Para nao dizer que nunca mas nunca se aborda uma viatura pela frente.
Tendo em conta o desfecho pode parecer que alguem apenas queria uma razao para disparar.
Minudências…, para distrair um pouco do que realmente importa (uma morte ou duas ilegais nos EUA).
Green_Lion e postar posts falsos do X. Não há melhor história de amor.
Ah, pois ė!
E porquê? Porque a mão-de-obra era barata e as empresas americanas lucravam milhares de milhões.
Vai ser engraçado se os chineses começarem a nacionalizar empresas americanas em retaliação, a Apple, por exemplo, vai adorar.
Visto o que se tem discutido no topico da Venezuela e da RussiaVsUcrania, gostaria de publicar também neste tópico um manifesto, visto que se aplica a tudo o que é politica internacional numa visão europeista:
A Europa não é um país. É um conjunto de países, cada um a puxar para o seu lado, incluindo, em alguns casos, verdadeiros proxies de interesses hostis. Este problema manifesta-se sobretudo na política externa: o poder europeu não é centralizado e, por isso, não é unificado, rápido nem decisivo.
Na cena internacional, a União Europeia acaba por se assemelhar a muitos outros blocos que existem mais no papel do que na prática: União Africana, Mercosul, ASEAN, BRICS, etc. Estruturas cheias de declarações e acordos económicos, mas incapazes de agir de forma coerente quando realmente importa.
A UE não está a falhar por estar “incompleta”. Está a cumprir exatamente aquilo para que foi desenhada: uma união de interesses económicos. Num mundo cada vez menos globalizado e mais competitivo, essa limitação torna-se evidente e perigosa.
A verdadeira soberania externa não está na soma de pequenos Estados, mas na capacidade real de projeção política, diplomática e militar. Hoje, essa capacidade só pode existir à escala europeia.
A solução (para mim) é óbvia:
E sim, acredito que tenha pouca aprovação ou apoio, mas esta é a minha visão para voltar a meter o continente europeu no centro do mundo.
Quantas guerras para “agrupar” países neste continente serão precisas para que desistam desta ideia estúpida de uma vez por todas?
Quanto mais num ambiente dividido e populista como o que se vive hoje em dia.
E lembra-te…
Os Estados Unidos são uma federação.
E está a “partir” precisamente quando o ambiente ficou dividido e os populistas tomaram o poder. Uma federação não é solução para nada.
A União Europeia é um projeto diferente.
Tem coisas boas e coisas más. Mas não é uma federação e isso não é negativo. Basta ver o que se passa nos Estados Unidos para entender.
Mais alguém aqui acha que aquele imbecil olha para o mapa e acha que a Gronelândia tem o tamanho que aparenta no mapa?.. Eu sim ![]()
La está, o maior “agrupamento” que existiu, não foi com guerras, mas com diplomacia. E é defacto neste agrupamento europeu, que as guerras acabaram entre os seus membros. Uma federação seria um ponto final nessa história de conflito e mais um passo rumo aquilo que devia ser a Europa.
Os EUA não é a única federação e se está de qualquer modo em risco (que não está), é por causa de uma gajo divisivo, que vai contra uma união que funciona e quase sempre funcionou em benefício deles próprios, no contexto internacional.
Podes apontar o dedo aos males dos EUA (e muito provavelmente com razão), mas no que diz respeito a poderio militar, são o que são por serem uma federação e não por serem países independentes ao longo da costa atlântica.
Eterno imbecil.
A ser verdade…
https://x.com/i/status/2010041579856416786
Não consegues isso neste momento político.
Tens é de trabalhar com o que tens, porque nem isso está assegurado.
Esticar a corda neste momento onde ser nacionalista de vão de escada está na moda, é meter todo o projeto Europeu em perigo.
Não sei que outro resultado esperas senão uma desagregação ainda maior.
Serem uma federação tem zero a ver com serem uma potência militar.
O tempo só vai numa direção.
Até a cena da propriedade privada, sempre tão respeitada no EUA ao ponto de poder disparar sobre alguém, não vale nada. #terroristas
Discordo. A CEE e a UE vieram de um dos piores momentos da Europa. São sempre em resposta a algo. Quando as coisas tao bem é que nunca se faz nada. É quando estados autónomos ou países mais ricos se querem separar. Em momentos de crise é que vem a união, muitas vezes da necessidade.
Eu não espero nada na verdade. É o que desejo. Mas sei bem que tem pouca tração infelizmente. Apesar de termos libertado o nacionalismo-imperialismo, mantivemos forte o nacionalismo competitivo e histórico e isso vê-se imenso nas rivalidades entre países europeus.
Discordo. Em absoluto.






