Política Nacional - Parte 3

Como é óbvio querem lucro senão escolhiam outra actividade. A parte dos selvagens é dramatização tua.

Já respondi a isso duas vezez acima. Vou voltar a responder. Ninguém diz que os médicos não prestam um bom serviço, mas o objectivo da gestão é maximizar os lucros, com tudo o que isso possa implicar.

Sou 100% favorável à existência de hospitais privados, desde que não sejam financiados pelo estado.

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Por isso não entendo a posição da esquerda contra os privados e como podem servir de suporte ao público.

Sim, mas também não vamos fingir que não há esse efeito. Obviamente que existe. Na saúde lá haverá um pouco mais de escrúpulos, até porque há os tais juramentos, e a sobreposição de profissionais mas… Há. Já contei aqui as peripécias com o meu pai, por exemplo mas pronto, é o que é…

Muitas vezes, também é uma questão do cliente, neste caso paciente, se informar um bocadinho e saber o que anda a fazer. Evitam-se uma série de problemas e, se se sentir lesado, há diversos mecanismos de reclamação. E, se há coisas que os privados prezam, é uma coisa chamada ‘NPS’, e/ou outras de perceção, lealdade e recomendação do Cliente.

E quem e que diz que sao mais exames que os necessarios?
Es tu com o teu curso de medicina tirado em que universidade?

Eu tambem nao estou a dizer que nao existe. Nao e e algo sistematico. Nao ha uma circular da gestao da CUF ou da Luz a dizer a todos os profissionais de saude para funcionaria como um vendedor da Worten.

Agora, e obvio que num hospital privado onde quem la vai e porque pode pagar, os medicos sintam uma maior liberdade em certos procedimentos. Pois nao ha racionamento como no publico, logo a logica de ‘poupanca’ nao existe.

Exato. E enquanto paciente tem sempre o direito de escolha. No privado pelo menos… vai a um hospital publico dizer que queres 2a opiniao medica :slight_smile:

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Criticas e depois dás logo a resposta por mim.

Afinal não é preciso ser formado em medicina?

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Percebem agora porque é que o PS gosta muito de empresas públicas?

Se pudessem ainda sacavam mais.

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Para baixar o IRC ás empresas com lucros extraordinários (e apenas a essas, o resto ou não pagava, ou pouco baixou), foi logo.
Já para baixar os impostos da habitação como prometeram, porque segundo estas amonas só se resolve se construir mais, agora já ficam a pensar.
Carrega mexilhão. :joy:

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Mais um tacho para um monte de merda.
PSD a caminho do abismo.

https://x.com/Adolfo_Dias_I/status/1811331048485093601

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Como concordo com uma descida generalizada dos impostos, não deixo de concordar contigo neste ponto.

Clássico PSD, mas o PS podia ter feito essa baixa quando esteve no governo.

o PS foi quem aumentou… mas o PSD é igual, igualzinho. O que o pessoal não percebe… é que a maioria dos investimentos da banca e de muita gente está a ser feito em habitação… meaning… nenhum governo vai trabalhar na desvalorização dos maiores activos do momento. É uma trend que existe na maioria dos países europeus. Plus… para o estado é optimo, porque vai buscar o IMI, IMT, Imposto de Selo e Imposto sobre mais valias inflacionado à custa disso. Por isso seja quem estiver no governo o problema da habitação nunca se vai resolver.

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Assim parece ser, mas a bolha pode acabar por explodir por si.

https://x.com/maisumcarneiro/status/1811342895657394452

https://x.com/TSFRadio/status/1811370128933793814

Eram imigrantes ou ciganos?

Quando deixas de ser aldrabão?

ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, reconheceu esta quarta-feira que a redução do IVA da construção de casas para a taxa mínima, de 6%, “é uma medida difícil de modelar”, e duvida da sua eficácia.


IVA a 6% pode ser alargado a projetos de construção
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O pacote Construir Portugal que o Governo aprovou, em maio, prevê a redução de IVA para a taxa mínima de 6% para as obras de reabilitação e construção de habitação, com limites em função dos preços até ao fim da legislatura. No entanto, Joaquim Miranda Sarmento não se compromete com prazos.

“A descida do IVA na habitação é um objetivo do Governo, mas é uma medida difícil de modelar porque tem de ter uma efetiva repercussão nos preços da habitação”, afirmou durante a audição regimental que decorreu esta quarta-feira na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública (COFAP).

O governante explicou que “a teoria económica diz que depende da elasticidade do mercado e nem sempre as descidas do imposto são repercutidas nos preços sobre os consumidores”.

“É uma medida que gostaríamos de implementar o mais rapidamente possível, mas temos de avaliar quando será possível nos quatro anos da legislatura para ser o mais eficiente possível”, sublinhou.

No final de maio, a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, admitiu alargar a taxa reduzida do IVA a projetos de construção. “Tivemos uma conversa com os vários partidos, e estamos neste momento a estudar o alargamento do IVA a 6% também para os projetos que são 23%”, afirmou a governante, na Advocatus Summit, uma iniciativa do ECO.

Mas agora o ministro das Finanças considera que é uma medida de difícil aplicação, uma vez que é preciso garantir que a redução do imposto se reflita na descida dos preços das casas."

Ora, indica lá onde está escrito a desistência do IVA a 6%. Para ficarmos bem elucidados da tua esperteza. “Só se resolve…” é isso mesmo, nem tomaram já outras medidas nem nada. Por princípio desconfio sempre dos teus escritos, pois sei as aldrabices, e mais uma vez se comprova.

Vão dar mais aos ricos e tirar aos pobres. É exatamente isso. Nem precisas de escrever, faço a parvoíce por ti. Ou como o Medida fez, tirar “à força” das empresas públicas para poder falar das contas certas, outro aldrabão. São como cogumelos.