Sporting e Manchester City: o que esperar do protocolo?

Desde já, desculpem a abertura deste tópico por cima de outro que possa existir sem o meu conhecimento.

Depois as questões que considero importantes serem discutidas:

  1. Quais serão os moldes dos negócios? Partilha de passe, valores mais acessíveis, ou empréstimos sem opção do Sporting?

  2. Estes jogadores chegaram para somar ou serão eles as estrelas de cada mercado?

  3. Qual é a partilha de conhecimento entre os clubes? Scouting de ambos os clubes a trabalhar junto? Quem escolhe os jogadores?

  4. Os jogadores da formação do Sporting e do seu plantel estarão disponíveis a preço de saldo? Ou daremos preferência ao City mas os jogadores dos nossos quadros estarão fora do protocolo?

  5. Seremos o clube satélite do City ou seremos o clube parceiro (bem distinto)?

  6. Quem fará a gestão do processo de evolução do jogador?

Estas são perguntas a ter em conta e uma boa base de partida para uma discussão como muitos prós e contras, certamente.

Da parte do clube podia haver algum tipo de esclarecimento. Não é necessário colocarem o “protocolo” na praça pública mas alguns esclarecimentos seriam bem-vindos.

Acho que é um tópico que faz todo o sentido. Obviamente que tudo o que está protocolado não pode ser público mas, se já está assinado, ou quando estiver, convinha a Sporting SAD esclarecer os moldes em que funcionará.

Pode ser um protocolo vantajoso para as duas partes, pelo que se vai lendo na comunicação social, no entanto eu preferia que as informações gerais relativamente ao funcionamento viessem de fonte oficial e que se soubesse com o que se pode contar.

:great:

De seguida, farei a minha análise de cada tópico.

Se quiserem acrescentar, é favor.

Respondendo directamente à questão: nada. Pelo menos nada que seja do nosso interesse ou para nosso benefício.

Sugiro que arranjes uma cadeira confortável, enquanto esperas pelas informações.

Não sei, mas acho que vamos ser enrabados.

  1. Ao dia de hoje será impossível dizer com certeza quais os moldes destes negócios.

Duas certezas:

  • Empréstimos por empréstimos não seria necessário protocolo.

  • Partilhas de passe podem ser ilegais.

Ou seja, o ideal seriam sempre os negócios serem nos moldes do que o Real e Barcelona têm feito.

Compras muito abaixo do preço de mercado e a recompra também muito abaixo do preço do jogador.

Desta forma, ambos os clubes ganham.

O Sporting consegue jogadores em teoria “impossíveis”. O City consegue um contexto em que muitos jogadores evoluem e valorizam, sendo depois capaz de vir buscar esse jogador por muito menos.

  1. Este é o ponto crucial na minha opinião. Sim, este.

Porquê?

Na minha forma de ver este protocolo, ele servirá sempre para acrescentar, para somar e para permitir um “luxo”.

Se o Sporting focar demasiado da sua abordagem ao mercado neste protocolo, a situação do clube ficará negra.

Por exemplo, acho que a chegada do extremo não deve estar dependente dos “interesses” do City.

Digam-me que andamos atrás de um extremo para ser uma mais-valia e, adicionalmente, através deste protocolo estamos a tentar uma jovem promessa? Ok, perfeito.

Se estamos à espera apenas do protocolo para trazer aquele que poderá ser “o” reforço da época? Completamente contra.

  1. Outra questão aqui é a partilha de conhecimentos e competências dos profissionais de ambos os clubes.

Entre eles estará o “scouting” e aqui entra a última questão deste ponto: “quem escolhe os jogadores ao fim do dia?”

Este ponto vai depender sempre dos moldes financeiros em que fecharem os negócios mas, idealmente, o Sporting deverá ter sempre uma lista do seu interesse e com características que interessem ao seu plantel e não apenas quem o City vê futuramente no seu plantel.

  1. Quais serão os limites deste protocolo?

Sim, não quero ver o City a vir buscar ao Sporting qualquer jogador que esteja em destaque por 3 ou 4 milhões estilo Félix Correia.

Joelson destaca-se? City leva o jogador?

BF interessa e City terá preço de saldo?

É este tipo de coisas que sou completamente contra.

No fundo é não ficarmos reféns de um protocolo em que “rico” escolhe e “pobre” faculta.

Serão necessários perceber os “limites” deste protocolo.

É o ponto mais importante após o 2.

  1. Este ponto é legítimo e dependerá sempre muito dos pontos anteriores.

Uma coisa é ter um clube parceiro deste nível.

Outra coisa é assumirmos o papel de Vitesse, Girona, Paços ou Belenenses Sad.

Somos o Sporting Clube de Portugal.

  1. Aqui entra outra situação muito importante que é a gestão da carreira do jogador.

Quem fará o plano do jogador? Que decidirá o plano de trabalho e evolução do jogador?

Será aqui que entra partilha de conhecimentos/competências ou o City decide que jogador fica cá “X” tempo e pronto?

Muitas questões a ser esclarecidas. Muitas dúvidas a surgirem.

Podem ser muito bom mas também poderá ser mais uma palhaçada.

Atento e curioso para ver os desenvolvimentos…

Ninguém sabe.

Nada disso.

Nenhuma partilha, só se o MC fosse gerido por doidos. Nós fazemos figura de corpo presente.

Os jogadores da formação do Sporting e do seu plantel estarão disponíveis a preço de saldo. Tal como é actualmente.

Clube satélite. Parcerias é com o só linhas brancas.

Ninguém. Tal como acontece com todos os jogadores contratados antes da assinatura deste protocolo inexistente.

Ser comidos de cebolada, como dizia o navegador.

Um protocolo com um dos clubes mais ricos e organizados do Mundo é mau?

O Man City tem confiança na qualidade da nossa formação, só temos de saber valorizar.

Eles é que têm o dinheiro . . . Logo eles é qie mandam.

Quem pode manda obedece quem deve

Lembrar que eles tinham um protocolo com uma equipa de um campeonato muito mais interessante para os jogadores e que essa equipa desceu de divisão…
Posto isto vamos ganhar coisa nenhuma com isto…é para já perdemos 3,5 M

In the end you can be right but for now you’re opinion is bullshit.

That’s the same as saying we did some bad transfers in the past so we don’t do transfers anymore because they will be bad.

No processo de contratação de jogadores promissores de bom valor e chegada à Europa parece-me uma boa ideia, já venda de jogadores formados no clube a preço de “saldos” parece-me má politica, no entanto, o rendimento desportivo estará acima de tudo espero.

Vamos ser um ambiente de Quality Assurance do City.

Esperar por Wangs virem cá passar férias

No FM vai me dar jeito :great:

Eu diria que será para funcionarmos como “equipa B”. O city põe a rodar alguns jogadores para no futuro os resgatar.

Isto é mau? Se calhar para um clube da dimensão do Sporting sim, mas dependendo da qualidade dos jogadores, do período de cedência, das condições de resgate ou possibilidade de comprarmos os jogadores, pode ser interessante.

Compras conjuntas com empréstimos de 3 anos com o Sporting a ser compensado caso o jogador seja resgatado antes. Ou empréstimos (não entulho) de jogadores do city em condições favoráveis. Eu via com bons olhos.

Agora, sermos o aterro do city para colocar entulho sem termos qualquer decisão no jogador a vir e sem grande contrapartida, claro que não gosto.

Mais vale isso que parcerias como com o United que nunca vi nada ou como o wolves que claramente foi para encher (mais ainda) os bolsos ao Mendes.

Protocolos por croquetes uma coisa é certa, comissões com fartura e que se lixe o clube.

Mas alguém acredita que com a gestão presente croquettiana, este protocolo ou lá como lhe queiram chamar, vai dar grandes frutos?

Ohh give me a break…