Sergi Altimira

Altimira é o diamante no meio do grande poio.

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Subam-no para 8 e coloquem o Silas a 6. Neste momento, como está o meio-campo, é que não dá.

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O Silas joga dia 06/10 pela Dinamarca Sub-21, o jogo em Braga é dia 09/10.
Perdi um bocado de tempo, e fui ver o 11 que se podia montar tendo em conta as datas de regresso, acho que será algo deste género: Rui Silva, Vagiannidis, Quaresma, Inácio, Rodrigo Dias, Altimira, Doumbia, Luiz Guilherme, Geny, Irankunda, Fotis.

Isto assumindo que os jogadores voltam no último jogo calendarizado de cada seleção.

https://x.com/ligaportugal/status/2105965012158410987?s=20

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#NãoÉUmSeis

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“suplente do Bétis”

Sergi Altimira: “Aqui, um empate sabe a derrota”

Por Sporting CP
03 Out, 2026

Equipa Principal

Médio espanhol falou sobre os primeiros meses de Leão ao peito

Em entrevista aos meios de comunicação verdes e brancos, Sergi Altimira fez um balanço dos primeiros meses ao serviço do Sporting Clube de Portugal.

O centrocampista de 25 anos falou sobre a sua adaptação ao Clube e às ideias de Rui Borges, destacando “a evolução” e “a exigência” que tem sentido desde que chegou a Alvalade. De olhos postos no regresso à competição, o camisola 5 garantiu também que o grupo vai dar uma resposta positiva dentro de campo.

“Ainda vamos a tempo e isso é o mais importante: falta muita temporada, faltam muitos jogos”, atirou.

Três meses depois de chegar ao Sporting CP, surge esta primeira pausa internacional. Já disputou vários jogos, tanto no campeonato como na UEFA Champions League. Que balanço faz destes três meses?
Foram três primeiros meses muito bons, muito intensos, de adaptação. É um clube novo, um país novo, mas estou muito feliz com a forma como as coisas têm corrido. Agora, é continuar a trabalhar, porque a temporada é muito longa.

Agora que já conhece o Clube por dentro, houve alguma coisa que o tenha surpreendido?
Surpreendeu-me o ambiente familiar que existe no Clube. Todas as pessoas que trabalham no Clube estão muito próximas do jogador e disponíveis para qualquer coisa de que necessitemos. Para um jogador como eu, que chega, é algo que se agradece sempre.

Durante a pré-temporada, falou da rapidez com que se adaptou, quando ainda levava apenas 15 dias de trabalho. Continua a sentir o mesmo, que foi muito fácil integrar-se neste grupo?
Sim, sem dúvida. Acho que o grupo, o staff e o treinador foram muito importantes para que me pudesse adaptar bem. Sinto que estou totalmente adaptado já há algumas semanas, por isso estou muito contente com a forma como estamos a jogar, com a maneira como as coisas estão a correr e também com a minha adaptação aqui ao Clube.

“Sinto que estou totalmente adaptado já há algumas semanas”

Essa adaptação também já se nota em campo, onde tem crescido de jogo para jogo. É, inclusive, o jogador de campo mais utilizado até ao momento. Sente que já consegue responder totalmente ao que o treinador lhe pede ou ainda há margem para crescer?
Tenho vindo a melhorar e a adaptar-me cada vez melhor, desde o primeiro dia em que falámos [com Rui Borges]. Creio que foi um processo muito rápido. Uma das coisas em que penso antes de aceitar ir para um clube é no estilo de jogo e se me conseguirei adaptar ou não ao clube para onde vou. Está à vista que sim. Acho que me adaptei muito bem ao que o mister pede e, sobretudo, de uma forma muito rápida.

Dentro dessa adaptação, há também a necessidade de se entender com quem joga ao seu lado. O Issa [Doumbia] tem jogado muitas vezes consigo, o Pedro [Lima] e o Silas [Andersen] também têm entrado para a posição e o João Simões está prestes a regressar. Como tem evoluído essa dinâmica entre vocês?
Há muitas mudanças no meio-campo, muitos jogadores novos. Temos de continuar a tentar e acho que nos vamos entender cada vez melhor naquilo que o mister pretende. Felizmente, ainda falta muito campeonato pela frente.

Chega de um Real Betis e traz consigo experiência competitiva da La Liga. Quão fácil foi, também, a adaptação ao futebol português e a um estilo de jogo que pode ser diferente daquele a que estava habituado?
É uma Liga muito diferente. Os relvados são diferentes, há adversários muito físicos e que se fecham muito quando jogam contra o Sporting CP, porque querem tirar-nos pontos. É complicado e isso faz com que seja uma Liga muito difícil, mas não deixa de ser também muito competitiva. Temos de continuar a melhorar, sobretudo no campeonato, para recuperar os pontos que perdemos ultimamente.

Neste momento, é líder em recuperações na Liga portuguesa. É também algo em que tem evoluído, tanto no posicionamento e na leitura do jogo como na recuperação da bola. Por aqui, dizem que parece um polvo naquela zona do meio-campo…
Estou a jogar numa posição, a de pivô, que costuma ser mais defensiva. Tenho essa qualidade, esse instinto para roubar bolas, e isso é muito importante nessa posição. Também tenho vindo a melhorar pequenos aspectos de posicionamento e sinto que estou a evoluir muito. Estou contente e agora é continuar a mostrar este nível ou elevá-lo ainda mais.

“Tenho vindo a melhorar pequenos aspectos de posicionamento e sinto que estou a evoluir muito”

Tem utilizado várias vezes a palavra ‘melhorar’. Parece ser a palavra-chave do seu discurso, não apenas a nível individual, mas também colectivo. Nesta pausa de três semanas, qual é o principal foco do grupo? Em que aspecto está mais concentrado em crescer e evoluir?
Acima de tudo, temos de ser exigentes connosco próprios e continuar a treinar ao máximo. Acho que se joga como se treina e, se treinarmos ao máximo e dermos tudo, é muito mais fácil que depois, no jogo, as coisas nos saiam melhor. Somos poucos neste momento, porque há muitos jogadores nas respectivas Selecções, mas temos de exigir o máximo de nós próprios.

Os treinos também são muito exigentes e temos de aproveitar estas duas ou três semanas para dar o máximo e conseguirmos render melhor no campeonato.

Depois de uma pré-época que correu muito bem, como foi entrar no campeonato com um empate, num jogo em que estiveram a vencer por 2-0? Foi um golpe duro ou serviu de alerta?
Temos de estar sempre alerta. Podemos vencer todos os jogos da pré-época, mas a competição é diferente. São adversários complicados, que competem, lutam e dão o máximo para somar os três pontos. Percebemo-lo logo na primeira jornada [CF Estrela da Amadora 2 x 2 Sporting CP]. Depois disso, a equipa melhorou bastante. Agora, como disse há pouco, temos várias coisas a corrigir, principalmente nos dois últimos jogos.

Esta semana, o João Simões confidenciou ter assumido, de alguma forma, a responsabilidade de transmitir aos reforços a grandeza do Clube e a exigência que lhe está associada. Sente que as caras novas do plantel estão cada vez mais identificadas com esses princípios?
Sim, totalmente. Somos muitas caras novas, mas já todos percebemos a grandeza e a exigência deste Clube, tanto dentro do balneário como fora dele, e aquilo que as pessoas esperam de nós. Aqui, um empate sabe a derrota e isso diz muito sobre o Clube e sobre a exigência que existe. Estamos todos conscientes disso e de que temos de dar o máximo por este Clube.

“Estamos todos conscientes de que temos de dar o máximo por este Clube”

Vamos recordar agora dois momentos diferentes. Primeiro, a estreia em Alvalade, coroada com um golo numa vitória sofrida, mas importante. Depois, a estreia na UEFA Champions League, que sabíamos ser um objectivo seu. Como viveu esses dois momentos?
Foi muito bonito. Tinha muita vontade de viver uma noite de Champions aqui em casa e foi muito especial. Estreámo-nos com uma vitória [Sporting CP 3 x 1 Galatasaray SK], por isso fiquei muito contente.

Quanto ao golo [Sporting CP 3 x 2 Vitória SC], vinha do Real Betis, onde só tinha marcado fora de casa, por isso não sabia o que era marcar um golo diante dos próprios adeptos. Acabei por chegar aqui e marcar logo. Foi muito especial poder ajudar a equipa com um golo. Não sou propriamente um jogador que marque muitos, mas, sempre que puder ajudar, melhor.

“Não sabia o que era marcar um golo diante dos próprios adeptos. Foi muito especial”

Olhando já para o futuro, o próximo jogo é em Braga, um adversário tradicionalmente complicado para o Sporting CP e que, na temporada passada, conseguiu dois empates diante dos Leões. Como estão a preparar esse encontro?
Neste momento, ter poucos jogadores disponíveis obriga-nos a pensar em melhorar os nossos processos. Sabemos que é um campo muito complicado. Joguei lá a época passada [ao serviço do Real Betis] e é uma equipa que pratica muito bom futebol. É um bom teste, sem dúvida, depois desta pausa de três semanas. Queremos voltar a ganhar fora de casa e temos muita vontade de que chegue o dia do jogo.

Acredita que esta pausa acabou por chegar numa boa altura, tendo em conta os dois empates consecutivos no campeonato?
Sim. Acho que veio numa boa altura. Serviu para desligar um pouco, fazer um ‘reset’, passar alguns dias com a família e, para quem está nas Selecções, mudar um pouco o contexto.

É verdade que, depois do jogo que empatámos aqui em casa [Sporting CP 2 x 2 FC Arouca], queria jogar logo na semana seguinte para tirar aquele sabor amargo da boca. Mas acho que também foi bom desligar um pouco, limpar a cabeça e regressar com muito mais vontade.

“Queremos voltar a ganhar fora de casa e temos muita vontade de que chegue o dia do jogo”

Na sua apresentação, falou também sobre a expectativa que trazia em relação aos Sportinguistas. Agora que já conhece a dimensão do seu apoio, tanto em Alvalade como nos jogos fora, e até no dia-a-dia, em que será certamente reconhecido e abordado pelos adeptos, que impressão tem desse apoio?
A verdade é que me receberam muito bem. Sinto muito o seu carinho, tanto em casa como fora. Parece que jogamos sempre em Alvalade. Estamos muito gratos por isso. Tento dar sempre o meu máximo, primeiro para ganhar, por mim e pela equipa, e depois por eles, para que desfrutem connosco. Espero que essa ligação entre adeptos e jogadores não se perca e que continuemos juntos.

“Parece que jogamos sempre em Alvalade (…) Espero que essa ligação entre adeptos e jogadores não se perca e que continuemos juntos”

Para terminar, e ainda sobre essa ligação com os adeptos… sabemos que não gosta de fazer promessas, porque os resultados não se podem prometer. Ainda assim, o que podem garantir aos Sportinguistas para o que falta da temporada?
Podemos prometer que vamos dar o máximo. Terminámos o último jogo com muita frustração e sabemos que temos de melhorar. Ainda vamos a tempo e isso é o mais importante: falta muita temporada, faltam muitos jogos. Podemos prometer que vamos dar o máximo em todos os jogos.

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E que tal promover este rapaz ao grupo dos Capitães?

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Será uma questão de tempo … com o Hjulmand foi igual. A meio da temporada já estava no lote, e será igual aqui

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Na próxima época quase de certeza

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Hoje vai ser posto à prova pela primeira vez.

Tranquilo, estou pronto para a aula!

Desde que não o deixem sozinho no meio campo, tenho plena confiança no Sergi.

Já no treinador…

Man's Desperate Facial Expressions

:thinking:

A sério que dizes que é ele que está mal ali?

A sério que dizes que não é ele? Quem tem que sair ao jogador do braguilha?

Tu sabes que o Altimira é branco e não usa o nº 77, certo?

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Ah o Doumbia tem que sair ao montinho e a esse também!

vocês percebem bvé disto :rofl: