Thank Thee Britannia, one more time!

A última vez que me senti assim foi quando o nosso presidente foi eleito em Março de 2013.

Nesta magnífica madrugada, as minhas constantes decepções e duras críticas para com os britânicos de repente transformaram-se num orgulho incomensurável. Estou siderado e emocionado.

Por isso mesmo tenho estou desde as 5 da manhã a ouvir isto em loop:

https://www.youtube.com/watch?v=W7NxDOrt8wI&loop=1

Range os dentes, Soros, range.

E hoje nem vale a pena virem falar-me de tratados e mapas cor-de-rosa.

[b]PORTUGUÊS que se orgulhe da nação que tem hoje JAMAIS poderá esquecer que, desde o longínquo ano de 1385, a Inglaterra foi a nossa ÚNICA aliada, quem sempre nos ajudou a manter a nossa eterna independência contra as hostis potências continentais (que finalmente nos domaram pela pena em 1986).

À Britannia devo hoje poder ser e falar Português em Portugal, (a ela devo até a minha existência através de um distante ancestral de seu nome George), a ela devo o Sporting e muito mais, a ela devo ainda o fim de tiranos na Europa e acima de tudo a ela devo hoje o princípio do fim do IV Reich.[/b]

[center]

Rule, Britannia! Britannia, rule the waves!
Britons never, never, never will be slaves!

MANY THANKS, BRITANNIA!!! SHE’S YOURS AGAIN[/center]

Ainda bem que nunca ouvi falar do Ultimato Inglês…

O Ultimato Inglês foi exageradamente empolado na altura pelos republicanos para tentarem ganhar votos.

A diplomacia da canhoneira era algo comum na época.

E hoje em dia alguns ainda usam o argumento das colónias mesmo estando contra a existência delas.

É válido o que dizes.
Mas também posso interpretar que em pleno séc XIV, se Castela fosse apoiada pelos ingleses, nós teríamos o apoio francês e não o que aconteceu.
Já agora, curioso que 500 anos depois, os francius borrifaram se nos espanhóis e invadiram a península ibérica, sim porque as invasões francesas não se limitaram a Portugal (embora houvesse uma parte da Espanha pró -napoleao)

Enviado do meu X98 Air 3G através de Tapatalk

Sempre que passarem por Entrecampos lembrem-se daquela estátua que tanto passa despercebida. É o monumento aos heróis da Guerra Peninsular, simboliza muitos milhares de vidas em troca da independência de Portugal.

Quem hoje quiser comprar qualquer coisa simbólica, pode fazê-lo aqui:

http://www.britsuperstore.com/uk/

Today is Britain Day.

Empolado?.. Alguns podem se ter aproveitado politicamente, mas o facto é que não deixou de ser um ultimato e uma humilhação para Portugal.

Os portugueses em geral, não os académicos, têm uma noção distorcida da história da relação de Portugal com a Inglaterra e de como a Inglaterra “olhou” para nós ao longo da história. A maior parte pensa apenas que a Inglaterra nos ajudou e ignora completamente que também nos deu várias facadas nas costas.

O hino português nasce mesmo desse ultimato, inclusive a letra dizia “contra os bretões marchar marchar” e não “contra os canhões” como é hoje em dia. De facto, o hino português é um hino contra a humilhação dos ingleses sobre Portugal, algo que muitas pessoas não sabem. Além do ultimato, a Inglaterra tinha cobiça pelas terras colonizadas por nós em África. Deste modo, manteve conversações secretas com a Alemanha no sentido de dividirem as colónias portuguesas entre eles e chegaram mesmo a um acordo entre eles, que depois com movimentações por parte de Portugal junto da Inglaterra e mais tarde com a Primeira Guerra, Portugal conseguiu manter as suas possessões em África.

Sabem que mapa é este?

Jolly good show!

Sim os britanicos ajudaram portugal porque gostaram muito de nos, e nunca havia outros interesses por tras das aliancas. ::slight_smile:

Nem sei o que isso tem a ver com o dia de hoje e as consequencias, para o FUTURO do continente em que vivemos, mas isso sou eu.

Ilustra o Tratado de Fontainebleau assinado secretamente pela França e pela Espanha, em 27 de Outubro de 1807, dividindo Portugal entre os dois países.

Ali era proposto a repartição deste reino em em três estados:

Em termos práticos. a divisão seria a seguinte:

  • O Reino da Lusitânia Setentrional (no noroeste de Portugal, entre os rios Douro e Minho, incluindo as cidades de Porto e Braga) cujo nome tinha como referência a antiga Província romana da Lusitânia;
  • Portugal (reduzido às províncias de Trás-os-Montes, Beira e Estremadura, incluindo a capital, a cidade de Lisboa) que ficaria sob ocupação directa dos exércitos franceses e cujo destino seria posteriormente decidido;
  • O Principado dos Algarves (correspondendo ao sul de Portugal, incluindo as regiões do Algarve e do Alentejo) que seria governado pelo chefe do governo espanhol, Manuel de Godoy, assim recompensado por defender a aliança Franco-Espanhola.

Mas se para meter mapas podemos por mais nao?

O nosso eterno “aliado”, depois de nos “salvar”.

http://150anos.dn.pt/2014/07/30/1890-as-armas-o-ultimato-ingles/

És um gajo de esquerda e isso tudo só porque querias ficar com o Zimbabué (Rhodesia) ??

Como referi lá em cima:

E hoje nem vale a pena virem falar-me de tratados e mapas cor-de-rosa.

PORTUGUÊS que se orgulhe da nação que tem hoje JAMAIS poderá esquecer que, desde o longínquo ano de 1385, a Inglaterra foi a nossa ÚNICA aliada, quem sempre nos ajudou a manter a nossa eterna independência contra as hostis potências continentais (que finalmente nos domaram pela pena em 1986).

À Britannia devo hoje poder ser e falar Português em Portugal, (a ela devo até a minha existência através de um distante ancestral de seu nome George), a ela devo o Sporting e muito mais, a ela devo ainda o fim de tiranos na Europa e acima de tudo a ela devo hoje o princípio do fim do IV Reich.

Foram os ingleses que enforcaram o General Gomes Freire de Andrade, um grande patriota e vulto da nossa História.

Vulto da história? Ele comandou a parte que não desertou da legião portuguesa ao serviço da França.

A execução dele foi política e só serviu na legião porque estava a cumprir ordens, mas não é um grande vulto da nossa história.

Fogo Viridis, ficar contente pelo resultado do Brexit também fiquei, agora exultar ingleses… foram dos povos que mais nos prejudicaram (quer directa quer indirectamente) ao longo da história. E só não foram o pior pela dimensão que tiveram as tentativas de invasão por parte dos espanhóis e o domínio que tivemos temporariamente por parte dos mesmos.

Sempre nos trataram como inferiores e, mesmo que tenham tido “razões” para o fazer, não consigo gostar deles.

Não é apenas um sentimento para connosco, são assim para todo o mundo. Faz parte. Se não fossem assim ainda estavam na EU.

Volto a salientar.

  • Sem eles, tinhas perdido Portugal em 1385 na Batalha de Aljubarrota.
  • Sem eles não tinhas Philippa de Lancastre, consorte de João I e mãe da Ínclita Geração: entre os quais, o Infante D.Henrique, mentor dos Descobrimentos.
  • Sem eles tinhas perdido Portugal em 1807, e provavelmente se não tivessémos furado o Bloqueio Continental, hoje vivíamos num qualquer departamento francês.
  • E espero que esta seja uma oportunidade de sairmos do IV Reich e recuperarmos uma pouco de dignidade enquanto país.

A Inglaterra apenas não respeitou a soberania portuguesa quando esta era conduzida por toscos (a seguir à morte de D. Sebastião, a Pátria viu-nessa situação muitas vezes).

Não só a Inglaterra está intimamente ligada aos episódios cujo desfecho a favor de Portugal e da Inglaterra impediram Portugal de ser engolido/retalhado por terceiros (às vezes com o beneplácito de alguns portugueses), como esteve ligada…à fundação de Portugal, pois a maior parte dos Cruzados que auxiliou D. Afonso Henriques, num momento em que este consolidava a sua posição e a sua pretensão, eram provenientes de Inglaterra.

É verdade, muitas vezes nos trataram com desdém e muitas vezes nos exploraram.

Há uns anos houve uma grande polémica com a série “Os Tudors” em que o Rei de Portugal e os portugueses em geral eram retratados da pior maneira possível:

“A série tem um guarda-roupa impressionante e curiosamente tive oportunidade de ver a forma imunda como é tratado o rei de Portugal na época da dinastia Tudor. A irmã mais velha de Henrique VIII, a princesa Margaret Tudor, na série, casa em Portugal com o rei (D. Manuel I?), um velho decrépito e nojento, de pés sujos. A corte portuguesa é apresentada como um antro de seres andrajosos, porcos e velhacos.”

http://mouseland.blogs.ua.sapo.pt/58145.html

"- Henrique tem uma irmã (Margarida na série, que na realidade não existiu), que é obrigada a casar com o Rei de Portugal. O Rei de Portugal é já de avançada idade e por isso (ela é nova), não quer casar com ele. Até aqui tudo bem, naquela altura o que mais havia era casamentos deste tipo.
Lá vai Margarida de barco para Portugal. Quase a chegar a Lisboa “enrola-se” lá com um nobre que a acompanha. Tudo bem, ficção normal. Agora vem a parte “triste”:
Chega a Lisboa e o palácio real é retratado como um sítio escuro, com uma corte de “gajos” "rebarbados que mostram a língua e tal quando a princesa passa. Chega ela ao pé do Rei e este é retratado como um velho asqueroso e decrépito (mas mesmo nojento).
Passa-se para a cena em que ela e o Rei vão ter a primeira noite juntos. Toda a nobreza em volta da cama em libidinosa babosice. Até aqui tudo bem pois parece que naqueles tempos era usual ter “pessoal” em volta da cama quando se dava a “trancada” real.
Próxima cena: abre-se o pano em volta da cama e a princesa faz sinal que ele lá conseguiu consumar o acto. Mostra-se a tal personagem a arfar como se fosse morrer, e a nobreza a bater palmas.
Ultima cena : a princesa mata-o na cama, com uma almofada na cara. Ridículo da cena: mostram os pés do Rei todos sujos dando a ideia de que o velho não se lava há muito tempo.

Aquela parte da ida da princesa Margarida para Portugal é invenção. Isso nunca existiu. Se assim é porquê encaixar aquilo na série? Nem acrescenta nada de jeito à estória. Enfim…Aquela então de mostrar os pés do Rei sujos enquanto a Margarida o mata é de um ridículo a toda a prova. Como se os Ingleses e Franceses naquela altura tomassem banho todos os dias. Volto a dizer, completamente despropositado. Se não retratam assim os Franceses na série, porquê os Portugueses?

A corte portuguesa surge como algo grotesco! Tudo gente aparvalhada, pacóvia, que até no momento da consumação do casamento entre este Rei, com nome desconhecido, e a sua esposa (irmã do Rei Inglês), rodeiam a cama, fazendo claque para a coisa correr bem!!!
Em primeiro lugar, nenhuma irmã de Henrique VIII se casou com um Monarca Português. Houve uma que se casou, de facto, com um Rei velho e decrépito, que nem chegou a consumar o casamento mas esse era o Rei de… França (Luís XII)!!

Em segundo lugar, o Rei que governava na altura em Portugal não era nenhum velho, mas sim o jovem D. João III, de 23 anos! (1521-1557)ou, não precisando a data o seu antecessor o Rei D. Manuel I (1495- 1521) http://www.casareal.co.pt/casareal/cronologia/index.php

Em terceiro lugar, Portugal estava na época dos Descobrimentos, período que corresponde ao nosso apogeu de desenvolvimento, de riqueza e a corte portuguesa não era, de todo, aquilo que ali está retratado!"

[b]E já no tempo de Pombal havia muitas queixas contra os ingleses que o Pombal tentou corrigir:

“Considerando como uma grande desgraça para Portugal a dependência em que estava da Inglaterra, e o tributo que lhe pagava todos os anos em somas enormes em troca dos artefactos que de lá recebia, entendeu que o modo mais simples de acabar com essa dependência, era proibir debaixo de penas severas a exportação de metais preciosos, querendo assim restabelecer arbitrariamente a balança de comércio, exigindo que os ingleses levassem de Portugal mercadorias correspondentes no preço aquelas que nos enviavam.”[/b]

http://www.arqnet.pt/dicionario/pombal1m.html

É verdade que algumas vezes nos ajudaram, mas isso também foi muito no seu próprio interesse, uma vez que não queriam uma Espanha+Portugal (Iberia) unida e forte. Por outro lado também nos tentaram lixar várias vezes, nomeadamente com o Brasil e com as colónias africanas.

Contra factos nao ha argumentos, tambem vi a serie, fiquei a rir-me para nao chorar exactamente com a cena que descreves, tambem sabia que tal casamento nunca existiu.
O resto dos factos historicos que mencionas, tambem sao inegaveis, ainda assim, entre o deve e o haver, safaram-nos o coiro muitas vezes.
Nao concordo apenas quando dizes que nao lhes convinha uma Iberia forte e unida, os Reis portugueses tentaram isso muitas vezes, mas sempre fomos uma espinha atravessada na garganta dos espanhois que preferiram sempre estender lacos a Este na Franca, do que a Oeste em Portugal, dai a nossa necessidade de contar com a alianca Inglesa.