Pré época 2022/2023 - Estágio de 10 a 20 de Julho em Lagos, Algarve

Essa pasta já não é minha, mas, se quiseres abrir, podes usar as imagens que fiz, estás à vontade.

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Estou no direito de desconfiar porque acredito que não ganhamos o título na época passada pela falta de qualidade no ataque.

Eu vi todos os jogos da pré -epoca e gostei do que vi. Mas não vi nenhuma dinâmica nova, é o mesmo sistema do costume. Noto uma ligeira diferença positiva que há competitividade e agressividade suficiente para lidar com adversários mais difíceis. Mas as jogadas de ataque souberam-me a pouco. Falta criatividade e faro para golo. Eu acho que o Sporting vai sofrer muito para marcar golos.

Então não vai .

Já tinha saudades de um clássico fórum de “vai ser uma catástrofe” depois de um jogo mal conseguido :grinning:

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Bem, que seja engano meu.

Que estejas correto amigo.

Mas com equipas que saibam jogar minimamente, vamos passar mal.

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Tivemos essa conversa quando o Tabata ainda cá estava. Não era que fosse um grande jogador, mas era mais um a ajudar.

Se não vier um avançado de qualidade podemos penar não apenas em jogos contra equipas grandes + Braga, também nos outros.

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Se criarmos o que até se criou hoje, era bom sinal.

E isto com menos um na frente que é o Paulinho.

Mas a nossa atual debilidade defensiva assusta-me e não é pouco… Isto quando é a bandeira do Amorim, a consistência defensiva.

Concordo com o que o @Nuno.N disse no tópico dos rumores, prioridade é arranjar reforços e de preferência dignos do nome. Não temos um plantel, temos um 11 mais meia dúzia de reservas.

Mas também penso que temos que repensar seriamente o modelo tático até para reforçarde acordo com isso.

Este 343 funcionou no 1° ano, defesa sólida e saídas rápidas. De lá para cá muito mudou, passámos a ser uma equipa que quer assumir e dominar durante 90’.

A solução que se tentou arranjar para tornar esse 343 num modelo mais “mandão” foi:

  1. Subir mais os alas e abrir mais os centrais. Raramente se vê a linha de 5 que várias vezes fizemos no ano do campeonato.
  2. Substituir o 6 declarado no meio campo por mais um 8 (Palha sai, entra Morita).
  3. Passar a usar avançados tecnicistas e dos apoios, claramente deixando para segundo plano a componente mais física do jogo (Jovane, NS e TT saem, Paulinho, Trincão, Edwards e Rochinha entram).

Esta “solução” fez com que as dificuldades em jogo posicional e controlo do jogo continuassem e criou desequilíbrios defensivos que não existiam. Pelo meio ainda se tentou um 352 sem resultados práticos.

Sei que é uma opinião polémica e nem é pelo último jogo pois já ando a pensar nisto desde o ano passado, mas penso que está na altura de nos afastarmos dos 3 centrais.

GR: Adán e Israel.
LD: Porro e Esgaio.
DC: Coates, Inácio, Jer, Neto e Marsà.
LE: Reis, Nazinho e Marsà.
MC: Matheus, Ugarte, Morita e Essugo.
MO: Pote.
EX: Edwards, Trincão, Rochinha, NS e Fatawu.
PL: Paulinho.

Contratar obrigatoriamente um PL e um MO. Um LE também dava jeito.

Temos 3 centrais que dão garantias é suicídio jogar com 3 centrais. Não temos um único ala esquerdo de qualidade, o NS é extremo, o Reis é um defesa esquerdo. O próprio Esgaio não é um ala. Meio campo a 2 com os jogadores que temos é Ugarte e Matheus 90 sobre 90. Os nossos extremos são bem mais fortes a vir de fora para dentro. O Pote rende mais ao meio e assim mantinha-se perto da baliza como MO/2° avançado.

Há sempre a possibilidade de manter o 343 como alternativa para jogos de Champions onde temos de sofrer mais.

O Ruben tem sido um mestre da comunicação como nos habituou. Mas estas respostas sobre negociações/dinheiro azedou e muito… não gostei nada dessa abordagem dele.

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Concordo, e nâo é assunto para treinador.
Quem de direito que fale ou responda às perguntas, que nâo andem armados em “paulinho” em trabalho invisível.

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Podemos não gostar de ouvir, mas todos os treinadores falam disso, não é só o Amorim. Já este ano ouvi o Kloop, por exemplo