Super Mário Jardel

Este homem tinha qualquer coisa de sobrenatural na sua relação com o golo.

Já que estamos por aqui, há algum vídeo que se possa ver todos os golos marcados pelo Sporting?
É na minha opinião, o maior avançado que passou por Portugal. Um fenómeno!

O Jardel no Grémio era outra coisa, a qualidade esteve sempre lá.
Depois na Europa começou a cheirar, adaptou-se a estar na mama e construir uma carreira cheia de golos.
Ainda o vi no Beira-Mar - SCP, só visto, o Homem a aquecer mexia-se devagar,devagarinho…
Mas depois tem 3 pormenores de top só em movimentações de 15 metros.

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Há um jogo contra o Alverca acho, eu que o Hugo Viana lhe manda uma bomba sem direção nenhuma e ele faz golo facilmente. A bola ia ter com o homem, impressionante.

O PL que mais gostei de ver no Sporting, dos anos 90 em diante, foi Liedson pela sua longevidade no clube e porque num Sporting “pobre” ele foi anos e anos o abono de família. E depois nos jogos grandes lá estava ele a marcar. Um craque.

Mas claro, talento, talento, talento era Jardel. Se bem me lembro marcou cerca de 42 golos na liga. Ninguém lhe chega perto sequer, dentro da era foi de Longeeee, o melhor a jogar em Portugal pelo menos nos últimos 30 anos. Mas de longe. Era uma tranquilidade aquele ano, sabíamos que mais minuto menos minuto o golo ou os golos iam aparecer. E sim, não esquecer o “pai”, naquele ano João Pinto foi incrível. Diria mesmo naquele ano Jardel e João Pinto fizeram as melhores épocas das suas carreiras, era impossível não sermos campeões.

Jardel e o fim do jejum do Sporting: «Demorou porque eu parei de jogar!»

Antigo avançado brasileiro assumiu-se muito feliz pelo leão

Mário Jardel foi um dos elementos que brilhou no título do Sporting de 2001/02 e esta terça-feira, após o regresso do leão às conquistas, assumiu à imprensa brasileira viver um momento especial à ‘boleia’ daquilo que Rúben Amorim e companhia fizeram esta temporada. À ESPN, Super Mario brincou até e explicou por que razão o clube de Alvalade esteve tanto tempo sem vencer.

“Demorou porque eu parei de jogar! Era sempre FC Porto e Benfica. O Sporting foi campeão em 1999 e 2001. Depois só ontem… Foi um dia muito especial. O Sporting teve sempre uma estrutura maravilhosa, com uma Academia maravilhosa, mas fazia contratações erradas. Acho que isso, para ter um planeamento mal feito, sofrem os adeptos e isso levou a essa pausa nos últimos. Rúben Amorim veio para deixar marca e conseguiu entrar para a história como eu. Dar os parabéns a todos. Conheço bem essa casa, foi um dia em que Lisboa parou”, começou por dizer o antigo avançado.

Ex-jogador do FC Porto, Jardel viveu títulos nos dois clubes e assume que há diferenças na forma de os encarar. “Eu fiz parte de quatro anos no FC Porto em que fui sempre o melhor marcador. A atmosfera é diferente, há um controlo maior no Porto. Não sei se dos dirigentes, mas é algo especial no Porto… Dizem que do lado de Lisboa o pessoal gosta mais de uma festa, o do Porto é mais controlado e de certa forma há uma verdade aí e acredito que faça a diferença na responsabilidade de ter uma equipa do sul e do norte”, explicou.

Questionado sobre as duas equipas, a sua e a aquela que se sagrou campeã, Jardel diz que não há comparação. “Dois anos antes ganhou com um avançado que era o Acosta. Depois foi campeão comigo e agora, 19 anos depois, foram campeões de novo. Espero que seja campeão daqui a dois anos novamente e que não passe o tempo que passou depois. Pela estrutura que tem, a questão financeira. Vai contratar jogadores, o treinador vai ter de ter cautela nas contratações, pois tem um grupo jovem, esta equipa não se compara à nossa. A nossa era muito melhor! Cristiano Ronaldo, João Pinto, André Cruz, Rui Jorge… Paulo Bento. A nossa equipa era uma seleção”.

“Não sei se viram a festa. Foi a loucura. São 18 anos, está aquela coisa engasgada para soltar. Estive lá há cinco meses e não conseguia andar direito na rua, porque me estavam sempre a perguntar ‘quando é que vamos ser campeões?’. Até os benfiquistas, ‘se jogasse na minha equipa…’ não joguei porque não me contrataram! Dou o mérito ao Rúben Amorim, por saber controlar o grupo e levar o título. O Sporting vacilou, com três empates seguidos, mas o jogo com o Sp. Braga foi muito importante. E aí o Sporting leva toda a confiança para este último, que deu o título”, finalizou.

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O melhor avançado que já vi jogar com a verde e branca.

Esta equipa de 2001 foi a equipa que menos me identifiquei ao ser campeão.
Os meus valores sempre foram de dedicação, devoção e glória.
Coisa que em 99 e este ano tivemos, foi ganho na raça, contra tudo e contra todos, ninguém nos conseguia bater por nada deste mundo.

Esta de 01 era bola na área e Jardel resolve.
A época seguinte viu-se o que aconteceu e apartir daí descambou.
Já a de 99, alguns deles ainda foram campeões em 2001, Beto, César, André Cruz, Pedro Barbosa, criamos bases importantes, essa de 01 só o João Pinto se manteve no mesmo nível durante anos.

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«SUPER MÁRIO» COM A NOVA PELE DO LEÃO

SPORTING 13:55

Depois de ter estado no Museu do FC Porto na quinta-feira, Mário Jardel marcou ontem presença no Estádio José Alvalade, ele que fez história com as duas camisolas.

Em Alvalade, o antigo goleador brasileiro assumiu sentir «saudades» dos tempos que passou de leão ao peito. O antigo jogador tenciona agora oferecer a Bota de Ouro que ganhou pelo Sporting ao museu do clube, sendo que, segundo apurou A BOLA, a cerimónia deve ter lugar para a semana.

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JARDEL ENTREGOU BOTA DE OURO AO MUSEU SPORTING

SPORTING 10:59

Mário Jardel entregou a Bota de Ouro que ganhou ao serviço do Sporting, em 2001/02, ao Museu do Sporting. Recorde-se que o troféu tinha sido recentemente roubado da casa do antigo avançado brasileiro, sendo posteriormente recuperado.

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Jardel escolheu as cores do Sporting para esta reportagem. Penso que rerat dito que foi um clube mais especial para ele.

Jardel destaca arranque de leão

Antigo avançado deixou mensagem nas redes sociais

Invariavelmente atento ao dia a dia leonino, Jardel destacou a vitória e a exibição alcançada no jogo com o Vizela (3-0). “Ótimo jogo, Sporting. A primeira foi boa, grande arrancada… Vamos conquistar outro título esse ano”, frisou o antigo goleador dos leões no Instagram, onde partilhou uma fotografia de Pote.

https://www.instagram.com/p/CSP3pSfq-h2/

mariojardelofficial

Verificado

ÓTIMO JOGO @sportingclubedeportugal A PRIMEIRA FOI BOA, GRANDE ARRANCADA… VAMOS CONQUISTAR OUTRO TITOLO ESSE ANO.

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É um tipo um bocado vendido. Quando está no norte, desfaz-se em elogios e faz parecer que é um deles. Quando está cá em baixo, parece que é um dos nossos.

Um tipo que escreveu uma página de ouro no nosso clube, mas não o vejo como um dos nossos como muitos dos que por cá passaram (e que tiveram bem menos impacto desportivo que ele)

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O melhor ponta de lança que vi jogar no futebol Português e sem dúvida o melhor que vi passar no Sporting.
Lembro-me bem que bastava o extremo ganhar a linha para cruzar e o estádio automaticamente levantava-se em massa, porque toda a gente sabia que o cruzamento era meio golo com aquele gajo na área.

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João Vieira Pinto: «O Jardel era um fenómeno»

Entrevista ao antigo craque, que completa 50 anos

oão Vieira Pinto: «Esta FPF ficará na história»

RECORD - Quando optou pelo Sporting teve alguma intenção de beliscar os sentimentos do antigo clube?

JOÃO PINTO – Optei pelo Sporting seguindo a orientação que presidiu a todas as decisões que tomei: a defesa dos meus interesses e da minha família. O Sporting correspondia a todos os parâmetros que definira como prioritários: grande clube, boa equipa, com ambições, sem ter de sair da minha casa.

R - A estreia não foi brilhante.

JP – Não foi marcada por grandes resultados mas, em termos pessoais, não me queixei. Dei o meu melhor e senti-me reconhecido pelos adeptos, por quem sempre tive o máximo respeito em todos os clubes que representei.Nessa primeira época mostrei o essencial: estava ali para acrescentar valor à equipa e não para dividir.

R - Em 2001/02 fez uma das melhores temporadas de sempre?

JP – Sim, talvez tenha sido. Fomos campeões e fiquei muito satisfeito com o nível individual que atingi.

R - Se é o herói dos 6-3 pelo Benfica, é o ‘pai de Jardel’ nesse título do Sporting. Sente isso?

JP – É mesmo capaz de ser assim. Mas eu sempre tive relações privilegiadas com este ou aquele jogadores. Entendia-me muito bem com o Rui Costa, com quem cresci a jogar, e também com o Rui Jorge, por exemplo, que percebia muito bem as minhas preferências. Com os avançados, recordo o Ricky, que foi melhor marcador do campeonato em 91/92. A diferença é que o Jardel marcou 42 golos.

R - Como qualificaria Jardel?

JP – O Jardel era único. Um fenómeno que jogava futebol para marcar golos. Fê-los de todas as maneiras e feitios. Não tinha medo de falhar. Confiava tanto nele próprio que sabia se não fizesse golo agora, faria a seguir. Era essa autoconfiança que lhe permitia ser ousado e fazer o que outros nem tentavam.

R - Percebeu o modo dele estar em campo e atuar?

JP – É verdade. Há pouco falei que, no Benfica, tive 42 novos companheiros em dois anos. Pergunto: como vamos entender-nos nessas circunstâncias? É impossível.

R - Com o Jardel o entendimento foi impressionante.

JP – Não era só eu que o entendia, ele também percebia alguns dos meus movimentos. Ele, como é muito alto, era fácil de ver. De resto, com o Jardel é mais fácil explicar esta ideia: para mim o cruzamento é um passe; não pode ser fechar os olhos, atirar a bola para a grande área e esperar que alguém lá apareça. Então quando o avançado está sozinho, deve mesmo ser um passe. E eu sabia, mesmo estando de costas, que havia uma zona preferencial para ele, muito específica, na qual era implacável.

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Minha foto do Mario Jardel e posteriormente autografada do dia da apresentacão em Alvalade.

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Mário Jardel em lágrimas na TVI. Triste ver ele assim. Para mim serás sempre um ídolo. O que a merda da droga pode fazer a um ser humano :pensive:

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