Processo a Meireles - Deixo pergunta aos situacionistas

Não me choca que exista um acordo de “silêncio” com o Meireles. Creio até que se os ex-dirigentes do Sporting fossem pessoas como deve ser (e a grande maioria nem sequer entrou neste tipo de comportamento) nem seria necessário tal acordo.

Neste caso, e porque realmente é a primeira vez que se houve falar de um acordo deste género no clube, admito a suspeita que o Mauras levanta, até porque se Meireles era director financeiro, já antes haviam saido Duque e Teles, ou Roquete e Cunha, todos com cargos à partida de mais relevância… e nunca foi publico que tenham existido estes acordos.

Não defendo a figurinha Meireles, que abomino (ainda mais que a FSF) e nunca defendi, mesmo que fosse só por “simpatia” sportinguista. Se porventura a sua acção decorresse numa AG do clube, gostaria muito de o ouvir e de saber quais as respostas que lhe eram dadas.

No entanto também não me esqueço que foi com Meireles no seu lugar e com FSF como 2ª figura do clube, que se aprovaram exercicios da SAD com prejuízos de quase 30 milhões de euros, ainda por cima com votos unanimes de aprovação pelo trabalho efectuado… e as assinaturas de ambos constam do documento.

Ora a meu ver Meireles devia era ser responsabilizado pelo Sporting por gestão danosa, mas certamente não estaria só, porque ao seu lado teria que estar o actual presidente do Sporting.

Até acho que o raciocinio do Maurex pode e deve merecer reflexão, mas não posso nunca dar credibilidade a Meireles, se agora quer anjo, não tivesse metido a pele de lobo.

Que eles são todos intrujas, já eu sei, ver um deles a berrar porque perdeu o taxo ainda que pago para isso, é surreal…

No meio desta história, apenas tenho uma certeza, ainda bem que saiu.

Intervenho neste assunto apenas para fazer um esclarecimento que me parece oportuno, face às inúmeras confusões que por aqui vão sobre os denominados acordos de confidencialidade (“non disclosure agreements”) entre empregador/empregado e que são válidos dentro de determinado contexto.
Estes acordos apenas são aplicáveis a áreas do “core business” de cada empresa, no segmento de actividade económica onde se inserem, de modo a evitar a transfuga de informação sobre tecnologia e segredos industriais que possam pôr em causa a competitividade da empresa face às suas concorrentes de mercado. Acontece que a área financeira, onde Meireles exerceu a sua actividade no Sporting, por ser uma área que atravessa diametralmente qualquer organização ( e onde as “inovações” são até negativamente conotadas - a tal “contabilidade criativa”) não está abrangida por este tipo de acordos face às directivas comunitárias, inclusivamente transpostas para a legislação portuguesa, sobre o controlo de fugas de capitais e ilícitos de caracter financeiro empresarial. Ao celebrá-lo, pode entender-se que o acordo visava mais longe e as especulações podem, neste caso, ser legítimas.

Dito isto, e porque nunca apreciei a personagem em causa, o momento escolhido para publicamente contrariar as afirmações da Administração que até agora havia servido ilustram o caracter mesquinho e vingativo de Meireles, para além da sua pouca inteligência porque neste processo ele foi um dos principais mentores e executores (as “coisas”, leia-se manipulações de fluxos de caixa ou engenharia financeira não nasceram ontem e tiveram nele um dos principais artífices).

Até porque, não era preciso ele desmentir o que quer que fosse - mentes mais atentas e informadas poderiam constatar o que a criaturinha veio a público dizer, certo??

O Meireles volta à carga com uma grande entrevista ao Correio da Manhã, criticando os despedimentos. Será isso que estará por detrás deste descontentamento, do qual ele é o testa-de-ferro. De resto, não li a entrevista na íntegra mas o indivíduo tem a “preocupação” de justificar o passado, e justifica a derrapagem no passivo com a lotação do estádio, que segundo ele devia ter 43 mil lugares, e assim ter-se-ía podido construído o pavilhão.

Isto é uma rotunda MENTIRA. Eles nunca tiveram a intenção de construir o pavilhão. Em nenhum plano de pormenor estava o dito pavilhão, nem mesmo no preliminar que foi elaborado antes da atribuição do Euro 2004 a Portugal, e que segundo eles mudou os planos do complexo. Isso é uma desculpa esfarrapada que não colhe minimamente. Só por causa do estádio ter mais sete ou oito mil lugares já não se podia construir um pavilhão? Somos assim um clube tão “humilde” que tinha de fazer “continhas” destas para um projecto daquela dimensão? Além disso, não cabe na cabeça de ninguém construir um estádio novo com uma capacidade inferior ao velho. Onde é que esta gente tem a cabeça??

Este miserabilismo apequenou o Sporting. Porque as assistências têm sido menores, dizem que foi um erro fazer um estádio tão “grande”, em vez de reconhecer que têm sido uns grandes incompetentes no futebol, e que estão a afastar os adeptos. A culpa é do Sporting que é “pequeno”, não é deles que são uns incapazes. Quando não se consegue rentabilizar os títulos nacionais, e se fica com uma despesa decorrente da vitória, depois vem-se dizer que afinal é melhor ficar em segundo lugar porque também dá acesso à Liga dos Campeões e não se tem de pagar prémios, quando deviam era reconhecer que foram INCOMPETENTES no planeamento das épocas seguintes, porque não é normal um campeão em título ter um verdadeiro “colapso” na época subsequente. Assim é evidente que os títulos dão “despesa”. Mas também não passa pela cabeça de ninguém tanto desaproveitamento comercial e desportivo de dois títulos quase consecutivos após dezoito anos de jejum. Que “cromos”, que gebos, meu Deus! ^-^

O pavilhão (com bancadas e tudo o mais) estava previsto com o estádio de 43 mil lugares. A situação actual foi aprovada pelos sócios em AG.

Tenho jornais da época como prova.

Mas isso era para se fazer MESMO ou era projecto? Porque desde o tempo do João Rocha, passando pelo Jorge Gonçalves e Sousa Cintra, sempre houve “projectos”, maquetes, e tudo e mais alguma coisa. Basta consultar a imprensa da época. E com a “oligarquia” era a mesma coisa. Se não fosse o Euro 2004, o estádio não avançava. Quem se recordar dessa época sabe que houve sucessivos atrasos desde 1995 e a nossa construção avançou pouco antes da dos outros, e por causa do Euro. E o que é certo é que os rivais têm estádio e pavilhão, e nós não.

Além de que se têm vendido em média sempre mais de 40000 bilhetes para os jogos.
Se só lá estão pouco mais de 30000 espectadores, as razões são bem conhecidas…

Se o estádio só tivesse uma lotação de 43000, não podiam pôr à venda tantas gameboxes.
Tanto a média de bilhetes vendidos como a média de espectadores iria fatalmente diminuir bastante.

Isto além de que, se neste momento em que temos um clube que desmotiva os próprios mortos, temos esta média de bilhetes vendidos, imagine-se o que aconteceria se voltassemos a ser o que sempre fomos.

Se somando a isto se notar que a grandeza de um clube também se mede pela dimensão do seu estádio…

Não venham com a estória dos 7000 lugares.
É ridículo!!!

E mais nada!
E lembro-me perfeitamente de nessas épocas se dizer que o SCP até era o clube com mais património, o que o colocava em melhores condições para desenvolver o seu projecto.

Se depois foi prejuicado em relação a outros clubes, então devia ter RECLAMADO ALTO E BOM SOM.
Se não o fez, lá voltamos nós à incompetência do costume…

Mas em jeito de conclusão, nem quero saber de pormenores, é para ter um estádio de 50000 lugares e um pavilhão como os outros têm e como é nossa obrigação ter!
Quem não conseguir isto, vá-se f…

Essa AG foi antes do inicio das obras, ou seja, ainda era projecto do complexo Alvalade XXI e não podia ter sido de outra maneira.

Houve muita coisa que correu mal nesse processo: desde a saída da Ballast Needam (e entrada do lampio Taveira com a sua proposta multicolorida); o aumento da capacidade perdendo dessa forma um pavilhão com bancadas porque o clube queria receber finais europeias -sim, a hipótese das Gameboxes também faz sentido, mas será que os engravatados estavam a pensar vender 50 mil todos os anos? alguém que faça o calculo da diferença entre 30 mil Gameboxes e 50 mil no orçamento do clube-; mais a barraca da lei dos recintos desportivos que prejudicou (e muito) o clube porque as obras já estavam a avançar e tivemos de pagar as (milionárias) modificações que não estavam previstas e que fizeram com que, por exemplo, os wideowalls estejam onde estão; mais a criação da Alvaláxia que não estava prevista no inicio e que apareceu assim de repente; a relva; os camarotes e lugares especiais que nunca estão ocupados… tudo isto feito com muito secretismo e só pedindo autorizações aos sócios quando não tinham outra alternativa.

as cambalhotas que os situacionistas dão são de chorar a rir, então tu Moura, que tens muitos anos de situacionismo cego, devias ter ainda mais vergonha de dizer o que acabaste de dizer, pois tu sim (e muitos) defenderam este Meireles e outros que o rodeavam, até à exaustão, durante anos :D.

Nem eu nem ninguém aqui está a defender o grifo em causa. O que é aqui discutido e foi isso que lancei foi a razoabilidade e razão de ser deste acordo de silêncio. Já vi vários argumentos, já foram buscar a F1, tudo mais. Eu sei que existem acordos de confidencialidade, e sei também que nem deviam ser necessários, que a honra das personagens devia bastar para garantir o decoro face a alguns assuntos mas:

1 - se algum sportinguista, mesmo um como Meireles, souber de actos que prejudicam o Sporting acho muito bem que os denunciem, seja onde for.

2 - sobre honra é melhor estarmos silenciosos, o nosso máximo representante é um ex-libris, um case study no que concerne a palavra e honra, com o apoio da maioria dos votos que foram sufragados nas últimas eleições.

Tudo isto cheira a podre, e espero bem que chegue a tribunal, mas tenho ideia que isso não acontecerá, que existirá um “acordo de cavalheiros”, honestos, integros e acima de suspeita, como todos os envolvidos são :).

Agora repito… vocês virem atacar os “iluminados” sugerindo que estão a defender uma das vossas coqueluches do passado… é já não ter vergonha nenhuma na cara de facto :slight_smile:

Pela primeira vez na vida, concordo inteiramente com o João Querido Manha, que apesar de ser um fanático pelo Benfica, consegue aqui fazer uma análise imparcial e correcta, sem achincalhar o Sporting. :clap:

Quanto à entrevista do Meireles, é de estarrecer. Como foi possível o clube ficar na mão destes parasitas todos?? Uns chulos que endividaram o clube até mais não, e depois acham que é preciso acabar com as modalidades para conter os custos?? Mas alguma vez foram as modalidades que causaram este passivo monstruoso no Sporting?? Uns c***** que nunca souberam gerir o futebol e ainda se põem a mandar bitaites sobre como é possível o Sporting ser mais “competitivo” e que deve ficar sem a maioria do capital da SAD, etc, etc. Peço desculpa pela linguagem, mas isto revolta-me profundamente. Se eu mandasse alguma coisa, EXPULSAVA estes gajos todos de sócios do clube!

ERROS DE CÁLCULO (Opinião do jornalista João Querido Manhã)

Uma polémica de bastidores entre um director financeiro e um grupo de administradores pode ter um efeito devastador para a imagem de uma instituição bancária, mas é praticamente insignificante na vida de um clube de futebol.

Pouco ou nada preocupados com o processo entre o presidente Soares Franco e o ex-director financeiro Rui Meireles, os sportinguistas por estes dias só querem perceber e avaliar o alcance do ‘levantamento’ do seu goleador contra a disciplina férrea do treinador Paulo Bento. De algum modo, porém, uma coisa tem a ver com a outra.

Rui Meireles foi uma figura cinzenta escura ao longo dos doze anos que serviu o Sporting, numa área administrativa, mas com salário de futebolista mediano, beneficiando de uma posição estratégica ao serviço do presidente José Roquette, o homem que introduziu no Sporting o conceito de clube empresa em que, num quadro de autêntico caos orgânico, acabaram por florescer os conceitos administrativos e multiplicar-se as empresas e serviços, um prometido paraíso de gestão que redundou no agravamento do quadro geral das finanças do clube, em consequência dos resultados negativos acumulados por toda essa actividade improdutiva, parasita do futebol.

Conhecido como o ‘homem do BES’ nos ‘mentideros’ do clube, cultivou o low profile característico da rapaziada das finanças, mas não deixou de sentir o apelo do futebol, já na gestão de Dias da Cunha, quando a equipa leonina ficou nas mãos da linha burocrática. Sem sensibilidade desportiva, cometeu o erro fatal de abandonar um jogo marcante, quando a equipa perdia copiosamente, em Paços de Ferreira, deixando os jogadores e o treinador José Peseiro à mercê da fúria dos adeptos.

Esse erro de cálculo foi-lhe fatal, bem como o alinhamento com o candidato Abrantes Mendes, derrotado nas eleições que se seguiram à demissão de Dias da Cunha. O seu profundo conhecimento da crítica condição financeira do clube permitiu-lhe manter o emprego durante mais dois anos e agora ameaça prolongar-se como uma sombra da restruturação empreendida por Soares Franco.

O presidente do Sporting veio anunciar uma redução do défice na ordem dos 28,5 milhões de euros, mas o ex-director financeiro desmente-o e ainda levanta suspeitas sobre o destino de mais 24 milhões resultantes da venda do património imobiliário.

Sem as consequências dramáticas, inclusive para a estabilidade económica do clube, de um possível confronto entre Liedson e Paulo Bento, as alegações de Rui Meireles lançam uma nuvem de descrédito sobre uma instituição cotada em bolsa, com custos irreparáveis sobre a sua imagem, aos olhos dos investidores.

Quando Meireles foi afastado, embora negando a indemnização milionária que tanto indispusera os membros do Conselho Leonino, o presidente Soares Franco elogiou o profissional e desmentiu a ideia de um confronto entre as partes, resultante do alinhamento declarado dele com uma lista opositora, no processo eleitoral. Percebe-se agora a fragilidade dessa cordialidade, em contraste com as ameaças de procedimento cível e de expulsão de sócio. Outro clamoroso erro de cálculo, com um lesado único: o Sporting.

O que o FDP do Manhoso quer sei eu ::slight_smile:

Eu defendi o Rui Meireles contra as insinuações que tu e outros disseram que ele estava no Sporting para “sacar” dinheiro. Isto é não coloquei nem coloco a honestidade da pessoa em causa. Ele foi um empregado do clube, e se tinha um salário alto, não foi, nem é , nem será o unico na mesma situação em clubes da nossa dimensão.Quanto ao trabalho dele no clube como director financeiro, dentro das linhas traçadas pela administração, “segurou o barco”. A sua passagem pelo departamento do futebol, foi má e felizmente curta. As suas entrevistas recentes deixam-me contente com a sua saida. Toda a gente que vem dizer mal do Roquete, FSF e DC são benvindos pelos iluminados, seja qual for o passado dessas pessoas … isso é que me “diverte” e me faz pensar que alternativas ao “projecto” são infelizmente um “rotundo zero”. No dia em que me vires a apoiar Luis Duque, Dias Ferreira, Subtil Sousa, Abrantes Mendes, Jorge Gonçalves, Sousa Cintra, Figo para presidentes do Sporting, aí sim é que poderás dizer que dei uma grande cambalhota.

Enfim…mais vale ler isto do que ser ceguinho.

Dê-se as voltas que se der, tudo espremido, o que é que dá ??

Meireles e Franco são faces da mesma moeda !

Como diria o Cavaco, é uma ‘má moeda’, que tenderá a ser derrotada pela ‘boa moeda’

Let’s wait …

o objectivo não era que te justificasses, até porque a tua justificação está toda errada, eu nunca acusei Meireles de sacar dinheiro, essa insinuações foram relativas a outros, de Meireles referi fraca capacidade, pouco profissionalismo e gestão baseada em compadrios. Tu e outros defenderam-no como defendem qualquer coisa que mexa dentro do status quo, até cairem, aí passam a ser uns malandos, mas antes eram os maiores e defensáveis até à última, mesmo tendo em conta os resultados óbvios do seu trabalho.

Apenas o referi pq só me faltava ainda ter de ler que estou a defender um gajo que é um bom exemplo do que ataco há anos no Sporting. Desculpa lá mas a coerência aqui está mesmo do meu lado, não do teu ou de quem dá piruetas compreensívels com base nos desmandos que se vão passando no Sporting, já vi do mesmo com Franco e com MRT, havia quem os defendesse quando estavam, depois já não gostavam deles quando sairam, e agora já gostam deles novamente, é preciso é fazerem parte do “grupo”, tudo se lhes perdoa :).

Depois de ler a entrevista que este Meireles deu ao CM só posso ficar muito contente por ter saído do clube.
Assumo-me como grande crítico desta direclão em geral e do presidente FSF em particular mas, ao lado deste miserável e mediocre Meireles, o FSF é um génio…

Este Meireles mostrou nesta entrevista representar aquilo que de pior tem existido no nosso clube:
Falta de Ambição em geral.
Desprezo pelas modalidades.
Submissão da estratégia do clube aos interesses dos bancos.
Inveja.
Vaidade.
Colocação dos interesses pessoais acima dos interesses da instituição.

Nesta entrevista percebe-se até que ponto o nosso clube tem estado a saque sendo que a falta de vergonha foi de tal ordem que esta amostra de Sportinguista nem conseguiu disfarçar aquilo que já todos desconfiávamos:
Ele tem sido um dos grandes saqueadores do clube que muitos de nós pagariam para servir.

No benfica lembro-me do Toni ter saído abdicando da indemenização a que tinha direito.
Abordagens diferentes…

Enfim…
É UM NOJO !!!

pois é striker, mas este menino, o Meireles, foi cabecilha, figura de cartaz e proeminente “ponta de lança” do célebre projecto roquette (prefiro chamar-lhe projecto titanic), muito elogiado, muito aplaudido pelos meninos amén… agora todos lhe cospem em cima, mas é curioso reparar que muitos do que lhes cospem em cima (e com toda a razão) são capazes de defender, com total incoerência e inconsistência, virtudes do mesmíssimo projecto que este senhor ajudou a cavar, neste mesmo estílo, e certamente com os mesmos princípios e postura…

…é curioso. Faz lembrar o tal sketch do Chris Rock sobre as mulheres nas discussões, noutra área do fórum… também aqui os “talibans” são imensamente inferiores aos “carneiros” na discussão porque… têm como aquiles a necessidade ridícula de FAZER SENTIDO na sua argumentação, algo que os sportinguistas que dizem amén a tudo o que vai sendo poder instituido no clube não têm, nitidamente.

Cabecilha? Projecto Meireles ou Roquette? O Meireles foi sempre um executante…caso contrário a saida do homem teria provocado uma mudança significativa de estratégia. Mas percebo-te porque a tua já habitual argumentação “anti-direção” necessita que o Meireles seja um “decision maker” para fazer ainda MAIS SENTIDO.

Eu, um dos"meninos amém", não percebo aonde está a incoerencia no facto de achar a atitude de Meireles deploravel. Mas tu, com a ajuda de mais um bom exemplo tipo um sketch qualquer vais-me explicar, até porque a tua argumentação faz SEMPRE SENTIDO…e até me arrisco a dizer que é sempre no mesmo sentido. Incoerencia seria apoiar o Meireles e a sua miseravel tentativa de desestabilização dum projecto no qual, no minimo, acreditou.

Mas um rapaz tão esperto como tu não comenta o timing desta entrevista porquê? Deixa-me responder por ti: “Porque não vai no teu sentido de argumentação”.