Ténis - Parte II

ATP CANCELA COMPETIÇÃO ATÉ 31 DE JULHO

TÉNIS 15-05-2020 15:19

Por
Redação

O ATP anunciou, esta sexta-feira, os torneios vão continuar cancelados até 31 de julho devido à pandemia do coronavírus.

«Devido às incertezas acerca do Covid-19, temos muita pena de anunciar o prolongamento da suspensão da competição. Tal como todos os adeptos, jogadores e locais onde iam decorrer as competições em todo o mundo, nós partilhamos a vossa tristeza pela competição continuar a ser afetada desta maneira», afirmou o presidente do ATP, Andrea Gaudenzi.

A Bola

Cinco portugueses recebem perto de 8 mil euros

Do fundo de apoio aos jogadores menos bem classificados

Estão praticamente fechados os critérios de distribuição dos cerca de seis milhões de euros disponíveis no fundo de apoio aos jogadores menos bem classificados, que neste tempo de pandemia estão a sofrer bastante com a paragem, uma vez que sem competição… não recebem um único cêntimo.
Ao que Record apurou, vão ser contemplados todos os jogadores entre o 101º e o 500º posto de singulares e entre o 51º e 175º posto de pares. Ninguém abaixo disso recebe qualquer verba do circuito, ao contrário do que chegou inicialmente a ser pensado.

Restringir os apoios a jogadores do top 500 prendeu-se essencialmente com o facto de grande parte do dinheiro ter sido ‘injetado’ pelos torneios do Grand Slam, pelo que a lógica é que os tenistas que habitualmente jogam Majors sejam compensados.

Em Portugal, Pedro Sousa, João Domingues, Frederico Silva, Gonçalo Oliveira e Fred Gil são os cinco jogadores apoiados a confirmar-se que avançam estes critérios. Cada um recebe perto de oito mil euros.
A Federação Internacional de Ténis (ITF) anunciou entretanto que vai criar um fundo diferente, para tenistas entre o 501º e o 700º posto dos rankings.

Record

DJOKOVIC REÚNE ‘ESTRELAS’ NOS BALCÃS

TÉNIS 25-05-2020 19:18

Por
Redação

Várias estrelas do ténis internacional vão jogar entre junho e julho na Sérvia, Croácia, Montenegro e Bósnia-Herzegovina, a convite de Novak Djokovic, que deseja poder contar com público no torneio de cariz humanitário nos Balcãs.

«Espero que, respeitando as regras em vigor, possamos acolher público», disse o líder do ranking mundial, revelando que as receitas reverterão a favor de várias instituições de caridade.

«Somos profissionais do desporto e queremos jogar», justificou Djokovic.

O austríaco Dominic Thiem, o alemão Alexander Zverev e o búlgaro Grigor Dimitrov confirmaram já a sua disponibilidade para o torneio promovido pelo sérvio.

A Bola

ROLAND GARROS VAI TER PÚBLICO NAS BANCADAS; COURT CENTRAL JÁ TEM TECTO AMOVÍVEL

TÉNIS 27-05-2020 22:56

Por
Redação

A edição de 2020 do torneio de Roland Garros, adiada devido à pandemia de Covid-19, irá decorrer com público nas bancadas dos recintos, garantiu esta quarta-feira Bernard Giudicelli, presidente da federação francesa de ténis.

O Grand Slam de Paris irá decorrer entre 20 de setembro e 4 de outubro e o complexo está a ser alvo de diversas obras nas infraestruturas de forma a cumprir com as normas das autoridades sanitárias e será permitida a entrada de adeptos mas em número menor do que o habitual.

A organização está a implementar luz artificial em 12 courts de forma a permitir que mais jogos sejam disputados para lá do pôr do sol e o tecto amovível do court Phillipe Chatrier está já também instalado. Fecha-se totalmente em apenas 15 minutos e poderá ser utilizado quando a chuva não der tréguas

A Bola

Organização do US Open não desiste e prepara mega plano

Norte-americanos querem disputar o seu Grand Slam: muitos testes e menos gente em court

O ténis está parado desde meados de março por causa do coronavírus e é cada vez mais improvável que recomece antes do US Open (para já os circuitos estão suspensos até 31 de julho). Com a situação em Nova Iorque ainda longe de estar controlada, colocam-se muitas dúvidas quanto à possibilidade de o evento se realizar (começa a 24 de agosto), mas a Federação norte-americana (USTA) não está disposta a desistir e tem preparadas uma série de medidas especiais para fazer acontecer: encontros masculinos à melhor de três sets (em vez de cinco), testes antes e depois de chegar a Nova Iorque, voos charter para levar os tenistas desde fora dos Estados Unidos e ainda uma redução nas equipas técnicas, de arbitragem e apanha-bolas.

“Ainda não tomámos quaisquer decisões, mas temos uma série de ideias que serão amadurecidas nos próximos dias”, revelou Stacey Allaster, antiga presidente do WTA e atual diretora executiva da USTA, em entrevista à AP: “Continuamos com a missão e o foco de realizar o torneio na data e local habituais. Há a hipótese de outra data e/ou local, mas essa não é a nossa prioridade. A decisão será tomada entre meados e finais de junho.”

Allaster está confiante de que todos chegarão a um acordo. “Todos estaremos de acordo em três princípios fundamentais: defender a segurança dos atletas, evitar a propagação e seguir as leis e recomendações locais. O objetivo principal das medidas que vamos tomar é de reduzir os riscos”, explicou.

A medida que é mais polémica é a alteração do formato competitivo do quadro masculino (para três sets), que só acontecerá se os jogadores aprovarem: “Não é algo que façamos questão de fazer.”

Record