Teorias da Conspiração... Ou não!

A humanidade, na sua essência, é uma merda.

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É um paradoxo, é uma merda e é esplendorosa.

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Maldito medidor Pencudo-Cristão que serve como bitola… E isto vindo de um estudioso e autor com bases no que é sagrado e intemporal.

Declarações dessas em plena guerra são dignas de propaganda, como o has only got one ball…
Logo, são tendenciosas.

Paganismo Satânico? Pensamento mágico aliado a uma cosmogonia Horbigeriana e mais uns pozinhos de outras correntes.

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Na sua essência é maravilhosa. Mas há cabrõezinhos sucessiva e historicamente a retirar-lha.

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Um bocadinho de propaganda “nazi” ou “antissemita”… :dotted_line_face:

https://www.goyimtv.com/v/2751924165/POP--SEX--SATAN--AND-BABYLON-S-BOULE----Episode-VI---Communists--Contras---Cold-War

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----- GOSTO ------ NÃO GOSTO

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Se formos dividir por feitos e porcaria feita, não sei se não andamos ela por ela. Mas pronto, acho que eu já estou desiludido no geral com a visão do mundo que me rodeia.

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E aos Bibelforscher, hoje Testemunhas de Jeová que são frequentemente esquecidos(as) quando se fala das vítimas do nazismo.

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Entendo. :+1:
Se encarares a realidade como uma forma de estar pode ser que lides melhor com as coisas menos positivas que te possam rodear.

Remember your essence (re.re.re-repost…)

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Esses tiveram tratamento especial cruel por parte dos Alemães.

Tinham um triângulo identificativo específico em púrpura para os distar dos restantes prisioneiros.

Como renegavam em tudo o que era Nacional-Socialista, pois não podem jurar sobre bandeira e ir à tropa, e, principalmente, serem totalmente apolíticos e como objectores de consciência naturais que são, estavam na primeira linha para serem presos.

Foram quase todos passados na guilhotina, aliás, no culto deles, é apontado como exemplo do martírio pela fé usado como técnica para cativar mais gente para a seita, lá está, estão a ser políticos sem o serem, penso que seja um número propagandístico do culto, mas referiam-se a mais de 20000 decapitados nos campos de concentração.

Desconheço os números reais e totais.

Pouco diferem de um Hezbollah ao nível do sectarismo e extremismo religioso que apresentam.

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Normalmente, concordo e sigo com muito interesse tudo o que partilhas aqui, mas quanto a isto que escreveste estas total e completamente equivocado.

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SI VERA EST FAMA

Em 1932, nos derradeiros meses da democracia alemã, o jornalista liberal Rudolf Olden publicou uma coletânea de ensaios intitulada Profetas na Crise Alemã: Os Milagrosos ou os Encantados. Com contributos de importantes intelectuais antifascistas, o livro estabeleceu uma clara ligação entre a ascensão do nacional-socialismo e a obsessão alemã com o sobrenatural, exacerbada pela derrota na 1.ª Guerra Mundial e pela crise económica dos anos 1930.

Na Introdução, Rudolf Olden declara que o pensamento mágico de Hitler apenas afetou “metade da população; a outra metade fica enojada, acha-o risível, grotesco”. Mas esta primeira metade da população, a que seguiu Hitler, foi, segundo Olden, condicionada a apoiar o nazismo por milhares de “pequenos profetas”, tanto dentro como fora do Partido Nacional-Socialista. Tais profetas incluíam “os teosofistas, os antroposofistas, os rabinos miraculosos…os raios da morte, os três mil magos que vivem em Berlim…os adivinhos…os astrólogos…o médico milagroso Steinmeyer em Hahnenklee…os budistas em Frohnau, as muitas seitas, os fazedores de milagres políticos e médicos”. Até “a crença na bruxaria está a crescer”, lamentou Olden.

Por fim, Rudolf Olden confessa em tom desencantado: “Por causa das doenças humanas e do gado, as mestres bruxas do país antigo estão a voltar a poucos quilómetros da cosmopolita cidade de Hamburgo! Milhões de alemães procuraram a salvação nesses parapsicólogos, nesses defensores das ciências esotéricas e nesses ocultistas, que falam de poderes desconhecidos…que fluem do Führer”.

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Rudolf Olden (1885-1940).

Hitler e Lúcifer, Jacob (Marinus) Kjeldgaard, 1940
Hitler e Lúcifer, de Jacob (Marinus) Kjeldgaard, 1940.

:eyes:

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Amigo @Hemgê, não foi uma comparação exagerada ou descabida.

São tão extremistas como eles ao nível da doutrina, como qualquer movimento religioso que o
seja.

Não há Testemunhas moderadas e receptivas a uma opinião e perspectivas diferentes, é tudo sectário até ao Boda.

A diferença é que estes não têm RPG’s, mas a doutrina e literatura deles é igual a um rocket.

É o mesmo discurso agressivo, baseado em justiça e intervenção divina, proselitismo forçado,
a truncagem e aproveitamento de textos sagrados subvertidos para fins próprios a fim de encaixarem na doutrina e dogma.

Tenta meter bom senso e verdade histórica num e verás como ele se transformará de imediato, toca-lhe nas campainhas de alarme mentais que a seita lhe colocou, e verás um paralelo a um turra a vociferar forte e feio, lá se vai o decoro Cristão e a compostura…

A seguir à Igreja Católica são os que têm mais casos de pedofilia e abuso de menores comparativamente a outros cultos/seitas.

SI VERA EST FAMA

Três anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, Robert Eisler proferiu uma palestra intitulada “Homem em Lobo: Uma Interpretação Antropológica do Sadismo, Masoquismo e Licantropia”, na Royal Society of Medicine, em Londres.

De acordo com Eisler, a propensão de Hitler para evoluir para estados licantrópicos mais “primitivos” ou “maníacos”, para ser dominado pelo êxtase e pela emoção, devia ser interpretada como uma evidência de xamanismo ou mediunidade: “A raiva de Hitler, qual raiva de um xamã mágico, era notória… as visões e fórmulas mágicas do xamã tornaram-se imperativos absolutos. O xamã era agora o líder que adivinhava o futuro”.

“A crença na licantropia”, declarou Eisler, “prevalecia na Alemanha antiga e medieval. Muitos alemães acreditavam que uma mudança mágica do homem para o lobo poderia ser provocada vestindo uma pele de lobo, tal como os Isawiyya e as ménades báquicas se envolviam em peles de animais e iam para a floresta".

Essa crença na licantropia, argumentou Eisler, foi ressuscitada na Alemanha nazi. Deu nota que o Terceiro Reich empregou a estranha palavra Werwolf (lobisomem) para designar uma organização secreta de guerrilha. O termo foi novamente utilizado no “discurso raivoso de Himmler sobre a nova Volkssturm [milícia popular]”, a quem o Reichsführer encorajou a “atacar como lobisomens as linhas de comunicação dos Aliados na Alemanha ocupada”.

Hitler desejava que os imperativos da guerra pudessem erradicar “milhares de anos de domesticação humana”. “Nada poderia ser mais excitante”, afirmou o Führer, do que “ver nos olhos da juventude impiedosa o brilho do orgulho e da independência da fera predadora” que, organizada em “matilhas de lobos”, “deveria caçar e matar os inimigos da Alemanha pela calada da noite”.

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Robert Eisler, 1882-1949.


Hitler como um lobo de duas caras. Desenho produzido pelas Operações Psicológicas do Office of Strategic Services (OSS) em Itália, 1944.

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SI VERA EST FAMA

“O sucesso de certos estadistas deve-se à totalidade de forças espirituais invisíveis que influenciam a Humanidade, por natureza, astrais e etéreas […] Os Senhores do Mundo (especialmente Hitler) foram enviados intencionalmente à Terra por esses Poderes. Os Senhores do Mundo recebem ajuda desses Poderes e recorrem diretamente a Eles. São como meteoritos que caíram na Terra”.

René Kopp, “O Segredo Psíquico dos Senhores do Mundo: Bonaparte, Mussolini, Hitler,” 1934

“As fotografias de Hitler ao longo do tempo mostram que o rosto mudou e que apresenta sinais de sonambulismo, como se fosse guiado por alguém. A sua natureza solitária e um misticismo especial, juntamente com outros sinais, sugerem a possibilidade de possessão por um espírito de origem desconhecida”.

René Kopp, “O Enigma de Hitler”, 1939

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René Kopp (1899-1977).


Hitler, Face do Terror, de Erwin Blumenfeld, 1933.

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SI VERA EST FAMA

Segundo alguns investigadores, quando o Liber AL vel Legis (Livro da Lei) da autoria dessa personalidade magistral e fascinante chamada Aleister Crowley foi traduzido para alemão por Martha Küntzel, a tradutora terá ficado impressionada com as estranhas semelhanças entre esse extraordinário texto místico e o Mein Kampf de Adolf Hitler, publicado no mesmo ano de 1925.

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Diz-se igualmente que Crowley contactou Hitler para que este aderisse à sua Ordo Templi Orientis. Terá sido nesse contexto que, em 1930, aconteceu o misterioso episódio da Boca do Inferno, envolvendo o prodigioso mago e ocultista britânico e o nosso genial poeta Fernando Pessoa.

Nesse ano, Aleister Crowley recebera correspondência do nosso poeta, que era um entusiasta do Esoterismo, da Numerologia, da Alquimia, do Espiritismo, da Astrologia, assim como do Gnosticismo, do Neopaganismo, da Teosofia, do Rosacrucianismo e da Maçonaria. Fernando Pessoa traduzira o seu fascinante poema “Hino a Pã” e, na sua biblioteca, encontravam-se duas obras-primas de Crowley, a Magia: Teoria e Prática e As Confissões.

Fascinado pela erudição esotérica do escritor português, Crowley decidiu conhecê-lo pessoalmente, viajando até Lisboa, onde desembarcou no dia 2 de setembro. No entanto, a 23 de setembro, Crowley desapareceu súbita e misteriosamente na falésia da Boca do Inferno, em Cascais, simulando o seu suicídio com a cumplicidade de Fernando Pessoa e do escritor ocultista Augusto Ferreira Gomes, autor de uma interessantíssima obra poética sobre o mito do Quinto Império.

O motivo desse desaparecimento repentino continua até hoje a ser fonte de polémica e a gerar as mais diversas teorias, entre as quais se destaca a tese dos contactos secretos estabelecidos entre a Grande Besta 666 e Adolf Hitler.

A favor dessa cativante pista interpretativa, existe uma curiosíssima carta, datada de 29 de outubro de 1949, no âmbito da correspondência epistolar entre duas das maiores figuras intelectuais do Hermetismo e da Tradição: o franco-egípcio René Guénon (ou Abdalwahid Yahia), autor de obras esotéricas tão sublimes como O Rei do Mundo e A Crise do Mundo Moderno - e que Louis Pauwels e Jacques Bergier, no seminal O Despertar dos Mágicos, associam ao Terceiro Reich, afirmando que “De certa maneira, o hitlerismo era o guenonismo mais as divisões blindadas” - e o italiano Julius Evola, autor da fabulosa obra hermética A Revolta Contra o Mundo Moderno e que colaborou ativamente com o SD, o Serviço de Informações e de Segurança da Ordem Negra das SS.

Crowley, Pessoa, Guenon, Evola e Hitler

Nessa carta, René Guénon fez uma espantosa revelação a Julius Evola, escrevendo as seguintes palavras: “Voltando a Aleister Crowley, o que me contou faz-me lembrar a história que surgiu em 1931 (creio que, pelo menos, foi essa a data exacta): enquanto estava em Portugal, desapareceu subitamente. Encontraram as suas roupas à beira-mar, o que os fez acreditar que se tinha afogado. Mas foi apenas uma morte simulada […]. Na verdade, foi até Berlim para desempenhar o papel de conselheiro secreto de Hitler, que estava então no início […]. Um pouco mais tarde, Crowley fundou na Alemanha a Loja da Fraternitas Saturni; já ouviu falar dela? Aí auto-intitulou-se Mestre Therion, cuja assinatura era para Mega Therion (a Grande Besta), que em grego dá exatamente o valor numérico de 666".

Que informações privilegiadas dispunha René Guénon para desvendar a Julius Evola o mistério da Boca do Inferno, em que Fernando Pessoa esteve intimamente envolvido?

Mais um enigma a adensar a misteriosa história da relação entre Aleister Crowley e Adolf Hitler…

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SI VERA EST FAMA

“Ele disse-me: «Ensinámos, acompanhámos e orientámos Hitler, nós, os Irmãos da Santa Vehm; nós, os Sete Comandantes da Rosa Cruz da Baviera; nós, os Altos Iniciados». ”

Edouard Saby, Hitler e as Forças Ocultas, 1939.

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Edouard Saby (1901-1968).

Marinus Jacob Kjeldgaard, « Rien que la terre », 1939
Nada Além da Terra, de Jacob (Marinus) Kjeldgaard, 1939

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SI VERA EST FAMA

“A Hitler e ao Terceiro Reich está atribuída a missão de destruir o velho mundo no final da era cósmica, de forma a preparar o caminho para o Quarto Reich dos Que Virão”.

Kurt van Emsen (Karl-Christoph Strünckmann), Adolf Hitler e Os Que Virão, 1932.

Karl-Christoph Strünckmann
Karl-Christoph Strünckmann (1872-1953).

‘The 20th Century Dictators‘ (2002-2007) by Alla Tkachuk
Hitler , de Alla Tkachuk, 2002

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O astrólogo francês Constant Kerneïz, cujo nome verdadeiro era Félix Guyot, terá previsto, em 1938, o Pacto Germano-Soviético, com base na aproximação de Urano a Neptuno, profetizando que “a guerra de ideologias tenderá a transformar-se numa fusão destas ideologias".

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Félix Guyot (1880-1960).

Na sua obra A Queda de Hitler, publicada em 1940, analisou o ditador germânico do ponto de vista cosmobiológico. Afirmou que, de acordo com a Astrologia hindu, a Lua no horóscopo de Hitler identificava-o como um “fundador de seitas”, constituindo a base para o “carácter místico do Hitlerismo”.

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Destacada figura do movimento Völkisch, o general Erich Ludendorff defendeu a reabilitação da espiritualidade pagã. Detestava não só o judaísmo, mas também o cristianismo, que considerava uma força debilitante.

Declarou que um grupo ocultista liderado pelo general Erich Ludendorff iniciara Hitler nos segredos místicos da Índia e do Tibete, através do escrupuloso cumprimento da abstinência sexual e do vegetarianismo, permitindo-lhe canalizar as energias para poderes arcanos.

Por fim, revelou que esse grupo ocultista conseguira transformar Hitler num golem. No entanto, como as estrelas eram favoráveis ​​ao resto do mundo, Hitler não se iria manter no poder durante muito mais tempo…


Adolf Hitler, de Ahad Ghadiri, 2023.

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“Hitler é um verdadeiro médium. Só por si, esse facto tem um efeito poderoso porque ele está rodeado de uma atmosfera de crenças ocultistas, em vez de uma sociedade racional”.

Vimos o Mal: ​​​​Os Bastidores da Guerra, de Romauld Landau, 1941.

Romauld Landau
Romauld Landau (1899-1974)


Khidr a Matar o Bebé Hitler, de Safia Latif, 2023.

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Durante a 2.ª Guerra Mundial, aconteceu a famosa “Batalha Mágica da Grã-Bretanha”, quando o grupo esotérico “Sociedade da Luz Interior” realizou diversos rituais mágicos para enfrentar a ameaça de uma invasão nazi às ilhas britânicas.


A famosa sacerdotisa esotérica Dion Fortune (de seu verdadeiro nome Violet Mary Firth).

Em fevereiro de 1940, esta fraternidade ocultista fez um exercício místico de visualização, apelando ao auxílio de entidades angelicais para a defesa da costa britânica.

Foi também recitado um mantra, de cada vez que a Luftwaffe bombardeava a Grã-Bretanha, para invocar a ajuda de “Ajudantes Invisíveis” às populações atingidas.

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Num dos documentos internos da “Sociedade da Luz Interior”, datado de 5 de Outubro de 1941, foi feita esta impressionante avaliação dos aspetos místicos do regime hitleriano: “Existem duas correntes de pensamento no círculo íntimo do Führer – os que acreditam na invencibilidade da força física e confiam no sistema mundano e o grupo relativamente pequeno e obscuro dos que acreditam nas forças sobrenaturais, e que estas podem ser usadas para os seus propósitos. Hitler usa as duas como instrumentos. […]. Ele [Hitler] é, por natureza, um ocultista e um médium altamente dotado. Possivelmente não estaremos longe da verdade quando afirmamos que possui um dom natural para as coisas ocultas, mas que nunca se deu ao trabalho de dominar as exigências técnicas da Magia”.

Hitler no Inferno, de David Adams, 2007
Hitler no Inferno, de David Adams, 2007.

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