem de noite na RTPN,mas afinal sao todos amigos e nao ha culpa de ninguem no processo todo?

Achei um debate extremamente didáctico para quem nada saiba sobre o futebol português e queira rapidamente actualizar-se. Um género de “O Futebol Português em 60 Minutos”.

De um lado, os representantes máximos do futebol tuga, quais personagens de uma qualquer sitcom, do outro dois representantes da classe política, sempre preocupados em manter uma certa distância daquela coisa que o povo gosta que é o futebol. Ao telefone, o típico presidente burgesso.

Madaíl lá ia pedindo desculpas a toda a gente, evitando tanto o conflito que já suava com o esforço. Faltou apenas pedir desculpa por existir. Seria a melhor das suas intervenções.

O Major estava nas suas sete quintas. Com um público que parecia estar ali para assistir a um “Levanta-te e Ri”, o Major chegava ao ponto de piscar o olho à plateia sempre que dizia uma das suas larachas. Se se sentia apertado, havia que levantar a voz e dizer qualquer coisa desde que com ar indignado. Ninguém faz isso como ele, ainda que já existam alguns seguidores.

Com um ar visivelmente incomodado, em surdina, os representantes da classe política iam trocando palavras entre si. Pareceu-me ver Arnault perguntar a Laurentino: “o Madaíl é o da esquerda, não é?”, mas talvez fosse ilusão de óptica.

Só é mesmo pena não ter sido aquilo um programa de humor. É que parecia mesmo.

Achei um debate extremamente didáctico para quem nada saiba sobre o futebol português e queira rapidamente actualizar-se. Um género de "O Futebol Português em 60 Minutos".

De um lado, os representantes máximos do futebol tuga, quais personagens de uma qualquer sitcom, do outro dois representantes da classe política, sempre preocupados em manter uma certa distância daquela coisa que o povo gosta que é o futebol. Ao telefone, o típico presidente burgesso.

Madaíl lá ia pedindo desculpas a toda a gente, evitando tanto o conflito que já suava com o esforço. Faltou apenas pedir desculpa por existir. Seria a melhor das suas intervenções.

O Major estava nas suas sete quintas. Com um público que parecia estar ali para assistir a um “Levanta-te e Ri”, o Major chegava ao ponto de piscar o olho à plateia sempre que dizia uma das suas larachas. Se se sentia apertado, havia que levantar a voz e dizer qualquer coisa desde que com ar indignado. Ninguém faz isso como ele, ainda que já existam alguns seguidores.

Com um ar visivelmente incomodado, em surdina, os representantes da classe política iam trocando palavras entre si. Pareceu-me ver Arnault perguntar a Laurentino: “o Madaíl é o da esquerda, não é?”, mas talvez fosse ilusão de óptica.

Só é mesmo pena não ter sido aquilo um programa de humor. É que parecia mesmo.


Subescrevo. Se a situação nao fosse tão grave até tinha sido uma das melhore peças cómicas que vi.
Achei um debate extremamente didáctico para quem nada saiba sobre o futebol português e queira rapidamente actualizar-se. Um género de "O Futebol Português em 60 Minutos".

De um lado, os representantes máximos do futebol tuga, quais personagens de uma qualquer sitcom, do outro dois representantes da classe política, sempre preocupados em manter uma certa distância daquela coisa que o povo gosta que é o futebol. Ao telefone, o típico presidente burgesso.

Madaíl lá ia pedindo desculpas a toda a gente, evitando tanto o conflito que já suava com o esforço. Faltou apenas pedir desculpa por existir. Seria a melhor das suas intervenções.

O Major estava nas suas sete quintas. Com um público que parecia estar ali para assistir a um “Levanta-te e Ri”, o Major chegava ao ponto de piscar o olho à plateia sempre que dizia uma das suas larachas. Se se sentia apertado, havia que levantar a voz e dizer qualquer coisa desde que com ar indignado. Ninguém faz isso como ele, ainda que já existam alguns seguidores.

Com um ar visivelmente incomodado, em surdina, os representantes da classe política iam trocando palavras entre si. Pareceu-me ver Arnault perguntar a Laurentino: “o Madaíl é o da esquerda, não é?”, mas talvez fosse ilusão de óptica.

Só é mesmo pena não ter sido aquilo um programa de humor. É que parecia mesmo.

:stuck_out_tongue: :mrgreen: =D>

Achei um debate extremamente didáctico para quem nada saiba sobre o futebol português e queira rapidamente actualizar-se. Um género de "O Futebol Português em 60 Minutos".

De um lado, os representantes máximos do futebol tuga, quais personagens de uma qualquer sitcom, do outro dois representantes da classe política, sempre preocupados em manter uma certa distância daquela coisa que o povo gosta que é o futebol. Ao telefone, o típico presidente burgesso.

Madaíl lá ia pedindo desculpas a toda a gente, evitando tanto o conflito que já suava com o esforço. Faltou apenas pedir desculpa por existir. Seria a melhor das suas intervenções.

O Major estava nas suas sete quintas. Com um público que parecia estar ali para assistir a um “Levanta-te e Ri”, o Major chegava ao ponto de piscar o olho à plateia sempre que dizia uma das suas larachas. Se se sentia apertado, havia que levantar a voz e dizer qualquer coisa desde que com ar indignado. Ninguém faz isso como ele, ainda que já existam alguns seguidores.

Com um ar visivelmente incomodado, em surdina, os representantes da classe política iam trocando palavras entre si. Pareceu-me ver Arnault perguntar a Laurentino: “o Madaíl é o da esquerda, não é?”, mas talvez fosse ilusão de óptica.

Só é mesmo pena não ter sido aquilo um programa de humor. É que parecia mesmo.


O teu post seria brilhante, não fosse esse parágrafo sobre a troca de palavras Laurentino-Arault. Aí já foi “too much”.