Um pouco de história (11) de 1995 a 2000

Metendo-me um pouco na discussão sobre qual foi o pior período, entendo as duas posições. Objectivamente, em termos de resultados este terá sido um tempo melhor que o do Cintra (um título, uma supertaça e duas finais da Taça vs uma Taça), mas a qualidade média das equipas terá sido bastante pior.

E eu, porque tenho participado nessa discussão, queria mais uma vez deixar claro que não considero um melhor que o outro, acho que são os dois igualmente maus!!!

E aproveito para sublinhar que, ainda que com erros de estratégia evidentes e já inadmissiveis, só nas ultimas 3 épocas (sendo a actual a 4ª) o Sporting atinge níveis de competitividade regulares, como o atestam o numero de pontos alcançados e que noutras alturas dariam para ser campeão.

É certo que essa recuperação tem sido irregular, o que se traduz na inconstância apresentada em todas estas épocas, ora começando mal, ora quebrando a meio, ora acabando pior (e com 3 treinadores diferentes, mesmo em termos de perfil), mas a verdade é que com uma gestão desportiva mais eficiente, o Sporting não estaria há tantos anos sem voltar a vencer.

Têm jeito para o dinheiro?...

:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Agora é que podem fechar o tópico! :smiley:

Não têm ?
Não sabem é gerir empresas no ramo do desporto!


Nem do ramo comercial, razão porque a exploração do merchandising foi entregue à TBZ.

Nem do ramo imobiliário, razão porque o património foi despachado (“ah e tal, o Sporting não tem vocação para gerir centros comerciais”).

A única coisa para que têm jeito é para manobras de cosmética financeira, isso não lhes falta, é redução de capital daqui, transferência de activos dali, e lá vão disfarçando a penúria em que colocaram o Sporting.

FLL, o chamado “Projecto Roquete” assentava essencialmente na rentabilização do património, numa SAD e na formação, agora se de inicio não se falava na Academia e no Estádio já não vou garantir, embora em relação a este eu estivesse convencido que sim. Também se falava no “Grupo empresarial” mas esse era um conceito directamente ligado aos primeiros dois que eu referi.
O que é certo é que o EStádio e a Academia acabaran por ser instrumentos fundamentais na estratégia traçada.

Quanto à SAD é uma realidade que ela só foi constituída mais tarde pois nem havia legislação sobre essa matéria em Portugal e foi o Sporting que liderou esse processo obrigando o poder político à criação dessa legislação, aliás essa foi a razão da aproximação do PC ao Roquete, pois o “papa” percebeu logo que essas eram mudanças fundamentais e irreversíveis.

Um dos ganhos indesmentíveis que o Sporting teve em 1995 foi em termos de credibilidade e capacidade interventiva, os nossos dirigentes passaram a ser ouvidos e respeitados e deixaram de ser gozados, apesar de dentro do futebol as resistências terem sido muitas, mas mesmo aí é uma realidade que foi o Sporting que deu os passos fundamentais para as mudanças lentas que tem acontecido, primeiro com José Roquete que definiu muito bem o chamado “sistema” como “um conjunto de maus hábitos instituídos” depois com DC que duma forma mais desabrida apontou o dedo aos “donos da bola” é claro que no meio disto tudo se cometeram grandes erros estratégicos, que no entanto não invalidam os méritos do que foi feito que nunca estaria ao alcance dum tanso como o Cintra que ninguém levava a sério.

Rui é evidente que os primeiros anos do “projecto” foram uma sucessão de erros e ziguezagues, mas de nada serve marcar 71 golos numa temporada e ficar em 3º lugar, muito menos se pode comparar essa época com outra em que com 57 golos fomos Campeões

Têm jeito para o dinheiro?...

:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Agora é que podem fechar o tópico! :smiley:

Não têm ?
Não sabem é gerir empresas no ramo do desporto!


Nem do ramo comercial, razão porque a exploração do merchandising foi entregue à TBZ.

Nem do ramo imobiliário, razão porque o património foi despachado (“ah e tal, o Sporting não tem vocação para gerir centros comerciais”).

A única coisa para que têm jeito é para manobras de cosmética financeira, isso não lhes falta, é redução de capital daqui, transferência de activos dali, e lá vão disfarçando a penúria em que colocaram o Sporting.

Nem na Aeronáutica, nem no Ramo das Telecomunicações, nem no Ramo da Energia, nem no ramo do cimento, nem …

FLL tu já soubeste ler mais além do que é escrito! E acho que o que eu escrevi é bem claro.

Estes doutores vieram para um clube de futebol e quiseram transformá-lo num clube de negócios variados … e isso é o que eles não sabem fazer como tu bem dizes … que foi o que eu escrevi!

Passou-me o teu sarcasmo, então. Não ligues, é que chegados a este período quem perde o discernimento sou eu… :wink:

Neste espaço de tempo salva-se na minha óptica o bom futebol de Jozic e a conquista do Campeonato,de resto exceptuando alguns jogos memoráveis como a recuperação de Campo Maior(5 a 3 depois de estar a perder por 3 a 1)e vitória nas Antas por 2 a 1,encontram-se sucessivos treinadores e sucessivos directores desportivos sem resultados condizentes com a grandeza do clube como a derrota em casa com os orcs por 4 a 1 em 98,tendo que ser Vidigal,num jogo em Alvalade a marcar o golo da vitória na penúltima jornada salvo erro frente ao Belenenses,a garantir o apuramento para as competições europeias,acabando em 4º lugar.

Já em 99 estivemos a minutos do 3º lugar mas Nuno Gomes fez o 3 a 3 na Luz e ficamos em quarto.

Dois períodos bem distintos, 95-98 e 98-00.

95-98 é o regresso às equipas medíocres. Queiroz falha em toda a linha na reconstrução da equipa que encerrou o seu ciclo com a vitória na Taça e as saídas de figuras de proa desde 91 como Figo, Balakov, Peixe e alguns actores secundários que tinham sido importantes a espaços, como Capucho ou Juskowiak.

Como o tó mané descreve, inicia-se um período de degradação que começa com as entradas de Afonso Martins, Dominguez, Hadjy, Ouattara, Assis e que só vai bater no fundo na época desastrosa de 97/98, com jogadores como Quim Berto, Patacas, Marco Almeida, Néné, Vinicius, Renato, Leão, Ivo Damas, Ramírez ou Giménez a terem gratuitamente privilégio de vestirem a mítica verde-e-branca sob a batuta do inefável Carlão.

Já aplidei estes anos de cinzentos e desmoralizantes. A situação financeira é relativamente desafogada e não se vive o cenário humilhante de salários em atraso, rescisões em catadupa e a ameaça do encerramento de portas. Mas, no campo, as equipas destes anos não são mais fortes do que as dos anos negros de 86-89. E há Santana Lopes, o grande concorrente de Jorge Gonçalves no concurso “o pior presidente do Sporting de sempre”.

É verdade que se consegue um 2º lugar, a melhor classificação desde 1985. Mas beneficia-se do resvalar do Benfica para a maior crise da sua história. Aliás, tão fracos eram os plantéis dos seus adversários nestes anos, que quase bastava ao Porto comparecer para levar o campeonato - quanto mais terem uma equipa fortíssima, assente em jogadores de enorme classe como Jardel, Drulovic ou Aloísio e bem secundada por jogadores como Zahovic, Conceição, Capucho ou Jorge Costa.

A qualidade dos adversários é um factor a ter em conta quando se olha para as classificações. Por exemplo, em 98-99, o 4º lugar final esconde várias coisas: a afirmação na equipa de jogadores muito interessantes como Simão, Duscher, Rui Jorge ou Delfim; o facto de a equipa jogar do melhor futebol desde os dias de Figo e Balakov; o número anormal de más arbitragens; a ascensão do Boavista, 2º classificado nesse ano e que, por exemplo, vai à Luz despachar os lamps por 3-0; e um golo do empate nos últimos minutos na Luz. 98-99 inaugura uma dos melhores períodos da história recente do clube, que vai incluir mais um campeonato. Mas, a partir de 2000, independentemente de todo o mérito dos nossos jogadores e treinadores é preciso não esquecer que os nossos adversários estão em quebra - o Benfica bate no fundo com plantéis hilariantes uns atrás dos outros e um fantástico 6º lugar (que saudades!) e o Porto vive a indefinição do tempo pós-Jardel e do envelhecimento e saída dos jogadores do ciclo do Penta.

Sobre 2000, tudo dito. É, com o golo do Miguel Garcia em Alkmaar, das poucas provas que tenho de que o nosso clube afinal talvez não seja o playground para brincadeiras cruéis dos deuses que tudo o resto indica. Nesse ano, aquela equipa do Sporting fez tudo ao contrário do que mandam as regras e conseguiu onde outras equipas do Sporting muito mais fortes falharam. Não sei o que é mais improvável:

  • ganhar um título após uma início de época calimitoso e uma
    uma mudança de treinador
  • fazer três contratações de inverno e acertar em cheio
  • ver um avançado veterano de 32 anos que tinha tido sido objecto de risota no ano anterior a ser, com toda a justiça, aclamado pelas bancadas como “és o nosso matador/matador/matadooor!”
  • ter por empréstimo um reserva de um clube italiano obscuro que faz a época da sua vida.
  • uma equipa com Jardel não ser campeã.

Um conto de fadas. A equipa de 2001-2 era melhor que esta e limpou o campeonato com toda a justiça porque era mais forte do que qualquer adversário. Mas, até ao fim dos meus dias, a linha Schmeichel-César Prates-André Cruz-Beto-Rui Jorge-Vidigal-Duscher-Barbosa-De Franceschi-Ayew-Acosta será sempre a campeã.

Um conto de fadas. A equipa de 2001-2 era melhor que esta e limpou o campeonato com toda a justiça porque era mais forte do que qualquer adversário. Mas, até ao fim dos meus dias, a linha Schmeichel-César Prates-André Cruz-Beto-Rui Jorge-Vidigal-Duscher-Barbosa-De Franceschi-Ayew-Acosta será sempre [i]a[/i] campeã.[b][/b]

Embora em termos individuais tenham existido outras equipas teoricamente mais fortes, de toda a minha vivência leonina a equipa que considero mais forte é a de 99/00.

Estava perto de a considerar perfeita, só faltando mesmo um patrão tipo Balakov (que muitos diziam ser Barbosa, ideia com a qual não posso estar mais em desacordo).

O que passou pelas cabeças dos dirigentes para destruir uma máquina daquelas é coisa que ainda hoje não entendo (ou prefiro não o fazer para não me chatear ainda mais).

Por acaso,caro Rui,também acho que a equipa de 2002 era mais forte,acho é que em 2000 a equipa talvez fosse mais homogénea,talvez por não haver tantas individualidades,a equipa tinha necessidade de jogar assim,como equipa.

Caro Petrovich,desse onze talvez fosse justo incluir Delfim,jogador que na minha óptica foi importante na 1ª metade da recuperação leonina essa época mas também não seria justo retirar Vidigal…

Dois períodos bem distintos, 95-98 e 98-00.

95-98 é o regresso às equipas medíocres.

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Sobre 2000, tudo dito. [b]É, com o golo do Miguel Garcia em Alkmaar, das poucas provas que tenho de que o nosso clube afinal talvez não seja o playground para brincadeiras cruéis dos deuses que tudo o resto indica.[/b] Nesse ano, aquela equipa do Sporting fez tudo ao contrário do que mandam as regras e conseguiu onde outras equipas do Sporting muito mais fortes falharam. Não sei o que é mais improvável: - ganhar um título após uma início de época calimitoso e uma uma mudança de treinador - fazer três contratações de inverno e acertar em cheio - ver um avançado veterano de 32 anos que tinha tido sido objecto de risota no ano anterior a ser, com toda a justiça, aclamado pelas bancadas como "és o nosso matador/matador/matadooor!" - ter por empréstimo um reserva de um clube italiano obscuro que faz a época da sua vida. - uma equipa com Jardel não ser campeã.

Estou de acordo com a generalidade das leituras que fizeste, mas curiosamente julgo que o golo do Garcia também foi uma dessas bricadeiras crueis dos deuses da bola, pois estou convencido que se teríamos ganho esse campeonato se não fosse esse golo

Estou de acordo com a generalidade das leituras que fizeste, mas curiosamente julgo que o golo do Garcia também foi uma dessas bricadeiras crueis dos deuses da bola, pois estou convencido que se teríamos ganho esse campeonato se não fosse esse golo

Ninguém sabe mas é possivel. O que aconteceu ao Sporting nessa época ve-se acontecer a outros clubes: estar na corrida pra diversos titulos e acabar por nâo ganhar nenhum porque ha dispersâo de esforços e, claro, extra desgaste(fisico e mental).
Eu, a ter que escolher, preferia ganhar a Taça UEFA que o campeonato, por exemplo.

Sobre 2000, tudo dito. [b]É, com o golo do Miguel Garcia em Alkmaar, das poucas provas que tenho de que o nosso clube afinal talvez não seja o playground para brincadeiras cruéis dos deuses que tudo o resto indica.[/b] Nesse ano, aquela equipa do Sporting fez tudo ao contrário do que mandam as regras e conseguiu onde outras equipas do Sporting muito mais fortes falharam. Não sei o que é mais improvável: - ganhar um título após uma início de época calimitoso e uma uma mudança de treinador - fazer três contratações de inverno e acertar em cheio - ver um avançado veterano de 32 anos que tinha tido sido objecto de risota no ano anterior a ser, com toda a justiça, aclamado pelas bancadas como "és o nosso matador/matador/matadooor!" - ter por empréstimo um reserva de um clube italiano obscuro que faz a época da sua vida. - uma equipa com Jardel não ser campeã.

Estou de acordo com a generalidade das leituras que fizeste, mas curiosamente julgo que o golo do Garcia também foi uma dessas bricadeiras crueis dos deuses da bola, pois estou convencido que se teríamos ganho esse campeonato se não fosse esse golo


Também acho que o golo do Garcia foi uma brincadeira, e a mais requintada de todas.

Deram-nos aquele gozo supremo no último minuto, mas apenas para nos fazerem passar pela agonia daqueles 30 segundos em que o Rogério falha o empate de baliza aberta e no contra-ataque os russos matam o jogo. :frowning:

Estou de acordo com a generalidade das leituras que fizeste, mas curiosamente julgo que o golo do Garcia também foi uma dessas bricadeiras crueis dos deuses da bola, pois estou convencido que se teríamos ganho esse campeonato se não fosse esse golo

Bem, visto a posteriori, a verdadeira brincadeira desse campeonato é a derrota do Benfica em Penafiel na jornada anterior ao derby. O Sporting estava a trucidar tudo e todos (Porto, Boavista, Braga…) no seu caminho porque sabia que qualquer escorregão significava o fim. Mas esse jogo de Penafiel fez com que se instalasse pela primeira vez em meses uma mudança de cenário; de repente as possibilidades são duas: a vitória dava automaticamente o título; mas (e é um grande “mas”) o simples empate bastava para nos dar uma vantagem quase imbatível - bastava cumprir a obrigação de ganhar em casa ao Nacional para conquistar o título.

O trágico é que na cabeça dos jogadores e do treinador, a segunda hipótese tornou-se um mandamento. Em vez de se ir para o golpe de misericórdia num Benfica inferior e com o balão a esvaziar (julgo que só tinham ganho dois jogos nos últimos cinco), cometeu-se o erro crasso de alterar o modelo de jogo e os objectivos para a Luz - quebrando toda a dinâmica de vitória que vinha de trás. E quando se joga por empate acontecem destas coisas: o golo do Luisão cai do céu aos trambolhões quando já é demasiado tarde para alterar o esquema da equipa ou a sua predisposição mental - bastava ver os olhares de desespero dos nossos jogadores. Injusto como tudo, mas já toda a gente sabe que no Sporting não se pode deixar nada ao acaso - porque se se deixa, vai correr contra nós.

Quanto à Taça UEFA, não sei se a sua relação com o campeonato é assim tão linear. É verdade que desgasta a equipa; mas também é verdade que os sucessos lá fora foram muito importantes para segurar a moral da equipa em momentos de grande dificuldade nas competições domésticos (Setembro-Outubro e Fevereiro-Março). Vejo muito mais uma ligação entre a derrota na Luz (e a forma espúria como acontece) com o colapso psicológico da equipa após o golo do empate do CSKA, do que entre o jogo de Alkmaar e o derby. Quanto muito, o jogo épico de Alkmaar deveria ter servido de lição numa coisa: aquela equipa não estava feita para segurar empates.

Sobre 2000, tudo dito. É, com o golo do Miguel Garcia em Alkmaar, das poucas provas que tenho de que o nosso clube afinal talvez não seja o playground para brincadeiras cruéis dos deuses que tudo o resto indica. Nesse ano, aquela equipa do Sporting [b]fez tudo ao contrário do que mandam as regras [/b] e conseguiu onde outras equipas do Sporting muito mais fortes falharam. Não sei o que é mais improvável: - ganhar um título após uma início de época calimitoso e uma uma mudança de treinador - fazer três contratações de inverno e acertar em cheio - ver um avançado veterano de 32 anos que tinha tido sido objecto de risota no ano anterior a ser, com toda a justiça, aclamado pelas bancadas como "és o nosso matador/matador/matadooor!" - ter por empréstimo um reserva de um clube italiano obscuro que faz a época da sua vida. - uma equipa com Jardel não ser campeã.

Um conto de fadas. A equipa de 2001-2 era melhor que esta e limpou o campeonato com toda a justiça porque era mais forte do que qualquer adversário. Mas, até ao fim dos meus dias, a linha Schmeichel-César Prates-André Cruz-Beto-Rui Jorge-Vidigal-Duscher-Barbosa-De Franceschi-Ayew-Acosta será sempre a campeã.


Concordo a 100% os campeões de 99/2000 estão para sempre no meu coração de leão, uma equipa de combate, que lutou contra um Porto com Jardel(39golos), contra todas as adversidades e foi um justo Campeão!
O desmantelamento da equipa que se seguiu, é outra estória, muito triste por sinal, referência ainda para o facto de Luís Duque tentou depois trazer Mourinho para Alvalade mas od deuses não deixaram?!
Sobre Sousa Cintra, não lhe perdoo ter despedido o MR. Bobby Robson, porque teríamos sido campeões de caras nesse ano! Os deuses deviam estar loucos! :?

Parece-me que Roquete saiu desiludido com o mundo do futebol português, mas conseguiu construir parte de um sonho, pois a Academia já dá frutos, o Estádio está de pé, apenas falha a componente empresarial do projecto, pois os doutores vips da SAD em matéria de gestão de Plantel são muito fraquinhos, quer em contratações quem em valorização das nossas pérolas que são vendidas às primeiras ofertas, e depois ainda temos que vê-los brilhar nos clubes rivais, para tapar os maus negócios e a má gestão que fazem! :x

JOSÉ ROQUETE

FESTA EM PARIS A 3ª SUPERTAÇA DO SPORTING

CAMPEÕES 99/2000

Em baixo: Rui Jorge,Ayew, Acosta, Saber e De Francheschi;
Em cima: Schemeichel, Barbosa, Vidigal, Beto, André Cruz e Duscher

FINALMENTE A GLORIA