Agora, o grande problema e o ‘tipo’ de pessoas. Um dos problemas que a Russia teve e que nas guerras atuais, nao adianta so ‘numeros’. Interessa muito mais a qualidade das tropas que propriamente a quantidade, quando um drone barato com uma granada destroi por completo a ‘carne para canhao’.
Alias, uma das grandes derrotas da Russia foi a quantidade de oficiais e tropas bem treinadas que ja perdeu nesta guerra.
Os drones vieram revolucionar por completo a doutrina militar de todos os paises. Enquanto nao for possivel por meia duzia de euros ‘inativar’ drones baratos, todas as operacoes militares vao ser sempre muito dificeis. Creio que a Europa a partir de 2027/28 vai ter um sistema que o vai permitir fazer, o que sera talvez a forma mais eficaz de neutralizar a ameaca russa.
Obviamente, a Russia quando invadiu a Ucrania meteu 300 mil efetivos no terreno quando para uma ‘operacao de 3 dias’ provavelmente precisava do triplo. O problema e que nem uma ditadura opressiva como a Russia tem capacidade para ter em numero e qualidade suficiente os militares que nos tempos que correm sao necessarios para invasoes terrestres deste tipo a ‘full time’ e tambem nao e um servico militar obrigatorio de 3 meses que resolve o problema. Para ‘formar’ o tipo de militar que precisas nos dias de hoje, diria que menos de 1 a 3 anos nao e possivel. E isto sem entrar em linha de conta que a maioria nem capacidade tem de passar a selecao… O servico militar obrigatorio quanto muito vai ser eficaz a criar a tal carne para canhao que um drone de 3 mil euros ‘mata’ as centenas
Lá andam os desdentados contribuintes americanos a pagar as guerras por procuração de Israel, em que o proxy são os próprios EUA enquanto esses mesmos desdentados nem um SNS têm para tratar o cancro ou a cirrose de anos a consumir kool-aid, e ainda aplaudem!
A parte engracada e que no pos 1a guerra mundial, foram precisamente os sovieticos que permitiram aos alemaes ‘contornar’ as sancoes militares mas nao souberam tirar os devidos proveitos tecnologicos literalmente a mao de semear.
Os Soviéticos foram apanhados totalmente de surpresa, num dia a aviação militar soviética foi quase toda destruída na operação Barbarossa. Levaram forte e feio nos primeiros meses da frente de leste. Só conseguiram as primeiras vitórias em Dezembro-Janeiro de 1941/42.
Mas sim o equipamento militar alemão era melhor. Mas alguma historiografia às vezes parece querer fazer do exército vermelho uma Itália/Japão em ponto maior, que só ganhou pelo manpower.
O cenário de guerra era complexo, e nâo foi só o factor quantidade que teve importância.
Há mais, como: os alemâes estavam a combater em 2 grandes frentes, que chegaram a ser 3(norte de África e Itália), estavam mal preparados para o Inverno(roupas para os soldados, material que ficava atolado em campos lamacentos) porque pensaram que iam ter uma vitória rápida e, por fim, problemas logísticos: conseguir municiar a frente de combate com material de guerra(tanques, armas, munições) e até comida.
Os soviéticos foram surpreendidos pelo ataque alemâo mas tinham pronto o seu exército, que já estava preparado para invadir o leste da Europa, tal como tinha sido acordado com os alemâes no famoso tratado de nâo agressâo entre os 2 países.
A capacidade industrial da USSR também foi 1 factor; os soviéticos tinham capacidade de produzir em grande escala que podia municiar um grande número de homens.
Duvido muito dessa publicação. A sondagem que dá maior percentagem de votos ao Tisza é 58% mas maior parte dá à volta de 48-50% com o Fidesz a ter mais ou menos 5 a 10 pontos de distância do Tisza. Ou seja, com estes resultaos é impossível o Tisza ter 66% dos lugares e até é bem possível o Orban ganhar por causa do que o @Chrystian10 referiu.
O mais engraçado é que o nome seguinte que não é tradicionalmente inglês que aparece na lista só aparece no 21.º lugar e também é Muhammad só que escrito de outra maneira. O seguinte já está fora do top50 e é outra forma de escrever Muhammad.
Essa forma de escrever diferente o mesmo nome tem a ver com o dialecto arabe local de um país. Podes pegar num marroquino a tentar falar com um iraquiano e mal se entendem, eles conseguem ler o mesmo texto que está escrito numa forma mais coloquial como que um arabe comum, mas ao falar com pronuncia, gramatica, vocabulario diferente e parecem que são de linguas diferentes entre eles. De realçar que pode existir varias palavras para descrever por exemplo o mesmo objecto na mesma lingua e no mesmo país e se for a outro país ainda são mais.
Não terá sido apenas devido ao fator do material militar…, durante muito tempo foi claro que a formação militar dos comandantes alemães de carreira era claramente superior à dos comandantes do Exército Vermelho mais nomeados ou mantidos por fidelidade ideológica e com comissários políticos à perna…