Sebastián Coates

A falta que tu fazes…

Sinceramente, sendo um fã incondicional de Coates, duvido que a sua presença viesse alterar, em muito, aquilo que foi o jogo. Os erros foram estruturais e parecemos um autêntico “baralho de cartas”, em que uma das cartas não estando segura, tudo o resto desmorona.

Alguma coisa seria diferente, porque a agressividade e força que mete nas marcações é completamente diferente dos restantes. Pelo menos o Haller cairia na zona dele sempre.

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Percebo e, até certo ponto, concordo.

Porém, podia o Coates ter uma voz de comando que pudesse equilibrar as coisas?

Os “ses” são sempre fáceis após tudo ter acontecido.

Que a defesa poderia ter tido um melhor comportamento? Talvez. Mas o problema é que quando o adversário dinamita o meio-campo e tudo fica descompensado, não há craque que o valha. Todos parecem ficar mal. E o problema não foi SÓ individual. Foi muito também de o adversário perceber rapidamente onde estava o “ouro” e explorar todas as debilidades do sistema táctico. Que é mais do que conhecido, usual e usado na liga holandesa.

Eh pá, não me fodam mais. O Haller finalizou sempre sozinho. E os defesas estavam lá todos. Portanto, o meio campo falhou (a equipa falhou, enquanto tal) mas alguém falhou flagrantemente a título individual na marcação ao Haller. Eles não falam uns com os outros? Não se deram conta que o gajo estava sempre sozinho?

O Coates até podia “disfarçar” a coisa, mas há um treinador no banco para se aperceber disso.

É bom que a exigência aumente. Acho que muita gente está “enamorada” com o plantel e treinador, mas há muito para crescer e perceber as limitações. Não passamos a ser a pior equipa do mundo, mas na época passada juntar-se muitos elementos nada comuns, incluindo sorte. Sorte no núcleo, na ambiência, nos golos ao cair do pano, nas lesões que não aconteceram. Essa “sorte” não aparece sempre e este ano já anda muito fugida.

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Coates lidera defesa no Estoril: Patrão volta para meter ordem na casa

Capitão regressa no jogo em que o leão tenta evitar pior série sem vencer e a sofrer golos na era Amorim

Os grandes jogadores estão lá para os bons e maus momentos, e Rúben Amorim tem em Coates, que devido a castigo assistiu à distância à estreia do Sporting na Liga dos Campeões, uma peça fundamental para devolver a equipa aos bons resultados. É que além dos dois empates (Famalicão e FC Porto) e uma derrota (Ajax) registados nos últimos três jogos consecutivos, em nenhum os leões conseguiram manter a baliza inviolada, estando, por isso, à beira da pior série sem vencer e a sofrer golos na era Amorim em Alvalade. Tudo dependerá do que a equipa fizer já amanhã, frente ao Estoril, na Amoreira, num jogo que marca o regresso do capitão à liderança da defesa.

Puxando do livro de registos, e a despeito dos recentes difíceis compromissos do Sporting, na verdade só por uma vez o divórcio com os triunfos foi tão prolongado desde que o técnico assumiu funções, a 5 de março de 2020: de 15 a 25 de julho desse ano, isto é, entre a antepenúltima e última jornadas da Liga em 2019/20, o Sporting foi derrotado pelos rivais FC Porto (0-2) e Benfica (1-2) e empatou com o V. Setúbal (0-0), falhando desta forma o assalto ao 3º lugar da tabela.

Quanto ao aspeto defensivo, a ‘hemorragia’ atrás já se tinha verificado por outras duas vezes, na última época, em outubro - o leão foi batido por FC Porto (2-2), Santa Clara (2-1) e Gil Vicente (3-1) - e novembro - Sacavenense (7-1), Moreirense (2-1) e Famalicão (2-2). Só que nem isso impediu a conquista do título nacional do Sporting, coroado com o rótulo de melhor defesa (20 sofridos).

Influência a toda a linha

Frente ao Ajax, a linha recuada ressentiu-se da ausência do seu patrão e, na antevisão ao encontro, parece que Amorim já… adivinhava. “O Coates é um líder. Ele e o Neto são os que têm mais experiência na Europa, os outros praticamente não têm. É um ponto importante. A ausência dele tem um grande impacto”, assumiu.

Trunfo mais vezes utilizado entre o baralho do técnico

Em Alvalade desde 2016 - no plantel, é o leão com maior longevidade - Coates viveu, no último ano, a melhor época no Sporting, rematada com as conquistas do campeonato e da Taça da Liga e, no plano individual, o título de melhor defesa e melhor jogador da Liga. O peso do central para Amorim é bem explanado pela estatística: com 56 partidas, é o jogador mais vezes utilizado pelo técnico, ‘ex aequo’ com Matheus Nunes, mas mais vezes titular do que o médio. Apenas falhou quatro jogos (Benfica, Mafra, V. Guimarães e Ajax), em que a equipa sofreu golos com as águias e holandeses. Amanhã, na Amoreira, o central de 30 anos forma com Neto (33) e Feddal (31) uma linha experiente.

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PATRÃO VOLTA PARA COMANDAR A DEFESA

SPORTING 08:31

Sebastián Coates para pôr ordem na defesa do Sporting. O central de 30 anos está de volta, depois de cumprir castigo com o Ajax, jogo da 1.ª jornada do Grupo C da Liga dos Campeões que terminou com goleada de 1-5 em Alvalade. Entra então o capitão de equipa para comandar a linha de três na defesa, de onde sai Gonçalo Inácio, lesionado.

Coates não é apenas mais um central no Sporting: o internacional uruguaio é o patrão da defesa, o capitão da equipa, voz de ordem e de comando entre os leões. E muita falta fez a experiência do camisola 4 no jogo de quarta-feira. Cumprido o castigo, El Patrón está de volta ao onze, no centro da linha de três centrais, onde Neto se mantém à direita mas desta vez não para substituir o capitão mas antes Gonçalo Inácio, que saiu aos 21’ no encontro com os neerlandeses, devido a entorse da tibiotársica direita. Feddal continua à esquerda e Adán será o guarda-redes.

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Que diferença contigo em campo!
Obrigado El Capitan

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Ufa, dá para respirar um bocado quando o vemos em campo.

Bem precisávamos de seu regresso, atenção a algumas entradas a queima sem qualquer nexo.

Comandante. E até me parece cada vez mais interventivo com os colegas.

Um esteio defensivo e um enorme capitão. Junto com o Palhinha, as grandes referências do Sporting (e diga-se que um anterior médio ter ido para o clube que foi revela bem porque é que o Amorim fez do Palhinha, e não dele, sub-capitão).

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Muito importante, não só pelo que faz mas também pela forma como comanda dentro de campo.

Vários lances em que parece que a bola vai passar e lá aparece o capitão a cortar.

Gostei imenso de o ver a “barafustar” algumas vezes com os colegas. Sempre foi muito low-profile em campo e quando fala para a TV até causa alguma confusão um calmeirão daqueles ser um tipo tímido e receoso de falar.

Capitão de mão cheia. Ainda estou a dever encomendar uma camisola com o nome dele. Foi promessa feita no final da época passada.

Vê lá se cumpres isso rápido. Se não se não formos campeões este ano a culpa é tua por falhares a promessa.

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Queria mesmo a da época passada. Quando fui tentar comprar já não tinha o que eu queria.

Gasto XL, para uma camisola dessas me ficar bem, tem de ser o 3XL ou 4XL. Já só havia XL para baixo à venda.

Destas novas, ainda tenho de ver as medidas, mas pelo que já li por cá, ainda são mais apertadas do que eram as Macrom.

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Melhor central em Portugal. A forma como lê o jogo, se antecipa, tem cortes incríveis, estabiliza uma linha de 3 e 5. A forma como tb sai para o ataque. Está no seu prime