Política Nacional - Parte 2

Bons Filhos da ■■■■ estes Espanhois.

Que passou se?

Não é preciso nada para que os espanhóis sejam uns bons filhos da put@ (para ser justo, é mais os castelhanos). :rofl:

Concordo 400% mas para haver um acesso de raiva no fórum é porque algo se há de ter passado :rofl::rofl:

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E há por aí sempre a tolice de que “confiamos na justiça portuguesa”… Os direitos fundamentais, humanos, ou quejandos, são os dos criminosos…, garantir-lhes sempre a possibilidade de voltarem aos mesmos crimes… Só é pena o Estado não ser processado e obrigado a pagar indemnizações a sério às vítimas destes reincidentes…, não percebe doutra forma… E claro os “maus” são os populistas que pedem penas a sério… As vítimas não interessam de facto.

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Os populistas são idiotas que pensam- e querem incutir isso nas pessoas- de que há soluçôes simples para situaçôes complexas.
Confude-se prevençâo de crimes com puniçâo etc e tal (isto sâo assuntos mais que debatidos, até aborrece)

Há 1 exemplo de 1 país onde há penas pesadas e, no entanto, nâo deixa de haver muito crime: os EUA.
É esse o exemplo a seguir? É a soluçâo? Resolve, baixa a criminalidade?

Na maior parte dos casos, não se resolve o problema aumentando-lhes as penas. Nesse caso a solução passa pelo quê? Matá-los?

Acho isto tudo perverso.
Mas acho importante a parte do Salvini / Ventura, do mal o menos.

Sabes que so PS recebe mais de 300 mil euros em donativos certo? E que como e pratica de alguem desonesto intelectualmente, das a entender que e apenas IL e Chega :slight_smile:

Eu nao vejo mal nenhum. Prefiro 1000x isto que partidos sustentados pelo Estado. Partidos devem ser sustentados por donativos e cotas, sendo tudo publico para que so seja enganado quem quer.

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Percebo que se dê destaque porque os donativos à IL e Chega são de gajos based. Ao PS só dão dinheiro indigentes mentais rotos como os da mota engil ou grupo pestana

Porque falar sempre em se baixa ou não a criminalidade em geral, em vez de referir o conjunto de criminosos que, cada um deles, fica impedido de efetuar novos crimes ou contrário do que acontece nos “facilitismos” das pequenas penas e perdões?
Quando confrontados com crimes repetidos pelo mesmo indivíduo somos remetidos para estatísticas? Isso já não é “populismo idiota”?

O problema é cada criminoso concreto, reincidente ou particularmente perigoso, e se este tiver penas pesadas decerto não poderá fazer novas vítimas com a mesma facilidade…

Não há dinheiro, não há palhaços… São os contribuintes quem tem dos sustentar? E sempre no máximo permitido pela constituição e não no mínimo (230 deputados em vez de 180).

Sim, continua a ser “populismo idiota”

Há muitas evidências de que aumentar penas nâo baixa a taxa de criminalidade, nem serve de prevençâo. Mais uma vez, refiro os EUA. Lá tens todo o tipo possível e imaginário do que é penas pesadas, desde o “3 strikes and you´re out” que representa prisâo perpetua até à pena capital.
Há menos crime? NÃO!

O assunto já foi (e é ainda) muito falado e discutido por todo o tipo de especialistas. Os que os “populistas idiotas” propôem nâo é a formula milagrosa de resolver o problema.

Os burros são os outros?
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prisão perpétua…
Essa atrás é que ficou por responder…

Sim ó Sergio, é isso.
Toma lá a medalha! :nerd_face:

Vê os países que podem aplicar a prisão perpétua… Nós aqui é que “sabemos”, nisto como em tudo como diz o presidente Marcelo…

Mais uma chatice agora com os policiais a dizerem que como protesto só querem atender certos tipos de crime. Que grande imbróglio que vai para aqui, mas acaba por ser normal visto que uma das profissões mais nobres que podem haver são super mal pagos, pouco protegidos, e com a proliferação dos telemóveis com HD câmara e um sentimento de entitlment que existe cada vez mais um alvo a abater

O problema é de critérios de aplicação da justiça.
Desde o primeiro humano a ser julgado pelos seus pares, que o problema é esse.
Para o mesmo crime, a pena é aplicada de forma diferente, dependendo de quem é o criminoso e de quem é a vítima. Isto acontece de uma forma muito mais frequente do que seria desejável. É do ser humano.
Obviamente nunca haverá “paz”.

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