Rogério Alves - Presidente da Mesa da Assembleia-Geral

Manda vir TODOS.
Como não conheço a opinião de um que seja sobre o tema de ter uma associação chamada Sporting Clube de Portugal a viver 12 meses em duodécimos, gostava que me informasses aqui de um que seja. Pode ser ignorância da minha parte e gosto de estar informado.

Arrisco-me a dizer que o que escrevi no meu post nem sequer é polémico.

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@i0tech, Os teus argumentos são factuais e inquestionáveis.

@lcustodio, claro que o Rogério Alves devia demitir-se. É advogado de defesa de dirigentes e ex-dirigentes do Benfica que são acusados no âmbito do processo judicial Lex, em que é descrito que estas pessoas consultaram ilegalmente processos relacionados com o Sporting. Parece-me que o conflito de interesses é notório.

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DECISÃO SOBRE AG ATÉ AO FINAL DO MÊS

Destituição de Varandas e readmissão de Bruno de Carvalho em avaliação

Tiago Jesus

Texto

12 de Novembro 2020, 12:06

A decisão sobre os pedidos de destituição dos atuais órgãos sociais e a readmissão de Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho será conhecida até ao final do atual mês de novembro, com a Mesa da Assembleia Geral do Sporting CP a tornar a sua posição pública.

Este movimento, que pretende que existam assembleias gerais extraordinárias para debater e votar as referidas reivindicações, é liderado pelo associado Rui Mestre. O Associado reuniu-se em Alvalade com Rogério Alves, presidente da MAG, no sentido de entregar os requerimentos e as assinaturas necessárias.

Segundo o jornal Record, como consequência da atual pandemia, do teletrabalho e do estado de emergência, tudo será investigado até adia 20 de novembro. Assim sendo, Rogério Alves e a restante Mesa da AG poderão pronunciar-se sobre esta temática a partir de dia 23 deste mês.

O movimento liderado por Rui Mestre pretende a anulação da AG que expulsou Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho enquanto Sócios do Sporting CP. Além da anulação da respetiva AG, o movimento pede a saída de Rogério Alves e de Frederico Varandas do Clube, sendo que a dívida do Clube à SAD e o protocolo com o Wolverhampton estão entre os motivos.

Fotografia de Sporting CP

Ah…afinal é a pandemia e o teletrabalho que está a atrasar isto… :sweat_smile:

Neste clube, tudo tem desculpas

Este tipo no porto ja tinha levado nas fussas a muito tempo .
Tenho que malhar novamente nos croquetes que por aqui andam e dizer que nao vejo UM dos anti brunistas revoltados com a forma como este ditadorsito esta a gerir esta situacao e pela forma como nao respeita os socios e como nao cumpre os estatutos.
Esta num claro acto de gozo .

Ha aqui artistas que me acusam de falar no Bruno de carvalho , tenho de falar, nao ha outra forma de tentar enquadrar toda esta situacao.
Bruno de carvalho nao foi ilibado do caso de alcochete , ele foi inocentado porque nao encontraram nada que o pudesse ligar a alcochete . Nada , porque simplesmente nao havia nada .
Eles os golpistas ja sabiam disso desdo inicio , segundo ele e ja o tinha dito num dos seus programas nem sequer era para ter ido a julgamento , mas meteram terrorisno no caso para lhe aplicar um processo disciplinar para o afastarem do clube para nao ter hipoteses de participar no acto eleitoral isto foi dito por 4 advogados se alguem duvidar eu ponho aqui o podcast .
Dito isto os anti brunistas que por aqui andam , porque razao nao contestam tudo isto que lhe foi feito e defendem a verdade, porque nao se revoltam contra esta trafulhice porque nao valem merda nenhuma, agarram se a que, para Bruno de carvalho ter sido destituido e expulso ? Nada .
Agora argumentam que foi porque infringiu os estatutos, mas o Marta soares tambem e quantas vezes ja infringiu os estatutos o este merdas do Rogerio alves ?
Onde esta a vossa coerencia e o vosso sentido de justica ?
Mas e que segundo os mesmo 4 advogados o Marta soares depois de se ter demitido, nao tinha ligitimidade para convocar assembleia nenhuma .
Peco desculpa tive que repetir o que ja tinha dito antes para tentar enquadrar e demonstrar a injustica que foi feita ao scp e a Bruno de carvalho em todo este processo . Portanto agora pergunto aos anti brunistas onde esta a vossa seriedade o vosso sentido de justica , equidade , como nao demonstram nenhuma dessas coisas sao desonestos intelectualmente .
Quem paga com tudo isto ? O scp e Bruno de carvalho .
O rogerio alves ja ultrapassou todos os limites com o consentimento de todos os anti bruno .

Por isso mesmo, eles querem lá saber do Sporting, eles apenas torcem pelo Anti-BDC F.C.

Um dia o estado de graça acaba…que pague todo o mal que se diz que tem feito ao clube.

…Afinal qual é o seu papel no Sporting?

  • dar voz aos sócios ou defender o Sobrinho e outros ?

Ainda não percebi, quem teve o trabalho de por esse requerimento a aprovação do PMAG de que está à espera? Avance já para tribunal, o prazo já foi ultrapassado, agora é seguir para os tribunais. Para cima dessa gente, até porque já sabemos qual vai ser o resultado do dia 23, ou 25, ou 31 e fica a faltar sabe qual o mês!

P.S. - Sei que isso custa dinheiro, muito dinheiro, mas acho que o pessoal que por aqui anda e com mais ajuda de alguns, atingiremos esse valor se necessário! Eu posso contribuir, por muito pouco que possa ser!

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Opinião no Jornal Público (16 de Outubro de 2019)

Luís Aguiar-Conraria
(Professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho)

O voto electrónico

Se evoluirmos para um sistema informático, teremos de delegar em meia-dúzia de engenheiros a operação. Mesmo que não haja más intenções, qualquer bug informático pode alterar o resultado de uma eleição.

Sendo a abstenção crescente, é natural que surjam várias propostas que visem aumentar a participação eleitoral. No último artigo, discuti algumas delas e terminei afirmando-me contra o voto electrónico, prometendo que retomaria o assunto, explicando o porquê do meu anacronismo.

Como em quase tudo, o voto electrónico tem prós e contras. A grande vantagem de se poder votar à distância - por exemplo, por via de uma aplicação de telemóvel desenvolvida pelo Ministério da Administração Interna - é óbvia: facilita o voto. Muito provavelmente, o seu impacto seria maior para quem está fora de Portugal, até porque em todas as eleições há problemas com os votos à distância. Infelizmente, esta solução tem tantos inconvenientes que, na minha opinião, a inviabilizam.

Começo por referir uma desvantagem que me vai fazer parecer um bota-de-elástico. Como expliquei no artigo anterior, o voto individual é praticamente irrelevante, pelo que apelos racionais ao voto terão pouco eco. Participar numa eleição é um acto colectivo por excelência, porque só se vários de nós participarem é que estaremos a expressar o nosso interesse por manter uma sociedade democrática. Já há muito que antropólogos e psicólogos salientam a importância da participação em rituais para a coesão de uma colectividade. E ir votar é um ritual. Não quero dizer que corresponda a uma sacralização da democracia, mas é visível a alegria com que muitos vivem o dia das eleições, há amigos que apenas revemos quando nos cruzamos a caminho das urnas. Este ritual aumenta o nosso sentimento de pertença a uma sociedade democrática. Substituí-lo por um voto por telemóvel pode aumentar a participação no curto prazo, mas enfraquece a cola que une a sociedade. Não é claro qual o efeito de longo-prazo. Compreendo que este argumento seja vazio para quem não está em Portugal e, por isso, aceito que, caso fosse aplicada, deveria sê-lo preferencialmente aos círculos da emigração, nas eleições legislativas. Afinal de contas, esses eleitores votam por correspondência.

A segunda desvantagem que encontro no voto electrónico é tornar o processo ininteligível para a enorme maioria dos eleitores. Para o bom funcionamento da democracia é essencial a confiança que se tem nos processos. A grande vantagem de um sistema em que cada um põe uma cruz no papel e depois se contam as cruzes é que todos o percebem. E, como o percebem, todos podem participar no seu escrutínio. Se evoluirmos para um sistema informático, teremos de delegar em meia-dúzia de engenheiros a operação. Teremos de confiar neles dado que ninguém terá capacidade para os verificar. Mesmo que não haja más intenções, qualquer bug informático pode alterar o resultado de uma eleição.

Como é explicado num artigo da Associação Defesa dos Direitos Digitais (D3), não há sistemas informáticos imunes à fraude. Mesmo que admitisse que com um sistema de voto informático a fraude fosse mais difícil, não ficaria mais descansado. Havendo fraude informática, ela poderá ser feita em larga escala e poderá ser determinante para o resultado final de uma eleição. O actual sistema é muito vulnerável a pequenas fraudes — poucas pessoas reunidas a contar os votos de uma urna facilmente acrescentam uns votos e facilmente se transformam abstencionistas em votantes ou redistribuem votos em branco —, mas por serem pequenas dificilmente serão determinantes no resultado final. O sistema de contagem de votos é tão ineficiente que é impossível montar um esquema de fraude generalizada.

Ainda relacionado com a questão da fraude está o segredo de voto. Aqui na Universidade do Minho já houve eleições em que se pôde votar online. Confesso algum desconforto em me ser impossível assegurar que o meu voto é mesmo secreto. Afinal de contas, tive de registar o meu número de docente e o sistema teve de recolher o meu voto para o atribuir a alguém. Suspeito que não haja forma matemática de garantir que seja impossível saber quem votou em quem. As minhas suspeitas saíram reforçadas ao ler o artigo da D3 que referi acima. Como lá se explica, os sistemas online que usamos (declarações de IRS, transferências bancárias, etc.) são fundamentalmente diferentes de um voto electrónico. Simplesmente não há solução teórica que garanta que os dados são correctamente processados, além de que, nesses sistemas, o anonimato não é uma questão. Por exemplo, quando se faz uma transferência bancária, o banco tem de saber de que conta transferir e, quando se submete o IRS, a Autoridade Tributária tem de saber de quem é a declaração.

Mas, na minha opinião, o problema é ainda mais profundo. Mesmo que houvesse uma solução matemática para os problemas informáticos referidos e mesmo que essa solução fosse exequível, eu continuaria a ser contra a possibilidade de se votar à distância. O motivo é muito simples, o voto à distância é um voto muito facilmente pressionável. E podemos pensar quer em pressões benignas quer noutras.

Entre as mais benignas estariam as minhas filhas, que quereriam ver-me votar e me chateariam para votar em quem elas quisessem. Mas algo semelhante se poderia passar em famílias com um tipo manipulador e controlador. Facilmente um tirano diz à filha de 18 anos que ou vota como ele quer ou lhe corta a mesada. O voto electrónico a partir de casa permite isso. Alguém que tenha um familiar acamado facilmente votará por ele.

Podemos mesmo pensar em casos mais extremos. Por que motivo eu não posso vender o meu voto? Actualmente, não posso vender o meu voto pela simples razão de que me é impossível garantir a fiabilidade da venda. Como o voto é secreto, podem pagar-me 100 euros para votar no partido A, mas, no segredo da cabine de voto, posso votar em B. A partir do momento em que seja possível votar a partir de casa, já poderei garantir que votei “bem” e, portanto, vender o meu voto. O sonho de muitos, transaccionar o voto numa espécie de mercado eleitoral, passa a ser possível. A dessacralização do segredo de voto simplesmente arruína com a integridade de uma eleição.

Com este banha da cobra é sempre pó final da semana, do mês do ano. Um nojo

Nem mais: pó.

:rofl::rofl::rofl::rofl:
Pó para ali pó para aqui e pó ■■■■■■■ Sr alves.

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***** FDP.

De violação em violação, até 2021.

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“Enquanto o pau vai e vem, as costas folgam…”

Tá dificil…desta vez puseram o Sr. Dr. a suar…

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Desde a passada 6ª feira que não está a cumprir os estatutos.
Espero bem que quando sair do poleiro os sócios, no seio de uma AG, expulsem este indivíduo de sócio do clube.

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