Rui Borges - Treinador do Sporting Clube de Portugal - Parte 1

O Esgaio deve ir á vida dele. Deverá ser o Travassos

O Travassos ou o Fresneda devem estar no plantel como segunda opção. Tenho é duvidas que o Esgaio saia

Espera para ver se não se volta a comprar de contentor sem qualidade… aliás, a senda Gyokeres, Hjulmand, etc. foi a exceção do Sporting das últimas décadas. Por mim era política a seguir.

Ja’ tinha posto essa hipotese por aqui. 23 jogadores de campo (2 por posicao e mais 3, um de cada sector com características de poderem fazer varios lugares) e mais 3 redes. 26 jogadores mais coisa menos coisa.

O plantel está praticamente fechado, se não sair ninguém não entra !

É o que tens com a vinda do Kocho e do Alisson já contratados!

O Rui Borges vai querer mais 4 reforços no mínimo para além dos 2 já contratados por isso vai ser 6 reforços para essa época fora alguma entrada de última hora para o caso de alguns dos titulares sair

4 ou 5…

2 Laterais para defesa a 4
1 avançado ou 2 se o Gyo Sair
1 central com as caracteristicas de Coates, mesmo saindo St Juste
…talvez mais 1 médio, Bragança só lá para Novembro/Dezembro e Morita pode sair.

Sem contar com o Simões e a somar os dois já contratados temos 25 jogadores no plantel, isso aí daria um plantel de 29 jogadores sem o Simões acho exagerado!

Como disse acima, Bragança só muito mais tarde e o mais certo é o Morita sair…

Certo temos o Simões!

O Morita sair é como o Gyokeres, conversa de jornais!

Mesmo que Morita Fique, sabes como é que correu esta época não sabes ?..entre lesões e idas á seleção…35 jogos mas apenas 2000 minutos e em alguns jogos altamente condicionado.

Aliás, gosto muiito do Morita, mas acho que chegou a hora de sair… se é para repetir outra época como esta não acrescenta muito á equipa.

Saindo foi o que disse entra, se não sair mais ninguém duvido que se contrate muito mais, talvez um jogador mais não mais que isso!

Preocupa-me bastante estas noticias, planteis longos é sinonimo de entulho e dinheiro mal gasto. Nós nem um plantel de 22 com alguma homogeneidade consegue formar, quanto mais de 27.

Se for o Varandas a comandar as operações acredito…

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A % de posse de bola sem oportunidades não conta para nada até acho aborrecido.

Pessoalmente até prefiro uma equipa que seja incisiva.

Achei que no ataque criamos pouco e nos limitamos ao chutão para a frente para o Gyo ou a trocar a bola devagar e devagarinho de um lado para o outro.

Houve jogos em que criamos muito pouco.

Também me parece que tem dificuldades em ler e mudar o jogo desde o banco.

E acho-o um bocado borrado porque se não é ele que diz á equipa para recuar também não inverte essa tendência.

Basicamente é por isto.

Se pode melhorar?

Claro que sim e até parece um tipo que faz bom balneário.

E teve mérito.

Só gostava que tivéssemos elevado o patamar e deixassemos de contratar treinadores que ainda estão a aprender.

Os resultados contam claro mas não é só o que conta.

Se o benfica nos tivesse ganho estes dois últimos jogos e tivéssemos acabado com zero títulos já não querias este treinador?

Não vejo as coisas assim.

E já foi melhorando, mesmo dentro do 3-4-3 que não era dele. Começou a jogar com Fresneda e Matheus nas alas e acabou com Geny e Maxi por exemplo.

Acho que nestes meses, depois das lesões e do descalabro entre Porto, Arouca e AVS, ele esteve muito mais preocupado em sobreviver, mesmo sendo demasiado dependente do Gyokeres, do que em trabalhar as suas ideias.

A partir da próxima época será diferente. Mas ganhou os créditos para ter um verão tranquilo e um plantel à sua medida

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Convém dizeres e que o Geny esteve lesionado nesse tempo e o Quenda jogava a extremo e no banco tinhas o Afonso Moreira e o Biel!

Mas acho o Fresneda uma opção muito válida e numa defesa a 4 para mim é tiualrissimo!

não percebeste o meu ponto.
uma equipa forte tem de ter soluções para todos os contextos de jogo e para todos os cenários que enfrenta. tem de saber desmontar blocos altos com qualidade na construção e aproveitamento de profundidade, tem de saber manipular blocos médios compactos com jogo por dentro e por fora, tem de desmanchar blocos baixos com padrões de organização ofensiva, tem de desmanchar blocos que concentram tudo por dentro com jogo exterior, cruzamentos e ataque á area, tem de ter armas para o que encontrar, e todos os jogos apresentam desafios diferentes e especialmente espaços diferentes a atacar.
o meu ponto, e não é uma opinião é uma evidência, é que o Sporting do rui borges é banal em termos de criação de oportunidades em cenários que não sejam blocos médios/altos que permitam lançar gyokeres na profundidade( ou mais baixos mas que deixem o viktor h/h). em todos os restantes cenários somos banais coletivamente e o facto dos jogos com exibições mais confortáveis terem sido com equipas que pressionam alto por princípio( estoril, famalicão, rio ave, casa pia) ou por levarem golos cedo e subirem forçosamente( moreirense, boavista) não é coincidência. em jogos onde enfrentamos blocos baixos organizados( gil na taça e em casa, santa clara fora, estrela fora, avs fora, mesmo nacional e farense onde teoricamente temos resultados mais folgados) a nossa criação é mesmo muito pobre. revês os jogos e constatas que tirando iniciativas individuais, lances de bola parada e chutão não temos qualquer tipo de solução em organização ofensiva, e que mesmo os jogos com mais volume ofensivo derivam de comportamentos absurdos do adversário e de avenidas de espaço que um jogador como o gyokeres naturalmente aproveita com enorme facilidade.

é engraçado dizeres isso.


field tilt( quantidade de posse de bola no último terço) - possession( posse de bola geral) é um indicador interessante para perceber a proporção de posse de bola no último terço defensivo do adversário.
como podes ver no gráfico em comparação com rúben amorim e até joão pereira tens tendência a ter jogos com grande volume ofensivo em último terço e a grande maioria de jogos onde esse indicador é negativo e abaixo da média da equipa é com rui borges.
não se trata de uma deriva estratégica ou de outra coisa qualquer; simplesmente a qualidade na nossa fase de construção desceu massivamente e o nosso jogo ofensivo também. os resultados são o que são mas não encobrem o degradar total da qualidade dos nossos processos em todas as fases do jogo( como o @msadsc87 referiu e bem a dobradinha, com 3/4 incidências aleatórias de jogo diferentes, e que até me arrisco a dizer que sorriram sempre para o nosso lado com enorme improbabilidade(( por exemplo pavlidis ao poste, jason falhar sozinho aos 95 na pequena área em alvalade, weaverson marcar um golaço aos 95 na luz, quaresma aos 95 no gil e renato sanches a ter uma paragem cerebral aos 99 no jamor)) estávamos a falar de um défice de 6 pontos no campeonato, uma média de pontos inferior a keiser em 18/19 e uma derrota na taça. e o génio mastermind que “não joga bem mas tem tudo sobre controlo e interessa é ganhar” era tudo e mais alguma coisa e tinha de sair.
enquanto se fizerem apreciações emocionais baseadas em resultados e não apreciações frias baseadas em desempenhos e processos não vamos tomar boas decisões, nem prever o que vai acontecer no futuro( aqui espero estar enganado)

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