Quais são os artigos, que se propõe mudar, que comprovam o “Golpe Estatutário”?
O Presidente colocou em cima da mesa as condições mínimas para continuar à frente dos destinos do clube. Agora cabe aos sócios decidir como responder ao ultimato que foi feito. As alterações estatutárias foram explicadas, já que na Assembleia Geral criaram ruído para dar a ideia que é uma golpada, em conversa com os sócios e transmitido pela Sporting TV. Deu um contexto necessário.
Agora, cabe aos sócios. O Presidente deu a escolher dois cenários. Escolhamos, em consciência, o que queremos para hoje e para amanhã. Estão aborrecidos com a pressão da decisão? É a vida, o Presidente retirou o conforto aos sócios e colocou-se a ele próprio nas nossas mãos. Muitos estão chateados porque estão pressionados a tomar uma decisão, gostam muito pouco que lhes pressionem ou lhes “obriguem” a decidir.
O Presidente aproveitou o ruído criado por uns quantos sócios e quer sair por cima desse ruído. Fortalecido, com mais determinação e com uma maioria reforçada. Está no seu direito. Quem depende dos votos para continuar ou para ser eleito, está sempre sujeito a este escrutínio. Foi / é uma jogada de poder, para dar ko a uns quantos seres que proliferam na senda do poder, a quem no passado este mesmo Presidente roubou o tal poder. É uma guerra interna, infelizmente.
As regras foram determinadas pelo Presidente. O jogo é o Sporting Clube de Portugal. Os sócios que decidam de que lado querem estar, sobretudo que rumo, que comandante, querem para o Sporting Clube de Portugal. Extremou-se porque os tempos que vivemos, erradamente, são de extremos.
Estou com o Presidente, vamos lá decidir.